História AQUAMAN! - Capítulo 39


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Categorias Aquaman
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Palavras 374
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 39 - IX


                Enquanto isso, no mar… Eram chamadas de Masmorras Silentes, pois depois dos primeiros dias os prisioneiros não tinham mais forças para implorar por suas vidas e acabavam aquietando-se. As jaulas eram feitas de pedras e grossas barras de ferro. Lá embaixo não havia luz, mas Arthur convocou duas água-vivas com bioluminecência, e suas luzes tremulantes enxotaram as sombras e a sensação de completa solidão. --Algum plano em mente?-- Mera quis saber, sentada no canto da jaula, encostada na pedra áspera. Arthur estava de pé, os braços cruzados, a expressão dura feito mármore. --Aqui embaixo meu poder telepático é limitado.--, Falou, a voz baixa. --Nem sei por quanto tempo conseguirei mante-las por perto.-- As águas-vivas flutuavam, com seus tentáculos esbanjando luz. Mera pôs-se de pé e nadou até o marido; tomou as mãos deles nas suas e o fitou nos olhos. --Esse não pode ser o fim.-- Disse, o tom variando entre esperança e desespero. Arthur sorriu, tímido. --E não é.--, Suas mãos escorregaram para a cintura da rainha; ela arquejou. --Estamos juntos, e isso é o que importa. Nunca quis voltar para cá, para esse mundo, para eles. Nosso lugar é em Amnesty Bay. Nossa cama ainda está desarrumada. O café ainda deve estar nas canecas, cheios de moscas.-- Mera não conteve uma risada. Arthur a puxou para mais perto, seus olhos fixos nos dela. --Nossos povos, Arthur…--, Ela disse. --Não podemos abandona-los. Só… Não dá. Precisam de nós.-- Arthur assentiu, o olhar para baixo, a respiração pesada. Mera pôs uma mão em seu rosto e sorriu; ele a tomou nas suas e a beijou, e então beijou sua boca. Longo e quente fora o beijo. --Amor…--, Disse alguém, a voz rouca e antiga. Arthur e Mera separaram-se um do outro, assustados. --Dizem que é a única força no mundo que transcende os limites conhecidos. Vejo agora que há razão nisso. Vocês me parecem bem apaixonados.-- Arthur se aproximou das barras, segurando-as com ambas mãos; uma das águas-vivas nadou até o outro lado, até a outra jaula, e o que viram foi um homem alto, magro, calvo e de olhos cizentos; vestia uma armadura de ouro, embora fosse tão antiga que o musgo e as cracas já haviam tomado conta de boa parte dela.         



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