História AQUAMAN! - Capítulo 9


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Categorias Aquaman
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Palavras 330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - IX


         Arthur e Mera viviam numa ilhota próximo ao mar, na cidade de Amnesty bay. A casa deles era simplista, de madeira rústica e telhado colonial; mas não que não tinham um pouco do mundo moderno só para eles, nada disso. Na madeira, sob o teto, tinham câmeras de última geração - aquelas capazes de captar uma mosca sob a sombra de um orvalho. E também tinham Tvs de última geração; duas, na verdade. Mera adorava os programas esportivos e Arthur não perdia um único capítulo de uma tal novela mexicana, El rosario negro. À tarde ficavam juntos no farol, de mãos dadas, a cabeça dela encostada nos ombros largos dele, enquanto assistiam o pôr do sol, e a noite escurecer a terra devagar. O farol nada mais era que um torre alta de tijolos brancos; a cabine era circular, com um telhado abobadado. O foral inclinava-se numa abertura de tijolos, com sua pálida luz-guia. Arthur costumava dizer que não havia lugar no mundo como aquele, e Mera sempre lhe respondia com um sorriso e um beijo na bochecha. --Será que vamos envelhecer aqui?-- Ela perguntou, enquanto o vento soprava-lhe os cabelos ruivos contra o rosto dele. Arthur declinou os lábios, já absorto na beleza do cair da tarde. --Espero que sim.--, Disse, acariciando-na na cabeça. --Espero que um dia nossos filhos estejam conosco. Bem aqui, sentados em cadeiras de praia, aquelas dobráveis, de plástico. Espero que gostem tanto quanto nós gostamos. Seria um belo final.-- --Você já está bem grandinho pra acreditar em finais felizes.-- A voz dela adotou um tom sombrio, mas Arthur fingiu não sentir. Ele sorriu. --Nós dois estamos. Mas qual a graça de amadurecer, não é? A vida é mais bonita quando se acredita em algo.-- Aquelas palavras penetraram bem fundo em Mera; lembranças de seu passado inundaram-na, de repente. Ela fechou os olhos e se expremeu contra o corpo do marido. Arthur entendeu de imediato o que se passava. --Quanto tempo isso vai durar, Arthur?--       



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