1. Spirit Fanfics >
  2. Aquaman: Arthur e mera tudo o que eu preciso >
  3. Lidando com obrigações

História Aquaman: Arthur e mera tudo o que eu preciso - Capítulo 35


Escrita por:


Capítulo 35 - Lidando com obrigações


Fanfic / Fanfiction Aquaman: Arthur e mera tudo o que eu preciso - Capítulo 35 - Lidando com obrigações

 

Arthur observa a fina pulseira de prata brilhar em seu braço já entendendo o sinal, precisava ir para Gotham.

 

- Mera, eu preciso ir encontrar a liga. Eu ficaria mais tranquilo se você ficar no farol.

 

- Arthur, eu estou segura aqui em Atlântida, além do mais eu sei me cuidar. - ela responde ofendida.

 

- por favor, eu morro se acontecer algo com você. - ele implora a abraçando - Se ficar no farol vou ficar mais tranquilo.

 

- vai ficar quanto tempo fora?

 

- eu não sei, mas vou avisar vulko que se tiver algum problema você estará com minha mãe no farol.

 

- Arthur, isso não é necessário. Você está exagerando.

 

- Mera, meu amor eu vou ficar mais tranquilo sabendo que você está lá.


- e o julgamento?


- se eu não voltar a tempo, confio completamente em você.

 

- está bem. Já está indo?

 

Mera pousa a cabeça na armadura dourada, ele envolve os braços ao redor dela com carinho.

 

- só vou passar no farol para me trocar.

 

- por favor, toma cuidado. 

 

 

 

 

*

 

 

Arthur observa a noite escura no Horizonte antes de pular na água, ele nada o mais rápido que consegue pois deseja estar logo em casa. Apesar de ser apenas alguns dias ele não para de pensar em Mera, odeia estar longe dela. Assim que avista as madeiras do cais de seu pai ele salta no deck avistando a casa branca perto dali, mesmo molhado ele segue rápido as madeiras, seu coração apertado de saudade buscando a sua amada ruiva.

Ele encontra seus pais abraçados na varanda.

 

- boa noite pombinhos.

 

- boa noite Filho. - responde tom.

 

- boa noite querido.

 

- como estão as coisas? - pergunta Arthur.

 

- na sua mais perfeita ordem. - responde Atlana.

 

- que bom. Vou entrar para me secar.

 

Ele sobe rapidamente e entrando no quarto percebe sua amada dormindo, os fios ruivos espalhados por toda a parte; apesar da vontade de se juntar a ela, Arthur toma uma ducha rápida e vestindo uma calça de moletom segue para a cama deitando com cuidado ao lado de sua amada sentido o calor e a paz invadir seu corpo. Mera abre os olhos sonolenta o encarando confusa.

 

- desculpe, não queria te acordar meu amor.

 

- tudo bem. Prefiro saber que está de volta. - responde mera com um breve sorriso

 

- sentiu minha falta? - pergunta Arthur a envolvendo com os braços.

 

- claro que senti meu amor, foi tudo bem?

 

- sim, mas senti sua falta a cada segundo. Não sei ficar longe de você minha rainha.- Arthur puxa a ruiva para um beijo apaixonado deixando transparecer toda a saudade e necessidade, suas línguas se acariciando.

 

- eu te amo tanto. - Mera diz usando uma das mãos para acariciar a barba de Arthur- Não gosto de ficar longe de você.

 

- eu também não gosto de ficar longe meu amor, você e tudo para mim. - Arthur dá um sorriso torto - que tal matar um pouco desta saudade.

 

- você só pensa em sexo.

 

- não está com saudade? - ele pergunta a provocando com pequenos beijos na pele do pescoço.

 

- não. - ela responde teimosa.

 

Arthur desliza a mão que estava na cintura de Mera a apertando delicadamente sobre si enquanto deposita demorados beijos no pescoço pálido.

 

- tem certeza? - ele provoca- não é o que sua pele arrepiada está me dizendo.

 

- e o que mais minha pele está te dizendo?

 

- que você gosta que eu te acaricie aqui. -Arthur provoca deslizando a mão pela coxa exposta pela camisola preta.

 

- e o que mais.. - mera sussurra.

 

- você gosta que eu te beije aqui.... - Arthur distribui beijos pelo pescoço em direção ao decote.

 

- que gosta quando te aperto aqui... - ele sobe a mão pela coxa apertando a bunda por baixo da camisola - e sabe o que mais?

 

- o quê?

 

- eu acho que você quer dormir. Boa noite. - ele responde com um pequeno sorriso a soltando e se deitando no colchão.

 

- isso é sério? - ela pergunta indignada o olhando deitado com os olhos fechados.

 

Arthur permanece deitado quando a ouve bufar seguido do remexer das cobertas, Mera se aconchega em seus braços passando delicadamente a mão pelo seu peitoral exposto. Os dedos finos descem contornando as tatuagens até próximo a linha abdominal e sobem refazendo o caminho algumas vezes.

 

Sentindo cada vez mais excitação, Arthur puxa Mera para si envolvendo suas línguas com necessidade, ele desliza as mãos subindo a camisola preta enquanto acaricia a coxa com as mãos firmes.

 

- não vai dormir? - pergunta Mera ofegante. Enquanto Arthur distribui beijos que queimam em sua pele

 

- eu acho que preciso perder um pouco de energia antes.. quer me ajudar com isso?

 

 

*

 

 

Arthur prepara tranquilamente a bandeja de café para sua amada com suco, torradas, ovos com bacon e frutas vermelhas. Ele coloca a bandeja com cuidado na mesa de cabeceira e se aproxima para acorda-la. 

 

- meu amor? - ele chama fazendo um carinho suave no cabelo ruivo trançado.

 

- humm. - ela resmunga se ajeitando nos lençóis

 

- acorda, trouxe o seu café.

 

- você vai acabar me estragando.- resmunga Mera com os olhos ainda fechados.

 

- eu já estraguei. 

 

- você tem que me fazer repor as energias após a noite de ontem. - ela responde com um sorriso ainda sonolenta - você praticamente não me deixou dormir.

 

- posso dizer o mesmo minha rainha, você acabou comigo.

 

- não seria uma boa ideia. você sabe que sou péssima cozinheira.

 

- meu amor, péssima é quase um elogio.

 

- vou deixar passar sua provocação pois não podemos demorar, hoje será o julgamento dos ajudantes de Orm.

 

- Nem me lembre, me sinto péssimo por isso.

 

- eu te entendo e apoio a decisão que tomou.

 

- eu contei para minha mãe que o julgamento de Orm foi marcado para daqui um mês. Não posso adiar mais.

 

- e como ela reagiu?

 

- ela não ficou muito feliz, ela acha que ele pode mudar com boa influência.

 

- bom, ele não contou sobre você o torturar.

 

- mas isso não faz dele um santo, por culpa dele você se machucou, além disso ele fez coisa horríveis.

 

 

*

 

Na sala do trono Arthur se senta ao lado de sua amada rainha, sentindo os olhos dela sobre ele e a mão macia tocando a sua carinhosamente como forma de apoio . Os membros do conselho o observando junto com o rei Nereus e outros líderes, a dúvida se ele decidiria por uma pena extrema ou não.

 

Arthur olha os nove miseráveis homens a sua frente, alguns apresentando medo enquanto outros o olhando com desdém.

 

- estamos aqui hoje para julgar o destino destes traídores, apesar de possuir escolha eles ajudaram ao príncipe Orm e participaram de sua fulga. - começa Arthur- eles também são acusados de tramar contra a coroa de Atlântida e pela vida da rainha.

 

- vocês não honraram o juramento de fidelidade ao Reino. - completa Mera- no lugar de servir Atlântida vocês viraram as costas para o seu povo e tramaram contra os seus líderes.

 

- as consequências de seus atos foram graves e a punição será a execução. - diz Arthur batendo o seu tridente no chão, o som agudo ressoando no ambiente. 

 

 

 

"

 

Apreensivo Arthur pega a mão de sua rainha enquanto embarcam na grande nave, ele a olha com ternura e encontra conforto em seus olhos verdes. Usando uma das mãos ele acaricia o rosto de sua amada carinhosamente e logo sente uma das mãos sobre a sua. Arthur sentia medo de não ser um bom líder, queria ser justo e evitar execuções, mas deixá-los impunes poderia abrir precedentes para novos rebeldes o que poderia arriscar a vida de Mera mais uma vez.

 

- majestades, chegamos.- anuncia Alexander se aproximando do casal.

 

- muito bem, que eles sejam preparados.

 

Arthur observa todo o processo de preparação, já era noite e pelo vidro ele via algumas sombras se movendo na água. Os guardas levam os prisioneiros até às cápsulas de abertura e com a ordem do rei eles são lançados a água, em segundos já se ouve os gritos e a grande agitação da Água. 

 

Mera ouve os gritos e o barulho das criaturas brigando e se sente estranha e enjoada. Se lembrava perfeitamente da agonia das criaturas tentando a atacar e da sensação de estar no meio a milhares delas.

 

- está tudo bem?

 

- sim. acho que não me fez muito bem voltar ao fosso, é meio agoniante.

 

- quando voltarmos a superfície eu tenho uma surpresa para você.

 

- surpresa?

 

- um presente. Não esta completamente pronto mas acho que vai te animar.


- estou curiosa.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...