História Aquela Porta - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Hopev, J-suga, Minyoon, Seoktae, Seokyoon, Sobi, Sope, Taeseok, Vhope, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 183
Palavras 4.306
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HISTORIA REPOSTADA - com muita tristeza. Aos que entendem o porque, choremos juntos. E aos que não, apenas boa leitura.

PS> Sou contra traição, não aconselho e nem sustento nenhuma.
HISTÓRIA FICTÍCIA, NÃO REPITA ISSO EM CASA.

Capítulo 1 - Encontro verdades atrás daquela porta e mentiras fora dela


Fanfic / Fanfiction Aquela Porta - Capítulo 1 - Encontro verdades atrás daquela porta e mentiras fora dela

Era mais um daqueles fins de semana em que eu teria de aparentar estar feliz. O churrasco estava sendo servido, haviam muitas pessoas dentro da nossa casa, minha cadela corria animada entre todas aquelas pernas, um pouco de música e a promessa de um momento agradável na piscina. Não era a primeira vez que eu teria de fazer de conta que estava repleto desse sentimento – essa felicidade banhada de conformidade – e se dependesse de meu esposo, Park Jimin e de nossa filha HeeJin, não seria o último. Os dois sempre sorriam para mim de uma forma simples e animada enquanto esperavam que eu fizesse o mesmo, que eu aprendesse a ser tão brilhanTE quanto aqueles sorrisos que me eram direcionados como se nada de ruim pudesse acontecer. Como se o mundo fosse perfeito ou como se eu não estivesse ali apenas por uma incorrigível obrigação.

Não que eu não os amasse, eles dois eram uma dos grandes motivos pelo qual eu ainda estava aqui. Não que precisasse mentir sobre o que eu estava sentindo em relação ao seio familiar ou a ideia de que ser pai era a melhor coisa do mundo, realmente ter minha pequena de cinco anos me dando bom dia era a melhor sensação do universo. Não que parecesse que tudo à nossa volta era apenas um grande teatro para que pudéssemos manter aquela relação que fora construída por conta da chegada da minha amada Hee. Mas no fundo a quem eu queria enganar mesmo? Dentro de mim algo gritava que tudo, absolutamente tudo era por causa dela e somente dela. Que eu havia cometido um erro e que fugir dele não era uma opção. Aliás, nunca fora.

Nossa menina fora o motivo do nosso casamento, como aquele velho clichê que sempre se repete nos doramas que Jimin sempre assiste. E assim como neles eu não soube como dizer não para ele naquele dia no altar. Ele estava mais radiante do que nunca e tinham em seu olhar uma expressão de felicidade, felicidade essa que provinha da ideia de que nós estávamos nos casando por amor e por conta desse amor era que morreríamos um ao lado do outro, na tão famigerada velhice. Não soube como sair dali correndo ou como evitar ter aquela aliança posta no meu dedo enquanto observava a barriguinha saliente do Park em meio ao fino terno de linho branco, não pude deixar de dizer sim ou de beijá-lo em meio a presença de muitos, não pude dizer que eu estava infeliz e que queria apenas assumir aquela criança como forma de corrigir o grande erro que eu fizera na minha vida. Uma noite por uma vida. Uma brincadeira por uma eternidade.

A grande questão era que nem sempre isso era uma completa mentira, já que as vezes eu conseguia me enganar e fazer com todos a minha volta não estranhassem tanto assim o meu sorriso. Eu não era fadado a sorrisos, mas não era daqueles que gostava de evitá-los. Diziam alguns que sorrir é o melhor remédio para alguns males da alma. Eu não seria o primeiro cético, mas quando aqueles dias em família, entre os amigos aconteciam eu só queria sorrir feito um idiota e usar isso como arma para que todos me deixassem em paz. Para que acreditassem na mentira que eu estava contando e que – assim – pudessem fazer de conta que nada estava acontecendo, assim como eu fazia quando o aperto no meu peito era maior do que tudo. Park Jimin sorriu para mim enquanto segurava a mão da nossa linda menina. Eles estavam felizes e se manteriam assim enquanto acreditassem em mim e na minha farsa.

Contudo, dentre todos aqueles que nos rodeavam havia apenas uma pessoa que tinha o poder de ter todos os meus sorrisos, mas os sorrisos de verdade, não aqueles que todos viam quando queriam ver, os meus sorrisos que eram destinados a ele eram os que vinham acompanhados do eterno sabor do meu desejo e do mais profundo dos meus sentimentos. Ele era uma pessoa que – assim como eu – também tinha alguém e que por isso me dava, mais ainda, a ideia de que tudo o que fazíamos era errado, mas ao mesmo tempo me fazia entender que se não fosse naquela forma nada funcionava e se ele não fosse tão proibido e errado para mim não seríamos o que somos hoje e o que sempre fomos, mas que por causa de outra pessoa, nunca podíamos realmente ser. Jung HoSeok e eu éramos mais do que aquilo que todos podiam ver. Nós éramos mais do que qualquer força que eu poderia criar. Éramos reais quando passávamos daquela porta, não eramos apenas duas pessoas que participavam de uma farsa. Sempre uma porta, uma maldita porta que nos separava da realidade do que realmente éramos. Ali podíamos ser, verdadeiramente, Min YoonGi e Jung HoSeok.

Tudo começou com a mais simples das situações, aquela em que todos já passaram ou irão passar pelo menos uma vez na vida, a de ter um melhor amigo ou amiga e amar aquela pessoa de forma incondicional, como se ela ou ele fosse o único ou única no mundo, como se fosse sua famosa nave para alcançar um outro universo. HoSeok e eu éramos amigos de infância, vizinhos, se assim posso dizer. E nada nos aproximou mais do que aquilo. Sempre íamos e vínhamos da casa um do outro, sempre brincando, rindo, fazendo nossas tarefas escolares ou até mesmo não fazendo absolutamente nada, víamos filmes ou até mesmo desenhos, jogávamos videogame e aprendemos a beber um com o outro. Ele era como o meu mais impressionante refúgio e eu era para ele a mesma coisa. Não tinha como não passar a gostar dele. HoSeok era meu sol e eu era a sua lua. E sempre que seus pais queriam privacidade, já que o tiveram muito jovens, ele ia dormir na minha casa e assim montamos uma programação só nossa. Sem que ninguém soubesse, só nós, apenas nós

Sempre fui apaixonado por ele, desde criança e acredito que ele por mim. E isso se reforçou ainda mais quando o nosso primeiro beijo aconteceu e ele fora um com o outro. Com quem menos? Não desejávamos mais ninguém e nenhuma garota ou garoto era melhor do que um ou o outro. Tsc... parece bobagem, mas aconteceu exatamente assim. E em uma noite de lua cheia onde ele brincava de lobo mal, dizendo que iria me pegar e me “comer”. Era completamente ridículo e tinha um tom malicioso apesar do seu jeito inocente, mas quando ele correu atrás de mim pela casa no auge dos nossos, quinze anos dele e dos meus dezessete eu percebi que aquele seu ato inusitado fora mais do que uma brincadeira. E quando ele me prensou naquela parede e me fez perder o ar fora só o começo. Meu céu e meu inferno estavam completos.

Depois daquele dia nós passamos a viver um pelo outro e fazer um do outro o nosso mundo de descobertas. Nos beijávamos em qualquer lugar, fosse na minha casa ou na dele, na escola ou no parque de diversões, em becos por ai e mais adiante em bares ou em moteis em que íamos. Amávamos visitar motéis como se isso fosse a coisa mais divertida do mundo, sempre íamos para um diferente por semana e assim passamos a ser conhecidos em quase todos eles. Era engraçado aquele jeito louco e inconsequente de fazer as coisas. Um jeito só meu e só dele, mas um jeito que me fazia acreditar naquela palavra ridícula chamada felicidade. Ele era a minha felicidade e fazia de mim o ser mais idiota do mundo, sempre quando ele sorria. Sempre quando me chamava de seu, mas me tirava o mundo quando não assumia nada entre nós e por mais idiota que fosse eu sempre continuava esperando e esperando. Querendo que um dia ele assumisse a nós dois e que tudo aquilo fosse melhor ainda do que já era.

Eu esperei tanto, tanto que nem me importava com quem estava a nossa volta e muito menos quem queria se aproximar de mim. Porque eu sempre achei que ele estaria lá e que nunca iria desejar outra pessoa que não fosse eu. Eu me sentia o centro, eu era o centro, não era? Errado. Porque um dia ele conheceu alguém por quem se encantou. Uma pessoa alegre, gentil, bonita e inteligente, um ser que exalava sensualidade e que era – senão – um ícone de exaltação. Um rapaz da nossa turma chamado Kim TaeHyung, um ser que ostentava os fios tão vermelhos quanto o pecado que eu achava que estava cometendo hoje em dia e que o tomou de uma forma que eu jamais tive coragem de tomar. Taehyung teve coragem de fazer com HoSeok o que eu nunca fiz, ele não esperou que ele o assumisse ou que confessasse o seu amor. Ele simplesmente foi lá e fez sem mais nem menos. O que ele queria, ele conseguiu.

O Kim era tudo o que eu não era, ele era um tipo de estrela radiante e ao se juntar com HoSeok pareciam dois sóis na mesma galáxia. E eu era apenas uma pequena estrela em meio à toda aquela imensidão. Era algo que ofuscava a mim e a minha mente. Algo que atrapalhava tudo o que eu queria para nós dois. Tudo que a minha covardia ofuscou e Taehyung se aproximou de um jeito tão sorrateiro e tomou HoSeok de uma forma tão cometida que nada do que eu pudesse fazer o traria de volta em cem por cento. Nada. Realmente nada. E desde então aquilo fora a minha ruína, eu não sabia mais quem eu era ou o que estava fazendo, eu não tinha mais sonhos e planos, eu não sabia mais o que era viver. Tudo era um completo vazio em que ele fazia e fez questão de me mergulhar. E pior, onde eu mesmo estava me jogando de cabeça. Fosse o que fosse, eu topava, contanto que me fizesse o esquecer.

E por isso eu aceitei ter aquela noite com Jimin o que mudou tudo. Jimin, ah Jimin. Park Jimin era um colega nosso igual a Taehyung. Um pequeno ser maravilhoso, tão gentil e docinho que me fazia ter nojo. Mas que fora um pedaço da minha salvação. Não somente ele, mas a filha que temos hoje. E o mais engraçado era que eu sempre dizia ao Jung que os dois estavam a fim de nós. O Kim a fim dele e o Park a fim de mim, mas aquele retardado via isso como uma implicância boba minha. Que eu devia deixar de ser ciumento e possessivo que devia parar com isso e deixar que mais pessoas entrassem nas nossas vidas. E que bobagem a dele não? Ele deixou que elas entrassem e entraram tanto que estragaram o que tínhamos e quebraram totalmente o que o que construímos em todos aqueles malditos doze anos. E isso me quebrava dia a dia. E as coisas ficaram piores quando eu me casei e quando ele passou a morar com o namorado, agora noivo. Ele parecia tão indiferente, mas não. Não era bem assim como eu pensava.

Pois mesmo depois dele namorando quase casado e de mim estar casado ainda nós ainda nos víamos e em uma noite dessas de bebedeira ficamos. E aquilo me salvou novamente. Eu vi que não era Jimin e seu doce amor que me tiraram do poço em que eu estava, mas sim a esperança de que o Jung voltasse para mim ou que me desse uma chance de novo. Uma chance que eu esperei por anos e mais anos. Para ser mais exato, que eu esperei por dois anos. Dois longos anos em que eu fingi que amava Jimin e queria fazê-lo feliz por causa da nossa filha e mesmo que isso fosse completamente injusto eu não podia abrir mão do sorriso que estava no rosto dele ou do que vivia estampado no do dela. Eu precisava daquilo, necessitava daquela farsa. E tudo parecia só funcionar quando eu acordava ao lado de outro e depois ia atrás do sorriso daqueles dois. De Jimin e HeeJin.

E mesmo que fosse errado continuávamos e continuávamos. Virou um vício e por mais que quisermos parar, não havia volta. Ele sempre me encontrava por trás de uma maldita porta. Sempre me querendo e fazendo daquilo um jogo tão perigoso, mas que estranhamente eu não conseguia escapar. Um jogo que me quebrava e me juntava todas as vezes que fossem necessárias. Um jogo que não parecia ter fim, um jogo que me deixava ainda mais intrigado por saber que Kim TaeHyung sabia sobre nós e que nada dizia. Era estranho, diferente e me deixava ainda mais confuso. Tão confuso quanto aquele olhar que ele me lançar naquela festa. Tão confuso quando o beijo que Taehyung e ele trocaram antes de que ele me chamasse com o olhar para qualquer lugar onde houvesse uma maldita porta onde nós passaríamos por ela e seríamos apenas nós.


 

[…]

 

O Jung atacou o meu pescoço com beijos fortes, quase chupões, não duvido que deixaria marcas, ainda mais pela minha pele ser branca. Isso enquanto me tocava. Suspirei quando senti ele abandonar aquela minha região tão íntima. Abri meus olhos e presenciei o que ele tinha intenção de fazer. Ele queria tirar a roupa. Tirar a roupa pra mim! Seria a primeira vez que faríamos daquela forma, estávamos na minha casa, com meu esposo e minha filha bem pertos. E o pior, TaeHyung sabia o que estávamos fazendo e provavelmente não diria nada a ninguém como sempre. Confesso que isso me deixava louco, mas eu estava muito ansioso e fiquei um tanto quanto desejoso desse momento. Tanto que desfiz o laço que havia dado em sua cintura e deixei que ele se levantasse da cama.

Hoseok caminhou uns dois passos de ré, sempre mantendo o contato visual comigo, intenso e profundo como ele mesmo. E aos poucos tratou de desabotoar a blusa que usava. Lentamente. Me dando água na boca, revelando pouco a pouco aquele peito lindo e desnudo. Me deixando mergulhado no seu mundo. Me senti quente, mais do que já estava quando ele mordeu se lábio inferior ao passo que deixava o tecido fino escorrer por seu corpo e cair aos seus pés. Denunciando uma beleza incrível, aquele homem era minha perdição. E eu queria mais e mais me prender nele, não importava mais o que havia daquela porta para fora, apenas eu e ele.

Ele parecia ter pressa, tanta pressa quanto eu estava de tê-lo em meus braços. Então ele não se demorou em tirar suas calças, juntamente da boxer verde que usava. E eu soltei um nossa, quando vi seu falo teso e pronto pra mim, gotejante. Uma delicia. Salivei em desejo, querendo colocar aquele membro na boca com tudo. Sentir o que era provar de um homem de verdade. Ser eu mesmo. Realizar os meus mais íntimos desejos. Ele parecia ler a minha mente. Já que se aproximou de mim com uma habilidade ímpar, como quem não quer nada. Sedutor, impuro. Meu completo pecado.

– Hyung, seja bonzinho, chupa bem gostoso. – quase engasguei de ansiedade, não entendendo de onde havia saído aquela necessidade, assim como aquela malícia toda. Não consegui reagir quando ele me puxou pelo pulso me fazendo sentar na cama. Sorri sugestivo pra ele e abri a boca, colocando um pouco da língua pra fora. Ele suspirou de forma pesada e levou seu pênis até a minha língua, fazendo leves movimentos ali. Me deixando provar um pouco dele com um olhar sacana. Ele sabia que eu queria, então por que caralhos ele não empurrava aquele pênis grosso na minha boca. Eu precisava!

Estava quase abrindo mais a boca para protestar quando senti ele se investir completamente em mim, quase me fazendo engasgar. Mas tudo o que fiz fora relaxar a garganta e passei a chupar ele. Como se ali fosse um dos doces mais gostosos do mundo. Aliás era. Aquele garoto todo era um doce muito, mais muito gostoso. Hoseok fechou os olhos enquanto me sentia sugando sua falo. E eu aproveitei e passei a arranhar e apertar suas coxas grossas e um pouco mais amorenadas do que as minhas. Ele estava se deleitando e eu me fazendo com aquele oral delicioso. Como sempre fazíamos, ele em mim e eu nele. Seu gosto era de outro mundo. Completamente diferente de tudo o que um dia eu havia provado. E sempre tinha essa sensação quando estávamos juntos.

Eu chupava aquele garoto com tanta vontade que podíamos ouvir os estalos do minha boca naquele pedaço de mal caminho. Ele gemia meu nome. O que me deixou ainda mais instigado a meter e meter na minha boca. Aos poucos eu sentia que ele estava chegando no seu limite. Acredito que era sua primeira vez e que não seguraria o orgasmo por muito tempo. Era quase impossível. E eu chupava bem.

– Hyung, eu não quero gozar ai na sua boquinha não. Hoje não! – ele me disse em tom arrastado, dengoso, o que me levou a loucura, assim como o jeito bruto com que ele me puxou, me afastando de seu falo. Fiquei um pouco ofegante, lhe olhando de baixo, com saliva escorrendo pelo canto da boca, lábios avermelhados e um pouco inchados. Meu cabelo estava bagunçado, já, ainda mais por ele fazer uma reviravolta ali. - Você é tão gostoso Yoongi hyung, eu quero te comer todinho. - aquilo foi o estopim pra mim. Não mais aguentaria aquilo.

– Então vem. – usei um tom de voz rouco. – Me come, ninguém está te impedindo. - Hoseok riu, me deixando completamente arrepiado. Segurou com força os meus cabelos e me jogou de novo naquela cama. Deixei uma risada sacana escapar, seguida por um gemido sôfrego quando senti ele se deitar por cima de mim de novo, colando os nossos corpos nus. Ele se forçou contra mim, fazendo com que nossos corpos se chocassem um com o outro, trazendo uma onda de prazer inimaginável.

– Que hyung atrevido, acho que preciso lhe castigar depois. - eu estou ouvindo isso? Que merda de homem do caralho.

HoSeok apertou uma das minhas coxas e com a outra mão segurou meu rosto me puxando para um beijo forte e preciso, enquanto apertava a minha pele, marcando, com certeza. Ele não se contentou em ficar somente ali. Aos poucos ia escorregando para a minha bunda. Tive de gemer quando ele deu um aperto forte ali. Ato esse que ele intercalou com uma friccionada do seu pênis com o meu. Indo e vindo em sentido diagonal. Deixando que as peles deslizam uma pela outra.

A fina camada de suor que estava presente em nós deixava o movimento ainda mais fácil, tanto para ele quanto para mim, que buscava mais contato ao passo que ele queria me sentir. Sua língua também fazia um trabalho na minha boca, me dando umas boas sugadas, quando com a sua trazia a minha para sua boca, me deixando tonto de prazer. Aperto, beijo, sugada, mordiscada. Ele estava fazendo um ciclo de tortura comigo. Me fazendo por vezes fechar os olhos para aproveitar mais. Para sentir mais dele e do seu corpo, do som da sua voz.

Estávamos em um ritmo bom, delicioso, mas ele parecia querer me provar, assim como eu provei dele. Do nada, o Jung abandonou a minha boca e eu quase choraminguei por isso. Não queria que ele descesse a sua boca da minha, mas entendi o que ele queria fazer. Já que o mesmo se afastou um pouco de mim e como se eu fosse um tipo de boneco bem leve mesmo, ele me virou na cama. Me deixando com a barriga de encontro ao colchão da cama e senti quando ele se pôs entre as minhas pernas. Minha entrada latejou ansiosa.

Aquele garoto ao passo que me beijava rebolava contra a minha bunda, fazendo com que meu membro fosse massageado por conta do atrito com a cama. Ele estava querendo me enlouquecer e não estava muito longe de chegar nesse ponto. De onde saia tanta habilidade? Eu não entendia, mas estava aproveitando muito aquele momento.

Seus beijos eram quentes e molhados, com uma das suas mãos ele tratou de acariciar o interior da minha coxa ao passo que desvia aqueles carinhos, mordiscando quando podia, fazendo de mim refém de seus desejos. Eu não podia e nem queria nada mais do que ele.

– Geme, geme bastante pra mim hyung. - ele comentou com uma voz bem rouca ao mesmo tempo que mordiscava o meu das minhas costas, com certa dificuldade por conta da região quase reta.

Gemi como ele queria, ao sentir um carinho que estava sendo iniciado nos meus testículos. Aquele garoto estava sendo mal. Completamente malvado comigo e depois teria troco, eu não deixaria aquilo dessa forma.

Mas no momento eu queria era me perder em suas vontades.

Hoseok estava me deixando louco em ansiedade, ainda mais por conta que seus carinhos estavam descendo para bem perto da minha entrada. Eu estava a ponto de pedir que ele metesse com tudo, mas sentia aos poucos aquele atrito suavizar, pois ao passo que ele descia os carinhos ia saindo de cima de mim. Eu queria mais daquele contato, mas entendia que algo bem melhor estava por vir. Aos poucos eu senti as mordidas e beijos chegarem em uma das minhas nádegas. E não pude evitar gemer mais ainda quando ele abandonou meus testículos e com as duas mãos abriu minha bunda, deixando minha entrada bem exposta para si. Eu estava piscando feito louco. Pronto para sentir ele meter em mim.

– Deve ser tão apertadinha hyung. - ele comentou e deu uma pequena assoprada ali. Me contrai e quase o xinguei. Definitivamente ele estava muito abusado.

– Nada impede que você coloque seu caralho gostoso nesse buraco apertadinho não? - ri soprado com meu linguajar sem noção. Eu não sabia de onde estava saindo aquilo. Mas apenas me retrai todo quando ouvi sua risada, isso porque ela foi seguida de um carinho nada convencional. O mais novo passou a língua desde o meu cóccix até depois da minha entrada. Gemi alto e manhoso. Ainda mais quando ele chegou aos meus testículos e passou a chupar um a um.

Sentia a sua saliva me umedecer, escorrendo e sua boca e pingando no lençol. Me contorcia inteiro, me agarrando com força aos lençóis de sua cama. Fechei meus olhos e deixei os gemidos saírem nada contidos. Se ele queria me ouvir, isso que ele teria. Me ouviria com tudo.

– E quem disse que eu não vou colocar hyung? - ele disse com um tom sacana, mas não demorou muito tempo falando, isso porque ele continuou chupando meus testículos, ao passo que me deu um tapa estalado na nádega esquerda. Doeu um pouco. Mas eu estava adorando aquilo

– Coloca vai, mete com tudo. Eu preciso de você. - choraminguei, ouvindo o estalar que causou a sua boca quando soltou o meu testículo esquerdo.

– Vou atender ao seu pedido hyung.

– Ah...porra! - soltei um palavrão quando senti um de seus dedos me invadir. Não doeu como eu esperava, mas me causou uma surpresa tremenda. Ele riu de mim, se posicionando de novo por cima do meu corpo, colando seu peito as minhas costas, deixando apenas um mínimo espaço para que ele pudesse me preparar.

– Hyung não seja apressado. Não quero te machucar meu amor. - ele disse a última frase quase soprada ao pé do meu ouvido. Quase como um gemido. Me senti trêmulo e rebolei contra seu dedo quando vi que estava bem a vontade. E que um segundo poderia ser muito bem introduzido.

Ele pareceu me entender que eu estava me acostumando com tudo e aos poucos foi colocando o outro. Sendo que eu não percebi quando, mas eles estavam um pouco úmidos. Mas aquilo não duraria muito, eu entendia bem. Por isso tratei de relaxar o máximo que eu pudesse, isso para que ele pudesse fazer o procedimento do seu jeito.

Ele me beijava a bochecha e maxilar e me dizia o quanto eu era lindo, perfeito. O quanto tinha sorte em me ter. Me deixando bobo, completamente. Não esperava nunca perder a minha virgindade de trás com ele. Parecia que eu tinha me guardado para si. Isso porque eu nunca deixei Jimin me tomar. Nenhum outro podia.

Ele gemeu contido quando sentiu o que eu estava fazendo. Já que eu estava me pressionando contra ele. Eu o queria ali, dentro. Me estocando como nunca. Me fazendo homem. Por isso me abri ainda mais, sentindo ele ganhar um pouco de confiança. HoSeok apenas se posicionou melhor e foi com tudo. Doeu, muito. Mas nada do que eu não pudesse suportar, nada do que eu não quisesse passar.

Arqueei minhas costas e soltei um gemido longo e dolorido. Fechei meus olhos com força e sabia que ele desistiria de mim se percebesse que poderia estar me machucando, por isso antes que ele falasse alguma coisa, eu levei as minhas mãos até suas nádegas e o empurrei mais para mim. Ao passo que rebolava contra seu membro, querendo me acostumar mais rápido com o seu volume. Ele estava ofegante e suava assim como eu. Nossos corpos estavam quase escorregando um pelo outro, o que fazia uma massagem delirante no meu pênis, que por enquanto estava esquecido, mas quem disse que eu ligava para aquilo? Estava mais preocupado em ter aquele homem dentro de mim. Me fazendo gemer por ele da melhor maneira. E me deixei afundar naquela cama da melhor maneira.

O Jung se colou mais em mim e eu pedi dengoso. – Vai, me fode com vontade! Eu sei que você quer.

Ele sorriu, sacana, preciso e meu. Somente meu. Enquanto houvesse aquela porta, aquela maldita porta seríamos um do outro por toda nossa finita eternidade.

 


Notas Finais


Muito obrigada aos que leram


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