História AQUAMAN! - Capítulo 50


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Categorias Aquaman
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Palavras 328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 50 - XX


        A ira explodia em seu tom de voz, o que pareceu divertir o rei. --Você me ouviu, ela está com as Sacerdotisas.--, Respondeu Orm, em tom de levesa. --Ela ficará bem, eu prometo. Cuidarão muito bem dela quando estiver… Você sabe.-- Arthur ajeitou as ombreiras com um movimento brusco de ombros; Orm abriu os braços e ergueu os tufos negros que eram suas sobrancelhas. --Você não sabe o que está causando, Orm.--, Arthur ladrou, uma ira descabida. --Não entende as consequências!-- Orm abaixou os braços e endureceu sua expressão; ele mais parecia usar uma máscara de mármore. --Vamos falar de consequências, então?--, Sua voz não soou mais cálida; seus olhares colidiram feito mísseis. --A humanidade lança uma sombra longa demais. Eles destroem e negligenciam sua culpa. São colonizadores, Arthur, caçadores. Quanto tempo mais até virarem suas atenções para nós?-- Arthur não teve resposta para aquilo. Se virou e contemplou a vista: Atlantis erguia-se triunfante à sua frente, com suas torres altas, muralhas e cores estonteantes. --Eles nunca chegariam até aqui, e você sabe.-- Arthur rebateu, após um longo instante. Orm parou ao seu lado, o olhar empoleirado sobre ele. --Permita-me mostrar a verdade, irmão.-- Dito isso, jogou-se de cima do pátio num nado veloz; Arthur não teve escolha senão segui-lo. Desceram depressa pelo eixo de rochas e raízes que servia de base estrutural para quase tudo em Atlantis; passaram por fendas e cavernas, lugares tão escuros que nem a bioluminecência dos peixes dava-lhes luz para enxergar. Chegaram, enfim, a um campo vazio de algas, já longe da cidade. Tudo ao redor era turvo, cinza e enevoado. Orm se virou para o irmão e disse: --Agache-se.--, Sua voz eclodiu em ecos. --E pegue.-- Arthur franziu as sobrancelhas, indagando-se sobre o que aquilo poderia significar. Olhou pros pés e o fez. Sua mão direita tateou a areia gélida até esbarrar em algo. Parecia uma rocha, mas não. Quando a desenterrou com um puxão, Arthur ergueu-se no susto, os olhos esbugalhados.                 



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