História AQUAMAN! - Capítulo 43


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Categorias Aquaman
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Palavras 319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 43 - XIII


    --Pessoas são facilmente manipuláveis.--, Arthur retrucou, os punhos fechando-se devagar. --Mas com o tempo eles saberão a verdade sobre o rei deles. Todos saberão. Orm é louco, nem você pode negar tal coisa.-- Vulko deu um risinho de canto de boca; parecia estar pensando em quais passos poderia e deveria dar, e em quais não. --Eles sabem, Arthur. Os atlanteanos sabem quem ele é e o que é capaz de fazer. É exatamente isso o que eles mais amam em seu devotado rei.-- Vulko fez uma irônica reverência e se virou, nadando de volta à porta da masmorra. O som do ferro batendo na pedra ecoou dentro da cela, e o silêncio em seguida fora ainda mais ensurdecedor. --Acha que será uma batalha justa?-- Mera indagou, deslizando para perto de Arthur; seus olhos encontraram-se, os corações disparados. --Estamos falando de Orm, meu amor.--, Respondeu Arthur, a mandíbula firme como rocha cimentada. --É mais provável que ele use lanças e espadas, e eu fique com gravetos e pedras.-- --Paus e pedras podem fazer a diferença nas mãos do guerreiro certo.-- Mera o replicou, sua face bem próxima a de Arthur. --Não sou guerreiro.--, Este falou, em tom de lamento. --Assim como não sou rei. Os atlanteanos não nutrem amor algum por mim. Vibrarão alegres quando Orm cortar minha cabeça.-- --Isso não vai acontecer. Orm sabe que alguns atlanteanos têm a esperança de seu retorno.-- Disse a rainha; sua mão deslocou-se para o peito do marido, que sorriu. --Vai acontecer se Orm os ignorar, o que é bem provável.-- Arthur relutava em sentir-se confiante. Mera esboçou um sorriso triste. --Quais as chances dele me deixar ajudar?-- Arthur não conteve uma risada, embora não tenha durado cinco ou seis segundos. --E correr o risco de você surrar a nós dois?--, Outra risada, dessa vez partilhada pela rainha. --Isso seria bastante engraçado.-- --Para mim, sim.-- Mera falou, e a masmorra encheu-se de risos…  



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