História Aquele Olhar - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bill Skarsgård
Personagens Bill Skarsgård, Personagens Originais
Tags Bill, Manu, Sexo
Visualizações 163
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo feito com carinho especialmente para vocês, Meus Bebês!

Obrigada por estarem comigo a cada passo!

Vamos ser maiores!

Pessoa: Aqui não é YouTube...

Opa! Desculpa!

Boa leitura Bebês!

Capítulo 5 - Cap.5: Restaurante.


Fanfic / Fanfiction Aquele Olhar - Capítulo 5 - Cap.5: Restaurante.

Eram oito da noite, quando eu terminei de me arrumar. Eu estava completamente decidida do que iria fazer, iria à um belo jantar. Um dos melhores. Um jantar magnífico com uma pessoa especial, Eu mesma. Eu merecia um tempo somente para mim, pensar e me cuidar. Eu estava trabalhando muito, não cuidava do meu corpo e nem da minha saúde faziam-se tempos. Eu queria me recompensar. 

 

Meu vestido preto valorizava a minhas curvas, sem ser vulgar. Eu me admirava no espelho e estava parecida com as mulheres de classe alta, eu havia ganhado este vestido dos meus pais há dois anos atrás, mas eu nunca tive coragem para usá-lo. Eu achava que ele não fazia meu estilo e que eu nem merecia usá-lo. Mas agora, eu pouco me importava com meus velhos pensamentos, eu sabia que já havia passado da hora de usá-lo. E eu estava usando-o nesta noite, para um dos momentos mais maravilhosos da minha vida. Eu merecia usá-lo agora. Foda-se minha velha opinião.

 

O batom vermelho sobre meus lábios, desenhava-os. A sombra escura sobre minhas pálpebras, deixava meu rosto mais bonito. O resto da maquiagem me deixava maravilhosa. Hoje, me arrumei para mim. 

 

[...]

 

Parei meu carro na frente do restaurante, desci e logo em seguida, um jovem manobrista se ofereceu para estacionar meu carro em uma das melhores vagas do estacionamento privativo. Entreguei-lhe a chave e comecei a subir a escada da entrada do restaurante, os seguranças abriram as portas para que eu entrasse, os agradeci com um pequeno sorriso e adentrei o restaurante.

 

Muitas pessoas, muita musica clássica, muitos sorrisos. O ambiente estava bom, estava no meu agrado. Um gerente sorriu para mim e me guiou para uma boa mesa perto das janelas de vidro com visão para a grande e linda cidade. O agradeci com extrema educação e peguei o cardápio.

 

Hm... Muitos pratos caros, mas devem ser muito saborosos. Eu estava disposta a pagar algo caro para encher meu estômago. Escolhi um dos três mais caros pratos do restaurante, de sobremesa, escolhi a primeira mais cara. A qual a tempos a via, mas nunca pude comprar e sentia vontade. Fiz o pedido ao próprio gerente, que, não sei porquê, ainda estava ao lado de minha mesa olhando-me. Talvez estava esperando meu pedido. Assim que o fiz, ele saiu para a cozinha.

 

Fiquei olhando em volta, a decoração do local. Logo após, peguei meu Smartphone dentro de minha pequena bolsa e comecei a verificar minhas redes sociais. Havia algumas mensagens, umas curtidas em algumas fotos, algumas Fanfictions atualizada, e mais outras coisas. Mas meu Smartphone estava em um tédio. Logo de relance, vi alguém sentar-se em uma cadeira em minha frente.

 

—Me diz, como uma moça tão bela e chamativa pode estar sozinha em um restaurante de luxo? -sua voz era tão agradável aos meus ouvidos, fiquei sem saber o que falar por alguns segundos-

 

—Vim em um jantar especial, com uma pessoa especial. -respondi e levantei a cabeça para encará-lo, e lá estava ele, o homem do shopping com o olhar quente a me fitar-

 

—Hm, interessante! Estou roubando o lugar de algum pretendente? -ele apoia seus cotovelos na mesa, junta suas mãos de forma fechada e apoia-as a frente da boca, como se estivesse pensativo.-

 

—Não, porque a pessoa especial com quem sai, sou Eu mesma. -Solto uma leve risada discreta, ao ver, sua expressão mudar totalmente. De pensativa à divertida- 

 

—Uau! Sério? -Me olha curioso-

 

—Sim, com toda certeza. -sorrio-

 

—Uma mulher gentil e moderna. Nunca vi alguém como você. -se mostra interessado em minha pessoa-

 

—Claro que há uma razão a qual seja o motivo de você nunca ver uma pessoa como eu por aí. -o olho-

 

—Qual seria essa razão?

 

—Eu sou única, meu bem. -jogo um pouco do meu cabelo para o lado, afim de fazê-lo sair da minha cara e parar de me atrapalhar. Mas creio que o rapaz a minha frente, interpretou está ação de forma incorreta, pois olhou um pouco desconfiado para meu cabelo e para mim. Percebi isto ao vê-lo com os olhos semicerrados- 

 

—Compreendo... -sorri levemente, logo isso o garçom vem com o meu pedido. O colocando em minha frente sobre a mesa, o agradeci- Um prato bem caro, certo?

 

—Sim, com certeza. -sorrio pegando o garfo e a faca- Mas estou disposta a pagar qualquer preço em prato hoje, apenas para me sentir bem.

 

—Uma mulher decidida, heim? -solta uma risada- Vou pedir o mesmo se não se importa. 

 

—Claro, sinta-se à vontade. -sorrio e começo a comer-

 

Nisso, começamos a conversar bastante. Ele me contava sobre sua vida e sobre suas viagens pelo mundo. Me disse o quanto era aventureiro e gostava de se sentir livre. Disse sobre seus sonhos e desejos. Parecíamos velhos amigos, pois achávamos muitos assuntos no meio de tantas conversa. Riamos e gargalhávamos juntos. Eu estava me sentindo bem com a companhia dele, não poderia ficar melhor. Ou poderia?

 

Passamos tantas horas conversando, que, nem percebemos que eramos os únicos no restaurante. Um gerente veio até a nossa mesa nos informar de que já estavam fechando. Eu e o rapaz sorrimos e fomos fagar a conta, ou melhor, o gerente trouxe a maquininha até nós. O meu acompanhante de mesa se ofereceu a pagar por todos os pratos que comi, um tremendo cavalheiro. Nunca fui tratada assim. Só espero que não seja uma roubada me envolver com ele.

 

Saímos para fora, até o estacionamento, um ao lado do outro ainda conversando. Quando ele parou bem no meio e se virou para mim de forma séria, fiquei um pouco receosa, mas procurei manter a calma.

 

—Ham... -começou ele- Eu realmente gostaria de ir à um lugar com você agora. -passou a mão na nuca como se estivesse um pouco nervoso. Bom... Ele não estava assim antes.-

 

—Que tipo de lugar? -me demonstrei interessada-

 

—Um lugar calmo, somente eu e você, sozinhos. Bem, com uma vista bonita e calmante... Estava pensando no novo parque da cidade. Nessas horas, aquele lugar está completamente vazio e calmo. É um bom lugar, você acha? -me olha-

 

—Sim, eu acho que ele deve estar perfeito agora. A iluminação de lá é boa e calma, não atrapalha de ver as estrelas. Não tem poluição de luz. -sorrio- Mas bom... Como vamos fazer com os carros? Se eu for contigo terei de deixar o meu em algum lugar.

 

—Sua casa é longe daqui? -ele me observa, encostando-se no seu carro que puta que pariu! Uma Land Rover Discovery 4! Maior que ele, robusta, quadrada e preta. Maravilhosa!-

 

—Não muito, uns dois quilômetros daqui. -encosto do lado dele-

 

—Hm, vamos fazer o seguinte. Eu te sigo até sua casa, você deixa seu carro lá e vamos com o meu para o parque da cidade. Depois eu te trago à sua casa, sem problema algum. -ele coloca a mão na minha bochecha, acho que corei um pouco-

 

—Okay, vamos. -sorrio e vou até o meu, entro, coloco o cinto de segurança e dou partida. Olho o carro dele pelo retrovisor e vejo que também está ligado e pronto para sair-

 

Manobro meu carro e saio para a avenida, assim como o vejo vindo logo atrás. Não sei se é coisa da minha cabeça, ou o que seja, mas acho que ele me convidou para transar no parque da cidade. Bom, se for okay. Como não tenho certeza, irei levar uns preservativos de casa, vai que rola né? Ou talvez ele só queira passar mais um tempo conversando comigo. Bom, não espero por nada, por mim, as duas opções estão boas. Ou será que não?

 

 

Continua...

 


Notas Finais


Então então então, o que acharam Bebês? :3

Obrigada por lerem! E desculpem pelos erros.


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