História AQUAMAN! - Capítulo 31


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Categorias Aquaman
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Palavras 376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 31 - Capítulo II


        Arthur e Mera trocaram rápidos olhares; havia desconfiança ali, pairando na água, mas também havia uma centelha de esperança. --Então sabe como quebrar o feitiço?-- As palavras saíram da boca de Arthur banhadas em desespero. Sabia que precisaria da ajuda dos xebelianos se quisesse ter chance contra Orm e seu poderío bélico; o soldado fez que sim, a expressão dolorosa roubando-lhe qualquer beleza que um dia pudesse ter tido. Mas aí veio o amargo porém. --Mas…?-- Mera antecipara, protamente. --Mas precisarão do artefato em si.--, Segredou. --Se não estiver com Orm, está algum outro lugar m-muito bem escondido. Um lugar que somente… Somente a alta-realeza conheça.-- --Os cofres ocultos.-- --Os cofres ocultos.-- Disseram, juntos; os olhos arregalados, a boca meio aberta, a respiração estugada transformada em espuma. O soldado foi ao chão, cuspindo sangue, diluindo-o com a correnteza. --Ele precisa de cuidados especiais.-- Disse a rainha, agachada ao lado do homem; Arthur fez que sim, e então arrastou o olhar para Xebel. --Vamos leva-lo.-- A jornada até Xebel foi rápida. Atravessaram o abismo e a praia de líquens em uma questão de segundos, e logo estavam à sombra das muralhas do reino. Não demorou para que uma vintena de soldados deixassem as aberturas feitas nos caules ocos dos cogumelos e viessem ter com os recém-chegados; montavam em caranguejos, todos com mais de oito metros de altura e uns quatro de comprimento; o som que faziam ao beliscarem a água assimilava-se muito com o tinir de aço em pedra. Os soldados usavam lanças, com um cristal de luz pálida fixado na ponta - Mera engoliu a seco quando os viu presente; sabia do poderío destrutivo daqueles minerais. Trajavam robustas armaduras de Água-marinha, reluzentes e cintilantes. --Mera? E você… Arthur Curry, o atlanteano mestiço.-- O escárnio do soldado foi ignorado pelos dois. Mera se aproximou do homem e sua besta, com o soldado sob seu braço direito. --Esse homem precisa de cuidados.-- Disse, a voz soando como uma ordem. Mas os homens fingiram não entender. --Um ambariano, hã?-- Outro soldado falou, sua fera cavando sulcos na areia com as patas. Mera o censurou com um olhar, e Arthur disse: --Que está morrendo. Leve-o para dentro de suas muralhas e peça a um cirurgião para cuidar de suas feridas.--       



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