História Aqueles que ajudam o mundo - Interativa - Capítulo 46


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gay, Interativa, Yaoi
Visualizações 8
Palavras 1.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


SAPO IMUNDO DO CARALHO

Capítulo 46 - Esfirra.


Pov on Seam. 

 

Depois daquela viadagem inteira que aconteceu, eu resolvi falar com a foice... Motivos? Nenhum, vai que ela me responde. 

- Pode falar comigo, cara, eu sei que tu falas – Comecei, sem resposta – OH SEU FILHO DA PUTA, VAI O ESFIRRA! FALA COMIGO, CARALHO! 

Eu nem gosto de esfirra... E nem sou entregador. 

- Ah, tu falas mesmo – Falei olhando para a foice – Bacana, achei digno. 

Digno de cu é rola. 

-  Que boca suja... - Repreendo. 

O sujo falando do mal lavado. 

- Você não tem lugar de falar nada aqui, eim! - Falo irritado - Você que estava nessa sede de sangue doida, filho! Ou você achava que eu ia sujar minhas mãos maravilindas com aqueles humanos nojentos? 

Okay, acredito em ti... Nunca critiquei. 

- Acho bom mesmo! 

- Falando sozinho? - Perguntou Louis me olhando estranho – E dois... Quem é você? 

Mas quem é essa criança emo gótica? 

- Eu quem devo perguntar isso, mas pelo tamanho de formiga e pela cara de cu, é o Louis – Falo e então, ele invocou alguns cristais com seu bastão e eu sorri – Oh, mas se você não é tão fácil de irritar? Vai ser – Os cristais me perfuraram sem mais ou menos, e continuaram pela raiva de Louis. 

- Estúpidos espíritos que conseguem atravessar a barreira? - Ele se surpreendeu ao me ver de pé - O que é você. 

- Nada que realmente importe – Falo e me coloco em posição defensiva - Que o melhor, nah, esse seria eu... Que o vencedor vença... Uma merda também - Ele tenta usar os cristais novamente, mas os defendo com a foice – Previsível. 

Ele queria muito me dar uma resposta afiada mais apenas criou um redemoinho, que me levantou... É. 

- Louizinho, se você queria me tacar para o ar, eu teria usado uma saia – Falei debochando de sua cara – Mas, do jeito que é pequeno, talvez só veja um pontinho preto. 

- Você é uma desgraça! - Reclamou Louis - Não tem como lutar com alguém tão idiota como você! 

- Oh, querido, nem comecei a te atacar – Falei arrumando minha pose – E vamos ser sinceros... Isso não é uma desculpa. 

Avancei nele, quase cortando a bochecha dele, porém ele defendeu o golpe com o bastão e ele deu um grito, junto com um golpe com o bastão. 

- OH! Mais forte, papai – Falo dando a língua. 

- MAS QUE PORRA É ESSA? - Perguntou Louis confuso e criando outro redemoinho. 

Rapidamente, fiz uma barreira no chão, que parou o redemoinho. 

- FINALMENTE LEMBREI COMO FAZER ESSA PORRA! - Falei sorrindo – Mas agora... - Novamente avancei, porém dessa vez apenas tirei o bastão dele – Bom, não quero te machucar agora, sério, é chato demais machucar um de vocês... - Me virei e comecei a caminhar. 

- Como se você pudesse – Rosnou Louis. 

MATA ESSA DESGRAÇA LOGO, SEU PORRA! 

- Quer um aviso? - Apenas fiz um movimento com a foice, que liberou uma espécie de lâmina que atingiu o Louis, no braço - E te respondendo, sou Seam. 

- Seam? Sinceramente, não. 

- Só pela audácia, eu te mataria..., mas estou bonzinho – Quando ele piscou eu estava em sua frente – Mas isso não significa que eu não iria retirar uma parte de ti. 

- O que quer dizer... - Rapidamente, o beijei, o que o fez ficar desesperado tentando me tirar de cima dele – Que porra foi essa? 

- Só peguei um pouquinho de seu poder – Sorri – Legal, não é? 

- Você é insano... - Resmungou Louis - Você é um succubus? 

Falta de respeito, você nem é gostoso o suficiente para ser um, Seam... 

- OLHA COMO FALA COMIGO, ARMA DO CAPETA! - Grito jogando-a no chão. 

FILHO DUMA PUTA! SABIA QUE ISSO DOI? CACETE! 

- Te respondendo, apenas pego poder por beijos e não por sexo, seu animal – Respondo cruzando os braços. (A/n: Fui reler e li “Sexo animal”...) 

- E eu vou ficar aqui, com essa porra no meu braço? - Perguntou Louis irritado comigo, como se ele não estivesse antes, e apontando para o caralhinho no braço dele. 

- Sim, você tem que aprender a ser um garoto obediente! - Brinco com um sorriso – Bom, tem uma caixa que pode tirar isso... Ou você pode ficar com isso até o final do jogo. 

- Valeu, peppa pig do capeta – Debochou Louis me fazendo suspirar – Suspira no meu pau. 

- E EU VOU MESMO! - Então, rio fazendo Louis me olhar seriamente – Bom, daqui há trinta segundos, você vai provavelmente conseguir se levantar... Então... - Alisei a lâmina da foice e a balancei, como se fosse cortar Louis, apenas para eletrocutá-lo – Agora, demorará mais... E eu vou ir embora, não sou obrigado a ficar olhando para você. 

... Eu nem vou comentar sobre sua atitude. 

- O QUE EU FIZ DE ERRADO AGORA? 

Gastou o poder acumulado. 

- AH! Que isso, esqueceu de você? 

Você me usou para uma coisa tão repugnante... Gostei, me usa mais, delicia. 

- HEY!? - Decido provocá-lo - Mano, e eu achando que eu era o impuro... 

VOCÊ FEZ ISSO ANTES! 

- Agora está me culpando? Que relacionamento é esse? - Debocho dando a língua para ele – Quero divórcio, agora. 

Não, eu vou te manter aqui... E você não vai poder sair dessa foice, eu vou dominar seu corpo. 

- Ui, já quero. 

VIU? VOCÊ ACABOU DE FAZER! 

- Meh, tanto faz, tanto fez – Reviro os olhos e continuo meu caminho – Puta merda... 

Ficou perdido? “Nossa, que inesperado”. 

- Eu não estou perdido! - Retruco e suspiro – Eu estou... No caminho certo! 

No caminho certo? Okay, sabichão... Se vira aí. 

-  Eu... Só preciso... - Então, eu senti a aura do local mudar um pouco, ficando um pouco pesada... Meu coração bateu rápido demais para meu gosto. 

Corra. 

- O que? Eu? Seam, a insanidade, correr? - Rio entretido - Eu posso morrer, mas não... - Antes que eu pudesse continuar minha frase fui empurrado contra uma árvore e senti uma lâmina ser prensada contra minha garganta, quando percebi que era uma foice, as chamas que a rodeavam entregaram a identidade do homem..., mas não prestei muita atenção nisso, apenas quis me deliciar com a posição que a gente se encontrava – Mas... É... Eu... 

- Ora! Eu vi seu... “Lindo” show com o Louis e decidi vir aqui – Riu o homem e fez o corte na minha garganta, descendo a lâmina... Porém, ele ficou extremamente surpreso com o gemido de prazer que eu dei – Mas que porra, eu esqueci desse seu detalhe estúpido. 

- Por que parou? Suas torturas são as melhores, Gogo – Provoco com um sorriso debochado. 

- Me chama de Gogo mais uma vez que eu vou... - Ele tentou pensar em algo para me ameaçar, mas acabei o interrompendo. 

- Vai me maltratar? Oh, que carinhoso – Ele me olhou com uma cara séria e sombria – Ah? Vai realmente fazer isso? 

- Eu juro que eu vou acabar com a sua raça um dia... 

- Só tem eu na minha raça - Então, caiu minha ficha e eu me levantei, me aproximando dele rapidamente – GOGO, O QUE É UMA RAÇA? 

Ele apenas balançou a cabeça e me empurrou, querendo cortar o espaço que eu havia feito entre nós. 

- Você não é alguém legal de torturar, então vou apenas sair daqui – Mas, eu queria o provocar mais um pouquinho... E ele sabia disso então jogou uma faca na minha cabeça - Se você tentar se aproximar eu não vou hesitar. 

... Eu só pego puta para ser a arma. 

- O que quer dizer com isso?! - Pergunto para a foice enquanto retiro a faca de minha testa. 

Sinceramente, você estava quase dando para ele. 

- Impressão sua! - Eu pude ouvir a risada dele... Isso só me dá uma vontade de quebrar paredes – OLHA AQUI, ME RESPEITA, QUE EU SOU UM HOMEM MUITO... 

Qualquer palavra que você usar em seguida, pode ser usada contra você. 

- Porra... 

IH! HOMEM COM MUITO PORRA, EIM! 

- Alguém me mata.... 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...