História Aquecido - Capítulo 1


Escrita por: e bloominnie

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bloominnie, Jikook, Kookmin, Magicshxp, Neve, Plot Doado, Tá Bem Fofo
Visualizações 439
Palavras 2.705
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amoras, sou eu de novo rs

Primeiramente, muito obrigada a pessoa incrível que doou esse plot, porque eu amei escrever dele e gostei muito do resultado final também, obriga @_Soonie <3 (o restante dos créditos vai estar nas notas finais)

Boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único; Cachecol Vermelho


Deitado na cama e muito bem aquecido por seu cobertor grosso e macio, Jimin observava — com certa inveja — algumas crianças brincarem do lado de fora, tarde da noite, em meio a gritos e risadas.

É um mundo injusto, pensava. Tudo o que queria era sair e se divertir junto com seus amigos, como nos velhos tempos, mas por conta de um resfriado, foi obrigado a permanecer em casa. “Podemos ir outro dia, se você quiser. Tenho certeza que você vai melhorar antes que a neve derreta”, foi o que Namjoon disse, mas viu em seus olhos que ele, assim como os outros, queria mais do que tudo sair para brincar na neve. Jimin até preferia que os amigos o esperassem, no entanto era bom demais para aceitar aquilo, seria como adiar a diversão deles.

Foi dessa forma que acabou sozinho, deitado em sua cama, usando seu pijama — favorito — e sem conseguir dormir.

Normalmente, Jimin já estaria em seu sétimo sonho, levando em conta a moleza que se apossara de si devido ao resfriado, mas naquele dia estava particularmente inquieto. Em parte porque estava ressentido por ter que ficar em casa, mas principalmente porque imaginava o que Jeongguk estaria fazendo naquele momento. Muito provavelmente estaria com os outros meninos, sem nem se lembrar de si, divertindo-se ao vencer de todos os seus hyungs como ele havia pedido que fizesse.

O pensamento fez com que um bico aborrecido surgisse em seus lábios. Queria que Jeongguk estivesse se divertindo, mas seu lado egoísta queria que ele sentisse sua falta lá ou até que abandonasse toda a diversão para ficar consigo. Tsc, Jimin era um tremendo de um iludido.

Virou-se para o lado e fechou os olhos, na tentativa de dormir, mais uma vez, o que foi obviamente em vão. Sabia que era desde o momento em que vestiu, propositalmente, seu pijama de coelhinhos, para sentir um pouco da presença de Jeongguk, porque agora seus pensamentos não paravam de voar até o garoto de dentes avantajados e olhos escuros. Já havia se rendido, não conseguiria dormir de maneira alguma, pois quando se lembrava do garoto mais novo, ah, caro leitor, não havia nada no mundo que o fizesse se esquecer.

Imaginou como seria se, ao invés de estar sendo aquecido por sua coberta, fosse o Jeon quem o fizesse. Como seria ter seus lábios pressionados ao dele, quando estivessem deitados na neve, observando o céu escuro. Como seria beijar a pele quente de suas mãos, para então aquecê-las com as suas próprias…

Suspirou apaixonado e quando se deu conta da palavra que havia surgido, como quem não quer nada, em sua mente, soube: estava perdido. Perdido e completamente apaixonado. Exatamente aquilo que havia prometido não ficar quando ele e Jeongguk começaram com aquilo.

Mais uma vez se remexeu na cama e mais outra, e mais outra, até que desistisse daquilo e decidisse que o melhor seria descer para tomar um copo de leite quente. Retirou a coberta de cima de si e se arrependeu quase que instantaneamente ao ter seus pelos arrepiados pelo frio. Mesmo assim, vestiu as pantufas — também de coelhinhos — colocadas estrategicamente ao lado da cama e abandonou o quarto. Desceu as escadas e ao ver que a mesma se encontrava no mais completo silêncio, se lembrou que seus pais haviam saído para um encontro. Belos pais esses, que abandonam o filho doente pra ficar de namorico, pensou, deixando uma risadinha escapar por seus lábios com o pensamento. Faria exatamente o mesmo se pudesse.

Quando retornou ao quarto, voltou a se aconchegar debaixo de sua coberta, já com os olhos mais pesados e o corpo mais relaxado. Logo começava a pegar no sono, após passar alguns minutos com a mente viajando até o garoto que lhe arrancava suspiros, até ouvir um barulho vindo da janela e se sentar alarmado no colchão.

Sentiu a cabeça latejar pelo movimento repentino, mas ignorou a dor, com medo demais para se preocupar com algo do tipo ao ver a silhueta de alguém abrir a janela e adentrar seu quarto. Sem saber o que fazer, prendeu a respiração e pensou “é agora, é hoje o dia em que eu morro”.

— Hey, Ji. Sou eu. — A voz estranhamente familiar disse, fazendo-o soltar o ar aliviado assim que a reconheceu. — Ainda acordado?

— Você está louco? Quase me matou do coração! — Ignorou a pergunta do outro, observando-o tirar o casaco e em seguida seus sapatos, enquanto o loiro se preparava para começar com seu sermão — E olha só a hora! Já é quase meia noite. E seus pais? Eles deixaram bem claro que você está proibido de me visitar, Jeongguk. Imagina se descobrirem que você esteve aqui? Vão te matar. Vão me matar!

Fazendo pouco caso da clara irritação do Park, o moreno se justificou, indo até a cama para se sentar ao seu lado e encostar a cabeça em seu ombro:

— Eu precisava ver você, estava sentindo sua falta, ainda mais vendo o Hoseok e o Yoongi se beijando de cinco em cinco minutos — confessou com uma risada, deixando o mais velho com as bochechas coradas. Agradeceu mentalmente pelo quarto estar escuro o suficiente para que Jeongguk não pudesse vê-lo, caso contrário ficaria ainda mais envergonhado. — Eu precisava ver você, hyung — repetiu.

O coração de Jimin falhou uma batida com as palavras do Jeon e ele se esqueceu que tinha que se manter irritado com o outro, era impossível quando Jeongguk dizia aquilo com tanta sinceridade. Além do mais, havia sentido sua falta também. Deveria dizer isso a ele? Aquele seria um bom momento para confessar que estava apaixonado por ele? Ou deveria simplesmente beijá-lo? Não, não podia. Ele pegaria um resfriado também.

— Você não vai me beijar? — O moreno perguntou, quase como se lesse os pensamentos do Park, recebendo um aceno negativo — V-Você não quer me beijar?

— Não é isso... — riu nervoso, por perceber ter magoado o garoto, se apressando em completar com a voz rouca: — Se me beijar vai ficar doente também, não quero que isso aconteça.

— Yah, eu moro literalmente do outro lado da cidade e vim até aqui, à meia noite, escondido dos meus pais e no meio do inverno. Não é como se eu não soubesse que poderia pegar um resfriado — Jeongguk afirmou e Jimin teria achado que ele estava bravo caso não pudesse ouvir o sorriso em sua voz. — Aliás, o que é um resfriado comparado a dor que é ficar longe de você, hm?

Jimin riu de seu drama, acariciando os fios castanhos de Jeongguk.

Pela pouca iluminação do quarto, observou o outro, sentindo o sangue lhe subir até o rosto por tê-lo tão perto. Ah, ele estava tão bonito. Os olhos estavam fechados, o que lhe dava um ar raro de serenidade. O rosto estava corado pelo frio e os lábios, que carregavam um meio sorriso, estavam levemente arroxeados. Em volta do pescoço, tinha um cachecol vermelho, do qual o Park tanto amava — vermelho lhe caía muito bem e ele amava o fato de que Jeongguk usava muito da cor, assim como a si mesmo.

Permitiu-se ser egoísta e levou uma das mãos até o queixo do maior, erguendo seu rosto para que pudesse beijar-lhe os lábios de maneira suave e um tanto doce, arrancando do mais novo um suspiro meio ao beijo. Não passava de um selinho, mas a forma calorosa em que ele os aquecia tornava-o muito melhor do que qualquer beijo exagerado. Ainda assim, Jeongguk movimentou os lábios, dando passagem para a língua do loiro, que tocou a sua de forma carinhosa.

O ósculo era lento, calmo e apaixonado, de maneira que Jeongguk sabia só ser possível com o Park. Estava carregado de saudades, pelo tempo de duas semanas que haviam ficado sem sequer se tocarem, e era bom. Extremamente bom.

— Ei. — Jeongguk interrompeu, se afastando para que pudesse olhar o loiro nos olhos. — Não vi o carro dos seus pais na garagem. Eles saíram?

— É. Foram no cinema, eu acho.

Um brilho malicioso surgiu do olhos do Jeon, que deixou um aperto em sua cintura.

— Nós temos a casa toda para nós, então? Isso significa que eu posso gritar seu nome pra rua toda saber que você faz gostoso, hyung? — Brincou, se divertindo ao perceber que Jimin havia ficado estático em seu lugar, sem reação alguma e completamente envergonhado. — Estou brincando, Jimin. Até parece que eu abusaria do seu corpinho doente. Hoje eu só quero ficar aqui e te dar carinho 'pra que você melhore logo. Aí sim vamos poder aproveitar.

Jimin soltou uma risadinha baixa e deixou que o quarto caísse em um silêncio confortável. Este não durou muito, visto que o Park começou a espirrar sem parar, arrancando de Jeongguk uma risada alta e longa, que se perdurou mesmo depois que Jimin já havia se recomposto.

— Qual a graça? Você gosta de me ver doente, é? — questionou, as mãos na cintura e o cenho franzido em falsa indignação.

— Não, não, é que... seu espirro é fofo — confessou, deixando um beijinho na bochecha macia do mais baixo, ainda rindo — E eu sei que isso vai soar horrível, mas você fica encantador quando está resfriado — Jimin arqueou uma das sobrancelhas, um pedido mudo para que ele continuasse e, pelo menos, retirasse o que disse. — Olha só esse narizinho e essas bochechinhas vermelhas… Parece até um neném. Ainda mais com esse pijama e esse chapeuzinho de orelhinhas de coelho. Parece até a Rena Rudolph.

Novamente, Jimin se sentiu corar, com uma risada tímida saindo de seus lábios. Como Jeongguk podia falar aquelas coisas sem nem ao menos gaguejar enquanto ele quase tinha um infarto a cada vez que lhe olhava nos olhos? Ou melhor, como podia o achar encantador quando estava naquela situação, a pele quente pela febre e o nariz escorrendo?

Não conseguiu evitar esconder o rosto ao se dar conta de que Jeongguk conseguia o ver tão bem. Acreditava que por estarem no escuro, poderia esconder o quanto estava horrível, mas havia se enganado. Ainda não sabia como Jeongguk ainda continuava ali, beijando alguém que estava tão... péssimo.

Sentiu as mãos alheias encostarem nas suas, afastando-as de seu rosto, para então sentir seus lábios, mais uma vez, serem beijados.

— Eu já disse 'pra você parar de tapar o rosto quando eu te elogiar. Se eu elogio é porque te acho bonito e gosto de ficar olhando 'pra você, seu idiota. — Ainda que o xingasse, Jeongguk começou a distribuir uma série de selinhos em seus lábios, que logo começaram a descer até seu maxilar, onde uma mordida não muito forte foi deixada.

— Achei que você tivesse dito que não abusaria do meu corpo doente. — O loiro riu, mas não afastou o Jeon de si, muito pelo contrário, o puxou para um abraço, deitando-se na cama com o mais novo em cima de si.

— É que você é irresistível.

Jeongguk abriu um sorriso sapeca e Jimin não aguentou segurar um suspiro. Pelos deuses, era tão sortudo. Tinha a própria personificação da beleza bem ali, junto de si.

Mais uma vez juntou seus lábios, no entanto dessa vez em um beijo molhado, quase que necessitado. Precisava daquilo, precisava sentir Jeongguk o beijar antes que descobrisse que aquilo era tudo um sonho.

De repente, seu corpo não doía mais e era como se houvesse se esquecido do maldito resfriado. Tudo o que importava era Jeongguk, seu corpo quentinho e seus lábios convidativos. Ele havia andado muito para chegar até ali e ainda por cima, sabia que ele havia mentido para seus progenitores — que por algum motivo, não gostavam muito de si desde que Jimin visitara a casa dos Jeon pela primeira vez —, o mínimo que poderia fazer era compensá-lo.

A diferença entre o beijo anterior e o de agora era óbvia, e Jeongguk não poderia ignorar a forma nada inocente com que a mão de seu hyung descera até sua bunda, começando a apertá-la com possessividade. Aproveitou para se posicionar melhor em cima do Park, apoiando-se em seus cotovelos e colocando a perna entre as do loiro, resvalando-a de propósito no membro de Jimin, que não foi capaz de segurar um grunhido.

— Nós vamos fazer isso? — Jimin perguntou, erguendo o tronco para que pudesse deixar uma mordida na bochecha alheia.

A resposta não veio de imediato. Ao invés dela, Jeongguk optou por aproximar o rosto do outro, encostando seus narizes em um beijo de esquimó. Jimin fechou os olhos aproveitando o carinho, ao mesmo tempo em que procurava a mão de seu saeng pela cama, unindo-a à sua quando a encontrou.   

— Vamos, se você quiser. Mas nós podemos esperar um pouquinho? — Ele o questionou, escondendo o rosto na curva do pescoço do loiro, recebendo um “sim” em resposta.

Rodeando os braços pelo corpo maior, Jimin o abraçou, podendo sentir o cheiro característico do mais novo, sem saber definir o que ele lhe lembrava. Não era o cheiro de uma flor ou de um perfume. Era simplesmente o cheiro de Jeongguk. Era inebriante, viciante e com toda a certeza, seu cheiro preferido em todo o mundo.

Quando Jeongguk fosse embora, tudo o que restaria seria seu cheiro — aquele que não iria sair de suas roupas ou de seu quarto tão cedo, e o mesmo cheiro que, no dia seguinte, o lembraria que seu coelhinho esteve ali.

Pelos minutos seguintes, ficaram daquela forma, abraçados, trocando carinhos e vez ou outra, alguns beijinhos. Não falaram muito, poderiam fazer isso outra hora — não era de muita necessidade, não quando podiam sentir a pele um do outro enquanto dividiam seu calor para se aquecerem naquela noite fria.

Quando achou que Jeongguk houvesse pegado no sono, ajeitou-o melhor na cama, para então receber um beijo repentino, que acabou por surpreendê-lo. Começou com um encostar de lábios, que transformou-se em uma mordida até que o Jeon começasse chupar sua língua, parando apenas para lhe dizer:

— Eu quero muito você, Ji. Eu preciso matar essa saudade.

Suas mãos agarraram firme na cintura alheia, puxando Jeongguk para se sentar em seu colo, após assentir. Com o tronco abaixado, Jeongguk levou seus lábios até o pescoço do mais velho, bem onde ficava a marca de nascença de Jimin, da qual tanto amava, deixando ali mordidas e chupões, porém tomando cuidado para não marcar a pele clara. Se demorou ali, tinham todo o tempo do mundo de qualquer forma e queria aproveitar. Quando ouviu um suspiro arrastado de Jeongguk e as seguintes palavras saírem de sua boca, sorriu.

— Eu acho que você vai se aproveitar do meu corpinho doente hoje.

-x-

O quarto estava iluminado, o que significava que já era de manhã. Seus olhos ardiam pela claridade, mas isso era tudo que doía. Seu corpo, que no dia anterior parecia ter sido atropelado por um caminhão, agora estava bem. Também não tinha mais febre — havia sido muito bem aquecido por Jeongguk no dia anterior.

Jeongguk.

Olhou em volta a sua procura e se chateou ao não encontrá-lo mais lá. No entanto, não ficou surpreso, sabia que estariam encrencados se fossem encontrados abraçados e completamente sem roupas em sua cama. Voltou a se deitar, bufando. Faziam-se apenas poucas horas que havia estado com Jeongguk, mas já sentia sua falta.

Relembrou os acontecimentos da noite anterior, com um sorriso no rosto. Ah, Jeongguk era tão incrível, tão encantador, tão apaixonante. Ainda o queria ali, consigo, sentindo seu cheiro e beijando-lhe os lábios.

Foi então que ele o viu. Bem ali, em cima de sua cômoda, o cachecol vermelho de Jeongguk.

Se levantou e correu até ele o pegando com um sorriso no rosto. Amava aquele cachecol e amava mais ainda vê-lo como ficava perfeito em Jeongguk.

E por mais que quisesse deixá-lo bem ali, para se lembrar do Jeon mais tarde, não podia. Não se não quisesse que seus pais o vissem e o colocasse de castigo por ter estado com Jeongguk mais uma vez. Não podia ficar de castigo, não aguentaria ficar longe de seu coelhinho por muito tempo. Assim, o escondeu em seu armário.

Talvez o devolvesse. Ou quem sabe o guardaria para si para se lembrar daquela noite.

De repente, sentiu-se grato. Grato pelo resfriado, grato por não ter saído para brincar com os amigos e mais grato ainda por ter tido Jeongguk, que se quer saber, o aqueceu muito bem naquela noite.


Notas Finais


Antes de qualquer coisa, eu queria agradecer mais uma vez à @_Soonie por esse plot incrível, ele é muito fofo. Perdão se não gostou de algo, qualquer coisa só chamar na dm, sim?

Obrigada também à @twetxz que é o amorzinho da minha vida, minha nenê que fez a betagem incrível e também à @Lah_Jiminnie que fez essa capa fofinha e me deixou muito soft. Vocês são maravilhosas <3

Para mais fanfics jikook, sigam o perfil do projeto, juro que ainda tem muita coisa boa vindo nesse mês. Também não esqueça de comentar, sim?

Obrigada por ler e até mais~


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