História Aqueles que Vigiam - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Shikamaru Nara, Tsunade Senju
Tags Anime, Aventura, Drama, Mangá, Naruto
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Palavras 2.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nota do Autor: Ohaio! Antes de iniciar a fic, gostaria de esclarecer alguns detalhes a respeito do momento em que se passa a história, considerando a cronologia do mangá Naruto (e o anime também). Para aqueles que não leram a história até o fim, fica aqui o aviso de possíveis spoilers, já que eu não pretendo poupar fatos ocorridos no mangá durante a narrativa.
Pois bem, deem-se por avisados!
A história se passa após o fim da guerra shinobi com Uchiha Madara e antes de Naruto ser eleito Hokage. Kakashi é o Hokage e a vila voltou a seu estado normal. Detalhes menores, como o status do relacionamento entre os personagens e a caminhada de Naruto para se tornar Hokage são assuntos que podem ser abordados no decorrer da fic. A princípio, vejam a história como algo ocorrido durante um período de paz em Konoha, passando-se após o fim da guerra, enquanto Kakashi é o Kage. Não sei se vou respeitar os termos finais da história oficial (como os casais, por exemplo) e personagens que estavam vivos na história original podem ser mortos no decorrer da fic (que isso fique claro, para não termos problemas mais tarde). Os eventos do filme “Naruto: The Last” serão ignorados porque senão muita coisa legal já estará fechada no ponto em que se inicia a fic.
Não pretendo colocar esse aviso no começo dos próximos capítulos, por isso peço atenção para essa vez, pois é importante para o decorrer da história!
Enfim, se entenderam, espero que possam curtir a fanfic. Vejo vocês no fim do capítulo!
UzumakiLucas

Capítulo 1 - 01. O Ninho do Monstro


Fanfic / Fanfiction Aqueles que Vigiam - Capítulo 1 - 01. O Ninho do Monstro

Capítulo 1 – O ninho do monstro.

 

Shikamaru

Minhas mãos tremem e minhas pernas me faltam. O chamado pelo meu nome (Shikamaru! Shikamaru!) Fica mais alto e eu tento avisar para que ninguém se aproxime, mas parece que não serei rápido o bastante. Com a respiração entrecortada, caminho devagar, sempre em frente. Deixo que os vultos caídos em meio ao matagal se tornem figuras reconhecíveis. É impossível ignorar o cheiro de sangue, o barulho de pequenos vermes se arrastando sobre os corpos e o brilho de luz que reflete nas bandanas dos meus irmãos de Konoha.

-Shikamaru? – Tenten imerge de repente, alarmada pela falta de fala da minha parte. Deveria estar acostumada com essa atitude a essa altura, mas, ao invés disso, parece apenas tentada a desafiar os limites da minha postura. – Eles... – a pergunta que ia fazer ficou presa em sua garganta, seus olhos paralisados, encarando a imagem à nossa frente.

Eu não repreenderia de modo algum a atitude dela. Como poderia? Os corpos de dez shinobis estão despedaçados bem diante dos nossos olhos! Que tipo de ser humano se manteria mentalmente saudável depois de ver aquilo? Mesmo eu, preso em uma feição impassível, era incapaz de manter meu interior calmo depois de ver aquele quadro. Meus olhos estavam vidrados, minha mente consciente de que aquela era uma cena que eu precisava ver, independente da dor que me gerava. Eu precisava entender a gravidade da situação.

Em meu cérebro, eu sabia que o momento chegara.

Era hora de retornar para a vila com meus companheiros de time. Nós precisávamos falar com o Hokage. Aquela missão se demonstrara bem pior do que parecera a princípio.

Forças muito maiores do que as aldeias começaram a se mover. A roda do mundo estava girando. Em breve, não restaria nem mesmo lembrança das guerras de poder entre as vilas. Entidades muito maiores do que nós jamais seremos, dentro de pouco tempo, sairiam do ostracismo e mostrariam seus rostos.

Aperto o grande pergaminho preso às minhas costas.

Quantos morreriam? Ou melhor, quantos sobreviveriam?

Mordo meu lábio e faço um sinal para Tenten. Não temos nem mesmo tempo de lamentar pelos mortos. Talvez nem mesmo devêssemos lamentar por eles.

Afinal, o futuro guardado para os vivos parece muito pior.

 

Kakashi

Meu olhar não prende como deveria nas letras do livro em minhas mãos. Minha mente afunda nas páginas do meu inconsciente e me leva para os problemas recentes de Konoha. Konoha? Seria certo dizer que esse é apenas o “nosso” problema? Talvez seria melhor dizer que os problemas agora são de toda a raça humana. Largo meu livro sobre a mesa à minha frente e suspiro devagar, impaciente com a situação como um todo.

-Kakashi-sensei? – Ergo minha cabeça para encarar Hinata, parada dentro do meu escritório. O rosto dela está pálido. Péssimo sinal para quem acabou de retornar de uma missão a meu mando.

-Os times retornaram? – Meu tom é calmo, mas meu interior está em rebuliço. Eu preciso me manter sob controle, já que todo mundo vai entrar em colapso se a minha teoria estiver correta e alguém precisa manter a compostura.

-Os dois times formados para a missão de investigação dos acontecimentos ocorridos no País da Lua Crescente e no País da Água encontraram-se há dois dias nas Ilhas Nagi para uma reunião de divisão de informações. Ao que pudemos apurar, os dados confirmam a sua teoria. Shikamaru, Tenten e eu, após uma incursão no País do Chá, pudemos conversar com vários viajantes, confirmando a existência de um novo rumor. Shikamaru reuniu todas as nossas informações em um pergaminho e já o reproduziu para deixar uma cópia junto dos arquivos secretos da vila.

-Onde Shikamaru e Tenten estão agora?

-Eu voltei antes para reportar enquanto eles ficavam para verificar um rumor. Eu... – ela hesitou, sem confiar completamente em sua perspicácia. – Acho que me mandaram de volta com medo de que as lendas fossem verdadeiras e alguma coisa os atacasse.

-Para onde eles foram? – Ela balançou a cabeça, lamentando não ter precisão nas informações que me daria a seguir.

-Eu só sei que a próxima pista estaria no País das Almas, na fronteira nordeste do país do fogo. O pergaminho que eu trouxe tem os relatórios preliminares de Shikamaru que, como eu disse, queria deixar algo para os arquivos da vila não ficarem sem informações caso algo lhe acontecesse. Se tudo corresse bem, ele estaria de volta pela manhã com as informações restantes.

Eu balanço a cabeça a cada nova informação, concordando e assimilando todos os dados. Como Hokage, não sou o maior exemplo de poder que a vila já viu, mas tenho orgulho da minha capacidade de manter a calma e tomar a atitude mais racional perante situações difíceis. A experiência como Anbu e minha capacidade de, ainda assim, permanecer humano, talvez seja minha única qualificação para o cargo. Por isso eu preciso me manter assim, usando minhas melhores armas.

-Eu quero que você informe algumas pessoas sobre tudo o que me contou. Quero eles reunidos na minha sala amanhã à tarde. Avise-os para que usem o tempo que têm para se despedir de seus familiares e reunir suas coisas para uma missão longe daqui. Quero eles preparados a tempo para partir. Você também virá e se Shikamaru chegar a tempo, continuaremos com as informações que ele nos passar. Se ele não voltar vocês serão o time de resgate.

-Quantas pessoas eu deverei avisar?

-Cinco ninjas. Essa ainda é uma missão de reconhecimento. Eu não quero o mundo em pânico por causa de alguns rumores e um mito não confirmado. Se Shikamaru não voltar com más notícias, eu gostaria de evitar um confronto em aberto com “eles”. E envie uma carta para a vila da areia. Eu gostaria de pedir um favor para o Kazekage.

-Só me passe os nomes dos ninjas.

Acenei com a cabeça. Era hora de trazer de volta alguns pupilos.

 

Naruto

Eu não entendo porque ficar me dando missões tão entediantes. Se fosse no tempo em que eu era um pivete, missões como pegar contrabandistas pequenos e correr atrás de ladrões fariam meu sangue esquentar, mas agora...

É como se eu estivesse desperdiçando meu tempo. Eu deveria estar lá fora, salvando pessoas, fazendo tratados importantes, impedindo guerras, mudando o mundo! Depois da quarta guerra, apesar de eu não querer ficar à beira da morte novamente, ainda é como se o mundo inteiro estivesse devagar demais para mim. Eu estou pronto para dar passos para frente, porque ninguém parece estar comigo?

-Você está pensando em fazer alguma besteira de novo, não é? – Porque a Sakura sempre pega no meu pé? Onde está o Sasuke quando se precisa dele?

-Eu só estou precisando de alguma missão mais emocionante! Você não acha que seria legal algo mais importante? Saudades do tempo em que uma simples missão de transporte de um construtor se transformava em um combate com um ninja lendário!

-Eu não gosto disso... – Sai murmurou com um certo receio à minha esquerda. Nosso ritmo era lento. Não havia qualquer necessidade de chegar tão rápido ao prédio do Hokage. Provavelmente nem falaríamos com Kakashi, já que a missão era insignificante e pegaríamos outra sem sequer sermos notados.

-O que foi?

-Sempre que alguém diz que as coisas estão calmas demais uma tempestade atinge todo mundo de repente. Dá azar falar esse tipo de coisa, Naruto-kun.

-Você é supersticioso, Sai? – Não consegui conter o sorriso ao perceber qual seria a resposta. Ao invés de falar alguma coisa, ele apenas deu de ombros. Eu me aproximei dele. – Acho que uma lebre branca atravessou a estrada na nossa frente...

-Não atravessou não. – Sua experiência em trancar sua expressão estava fazendo valer agora. Eu pude percebe o esforço que ele teve que fazer para manter um rosto inexpressivo.

-Pensando bem, acho que passei debaixo de uma escada no caminho para cá. Talvez isso dê azar para todos nós, não acha? – O prédio do Hokage já estava a poucos metros de distância. Eu ria malignamente enquanto Sakura se esgueirava às minhas costas. Sai estava quase tremendo de vontade de responder sem sua compostura habitual. Estava me dando cócegas a proximidade com o momento em que eu o tiraria do sério.

-Para com isso, Naruto-baka! – Sakura armou o soco e eu estava pronto para desviar no momento em que percebi uma rede familiar de chackra se aproximando. Estava treinando recentemente para manter o modo sennin sempre ligado em seu poder mínimo para que eu pudesse manter o estado por mais tempo e com mais força. Isso me permitiu sentir a aproximação de uma garota familiar.

-Naruto-kun! Sakura-chan! Sai-kun!

Todos nós viramos os rostos sem movimentar nossos corpos. Pudemos ver Hinata rindo da posição cômica em que nos encontrávamos: Três shinobis juntos, dois próximos com um irritando o outro por palavras e a kunoichi entre eles prestes a socar um deles. Eu também sorriria. Sakura-chan pareceu perceber meu pensamento e terminou o movimento enquanto eu estava distraído com a presença de Hinata, dando um soco forte o suficiente para me desorientar.

-Estava procurando vocês. Tenho um recado de Kakashi-sensei. – Ela evitou olhar diretamente para mim. Eu também estava mais confortável mantendo pouco contato. Estava mais difícil falar com ela recentemente.

Em poucas palavras ela explicou uma missão que estava sendo preparada. Pelo jeito, Kakashi-sensei decidiu organizar um grande time comigo, Sai, Sakura, Hinata, Rock Lee, Ino, Yamato e (para a minha surpresa) Tsunade. Eu não entenderia em um milhão de anos o que estava acontecendo, mas Sakura-chan estava fazendo mil suposições para o motivo daquela reunião estranha. Só o que me disseram era que eu precisava me arrumar para uma viagem no dia seguinte, o que significava uma coisa: Eu tinha menos de doze horas para comer tanto rámen quanto eu conseguisse antes de sair da vila!

-Olha aí o que eu falei. – Sai não conseguiu conter sua insatisfação. – No mínimo é culpa daquilo.

-Olha só uma criancinha com medo de fantasma! O Sai tem medo de fantasma! – Saí correndo porque sabia que a Sakura-chan me daria outro soco se eu ficasse por ali mais tempo. E também porque a barraca de rámen não podia esperar.

 

Shikamaru

Mas que droga...

Eu odeio ser o centro das atenções. Porque a Tenten não fala? Agora eu fico aqui, com esse bando de ninja olhando para minha cara enquanto o Hokage espera que eu dê um discurso para todo mundo. O que eu deveria fazer? Cuspir imagens para todo mundo saber o que eu vi?

-Você pode começar quando quiser. – Como se não bastasse eu ainda tenho que escutar a Ino me apressando. Porque ela não relaxa um pouco? Eu acabei de chegar na vila.

Respiro fundo e coço a nuca enquanto penso nas palavras exatas que devo expressar. Expiro e dou meio passo para frente. Não tem muito o que eu possa fazer agora a não ser explicar o que eu vi.

-Hinata, Tenten e eu fomos até o País do Chá recolher informações a respeito de uma lenda que incomodou o Hokage. Enquanto isso, um time formado por Kiba, Chouji e Iruka-Sensei investigaram o País da Lua Crescente e outro time investigou o País da Água para tentar entender o que está acontecendo nas vilas vizinhas.

-Como assim? O que está acontecendo? – Naruto, como sempre, está com pressa e não me deixa terminar de falar. Eu poderia esperar alguma coisa diferente vinda dele?

-Mortes. – Tenten se adiantou e tentou me ajudar. Agradeço internamente pela intervenção. – Várias pessoas têm morrido sem motivo aparente e sem que nenhum suspeito apareça. Quase como se tivessem sido mortas por fantasmas. – Ela se calou e eu senti que era o momento de prosseguir, mas Rock Lee se adiantou com sua suposição.

-Normalmente isso seria obra de algum shinobi assassino. Alguma vila é suspeita?

-Normalmente o problema seria esse mesmo. – Decidi que era melhor adiantar a conversa. – Mas nós investigamos e chegamos à conclusão de que se trata de algo diferente. Algumas histórias têm circulado entre os shinobis e nós tivemos alguns problemas tratando essas informações, o que fez com que Kakashi-sensei nos enviasse para tantos lugares de uma só vez para coletar informações. Após reuni-las eu cheguei a uma história em comum, a que parecia se repetir em todos os lugares que passamos: Supostamente um demônio estaria matando pessoas no litoral do País das Almas. Era uma história confusa e sem sentido, até que nós chegamos ao País em questão. Eu não estava esperando muita coisa, mas quando chegamos lá... – Fiz sinal para que Tenten me substituísse. Ela continuou falando com eles enquanto eu dava um passo para trás, exausto por falar tanto de uma só vez.

Sem contar que só de lembrar do quadro que vi eu me sentia enjoado. Nós estávamos fazendo nossa incursão no país das almas e tivemos de invadir o pântano onde supostamente algumas pessoas entraram e não voltaram mais. Os ataques naquela região tinham aumentado e os moradores estavam com tanto medo da área que alguns abandonaram suas casas e mudaram para longe do litoral. O lugar em si ficava bem no meio de uma área entre montanhas, isolada do restante da civilização, mas que tinha frutos bastante raros e plantas medicinais que só crescem nesse tipo de região montanhosa. Ou seja, uma área perfeita para pequenos “caçadores” que ganham a vida vendendo esse tipo de material. Esses foram os primeiros a sumir. Em seguida, shinobis de vilas menores, contratados para ver o que acontecia, supostamente entraram na região e não voltaram. Até onde eu sabia os moradores falaram com o senhor feudal, mas ele não quis gastar dinheiro contratando shinobis de outras vilas e não quis pedir ajuda também. Resumindo: A situação estava ficando fora de controle e todo mundo só parecia preocupado em tentar fingir que o problema não era tão grande assim.

E foi para o meio do caos que eu e Tenten fomos. Uma região presa entre quatro montanhas, um pequeno vale escuro mesmo durante o dia, com matagal alto e solo lamacento. Alguns sapos saltavam entre os pequenos espaços por onde podíamos andar. O lugar estava cheio de árvores altas e de copas coloridas, mas a impressão era de que apenas plantas venenosas cresciam por ali. Eu não conseguia imaginar onde estariam os frutos raros e presumi que vinham de algumas árvores com frutas do tamanho de jabuticabas que pendiam de uma a cada vinte ou trinta árvores.

O som de animais silvestres era o único familiar por ali. De resto, nós podíamos escutar uma cobra rastejando vez ou outra, mas a minha sensação de que seres humanos estavam próximos não ia embora. Eu sabia que alguém poderia ter passado por ali porque encontrei alguns rastros fracos, mas eram tão velhos que podiam ser de qualquer pessoa que já tivesse ido embora. O fedor que eu sentia adentrar minhas narinas poderia ser de qualquer animal morto, mas era minha única pista. Tenten se mantinha alguns metros atrás, distraída, procurando pistas menores entre as plantas. Eu me adiantei um pouco mais e segui o cheiro.

Não demorei para encontrar. Estava logo ali, na minha frente. E eu desejei, assim que vi, que não tivesse encontrado.

Mais de vinte pessoas estavam amontoadas em um buraco sujo. Vinte e poucos homens e mulheres mortos, provavelmente há vários dias, apodrecendo juntos em um buraco na terra. 


Notas Finais


N. do A.
Pessoal, chegamos ao fim do primeiro capítulo. Espero que tenham gostado. Não sei qual será a regularidade das postagens (principalmente porque eu gosto de fazer o capítulo com cuidado e isso gasta mais tempo), mas prometo que vou me esforçar para continuar a história.
Para aqueles que gostaram, peço que adicionem a história aos favoritos pra saber quando um capítulo é postado (além de ajudar a minha auto-estima). Também gostaria que todo mundo que leu deixe um comentário, dizendo o que mais gostou e o que menos gostou, para eu poder melhorar o estilo de escrita.
Até a próxima semana!
UzumakiLucas


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