História AQUAMAN! - Capítulo 4


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Categorias Aquaman
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Palavras 369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - IV


         O homem, agora conhecido como Orm Marius, deu às costas para os sobreviventes e voltou a desaparecer no mar. Ondas e mais ondas engoliram-no rapidamente até ter desaparecido de vista. Nas profundezas gélidas e abissais do mar, ele nadou velozmente, como um tubarão que lacera a água em espumas pálidas. Atravessou motanhas de recifes retorcidos, de todas as cores imagináveis, de todos os tamanhos e formatos. Nadou até chegar a uma imensa muralha de pedra sólida, de mais de duzentos metros de altura; a rocha era ornamentada por algas e trepadeiras lampejantes, em tons de amarelo e azul. Quando desceu à praia de sal, em frente à muralha, cinco guardas aproximaram-se rapidamente, com lanças de ouro descidas sob os bralos; eles usavam uma armadura de ouro cintilante, com elmos que envocavam barbatanas curvadas e capas de seda-prateada às costas; montavam em temíveis tubarões deformados, com bocas que chegavam a cinco metros de diâmetro. --Revele-se agora e diga o motivo de sua visita.-- Um dos guardas disse, em tom penetrante; as correntes que tinha na outra mão e que estavam atadas às bocas dos tubarões, tintilaram quando esse moveu abruptamente a pesada cabeça. Orm tirou seu elmo, deixando fluir seus espessos cabelos negros, que flutuaram com a dança da maré. Os guardas entreolharam-se, de olhos arregalados e expressões duras e gélidas como pedras de gelo. --O-O-Orm Marius…--, Um segundo guarda disse, erguendo a lança; assim também fizeram os outros, não muito depois. --Pensávamos que estava morto, nós… Não esperávamos pelo seu retorno.-- Orm esculpiu um sorriso duro, desprovido de toda qualquer gentileza que pudera ter. Pôs o elmo sob o braço direito e em seguida pôs-se a nadar em direção aos portões da cidade. - duas gigantescas placas de bronze sólido, com desenhos de reis e príncipes atlanteanos feitos em ranhuras sobre a superfície. Orm se virou para os guardas e fez um gesto de cabeça para que eles abrissem os portões. --S-Senhor, não sabemos se devemos.--, Um deles disse; não mais velho do que um rapaz que acabara de chegar a vida adulta. Orm o fitou com um olhar predatório. --Digo, nossas ordens foram de interceptar cargas e estrangeiros. Quaisquer que fossem esses. Não podemos deixa-lo passar, senhor. Lamento.-- 



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