História Aquecer até explodir - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou
Tags Cds, Compartilhando Calor, Congregação Deku Seme, Deku Seme, Dekubaku, Resgate
Visualizações 398
Palavras 4.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Slash
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeee!!

Fic escrita para atender ao Desafio de Fanfics do Grupo Congregação Deku Seme no Facebook (link nas notas finais)!

Fui sorteada com o tema “Tem uma cobra na minha bota” e então essa fic surgiu e escrevi ela em duas horas, realmente o tema casou direitinho pra algo que eu queria escrever há algum tempo!

Se você está esperando atualização das fics de South Park, segura aí, que a coisa vai sair... 😅

* A arte de capa pertence a caiirocai (twitter) *
** A imagem do capítulo é de Satsuki Fumi **

BOA LEITURA!!

Capítulo 1 - Era um galho


Fanfic / Fanfiction Aquecer até explodir - Capítulo 1 - Era um galho

 

A água escorria da franja para o rosto de Midoriya quando ele emergiu do lago quase congelado, ele nadou o mais rápido que pôde em direção à margem, ainda sentia em seu corpo os resquícios do poder que usou para chegar até a superfície tão ligeiro quanto possível.

Parecia que agora era uma luta contra o tempo.

— Pense, Izuku... não se desespere.

Ele repetiu para si mesmo, uma onda de frio começava a cobrir seu corpo quando sua pele foi lambida pela brisa da noite, a temperatura era congelante, mas o corpo que ele apertava junto ao seu estava ainda mais frio.

Bakugou havia caído no lago depois de se desequilibrar e receber o impacto do próprio tiro de canhão que dera usando suas mãos, o poder de fogo foi tanto que o loiro destruiu um bloco maciço de pedras abrindo caminho através de um despenhadeiro, mas o preço cobrado pela façanha foi caro demais.

Os olhos deles ainda se cruzaram um momento antes de Bakugou começar a queda em direção ao lago quase congelado, a angústia nos olhos vermelhos era explícita em meio a queda que durou meia fração de segundo.

Midoriya precisava correr para o acampamento improvisado, pois a temperatura caíra demais nas últimas horas, os dois jovens heróis estavam perdidos havia praticamente dois dias, e a segunda noite começava a despontar no céu trazendo consigo o frio e a certeza de que precisavam achar o caminho para a cidade o mais rápido possível.

No início de sua primeira campana como heróis profissionais não tiveram problemas em cobrir terreno, encontraram trilhas que os levaram a lugar nenhum, a floresta inteira parecia estar sob o controle de alguém com um tipo de individualidade específica, as árvores pareciam mudar de lugar conforme os dois heróis se moviam através da vegetação.

Uma individualidade que manipulasse o local, essa era a ideia que martelava na mente de Midoriya sem parar, por isso acabou induzindo Bakugou a abrir caminho com fogo.

— Você precisa respirar, Kacchan... — Ele sussurrou tentando manter a calma quando depositou o corpo inconsciente do loiro sob a grama em torno do lago e ouviu a falta de respiração. — Respire, droga!

Agora, quando olhava para os lábios carnudos e arroxeados do loiro, sentia uma onda de arrependimento, deveria ter ele mesmo aberto aos socos o caminho na parede de pedras...

Midoriya apertou os lábios se esforçando para não ficar desesperado e começou o processo de ressuscitação, massageou o peito amplo do loiro e colou os lábios forçando o ar dentro da boca carnuda, uma, duas vezes e nada de Bakugou responder.

Não era assim que ele imaginou que seria a primeira vez que seus lábios se encontrariam...

— Vamos, Kacchan... não me apavore assim, idiota...

Já haviam treinado isso milhares de vezes, mas era a primeira vez que Midoriya precisava fazer um procedimento desses realmente, era estranho pensar que preferia lutar contra vilões, do que viver essa experiência de aflição?

Ele massageou o peito compacto com mais força, tomando cuidado para soprar o ar entre os lábios gélidos de Bakugou com precisão, rezando, seu próprio coração acelerado com o medo, quando contou até três e forçou a boca contra a do loiro, o peito do amigo de infância finalmente subiu infinitesimalmente.

Então lá estava!

Bakugou virou-se para o lado e começou a tossir, correntes de água deixaram seus pulmões, seu rosto ganhou alguma cor quando ele cuspia e tentava respirar, Midoriya poderia dizer que o garoto estava tão assustado quanto ele assim que seus olhos se encontraram.

Um instante ofegante latejou entre eles, e Midoriya não se conteve quando Bakugou ameaçou se levantar.

— Kacchan, você está bem?

Os dedos de Midoriya circularam o pulso de Bakugou, os olhos vermelhos fixaram-se nos verdes e Bakugou poderia estar um pouco tonto quando ele piscou com lentidão, parecendo assustado e perdido, parecendo uma criança.

— Me deixa em paz, porra. — Bakugou proferiu com a voz grave, a respiração dele estava normalizando.

— Você está tremendo muito, Kacchan... vamos voltar pro acampamento, você precisa se aquecer.

Bakugou odiava ficar vulnerável, e Midoriya aprendera cedo demais que tampouco o loiro admitia ser salvo. Ambos estavam pisando em um campo minado agora, onde Midoriya precisava conter seus impulsos super protetores e Bakugou precisava obedecer ordens.

Cambaleando o loiro se pôs de pé, ele sentia o corpo pesado e não podia se concentrar em nada diferente do frio penetrando em seus ossos, quando Midoriya se afastou um pouco, o loiro ergueu a mão frente ao corpo e tentou formar alguma explosão.

Nada.

Como esperado, com o frio ele ficaria à mercê, e mesmo que detestasse pensar assim, sabia que podia confiar em Midoriya.

Andaram apenas alguns metros para a caverna onde haviam organizado com os poucos itens um refúgio, Midoriya observou Bakugou tremendo ainda, o beicinho contrariado apontando em seus lábios era roxo pálido, o moreno correu até sua mochila puxando seu saco de dormir, pelo rabo de olho viu que Bakugou fazia a mesma coisa, na caverna era menos frio do que lá fora.

Tiraram as roupas molhadas e esticaram em frente ao que fora uma fogueira, agora apenas restos de cinzas queimadas da noite anterior, Midoriya puxou uma blusa seca de sua mochila e empurrou sob a cabeça, seus olhos pararam na figura quase nua de Bakugou, apenas uma cueca boxer guardando seu corpo pálido enquanto olhos vermelhos focavam na mochila dele.

— Algo errado, Kacchan? — Midoriya puxou da mochila um moletom com capuz que muito lembrava seu próprio uniforme de herói, uma réplica perfeita, maravilhas feitas pelo comércio, ele vestiu a peça sentindo o calor se espalhar em suas costas. — Se vista logo, você vai congelar.

Olhos vermelhos então focaram em Midoriya e o moreno tentou não ficar aflito, pois Bakugou tremia como vara verde.

— Eu... não tenho... — Os braços de Bakugou contornaram seu corpo.

— Kacchan... — Preocupado, Midoriya sussurrou se aproximando quando o loiro se encolheu no chão.

Se fosse em qualquer outro momento, o loiro pareceria apenas estar sentando no estilo seiza, com os pés plantados no chão, mas então sua respiração puxou e ele soprou, tremendo. — ...porra...

Midoriya viu, sob a penumbra que já dominara a caverna, o tom ainda mais pálido da pele de Bakugou, ele imediatamente tirou o moletom e jogou a peça verde sob os ombros do loiro, puxou o fecho tentando manter o calor e puxou sua própria camiseta secando os cabelos loiros que caíam aos olhos, Bakugou cerrou os dentes, mas quando os braços de Midoriya o circularam, suas faces apresentaram um suave tom rosado.

O loiro tremia, era impossível ignorar que estava à beira de uma hipotermia, Midoriya mordeu os lábios para evitar que uma avalanche de ideias irrompesse de sua boca, ele começou a pensar velozmente, seus braços bandonaram o loiro e ele se moveu pela caverna, Bakugou apenas ergueu a cabeça um pouco confuso, ainda acocorado no chão.

Bakugou piscou, o calor da peça de Midoriya estava impregnado do cheiro dele, e aquilo o atingiu imensamente, assim como o solavanco no estômago que não sabia explicar.

— Você precisa se aquecer. — Midoriya puxou o próprio saco de dormir em forma de envelope. — Entra aqui, Kacchan.

O loiro simplesmente bufou, plantado no lugar como se tivesse criado raízes ali, ele tremia muito, mesmo que sentisse um pouco mais quente do que antes envolvido no cheiro do moreno.

— Não vou... — Ele falou e assim que saiu de seus lábios a voz era quebrada e trêmula. — Nem fodendo, Deku.

Se vestir uma peça de roupa já o deixara confuso, porque entraria no saco de dormir de Midoriya?

Midoriya balançou a cabeça e se afastou, ele pegou a mochila de Bakugou e quase se desesperou quando viu que só havia pacotes de salgadinhos apimentados, bebida energética e algumas barrinhas de cereal, nada de roupas extras, mas pelo menos o saco de dormir estava ali, era muito fino, mas parecia adequado.

— Esse saco de dormir não é muito leve?

— O que você sabe sobre sacos de dormir, retardado? — Bakugou cuspiu irritado, mas ainda trêmulo. — Isso é específico pra floresta e montanha.

Midoriya acenou ignorando a irritação de Bakugou, abriu o zíper do saco de dormir, jogando sobre os ombros do loiro, o formato de sarcófago se moldou ao corpo de Bakugou quando Midoriya o ergueu.

Ainda rosnando um pouco o loiro se deixou envolver pelo tecido.

— Kacchan... deita ali no meu saco de dormir. — Contrariado o loiro jogou-lhe um olhar tempestuoso. — Por favor, Kacchan... Você vai piorar.

Com exasperação sombria, Bakugou permitiu que Midoriya o enrolasse no saco de dormir formando um casulo, ainda deixando o zíper aberto, de alguma forma o moreno conseguiu que o loiro se acomodasse dentro do outro saco de dormir, ele fechou-o para manter o calor.

Em alguns segundos Midoriya percebeu que embora a pele de Bakugou ainda estivesse tão pálida quanto antes, o tremelique diminuiu, satisfeito ele se afastou.

— Onde... onde você vai, maldito? — Bakugou exigiu.

— Vou... pegar madeira para a fogueira. — Midoriya respondeu indo em direção à saída. — Volto em um minuto.

Quando o moreno voltou, Bakugou estava sentado, o observado com olhos vermelhos brilhantes.

— Já está mais aquecido, Kacchan? — O moreno perguntou se abaixando e começando a empilhar os galhos e toras mais grossas para formar uma fogueira durável. — Quando terminarmos isso você vai se sentir melhor.

— Preciso ir lá fora. — Bakugou proferiu se levantando, Midoriya tentou evitar que seus olhos descessem pelas pernas torneadas do outro. — Tenho que mijar.

— Essa peça de roupa está molhada? — Midoriya questionou apontando para a cueca do loiro, observando Bakugou procurar algo.

— Já secou. — Foi a resposta curta do loiro, ele notou algo e se aproximou erguendo a mão para tocar. — AAAHHHHH!! FILHA DA PUTA!!

Midoriya deu um pulo e num instante estava ao lado do loiro, ambos em posição de luta mesmo que Bakugou parecesse um pouco trêmulo e assustado.

— O que foi, Kacchan?

Os olhos verdes voaram para o outro e Bakugou encarava o chão aturdido.

— Tem uma cobra na minha bota!!

Midoriya encarou o par de calçados escuros do outro, o moreno alcançou o calçado para perceber que ao lado descansava...

Um galho retorcido de cipó.

Ele ergueu aquilo na frente dos olhos vermelhos de Bakugou e o silêncio dilatou e contraiu entre eles.

— É só um galho... — Midoriya levou o galho até a fogueira onde o fogo já começara a arder em suaves línguas flamejantes.

Bakugou apertou as mãos em punhos, sentindo o constrangimento lavar seu rosto, ele deu as costas e foi descalço mesmo em direção à saída da caverna se aliviar.

Midoriya sorriu um pouco cutucando o fogo que já aquecia suas mãos e suas faces, quem poderia imaginar que Bakugou tinha medo de cobras.

Demorou mais do que o esperado para Bakugou voltar, e quando surgiu de volta tremia dos pés à cabeça, Midoriya viu quando o loiro deu as costas para ele, extraiu a cueca boxer e deixou-a ao chão, em seguida entrou no seu saco de dormir, e no de Midoriya logo depois.

— Você está tremendo de novo, Kacchan...

— Sério? — O outro respondeu sarcástico. — É minha alegria por ver você cada vez que abro ou fecho os olhos.

Midoriya se aproximou, o loiro tinha uma expressão dolorida enquanto seu saco de dormir se sacudiu com os tremores, sem pensar o moreno extraiu a camiseta que usava, ergueu a borda do saco de dormir e se enfiou dentro, puxando o corpo de Bakugou contra o seu.

— Que merda...?

— Vou aquecer você, Kacchan. — O moreno falou apertando o rosto do outro em seu colo. — O calor humano é o mais eficiente nessas situações.

— O caralho que é... — Bakugou lutou para se soltar, mas tudo o que ele conseguiu foi sentir o moletom sendo aberto e repentinamente seu peito nu estava tocando o de Midoriya. — Deku, maldito...

— Shhhh... vai ficar tudo bem, Kacchan...

O loiro não conseguiu falar, pois seu corpo ficou tenso mesmo que ele ainda estivesse tremendo, inconscientemente suas pernas enrolaram-se nas de Midoriya, e seu corpo procurou o calor do moreno, mesmo que lutasse contra isso.

O saco de dormir de Bakugou cobria suas costas, enquanto o saco de dormir de Midoriya envolvia os dois, o calor começou a se expandir dentro do espaço e rapidamente o moreno sentiu os tremores do loiro diminuírem, até que pararam.

— Por que fez aquilo? — Midoriya ouviu a voz sussurrada de Bakugou.

— Pular no lago? — O moreno respondeu com outra pergunta. — Porque eu... não podia ficar sem você, Kacchan.

— Tsc. — O loiro se contorceu tentando sair do aperto, mas Midoriya o segurou um pouco mais. — Deku... seu cuzão.

O moreno sorriu rente aos cabelos loiros, quando Bakugou deu uma sacudida específica algo rígido cutucou sua coxa, Midoriya se moveu indo de encontro àquela saliência, e sentiu Bakugou enrijecer o corpo.

— Ughh... idiota... — Bakugou gemeu e Midoriya se empurrou outra vez, sentindo seu pênis começar e endurecer dentro de sua bermuda. — ...o que está fazendo... desgraçado...

A perna de Midoriya escorregou entre as de Bakugou.

— Kacchan... você está duro... — O moreno sussurrou, o hálito morno bateu nas faces de Bakugou que estremeceu, mas dessa vez era calor líquido que corria em suas veias. — Você quer que eu toque... aqui...?

A mão de Midoriya fechou-se em torno do membro cheio de Bakugou e o loiro rosnou.

— Pare... nerd maldito... — Bakugou disse entredentes, mas ao invés de se afastar ele se empurrou contra a mão de Midoriya. — Deku...

— Kacchan... você está ficando quentinho... — Os olhos verdes brilharam mesmo na penumbra, e Bakugou sentiu a mão pressionar sua ereção. — Quer me tocar também?

— Uma porra que eu... hah...  vou... — Bakugou grunhiu inadvertidamente quando Midoriya o empurrou com mais vigor, manuseando seu pênis um pouco desajeitado.

O loiro ergueu o rosto, e observou as bochechas sardentas de Midoriya perto demais, ele já sentia calafrios e ondas de calor o arrebatarem em um tipo de afogamento diferente, sua respiração ficando cada vez mais intensa quando sentiu seu corpo arder em chamas.

— Ahhh... De~ku... hnnn... nerd... maldito...

Depois de dois empurrões, tudo ficou branco e quente, Bakugou sentia o coração acelerado quando algo úmido e quente escorreu sobre sua virilha, mas ao invés de ficar satisfeito, o corpo dele parecia ansiar por mais, ele deitou a cabeça no peito de Midoriya, escorregando sua própria mão pela barriga e virilha do moreno.

— Você está bem, Kacchan...? — Midoriya sussurrou rente ao ombro do loiro, quando sentiu a mão de Bakugou pressionando seu membro. — Kach... Kacchan...?

Os olhos vermelhos vibraram através da pouca luz, um sorriso surgiu aos poucos no rosto de Bakugou quando Midoriya se apartou levemente e tentou ler a expressão intensa na face do loiro, seu coração tropeçando com os movimentos executados por Bakugou.

— Não... faça assim... Kacchan...

Então sentiu a mão de Bakugou o deixando, em seguida ela voltou e estava revestida de algo pegajoso e quente, Midoriya sentiu seu pênis palpitar.

— Ka... Kacchan... está apertando muito...

— Eh?? — O loiro rosnou quando sentiu o membro de Midoriya aumentar. — Estou só te preparando...

Midoriya afastou o rosto do ombro do loiro e Bakugou o encarou.

— Preparando...?

— Você vai me foder, não vai?

O corpo de Midoriya ondulou com a perspectiva, a voz de Bakugou o enviando direto para algum ponto de sua mente que ele não costumava visitar... pelo menos não quando estava consciente...

— Kacchan... eu... Uhhnnn... devagar... K-Kacchan...

— Então, acho que seu pau está pronto pra mim. — Bakugou tomou distância, a mão deixou o membro de Midoriya. — Vamos, idiota, faça logo!

Midoriya sentiu a boca salivar quando mirou os lábios de Bakugou com a pouca luminosidade da caverna, ele sentia o gozo do loiro envolvendo seu próprio membro e só isso já o enviava direto para a borda, seu coração trovejou quando Bakugou, ansioso, abriu as pernas.

— Oh, deus... — Ele se inclinou sobre Bakugou, a mão deslizou pela virilha do loiro. — Você está tão duro ainda, Kacchan...

Ainda havia um pouco de gozo ali e Midoriya reuniu isso em seus dedos, Bagukou ergueu o quadril, pronto para os dedos de Midoriya, mas a mão do moreno foi direto para a boca dele, a língua do moreno brincou entre os dedos provando o gosto do outro, Bakugou sentiu seu rosto arder, mas sustentou o olhar verde ardente que ele nunca tinha visto antes.

— É delicioso, Kacchan... — A voz agora era rouca, e uma gota de esperma escorria pelo canto da boca do moreno, ele impeliu os dedos na boca de Bakugou, forçando-o a experimentar o próprio gozo. — Prova.

A mistura de saliva de Midoriya, e seu próprio sêmen resultou em algo exótico e intenso, o pênis de Bakugou se contorceu, ele sabia que o pré-gozo estava rastejando para fora dele no mesmo momento que lambia e chupava os dedos de Midoriya.

O moreno afastou os dedos da boca do loiro e os acomodou na entrada do traseiro de Bakugou, a ponta do dedo indicador sondou espalhando o que agora era a mistura de saliva dos dois, e esperma de Bakugou.

— Eu vou... — Midoriya enfiou um dedo calmamente, Bakugou se contraiu e relaxou em seguida. — Vou fazer isso, Kacchan...

— Finalmen... ahhhhhh... — O loiro mordeu os lábios quando dois dedos o penetraram ao invés de um, Midoriya tentou retroceder, mas Bakugou se apertou rente a ele. — Ahhhrg... filho da puta... coloque o seu pau... eu quero o pau...

— Kacchan...?

Mas ele obedeceu, e seus dedos deram lugar a ponta do pênis, Bakugou mordeu os lábios com força quando Midoriya empurrou apenas a cabeça no orifício dele, os olhos verdes focaram o rosto corado de Bakugou quando a primeira barreira foi ultrapassada dentro do loiro.

O moreno parou, sua cabeça pendeu ao lado do ombro do loiro, de repente o cheiro de Bakugou e o calor dele era intenso demais, ele era apertado demais, e ardente de forma surreal, nem parecia que o cara estava congelando minutos atrás.

— Você... é maior do que eu pensava...

Bakugou conseguiu sussurrar com os dentes apertados, seus dedos se fecharam na cintura de Midoriya, segurando-o para ter certeza que o moreno não se moveria...

Se ele se movesse, ia acabar, e era bom demais para terminar assim.

Os olhos verdes o liam outra vez, maldita mania, Bakugou sabia que sua expressão agora provavelmente estava beirando o ridículo, sentia seu rosto queimando, seus olhos estavam meio embaçados, mas ele notou a expressão de surpresa estampada no rosto de Midoriya quando o moreno conseguiu reunir fôlego para falar.

— Pensou... nisso? — O loiro não respondeu, e ansioso, Bakugou se impulsionou forçando o pênis de Midoriya a vencer mais uma barreira. — Merda...

O corpo de Bakugou sacudiu ao ouvir o xingamento, ele mal conseguia respirar, toda sua concentração focada em não se mover quando o pênis de Midoriya latejou dentro dele, foi um movimento rápido, mas que pressionou todas as paredes de Bakugou.

Imediatamente ele queria sentir aquilo outra vez.

— Porra... é tão... — Bakugou rosnou, os olhos verdes de Midoriya se limitavam a observá-lo com intensidade, cintilantes sob as faces sardentas avermelhadas. — Estou tão cheio pra caralho...

A mão do loiro foi para seu próprio pênis, ele apertou-se e ao mesmo tempo Midoriya respondeu com um rosnado delirante, os olhos de Bakugou voltaram para o outro.

— Droga, Kacchan... eu vou... isso não vai durar.

Então Bakugou rodou as pernas ao redor da cintura de Midoriya e o moreno se inclinou, a respiração deles se misturou, era pesada e ávida.

Os lábios deles finalmente se encontraram, e dessa vez Midoriya pôde sentir o gosto de Bakugou quando sua língua penetrou a boca do loiro, o excesso de saliva resultou em movimentos fluídos e constantes, sons úmidos e eróticos ecoaram entre eles, Bakugou gemeu irritado quando a boca de Midoriya abandonou seus lábios e encontrou a garganta dele, chupando-o.

O pênis de Midoriya enterrou-se mais um pouco, e então Bakugou sacudiu-se inteiro.

— AHHH... FILHO DA PUTA...

Bakugou sentiu o membro de Midoriya inchar e latejar movendo-se dentro dele ao mesmo tempo que a boca do moreno devorava seu pescoço, ele se empurrou outra vez e o movimento era tão sem coordenação que Bakugou não sabia de onde estavam vindo todos aqueles estímulos.

— MAIS!!! — Bakugou se apertou em torno do pênis de Midoriya, o moreno se deslocou, puxando o membro um milímetro ou menos, em seguida se empurrou inteiro. — ISSO!! AAHHH... É ISSO, PORRA...!!

O coração de Bakugou estava a ponto de explodir, os olhos verdes de Midoriya o encararam, semicerrados e ainda estavam mais cintilantes do que antes, as bochechas mais coradas do que nunca, e o suor começava a brilhar em uma fina camada na testa do moreno, o peito dele subindo e descendo, ofegante, sussurrando o nome dele.

Bakugou imediatamente queria emoldurar aquela cena.

Uma estocada fez o interior de Bakugou reverberar, o calor escaldou suas faces quando Midoriya tocou algum ponto dentro dele que enviou arrepios em sua coluna e um choque de calor na ponta de seu pênis.

— WAAAHH... DE~KU... AHHHH... BEM AÍ, FILHO DA PUTA... — Midoriya ergueu os olhos mal conseguindo reunir seus pensamentos, ele se impeliu contra as nádegas do loiro outra vez, já perigosamente perto demais do clímax. — AHHH... CARALHO... FODE, DEKU... 

— Kach... — O moreno conseguiu falar, a sensação de estar dentro de Bakugou era poderosa demais, o impedindo de reunir seu raciocínio, então Midoriya permitiu-se não pensar mais e se empurrou uma e outra vez.

— FODE, PORRA, FODE...

— Ka... Ka... tsuki...

Foi tudo o que Midoriya conseguiu juntar e empurrar através de seus lábios, um momento antes de sentir mãos serpenteando seu pescoço, e ele foi puxado por Bakugou contra a boca carnuda.

O beijo foi de boca aberta, ambos respirando rápido, os sons eróticos ressoavam nas paredes da caverna, no meio de uma floresta desconhecida que eles até mesmo se esqueceram de estar perdidos.

— AAAHHH... MALDITO... I... IZU~KU... — Bakugou gritou, Midoriya sabia que ia durar pouco, ou nada, depois de ouvir aquele grito com o nome dele envolvido, provavelmente Bakugou estivesse muito perto também, então os lábios do loiro voltaram-se para os dele, suspensos, sem tocar. — Goza dentro... dentro de mim... quero sentir você dentro de mim amanhã...

— Porra, Katsuki... eu não posso...

Mas foi como se ele não estivesse pensando, ele se empurrou dentro de Bakugou de forma selvagem, alucinadamente, o membro do loiro esmagado entre eles, a fricção e a sensação de estar preenchido, cheio de Midoriya, totalmente tomado por ele, fez o orgasmo do loiro explodir por trás de suas pálpebras, ele tentou manter os olhos abertos, mas não pôde, era forte demais, violento demais.

— HNNNNGGG... — Bagukou sentiu seu clímax sacudindo seu corpo, ele abriu os olhos e focou em Midoriya que ainda se empurrava com precisão recém aprendida.

O nerd era rápido pra aprender fosse o que fosse, afinal.

— Ah... ahn... — Midoriya começou a se derramar no exato instante que o calor dos olhos vermelhos de Bakugou o encontraram, ele desacelerou o ritmo sentindo o loiro apertar-se contra si em um frenético latejar. — Ka... tsuki... deus, você é tão quente...

Então seu corpo começou a convulsionar, o pênis explodiu e ele sentiu quando o esperma começou a escorrer pelo lado delineando a nádega do loiro.

Eles tentaram respirar normalmente, os lábios de Midoriya encontraram os de Bakugou por um longo tempo, a língua brincando calmamente.

— Kacchan... você fica com tesão quando eu te salvo?

As bochechas de Bakugou coraram e ele ficou feliz quando ergueu a mão direita e explodiu direto no rosto de Midoriya, pena que o nerd puxou algo para se proteger.

— Isso não é da sua fodida conta, nerd!

Bakugou resmungou, mas perdido no calor de Midoriya nem tinha mais ânimo de contrariar o moreno.

— Aquilo na sua bota assustou você, né?

Os olhos vermelhos voltaram-se desconfiados, o sorriso de Midoriya era insolente, definitivamente devasso.

— Espera aí, você não colocou aquela cobra lá?

— Era um galho...

— Não colocou aquela merda lá pra me foder, não é maldito?

— Ah... isso é embaraçoso, Kacchan...

— Arrombado filho da puta...

O rosto corado de Bakugou não determinavam se ele estava furioso ou excitado, Midoriya aproveitou para beijá-lo direto na boca, calando todos os palavrões que teimavam em escapar.

— Kacchan... estou duro de novo...

Midoriya ronronou sorrindo.

— E O QUE EU TENHO COM ISSO, DEKU???


Notas Finais


Oieeee!!!
Link do grupo “Congregação Deku seme” que está promovendo o desafio:
~> https://www.facebook.com/groups/2091273167822154/

Se vocês gostam do Deku mozão da geral, cuidando dos seus ukes com carinho e dedicação (e mandando ver na galera), MANDEM AGORA MESMO SOLICITAÇÃO!!

A frase “Tem uma cobra na minha bota” me enviou direto para uma cena de pegação no mato, mas eu tenho uma loucura por fazer o Deku salvando o Kacchan porque sim, ele é o Herói do Kacchan since ever, e ele conta a história de “como ele se tornou o maior herói” etc etc, no tempo atual onde ele é um adulto e ainda chama o Kacchan de KACCHAN, e ainda tem muita consideração e carinho pelo loiro, então pra mim ele sempre vai ser o salvador do Kacchan dele, me deixem com meu kinky... 😍 😋

Wow, se vocês leram a fic E o desabafo, obrigada pela atenção!
Espero que tenham gostado, mas deixem um comentário e me digam o que acharam!

Mil Bjs,
Vivi


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