História AQUAMAN! - Capítulo 42


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Categorias Aquaman
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Palavras 350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 42 - XII


    --E se eu o vencer?-- A ideia parecia improvável, mesmo sob a luz de uma perspectiva otimista. Vulko deu de ombros, os lábios declinados. --Se vencer, você e sua esposa estão livres.--, Respondeu. --Mas não encontrarão paz depois disso. A ira de Orm irá segui-lo até a superfície e o seu povo pagará por isso. Um grande risco, não acha?-- --E o que você ganha com isso tudo, Vulko?-- Quis saber Mera, o cenho franzido, os olhos cintilando; os cabelos em chamas esvoaçando pra fora das grandes. Vulko respirou fundo e disse: --Garantia de continuidade, minha rainha.-- Arthur balançou a cabeça, negando-se a ouvir tamanha estupidez. Mera, por outro lado, deu-se por convencida. --Um oportunista é sempre o melhor amigo de um rei ou de uma rainha. Nada mudou, pelo o que vejo.-- A voz veio das sombras, de Oleru. Vulko o ignorou solenemente. --Você renegou sua condição, Arthur, e com isso amaldiçoou seu caminho.--, Atacou Vulko, os olhos arregalados e cheios de acusações. --Jogou tudo fora por causa de um… De um pedaço de terra e um farol. Você é patético!-- Arthur forçou-se para não passar os braços pelas grades e estrangula-lo, bem ali. --Há bem mais do que riquezas e um trono a se conquistar na vida, Vulko.--, Replicou, embora não com a esperança de que ele entendesse. --Eu encontrei uma paz que nunca tinha visto, não aqui. A tranquilidade do sossego, longe das garras gananciosas de pessoas como você. Eu não espero que entenda. Você é um traidor, a única verdade que conhece é a que o ouro compra.-- Um largo sorriso rasgou-se nos lábios de Vulko, e seus olhos pareciam enchidos com uma centena de moedas de ouro, caindo em cascata. --Ouro, sim, como não ama-lo?-- A voz do traidor enchia a masmorra com uma luxúria venenosa. --As pessoas saberão o que você fez aqui.-- A de Arthur encheu o lugar de sombras, tal qual uma ameaça fazia com aquele que a ouvia. Mas Vulko limitou-se a guardar o sorriso e a bater palmas. --As mesmas que estarão presentes na arena, vendo-o desmoronar diante de Orm.--    



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