História AQUAMAN! - Capítulo 49


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Categorias Aquaman
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Palavras 314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 49 - XIX


    --Liberdade é superestimada, meu caro amigo.--, Disse Orm, dando dois passos à frente. --Aqui, venha, dê-me sua mão e lhe darei minha bênção.-- Oleru agarrou-se as grades e começou a rir; uma gargalhada áspera e roufenha. Orm esticou a mão direita. --O que farei com a bênção de um rei, hã?-- Perguntou Oleru, com a cara enterrada nas grades. Orm sorriu. --Pode ser sua saída daqui.-- E bastou dizer-lhe isso para que o prisioneiro estendesse sua mão direita. Orm a segurou e a apertou bem. --Agora, lembre-se o o que diziam os provérbios atlanteanos.--, A voz de Orm soou rouca; o prisioneiro arregalou os olhos. --"…Só os fortes sobrevivem, pois somente eles conhecem a dor. Recozige-se."-- Com a outra, Orm Marius cortou a mão de Oleru; um golpe rápido e lacerante. O prisioneiro jogou-se para trás, de volta às sombras, gritando enlouquecidamente. O sangue serpenteou entre o ferro. O rei nadou de volta à saída, o som das portas fechando-se foi a última coisa que Oleru ouviu. Todo o resto foi escuridão e silêncio. Já longe das masmorras silentes, Orm foi ter com Arthur num pátio aberto, sobre o cume de uma torre de pedra, ornamentada por ramos coloridos de algas. Arthur vestia uma armadura de aço-negro; ombreiras, peitoral e gorjal em cima, embaixo usava botas de ferro ligados a um cinturão, também de ferro. --Quer mesmo tornar essa luta justa?-- Arthur perguntou, fitando o meio irmão através de sua cabeleira loira, que flutuava contra seu rosto. Os cabelos de Orm esvoaçam às suas costas, tão negros quanto a noite. --Mas é claro.--, Reapondeu, tomando alguns passos à frente. --De que outro jeito eu os faria entender?-- Arthur sentiu o gosto amargo daquela resposta. Deixou seu olhar se perder no vazio, mas logo o lançou de volta para Orm; não podia descuidar ali. --E onde está Mera? O que fez com a minha mulher?--       



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