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História Aquele Demônio - SasuSaku - Capítulo 4


Escrita por: A-Agatha

Notas do Autor


Nossa quanto tempo em gente, me desculpem por ter sumido assim.

Era para mim ter postado hoje de manhã, mas houve vários imprevistos, desculpa.

Capítulo 4 - Aquele homem


Quando eu acordei tomei um banho e vesti um vestido da Shizune, já que não iria dar tempo de ir em casa me trocar. Desci as escadas e vi a senhora Tsunade, Jiraya e Kakashi tomando café. Me juntei a eles.

— Dormiu bem minha querida.— Sorri para ela.

— Com certeza senhora Tsunade.— Falei e ela sorriu.

Enquanto tomávamos café Jiraya começou a conversar com Kakashi, nunca entendia os diálogo desses dois, eram dois tarados que se entendiam. 

— Então Kakashi o que achou daquele livro?— Ele perguntou esperançoso.

— Normal e com o mesmo enredo que o último.— Jiraya fez um bico.

— Poxa achei que iria gostar.

 — Na verdade a Sakura vai me dar um, né Sakura?— Ele pergunta bobo.

Sabia nem onde enfiar minha cara depois dessa, minhas bochechas ganharam um tom rosado e Tsunade deu uma risada.

— Acho que vou pedir para Shizune comprar, provavelmente ela vai amar saber como é a estória e talvez ela possa fazer o mesmo com você.— Falei irônica e ele me fuzilou com o olhar.

Tsunade e Jiraya se olharam e sorriram, ela sempre tentava tirar uma casquinha querendo saber o que rolava entre Kakashi e a Shizune, a maior shipper deles é ela.

— Eu ia te levar até sua faculdade Sakura Haruno, mas parece que você quer ir a pé né?— Ela disse com um sorriso maligno no rosto.

— Nossa essa é aquele estória que eu tanto de conto Kakashi, mas quis colocar o nome da Shizune nó meio, a personagem se parece bem com ela.— Falei sem graça.

Ajudei senhora Tsunade a arrumar a mesa e peguei minhas coisas, quando desci as escadas Kakashi já me esperava escorado em seu carro enquanto ele tragava seu cigarro. Qualquer garota que visse essa cena se derreteria todinha.

Pelo o que eu soube de Shizune, ela me disse que o apelido do Kakashi na época da escola era de destruidor de calcinhas, mas não posso negar que eu seu fosse uma depravada com certeza já teria dado mole para ele, mas como sou uma mulher de família não posso pensar nessas coisas.

Parei em frente à ele é fiquei o encarando. Ele me olhou com aquela cara de morto e entrou no carro, sem falar nada entrei também e não trocamos nenhuma palavra, ele é sempre assim, nunca conversa e só fica na dele, mas não posso julgar é o jeitinho dele mesmo.

— Está entregue Sakura.— Sorri.

— Muito obrigada Kakashi, promete te recompensar depois.— Quando falei aquilo um sorriso de ladinho surgiu em seus lábios  — Seu taradinho.

Saí do carro rindo e fui de encontro com Ino que estava aos amassos com Gaara, cheguei na fininho e passei a mão na sua bunda.

— Gaara nós estamos no estacionamento da faculdade, não fica passando a mão na minha bunda assim.— Ela disse e eu e Gaara segurando para não rir.

— Mas não fui eu quem passei a mão.— Sabina arregalou os olhos e olhou para trás.

— Testuda eu vou te matar, achei que fosse um tarado.— Ela coloca a mão sobre o peito e suspira.— Bem vamos entrar que eu preciso conversar com você urgentemente.

Ela se despediu de Gaara e me puxou para dentro do local, pior ligar para conversar é o corredor dessa faculdade, só tem gente fofoqueira.

— Sakura, minha mãe e meu pai me disseram ontem que eu irei me casar.— Parei de supetão.— E que não seria eu quem escolheria meu noivo e sim eles.

Olhei para Ino e vi seus olhos cheios de lágrimas, peguei seu braço e a levei até a lanchonete, ela se sentou na cadeira e pedi um suco de maracujá e empadão, eu sabia como ela amava aquilo mas sua mãe proibia ela de comer por achar que ela engordaria, raiva de pessoas assim.

Empurrei a comida em sua direção e logo ela começou a comer e desabafar.

— Quando eu disse que queria me casar com outro meu pai quase me bateu, ele disse que seria uma desonra para a família, mas eles nem deixaram eu dizer que era o Gaara.— Ela fungou enquanto tomava seu suco.

— Amiga fala devagar pra não engasgar com o farelo do empadão.— Ela riu.

— Ai Sakura, só você para me fazer rir.— Ela disse e me encarou triste.— Desculpa, eu estou aqui falando das minhas desgraças e nem perguntei como está a sua.

Respirei fundo e me lembrei que tenho que ir em casa trocar de roupa, não cai bem eu ficar usando as da Shizune.

— Está tudo bem, apesar de Mário ser meio agressivo eles me criaram né.— Quando eu disse aquilo Ino bateu na mesa.

— Foda-se se eles te criaram Sakura, agressão não é uma forma de dizer que ama. Eles te fazem de capacho e você não vê isso, até mesmo a sonsa da Karin sabe disso.— Revirei os olhos.

— Não chama ela de sonsa.

— Claro são tudo da mesma laia.— Ela resmungou. Se fosse outra pessoa falando isso para mim eu ficaria ofendida, mas como é a Ino fiquei quieta.

Depois de um tempo ela voltou a chorar por falar que ia se casar com um homem que parece um fantasma se tão branco que é. Olhei a hora e eu e Ino ficamos praticamente a manhã toda aqui.

— Estava chorando por que Ino?— Olhei para o lado e vi Temari, irmã mais velha de Gaara.

— Meus pais querem que eu me case com um estranho.— Ela era tão dramática, já estava chorando de novo.

— Ue foje de casa.— Ela falou e Ino arregalou os olhos.— Quando eu comecei a namorar o Shikamaru meu pai não deixou só porque ele usa maconha, ai fugi e fui morar com ele.

Ri, era uma situação bem engraçada, Temari era o homem da relação e Shikamaru só sabe falar "problemático" teve uma vez que a Tema se estressou tanto que bateu nele, não que eu tenha achava engraçado, mas eu ri tentando tirar ela de cima dele, e ele ainda teve a audácia de chamar ela de problemática.

— Temari por favor né, já não tenho confiança com os meus pais ai resolvo me rebelar por completo eles vão me exterminar.

— Você que sabe, quando eu fiz aquilo me senti mais livre e mais feliz, ser controlada pelos pais não é legal.— Quando ela falou aquilo alguma coisa dentro de mim dizia que também era um avisa para a minha pessoa.

Desde que eu comecei a limpar a casa e fazer as coisas que minha "mãe" dizia ela passou a me controlar e manipular, tanto que ela me bate, isso não é legal.

A parte da tarde passou super rápido, o professor não foi dar aula hoje então saí mais cedo, me despedi de Ino e fui embora para casa, quando cheguei fiquei encarando o local com um certo medo. Respirei fundo e entrei. 

Ouvi o som da televisão e olhei para ver quem estava lá, e era Mário que estava vendo jogo, saí de fininho e fui até o meu quarto, tranquei a porta. 

Aproveitei e tomei um banho quentinho, hidratei meu cabelo e cuidei um pouco de mim, eu estava precisando disso. Saí do banho e vesti uma calça jeans e um blusa presta que ia até meu cotovelo.

Quando eu estava secando meu cabelo ouvi alguém bater na minha porta, desliguei o secador e abri dando se cara com Karin.

— Oi, onde você estava ontem que não dormiu em casa? Meus pais ficaram possesso.— Ela disse entrando no meu quarto.

Fechei a porta e sentei ao seu lado na minha cama.

— Ficou meio tarde para mim voltar sozinha e a senhora Tsunade me obrigou a ficar lá.— Omiti algumas coisas, não queria falar para Karin que eu não voltei também por causa de seus pais.

— Mas não era sobre isso que eu queria falar. Ontem fui em uma boate com uns amigos meus, e então quando eu estava no bar pegando uma bebida e quando eu vi ele eu me apaixonei.— Ela suspirou se jogando na cama.

— Nossa pra você ter se apaixonado a primeira vista é porquê ele é muito lindo né.— Brinquei e ela assentiu eufórica. 

— Ele é demais Saky, os olhos ônix dele mais escuros que o próprio cabelo, quando ele me encarou parecia que estava vendo minha alma, minhas pernas ficaram até bambas.— Ela disse e meu coração errou uma batida, seria possível ser o mesmo cara da lanchonete?

— Entendi, mas como eu sempre falo para você, primeiro vem o caráter e depois a beleza.— Falei e ela revirou os olhos.

— A Sakura pelo amor de Deus né, você é tão certinha que me dá calafrios, aposto que ainda é virgem.— Arqueei o cenho.

Nunca quis criar rivalidade com Karin, mas parece que ela gosta de uma briga. Não sou virgem e nem por isso saí falando para o mundo todo, "gente perdi a virgindade podem vir que estou aberta para todos", foi bem o contrário disso, quando eu fiz sexo pelo primeira vez contei para Ino e a senhora Tsunade, assim que ela soube me levou em uma ginecologista.

— Não Karin eu não sou virgem.— Respondi e ela arregalou os olhos.

— Não? Nossa eu pensei que era, mais me conta, quem foi o cara.— Fiz uma careta, pra que ela quer saber disso? Nunca perguntei para ela com quem ela tirou a dela.

— Não é da sua conta, agora se me der licença tenho que terminar de me arrumar.

Ela bufou e saiu do quarto batendo o pé, Karin já foi melhor, mas ela é tão mimada quanso dizem um não para ela e infelizmente ela consegue tudo o que quer. Terminei de me arrumar e fui para a cozinha arrumar as coisas.

Quando eu estava terminando de lavar a louça senti a presença de alguém atrás de mim, me virei e vi Mário me encarando. 

— Então a infeliz resolveu aparecer? Onde você estava Sakura?— Ele perguntou bravo.

— E-Eu fique na casa da senhora Tsunade, ela não deixou eu voltar por esta tarde.— Falei de cabeça baixa.

— Foda-se, não devia ter ficado na casa daquela vadia.— Quando ele falou aquilo a raiva me dominou.

— E Você não tem o direito de falar assim com ela seu velho nojento.— Sua face mudou completamente, ele veio na minha direção em passos pesados e pegou meu cabelo. 

— Se você ousar falar outra vez assim eu te mato e dou um sumisso com esse seu corpinho de boneca e acabo todinho com você.— Meu coração estava batendo tão rápido que se pudesse ele saía pela boca.

— Por favor, só me deixa em paz.— Sussurrou segurando as lágrimas que insistiam em cair.

Ele me soltou com brutalidade e saiu da cozinha, encostei na pia e respirei fundo, minhas mãos estavam tremendo, minhas pernas bambas, eu tenho tanto medo dele, dele fazer alguma coisa comigo a força, por isso sempre que entro no meu quarto eu tranco a porta, o olhar desse homem não é normal.

Peguei minha bolsa correndo e saí de casa, não quero ficar mais nem um minuto perto dele, respirar os mesmo ar que esse ser me dá repulsa. Antes de ir para a lanchonete passei em um lugar, certeza que irei ganhar pontos com essa pessoa.

Entrei na livraria e pedi o livro que Kakashi tanto queria.

— Oi boa noite, eu queria a coleção dos livro Jardim dos amassos.— Quando eu disse aquilo a mulher arregalou os olhos e corou.— É um presente para um amigo meu.

— Olho eles ainda nem foram lançados, infelizmente não posso vender.— Ela disse

— Por favor moça, faço pelo dobro do preço.— Falei e ela me encarou pensativa.

Ela entrou em algum lugar e voltou com um pacote embrulhado de presente.

— Por favor, não conte para ninguém que eu vendi antes da data, ok?— Assenti.

Quando ela me disse o valor quase caí para trás, o preço daquilo equilave a um tênis de marca dessas lojas de rico. Só o Kakashi mesmo para me fazer comprar esses livros pervertidos.

— Muito obrigada moça, que Deus te abençoe por isso.— Sorri e saí da livraria.

...

Finalmente cheguei em frente a lanchonete, mas antes de entrar o carro de Neji primo de Hinata parou, quando ele vinha aí sempre acabava em briga, rolava até porrada, mas claro, vindo de Hinata. A maior surpresa foi ver ela saindo do carro dele, ela olhou para mim e sorriu.

— Hinata, quantas vezes eu vou ter que mandar você voltar para casa?— Neji disse impaciente e Hinata revirou os olhos.

— Avisa meu pai que ele está perdendo tempo mandando você vir aqui.— Ela falou.

— E quantas vezes irei ter que dizer que você deve voltar para se casar e continuar o legado da família?— Fiz uma careta, quem em sã consciência pensa nisso ainda.

— Está vendo Sakura? É isso que eu tenho que passar todo santo dia, me responde, quem em sã consciência ainda segue essas coisas?— Ela perguntou para mim.

— A Hinata não me mete nesses assuntos estranhos da sua família não. Tchau.— Ri e ela fez bico.

Quando passei pela porta parceria que meus olhos eram imãs, automaticamente olhei para o fundo da lanchonete e vi ele, aquele homem está aqui novamente, senti um frio na espinha quando ela me encarou. Desviei o olhar sentindo minha bochecha quente.

Corri para o vestiário e coloquei meu uniforme, quando saí para a minha surpresa Kakashi estava escorado no balcão com sua cara de tédio. 

— Tenho uma surpresa para você.— Sorri e ele me encarou.

Tirei o embrulho de trás e mim e entreguei a ele, quando ele abriu tudo seus olhos arregalaram.

— Não, como? Como conseguiu?— Sorri.

— Segredo.— Falei e ele sorriu.

— Caraca pirralha, nunca pensei que gostaria de você.— Ele me puxou e me abraçou.— Depois passa lá em casa que eu vou fazer sua comida preferida.

Sorri e peguei o cardápio, mas antes de atender os clientes senhora Tsunade me chamou.

— Sakura aquele homem de cabelo preto pediu para ser atendido por você.— Arregalei os olhos.

Ai Deus, o que eu fiz pra merece isso.


Notas Finais


Hoje vou postar fanfic nova Sasusaku, ela vai se passar no universo ninja msm, mas vai ser um tanto diferente.
Bom eu ia postar hoje o prólogo, mas houve imprevistos e vou postar amanhã aqui.


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