História AQUAMAN! - Capítulo 30


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Categorias Aquaman
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Palavras 311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 30 - XXX


    Enquanto isso, no mar… Visto à distância, o reino de Xebel causava a impressão de ter saído direto do futuro; veios de raízes bioluminocentes percorriam as colunas e os castelos, ao passo que gigantescos cogumelos brotavam do solo e erguiam-se a mais de trezentos metros ao redor do reino, formando um tipo de muralha natural. O castelo era todo formado por algas trançadas; mil e quinhentos quilômetros de algas numa infraestrutura solidificada, e também haviam as edificações rochosas, feitas para o povo xebeliano. Corais de recifes eram trabalhados à mão e a lazers, moldados e designados para as catapultas. Estavam a uns seiscentos metros do lugar, parados sobre um pináculo rochoso, à beira de um precipício, onde abaixo abria-se uma enorme boca escura, até chegar mais à frente, a uns cem metros, onde a praia de líquens começava. --Os guardas ficam nas torres dos cogumelos. Uns cem deles, pelo menos.--, Disse Mera, com o soldado ao seu lado, meio zonzo. --Devem estar de olho na praia, mas não fazem a menor ideia de que estamos aqui.-- Arthur desmontou do dragão e nadou até a beira; olhos bem atentos, expressão dura, nervosa. Podia sentir a água falar com ele através das mínimas ondas. Algo estava errado sobre aquilo. --A questão que me preocupa é o rei, não os soldados.--, Falou, a voz saindo baixa, inflamada pelo nervosismo. --Se ele está sob o efeito da magia de Orm, significa que não nos verá com bons olhos. Ele pode exigir nossas cabeças, ou pior, pode exigir que sejamos levados como cativos até ele.-- --Orm não o está c-controlando.-- Disse o soldado, erguendo-se com muita dor. Mera o ajudou e ele agradeceu. Arthur se aproximou. --Como pode ter tanta certeza?-- Quis saber, as sobrancelhas tornadas uma. --Eu conheço o feitiço.--, Explicou, titubeando. --Os setes artefatos… Cada um tem uma… Uma propriedade mágica, por assim dizer.--       



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