História AQUAMAN! - Capítulo 34


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Categorias Aquaman
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Palavras 367
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 34 - IV


         No interior do cofre chão e paredes eram vítreos, protegidos por Citrino líquido, em veios que serpenteavam todo o lugar, servindo-lhe como eixo. Havia, mais ao fundo, dezenas de esferas ocas, todas de Amazonita, que serviam para guardar os itens. Arthur nadou para dentro, chafurdando-se no imenso salão que se abria para-lá das colunas principais - feitas de uma mistura de Pérola e Amazonita. No canto superior esquerdo, sobre o brilho pulsante de um veio de magma coberto pelo mesmo material vítreo do chão e das paredes, os artefatos. Sete, espalhados por uma intermitência de dois metros entre cada esfera. --Aqui… Estão aqui!-- A empolgação embalava a voz de Arthur. Mera veio logo depois. --Devemos só… Esticar as mãos e pega-los?-- A desconfiança embalava a da rainha. Arthur bufou, irado. --Não pode ser assim tão simples.--, Concordou, deixando-se afastar das esferas, como que para pensar mais claramente. --Está mais do que certo, Arthur, meu querido.-- Viraram-se para a porta, alarmados, e viram Vulko, com meia centena de soldados às suas costas. --Vulko, seu traidor maldito!-- As palavras fervilharam dentro da boca de Arthur, os punhos cerrados. O homem deu de ombros. Vestia agora um manto de escamas de Turmalina, belíssima, cintilante à luz. --Quando o assunto é guerra, espere, veja quem tem os melhores recursos.--, Argumentou, um sorriso zombeteiro nos lábios. --Vocês me parecem bastante desesperados, sem exércitos, nem planos. Orm é rei. E com isso eu não preciso dizer mais nada.-- Mera esboçou nadar até ele, os cabelos ardendo como chamas, esvoaçando feito fantasmas do fogo. Mas os soldados apontaram-na suas armas; canhões de supressão a vácuo, lazers de lava capazes de corroer o mais denso dos metais, e lanças. --Fique tranquila, amor. Não iremos machuca-la… Muito.-- Zombou Vulko, segundos antes de um imenso punho d'água lhe acertar com toda força, jogando-o contra a parede e fazendo-a rachar. Os soldados avançaram, mas ele os impediu. --Tudo bem…--, Falou, com o sangue serpenteando pela água, rubro e espesso. --Deixe-os saborear a ira. Orm irá quere-los vivos.-- Disse isso e deu as costas, alçando nado de volta ao topo. Os soldados entraram… Um, dois, cinco, dez, vinte, cinquenta… E Arthur e Mera não tiveram escolha senão se renderem.   



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