História Aqueles Dias (NaruHina) - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Hinata, Naruhina, Naruto, Romance
Visualizações 197
Palavras 2.584
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, como em todas as despedidas, nos vemos nas notas finais :)

Boa leitura <3

Capítulo 10 - Aqueles dias.


Fanfic / Fanfiction Aqueles Dias (NaruHina) - Capítulo 10 - Aqueles dias.

A cada golpe desferido uma gota de suor escapava pelos poros de Hinata. Com o Byakugan ativado, nenhum movimento de Kiba, seu oponente no treino daquela manhã, passava despercebido. 

— Vamos, é tudo o que tem Hinata? — o Inuzuka provocou, desviando da maioria dos golpes. 

Ambos treinavam a céu aberto nos arredores da floresta mais próxima de Konoha. Mesmo depois de mais velhos, a sincronia de time que tinham não se perdera. Era uma época próspera e de paz entre os países e vilas ocultas, contudo os treinos nunca deveriam ser postos de lado. Por isso, quando o amigo lhe convidou para relembrar os velhos tempos quando ambos e Shino treinavam com Kurenai-sensei, Hinata não hesitou em aceitar. 

Com um movimento rápido e pensado, a ex-Hyuuga desviou da shuriken falsa que Kiba lançou contra ela e deu-lhe uma rasteira digna de ser vista. 

O moreno caiu de costas e arfou dolorido. 

— Tá legal, tá legal, pra mim já deu. — reclamou erguendo-se devagar. 

— Você tá bem? — ela correu ao seu socorro, preocupada.

Kiba sorriu. Velhos hábitos não mudam mesmo. 

— Me lembrei de quando você perguntava isso para a gente de cinco em cinco minutos nas nossas missões como Genin. Como era insegura naquela época. Você mudou bastante. — argumentou sentando-se e sendo coberto pelas lembranças daqueles dias. 

— Todos mudamos. Bem, você continua um pouco convencido Kiba-kun. — foi modesta, afinal o amigo não perdia a chance de comentar o quanto era ou podia ser eficiente em algo.

 O moreno estalou os lábios e bagunçou a franja de Hinata, causando-lhe risos. Ela se juntou a ele sentando-se no chão. 

— Naruto, aquele baka, vem fazendo sua cabeça contra mim. — imitou um tom bravo que não convenceu a ninguém. — Como ele vai, falando nisso? 

— Bem. — sorriu abraçando os joelhos. — Ainda estava dormindo quando saí para treinarmos. 

— Pff, aquele lá não tem jeito. — brincou. — Não deixa ele abusar da sua paciência de monge. — pediu no que Hinata balançou a cabeça negando. 

Ambos olharam para frente no intervalo da conversa bem na hora que Sai e Ino passeavam por ali, de mãos dadas, e acenaram para eles de longe. Deveriam estar voltando de algum passeio ou algo do tipo. 

— Todos se ajeitando, até o Sai. — Kiba riu pelo nariz observando o casal se afastar em direção à Konoha. — Mas o Shikamaru foi o melhor, aquele lá dizia que nunca iria se casar e, veja só, parece um idiota apaixonado pela Temari. 

Ao ouvi-lo, Hinata cutucou o braço do amigo, sugestiva. 

— E você hein Kiba-kun? Como anda esse coraçãozinho aí? A Tamaki-chan vai bem? 

O moreno desviou os olhos e corou um pouco. Levantou-se rápido e tentou disfarçar o constrangimento. 

— Ah, vamos indo eu estou cansado, sim? Akamaru vamos lá! — chamou o cão ninja que refrescava-se em um lago próximo. Estava tentando escapulir e Hinata gargalhou com aquilo. Sabia que o amigo estava tendo algo com Tamaki. 

— Ah, Kiba-kun não fuja! — ergueu-se também, pronta para segui-lo quando sentiu sua cabeça girar. 

Aquela estranha sensação de ter o equilíbrio extraído de si. Hinata estagnou imediatamente enquanto a tontura momentânea a atingia. 

Tentou se apoiar em algo porém nada lhe deu suporte e a morena não teve outra opção a não ser ir de encontro ao chão novamente quase com um baque surdo. 

— Hinata! — Kiba veio em seu socorro no que Akamaru impediu que a cabeça dela batesse na superfície dura. — Você tá bem? — de fato não parecia estar. Seus lábios ficaram brancos no minuto seguinte e o tom rosado das bochechas dela sumiu de repente. 

— To sim. — mentiu com um sorriso forçado.

 Kiba e Akamaru a ajudaram a se recompor. 

— Tem certeza? Não quer ir ao hospital? — insistiu, preocupado. 

— Não. Tudo bem. — tranquilizou-o. 

Embora sua própria mente não estivesse tranquila naquele momento. Já era a terceira vez aquela semana que sentia alguma tontura momentânea. O que estava acontecendo? 

Seguiram juntos até Konoha e, aparentemente, ela estava bem. 

 

(...) 

 

— Sakura-chan! — Naruto chamou-a assim que viu a amiga deixar a clínica onde trabalhava junto com Ino. 

— Naruto! — ela parou para cumprimentá-lo, sorrindo. — Como você está? — deu uma boa olhada no loiro. 

Estava mais saudável do que nunca e com um jeitão mais maduro também. O sorriso radiante, o corpo em forma.

 Sakura tinha certeza de que ele não sabia o que era uma preocupação ou estresse há dias. 

— Muito bem. Acabei de voltar do Ichiraku. — deu tapinhas na barriga indicando que recém comera. 

Sakura revirou os olhos e sorriu. Parece que algumas coisas não tinham mudado. 

Ambos começaram a caminhar lado a lado para o centro da vila. 

— Um passarinho me contou que agora você só quer saber do lámen da Hinata. — soltou no que Naruto corou e coçou a nuca, sorrindo amarelo.

 — Ahh, ela cozinha m-muito bem. 

— Sei e você está adorando provar do que ela sabe fazer né? — perguntou com carisma. Naruto a mirou e arqueou uma sobrancelha. Sakura se deu por si daquele duplo sentido. — Baka eu não estava falando disso! Argh! — cerrou os punhos preparando-se para socá-lo. Naruto recuou, na defensiva. 

— Ei, eu não disse nada! — balançou as mãos para cima. Sakura relaxou a expressão “raivosa” e os dois riram. 

Momentos de descontração e cumplicidade eram mais do que comum entre eles, mas também não deixavam de ser nostálgicos. Era um fato que, depois que rumaram para seguirem com suas vidas próprias, ambos não passavam tanto tempo juntos como quando eram adolescentes. 

Contudo, Naruto tinha certeza, não importava o tempo que passasse eles continuariam e agiriam como irmãos. 

— Mas bem, só para saber, andam se cuidando não é? — Sakura estreitou os olhos para ouvir, atenta, a resposta do loiro. 

— Como assim? — o outro pôs as duas mãos atrás da cabeça, despreocupado. 

— Você sabe, ué, se continuarem nesse ritmo podem 

Naruto parou de prestar atenção no que a amiga dizia no minuto em que sua mente foi invadida pela imagem de uma Hinata nua na cama dele esperando para ter outra noite ‘daquelas’. 

Essa visão tinha o poder de comprometer sua concentração em qualquer conversa ou tarefa executada. 

— Entendeu? — a voz dela o despertou de seu devaneios impuros. 

— Ah, wakatta-ttebayo!

No fundo Sakura sabia que ele não prestara atenção em nada. Mas Naruto estava feliz demais para que ela o enchesse de precauções. 

 

~*~ 

 

Abriu as pálpebras sonolentas. Pelo pouco barulho que ouvia da janela não devia ser muito mais da matina. Espreguiçou-se na cama antes de se sentar. Hinata segurou o lençol que cobria seu corpo nu e ergueu-se junto com ele. Esfregou os olhos na tentativa de retirar qualquer resquício do sono. 

E então mãos grandes envolveram-na quando Naruto ergueu-se, também nu e sonolento, e a abraçou por trás puxando-a junto dele para se deitarem novamente. Hinata sorriu do modo como o loiro não a deixara levantar. 

Ambos se aconchegaram um no outro e Naruto apertou os seios dela, com intimidade e paixão. O toque, que outrora, sempre fora delicioso, agora doera. Bastante. 

— AI! — Hinata exclamou, dolorida, e Naruto se alarmou, preocupado. 

— Gomen, hime! — pediu de imediato. — Te machuquei? — estranhou, afinal o aperto nem fora tão forte assim. 

— Um pouco. É que meus seios estão sensíveis ultimamente. — explicou com gentileza. — Você pode não apertá-los por um tempinho, amor? — fitou-o com pesar. Tanto ele quanto ela amavam aquilo que agora teria de ficar suspenso por um tempo. 

— Claro, Hina. — sorriu compreensivo. — Só vou dar beijinho agora. — e, juntando as palavras a ação, depositou devagar e carinhosamente selinhos suaves na região outrora afetada. 

Hinata suspirou aproveitando o mimo que recebia. 

Amava essa cumplicidade e sincronia  que tinham. 

 

~*~

 

Naruto terminou de pôr a mesa para almoçarem e apoiou a mão na cintura admirando seu trabalho. O grude que tinha feito estava com uma cara melhor do que daquele que tinha cozinhado semana passada. 

Virou-se para Hinata que estava sentada no sofá da sala tricotando e dando mais alguns retoques no cachecol vermelho dele.

Ou ao menos, ela estava fazendo isso há alguns minutos atrás.

Quando Naruto fitou-a, ela estava dormindo. Ferrada no sono. A linha e a agulha jaziam em seu colo junto do tecido inacabado. 

Naruto enrugou o cenho. Embora Hinata parecesse um anjo ali e ele adorasse admirá-la enquanto dormia, ultimamente ela estava o fazendo demais! 

— Ei, dorminhoca… — chegou pertinho dela e acariciou sua bochecha. — Vamos almoçar. — convidou no que Hinata apenas se remexeu com sono. 

Era um caso perdido. Naruto soube naquele instante que sua esposa continuaria a dormir sem pausa. Parecia que tinha realizado mil e uma missões cansativas. 

Ele suspirou, resignado, e sorriu. Retirou os materiais de costura do colo dela, ajeitou a almofada e tapou-a com o próprio cachecol estendido, indo almoçar sozinho logo depois. 

 

~*~

 

Hinata se olhava no espelho vertical do quarto. Tinha acabado de sair do banho  e trajava apenas as peças íntimas no momento. Com as cortinas fechadas e sozinha em casa naquele instante, não se importou de ficar minutos a fio analisando o próprio corpo. 

Mirou cada detalhe. Com certeza, depois que casara e começara a ter uma vida sexual ativa com Naruto, seu corpo mudou bastante. Estava mais mulher do que nunca. Estruturas bem definidas, rosto mais maduro, curvas mais proporcionais, seu físico mais preparado e modelado pela luxúria frequente. 

Sentiu-se bonita ali. Satisfeita com a imagem que refletia em seus olhos. Virou de lado dando continuidade a análise. Tocou abaixo do ventre estranhando não sentir cólicas. Olhou para o calendário na parede do quarto e constatou ser início de mês.

Sim, com certeza estava atrasada. Sem falar nos seios mais sensíveis e doloridos ultimamente. O sono e cansaço que a domavam demasiadamente. As tonturas atípicas sofridas. Só faltava os enjôos para completar o que seria… E então um pensamento lhe ocorreu de supetão. 

Levou as duas mãos a boca, surpresa. 

E se…? 

Pensou em usar o Byakugan para verificar. Se fosse verdade ela conseguiria enxergar o chakra dentro de si. 

Mas aí é que tá: E se fosse verdade? 

Hinata não tinha certeza se queria descobrir daquela forma. 

Tratou de vestir uma roupa e correr ao encontro da única pessoa que poderia ajudá-la agora. 

 

(...) 

 

— Bem, não há dúvidas. — Sakura entrou na salinha de exames do hospital onde Hinata aguardava, em polvorosa. Desde que tivera aquele pensamento de manhã não conseguira ficar menos ansiosa. 

A rosada trazia em mãos um pequeno envelope carmim. O sorrisinho que carregava nos lábios só contribuía para que Hinata minasse todas as suas dúvidas sobre a situação. 

— E…? — a morena juntou as mãos em frente ao corpo tentando controlar a tremedeira. 

— Eu já desconfiava. — Sakura riu quando lembrou-se da conversa que tivera com Naruto alguns dias atrás quando ele a procurara para saber se Hinata estava bem, relatando a amiga sobre o sono demasiado que a esposa tinha. — E, a julgar pela análise dos seu exame de sangue… 

— Sakura-san, onegai, me diz… — Hinata não cabia em si de ansiedade.

A médica-ninja comprimiu a boca e fitou Hinata. O silêncio que fez surgir para aumentar o suspense criado intencionalmente quase matou a perolada. 

Até que:

— É isso! Um bebê seu e do Naruto está vindo aí! — revelou, enfim, sorrindo  radiante. 

 

(...) 

 

Naruto voltava para casa satisfeito depois de um dia de treino bem executado. Embora ainda tivera de passar na academia dar algumas aulas para mostrar habilidades de luta (convite de Iruka), não se sentia cansado. 

Enquanto andava rumo a sua casa todos que passavam por si o cumprimentavam entusiasmados. Isso o fez lembrar, com apreço, a frase que uma vez o grande shinobi Itachi dissera para ele. 

Você não se torna o Hokage para ser reconhecido por todos. Aquele que é reconhecido por todos torna-se o Hokage.”

Naruto Uzumaki estava quase lá… Podia sentir que ocuparia o cargo de prestígio em breve. E nada poderia fazê-lo mais feliz naquele dia ao ser domado por esse pensamento. 

Subiu os pequenos degraus de seu lar e adentrou o recinto, sorrindo.

— Voltei! — anunciou para aquela que sabia estar lá para recebê-lo. 

E de fato Hinata o recebeu. Não com beijos. Não com palavras. 

A morena correu até ele, tão feliz quanto o amado. Naruto assustou-se um pouco quando Hinata jogou os braços delicados ao redor do pescoço dele  dando um impulso com os pés para alcançá-lo o mais alto que conseguiu. 

O loiro riu do entusiasmo, para ele repentino dela, e não levou nem meio segundo para segurá-la pela cintura e erguê-la alguns centímetros do chão em um abraço carinhoso. 

— Ei, estava com saudades de mim, hime? — perguntou sorrindo quando desfizeram o aperto. — Não fiquei tanto tempo fora assim-ttebayo. — colocou uma mecha do cabelo liso para trás da orelha da amada. 

Hinata nada disse. As suas duas mãos seguraram as dele, com carinho. 

Naruto a fitou começando a ficar um pouco confuso com a mudez incomum da morena. 

Sua esposa sorria, maravilhada, de um jeito que o loiro nunca tinha visto antes. As orbes peroladas brilhavam. 

E então Hinata o soltou. Ambas as mãos delicadas agora repousaram, vagarosamente, no ventre feminino por cima da costura do vestidinho leve e azul claro que usava. 

As sobrancelhas loiras uniram-se em incompreensão. O que Hinata estava tentando dizer? 

Alternou o olhar do ventre para as íris cor de pérola enquanto tentava raciocinar. Demorou um pouco para ligar os pontos iminentes daquele quase enigma. 

Não era possível. Só podia significar… 

O modo como Hinata estava sem palavras, literalmente. Como uma energia diferente parecia pairar sobre ela. Como tocava a barriguinha, emocionada e feliz. Como tocava no lugar em que se costumava crescer bebês… 

Um bebê…

Um bebê seu e dela.

Ele, então, seria pai…?

Pai… 

Ficou estático enquanto olhava para onde Hinata tocava. Os lábios de Naruto tremeram. Suas pregas vocais pararam de funcionar. O Uzumaki perdeu a fala naquele instante também, era contagioso. E então as orbes azuis encontraram as peroladas. 

Hinata ainda sorria, incapaz de desfazer tal ação. 

Levou exatos dois minutos para Naruto, então, puxá-la para um abraço apertado. 

— Hinata… — sua voz saiu falhada pelo nó que sentiu na garganta. O loiro sentiu os olhos marejarem. — Hinata, você…? 

— Estou grávida, Naruto-kun… — ela enfim disse também já não podendo mais conter a emoção. 

Ao ter a confirmação vinda da esposa, Naruto riu, não acreditando em tamanha felicidade. Ele estava enganado ao pensar que nada naquele dia poderia deixá-lo mais feliz. 

A notícia de que seria pai, de que teria um filho ou filha com a mulher que amava, que juntos construiríam uma família maior era de uma alegria imensurável. 

E logo ele deixou que lágrimas de felicidade rolassem soltas por seu rosto. 

Afastou-se de Hinata alguns centímetros, segurando a face dela e constatando que a morena também chorava, maravilhada com a reação dele e com a situação em si. 

Eles compartilharam um beijo terno e cheio de carinho para depois Naruto erguê-la no colo e rodopiá-la pela sala de tão feliz que estava. 

Ambos riam, entorpecidos de alegria, enquanto tentavam assimilar aquela informação. 

A informação de que aqueles dias em que só existiam os dois, que ambos  amavam um ao outro e apenas isso bastava, que compartilhavam momentos únicos apenas entre eles sem pensar em mais ninguém, que não se preocupavam com nada além da vida de casal apaixonado que levavam, acabaram. 

Pois, agora, um bebê, o fruto daquele amor verdadeiro crescia para em breve preencher a vida do casal como nunca antes. Para mudar a perspectiva de ambos sobre o mundo. Para fazê-los crescer e amadurecer ainda mais com a responsabilidade de criar uma criança. Para despertar nos dois o inexplicável amor parental. 

Porque, agora, Naruto seria pai e Hinata seria mãe. 

E nada mais importava. 


Notas Finais


E então, o que dizer... foi curtinha, foi gostosa de escrever, foi um projeto que ocupou um lugarzinho especial no meu coração...

Eu tive a ideia para Aqueles Dias numa simples fanart que vi no Pinterest, acredito que já muito conhecida pelos fãs de NH que eh essa que tá na capa da fic, Naru e Hina brincando, ela com a mão no rosto dele enquanto ele provavelmente fazia cosquinha nela ou algo do tipo. Eu pensei “devia ser assim durante aqueles dias da vida de casados deles no tempo que ainda não tinham filhos e faziam sexo quase sempre” Hahahah e então me veio a vontade de escrever sobre como eu imaginei que fosse a rotina deles acrescentando situações que quase todo casal passa e tals, aqui no SS tem muitas fics no universo cânon deles namorando ou se não já sendo pais mas notei que não tinha muitas sobre eles só casados. Apenas isso, um casal jovem. Apenas marido e mulher ❤️

Bem, eu espero que vocês tenham gostado da estória tanto quanto eu gostei de escrevê-la.

Provavelmente não vai ser a última NH que vou postar, fazer o que, eu amo esses dois piticos.

É isso gente, obrigada por terem chegado até aqui ❤️❤️

Beijão!


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