História AQUAMAN! - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Aquaman
Visualizações 0
Palavras 437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - VII


         Um terceiro conselheiro - um homem negro, sem cabelos e de hipnotizantes olhos cor-de-mal - inclinou-se para frente e franziu as hisurtas sobrancelhas. --Você quer começar uma guerra?-- Perguntou, com a voz transformada num trovão, que borbulhou pela cúpula. Orm fitou os pés, por um segundo; notou que suas botas estavam manchadas com um verde tipicamente encontrado nas algas. --Quero dividir.--, Respondeu Orm, erguendo o olhar para o sujeito com olhos de mel. --Nós não somos como eles. Não, somos melhores, mais fortes, mais inteligentes e mais rápidos. Nossas feras deixarão a hibernação e caminharão sobre o solo árido das suas terras de cidades. Seus prédios e estádios serão engolidos por ondas gigantescas. Nós, todos nós, os faremos lembrar da diferença.-- Um quarto conselheiro cruzou as pernas e se reencostou no espaldar de seu acento. Um homem grisalho, de pele enrugada e dentes amarelos. --Boa sorte em provoca-lo, Orm.-- Bastou isso, essas palavras, e Orm Marius ferveu em ira.Ele lançou um olhar para o dito conselheiro e seus olhos transformaram-se em lanças afiadas, voando através da água e golpeando o velho gordo. --Arthur Curry não se importa conosco.--, Falou, com os punhos fechados em um nó. --Por que eu devia me preocupar? Ele e sua… rainha xebeliana exilaram-se, esconderam-se e fugiram. Somos nós a última esperança de Atlantis. Nós! Não eles…-- O quinto e último conselheiro era um jovem magricela, de longos cabelos azuis, que cintilavam com o brilho tênue da água. --Você não tem mais direito a falar aqui, entre nós, do que uma criança tem de se rebelar contra o pai e exigir que se cale.--, Falou o rapaz, ambiciosamente sombrio. Orm ergueu uma sobrancelha e o encarou. --Não vamos à guerra, Orm Marius. Desista desse sonho, desista dessa cobiça. Você pode ter vivido entre os lá-de-cima mas não entende os maléficos que uma guerra contra os mesmos causariam a nós. Deixe de lado esse ódio e junte-se aos seus nos campos de colheita. Lá você encontrará mais honra e glória do que em qualquer campo de batalha.-- Orm forçou-se a sorrir, e seus cabelos negros flutuaram contea sua face dura e libertina. --Muito bem.--, Disse, com sua lança em mãos; bateu com ela no chão três vezes seguidas e esperou. --Lamento por suas visões tão diminutas. Está na hora de uma mudança de regime.-- E como uma tempestade silenciosa, um cardume de tubarões-martelo irrompeu através da cúpula e atacou vorazmente os pobres conselheiros. Sangue se espalhou e se misturou à água; em pouco tempo todo o lugar estava rubro como vinho. Orm deixou-se ficar, e a espessa maré vermelha o engoliu vagarosamente. Ele sorria.  



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...