História AQUAMAN! - Capítulo 33


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Categorias Aquaman
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Palavras 376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - III


         Desceram até estarem bem perto das colinas de sal; ladearam-nas e seguiram à sua sombra, como dois peixes forasteiros em fuga de um predador. Nadaram pelo sopé das colinas até que a sombra da muralha começasse a lhes cobrir, como um manto. Dali em diante apressaram o nado; pareciam dois torpedos disparados por submarinos, eclodindo a água em espuma branca e fugaz. Ao sul do reino, uma gigantesca depressão estendia-se por pelo menos oitocentos metros de terreno vazio, povoado por alguns poucos cardumes de peixes-ogro e peixes-diabo, que circundavam um emaranhado de restos de recifes. Como imaginado, nada de guardas. O que podia soar estranho, tratando-se de um cofre. Porém, eles não tinham a alcunha de ocultos por nenhum motivo. --Aquelas são portas de bronze, Arthur.--, Observou Mera, detrás de um rochedo coberto de um musgo amarelado e algas espessas e dispersas. --Portões de bronze não vinte vezes mais resistentes ao impacto e corrosão. Como espera que…-- --Relaxa, eu tenho um plano.-- Disse Arthur, pouco antes de lançar-se para fora do dito rochedo. Ele nadou, girando velozmente até os portões - ambos tinham mais de cinquenta metros. Ele se virou e fez um gesto para que a rainha aguardasse; ela não aprovou a ideia. Seu olhar denunciava-a. Foi então que Arthur usou seus dons telepáticos e convocou reforços: uma Cachalote, vinte metros de comprimento, setenta mil quilos de pura massa muscular. A fera emergiu da repressão pouco depois, imensa, magistral. Ela batia suas nadadeiras e a água movia-se em ondas, erguendo a areia como faria um furacão; nadou veloz e voraz em direção a Arthur, e aos portões às suas costas. O impacto foi brutal. A estrutura do eixo estremeceu e ramos de poeira diluiram-se na água, transformados em fantasmas barrentos. Os portões dobraram-se; o bronze rebentou em pelo menos dez lugares. Arthur levou a mão à testa e fez um gesto de cumprimento, a fera urrou, um som alto e esticado; se virou e desapareceu nas águas térreas à frente. --Não foi assim tão difícil, foi?!-- Disse, com um sorriso fácil no rosto. Mera nadou até ele, o olhar em busca de qualquer um que pudesse ter ouvido o som retumbante da batida, mas ninguém aparecia à vista. Ela suspirou aliviada, e ambos, enfim, entraram.    



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