História AQUAMAN! - Capítulo 47


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Categorias Aquaman
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Palavras 352
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 47 - XVII


         Uma luz tênue passava pelas frestas da masmorra; pequenas rachaduras desenhadas na pedra, cicatrizes deixadas pelo passar do tempo. --As águas estão agitadas.--, Disse Arthur, encostado nas grades de ferro. --Se eu morrer, não me vingue, ouviu? Vá para casa, volte para o farol e recomece. Não desperdice sua vida com ódio. Não vale a pena.-- Mera tinha os braços cruzados e um olhar de exaustão. Deu de costas para Arthur e encostou na pedra gélida da cela. --Não fale comigo como se fosse a última vez que nos veremos.-- Pediu a rainha, os olhos vermelhos. Arthur assentiu, lamentando. Nadaram um até o outro e abraçaram-se; Arthur a apertou em seus braços como um nó, e Mera o tinha firme para si como raízes em volta de uma rocha. --Eu te amo.-- --Eu te amo.-- Disseram ao mesmo tempo, enquanto sentiam o coração um do outro bater inconsolável em seus peitos. --Espero que consiga sua liberdade, Arthur.-- A voz do outro lado da cela soou como um adeus; Arthur se virou para Oleru e sorriu - embora soubesse que a liberdade do prisioneiro tampouco estava em jogo. Mas mentiu mesmo assim. --E eu, a sua, amigo. Vou contar às pessoas o que você fez. Elas saberão a verdade.-- Oleru deixou os braços flácidos caírem entre as grades; os olhos estavam mais fundos e os cabelos loiros pareciam algas mortas, boiando a esmo. --Diga apenas que eu não desisti.--, Disse, forçando-se a sorrir. --Minta, se for necessário. As pessoas nem sempre querem a verdade.-- Arthur ponderou sobre aquilo por um instante, e então fez que sim. A porta da masmorra rangeu, estridente, e dois guardas puseram-se a nadar apressadamente até a frente da cela de Mera e Arthur; vestiam suas tradicionais armaduras de ouro, elmos estreitos semelhantes à cabeças de tubarões e lanças afiadas em uma das mãos. Logo depois veio ele, o rei, Orm Marius; estava usando um peitoral de Pedra da lua, e para os antebraços e coxas, ouro. --Já faz muito tempo, irmão.--, Falou o rei, a voz serena. --Vejo que a masmorra não lhe fez tão mal. Parece-me saudável.-- 



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