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História Aqui é a Colômbia - Imagine Chanyeol - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que vocês gostem :(
Eu fiz essa fanfic porque eu lembrei do filme da Colombiana, e não vai ser igual ao filme dela. Mas...umas partes vão ser semelhantes a algumas partes do filme, okay?

Ficou meio confusos, mas vocês vão entender depois.

Então, fiquem com a leitura e espero que gostem.

Capítulo 1 - 1. Mão armada


Fanfic / Fanfiction Aqui é a Colômbia - Imagine Chanyeol - Capítulo 1 - 1. Mão armada

Colômbia / Medellín

07:32 AM

Author -

O homem socava o rosto do garoto sem pudor, não ligava para o sangue inocente que tirava do rapaz, simplesmente o batia com brutalidade e um sorriso sádico nos lábios. Era assim que Alerrando tratava as pessoas que não faziam o que ele queria, as torturava com socos, chutes, armas e Etc. Era uns piores que os outros. 

Alerrando cessou os golpes, sorrindo e balançando sua mão, que respingou gotas de sangue no chão. O garoto por outro lado, jogou sua cabeça sentindo aquela dor em todo o seu rosto e corpo, seu físico estava maltratado.

— Agora me diga, Rapaz. Onde está a Família Martínez? É a sua última chance.— Apoiou suas mãos nos braços da cadeira em que o garoto se encontrava amarrado. O mais novo olhou bem para o rosto de Alerrando e então cuspiu na sua face. 

— Vai pro inferno!— Gritou. Alerrandro soltou uma risada, ficando com a postura reta, um dos seus capangas se aproximou lhe entregando um pano e uma arma. O homem passou o pano em seu rosto, limpando a saliva do rapaz que até então não tinha abrido a boca para dar-lhe informções sobre a família Martínez.— Se você os acha-los e machuca-los, correrá um grande perigo depois, Alerrandro. 

— Ah, É? E por que? Você vai reercarnar e me matar? — Gargalhou alto, o garoto cuspiu Sangue no chão sem tirar suas órbitas de ódio de Alerrandro.

— Se Yako ficar sabendo que você está indo atrás da família dela, ela vai voltar como o próprio diabo.— Negou com a cabeça levemente, sorrindo sem sentir medo do traficante mais perigoso.— Ela não é uma pessoa que se brinca.

— Me diga, quem é está...Yako?— Analisou sua Calibre 38 em suas mãos, vendo beleza em sua matadora.

— Você descobrirá quando estiver de baixo do pé dela, — Deu uma pausa, inclinando o seu corpo com dificuldade.— Alerrandro.

Alerrandro não deixou de demonstrar sua expressão de confusão, ele queria saber de quem o garoto se tratava naquele instante, pra depois ir atrás e fazer o mesmo que quer fazer com a Família Martínez. O homem limpou sua arma, e apontou diretamente na cabeça do garoto, que riu alto e exagerado, mostrando que não tinha medo da morte.

— Eres un hombre muerto.— Proferiu, e enfim Alerrando apertou o gatilho, estourando a cabeça do rapaz. Seu corpo caiu junto com a cadeira, e o uma poça de sangue se formou de baixo de sua nuca. Alerrando saiu da sala de tortura e no corredor, andando diretamente até a porta de saída, Exclamou de cara fechada para seus capangas: 

— Procurem sobre essa tal de Yako.


EUA / Atlanta

09:35 AM

YaKo Martínez

 — Obrigada, tenha um Bom dia!— Sorrio para mais um cliente incoveniente naquela manhã. Ah, eu não estava mais aguentando trabalhar naquela conveniência chata com clientes chatos. Ah, eu só queria ligar pra minha Mamá e saber como está tudo lá.— Ah, meu deus!— Tiro o meu boné azul.

Escuto o Sininho da porta, Suspiro e fecho os olhos já esperando um Homem gordo que dirige um caminhão, tarado e que quer uma garrafa inteira de Conhaque . Eu sempre lido com um desses, e não estou exagerando, quase sempre eu tenho que aguentar as cantadas velhas desses caras nojentos. Giro o meu corpo com o olhar um pouco baixo, passo a mão no meu uniforme tirando alguns pelos. 

— Olá, no que posso aju-- 

— Não quero nada de você, ainda.— Ergui minha cabeça feliz ao escutar aquela voz, a Loira me lança um sorriso e eu retribuo.

— LE! — Dou meia volta no balcão, abraço a mulher.— O que faz aqui? Pensei que estivesse em Miami.— Ditei animada. Desfiz o Abraço e ela jogou uma mecha de seu cabelo para o lado. 

— Eu sei! Eu falei que ia ficar três anos lá mas, é ruim quando minha melhor amiga não está comigo.— Fez um biquinho nos lábios. Gargalho.

— Você é incrível!— Selei sua bochecha.— Mas como sabia que eu estava aqui?— Botei as mãos na cintura.

— Um passarinho azul me contou.— Sorriu ladino, até imagino que pode ter sido.

— Fala sério! A Hani nunca fica calada.— Rimos.— Você sabe que não pode ficar aqui por muito tempo, né? O meu expediente el-- A mesma me corta.

— Eu espero, não ligo se demorar muito.— Fez uma careta, segurando minhas mãos. Sorrio meiga.

— Posso saber por que você não está trabalhando, Mocinha?— Me viro. Senhora Megan vinha na minha direção com seus olhos estreitados, rio me soltando das mãos da minha melhor amiga.— Quem é essa? Amiga?— Assenti percendo que estava entre as duas. 

— Senhora Megan, essa é a LE, a minha melhor amiga. E LE, essa é a Senhora Megan, minha segunda mãe.— Abraço a mais velha que fez um carinho no meu cabelo. 

— É um prazer em te conhecer, Megan.— Se curvou. Ela saiu da Coréia, mas a Coréia não saiu dela.— Desculpa, ainda não me sinto adaptada aqui nos Estados Unidos. 

— Tudo bem, Querida. E o Prazer é todo meu, Uh?! Agora, vai trabalhar que estou vendo mais clientes vindo.— Apontou pra fora do estabelecimento, rolei os olhos com tédio e ela apertou a ponta do meu nariz.— Pare de ser rabugenta, menina. Eu que sou a velha aqu.— Ouço uma risada de LE que fez um High Five com a mulher do meu lado.

— Muito engraçado, Aham.— Dou a volta no balcão, boto o meu boné e espero mais clientes entrarem. LE se sentou na cadeira que tinha no canto da porta, assim eu poderia vê-la bem. 

Dois homens entraram, eles começaram a olhar tudo e eu fiquei meio confusa com aqueles rodeios pelas prateleiras. 

Tive a sensação de que alguém me chamava, olhei LE de canto de olho e a mulher aparentava estar desesperada, ela apontou para um dos homens que estava de boné e jaqueta, segui o seu dedo e medi o homem disfarçadamente. Arregalei os olhos um pouco ao visualizar uma pistola na sua cintura, o revólver estava mal escondido, que bom que eu estava ciente do que aconteceria ali.

— Posso saber o que os dois cavalheiros querem?— O de boné me olhou por cima dos ombros, ele se virou e chegou bem perto do balcão, apoiando suas mãos.— Hm?

— Gostei do cabelo.— Apontou para os meus fios azulados, soltei o ar pelo nariz e forcei um sorriso envergonhado.— Que foi, gatinha? — Fiquei séria tirando o boné e o jogando no chão. 

— E eu gostei da Pistola, otário.— Ele arregalou os olhos, e antes que pudesse fazer alguma coisa, dei impulso pulando por cima do balcão e dando um chute em seus peitos, fazendo-o cambalear pra trás. 

Corri em sua direção escutando disparos, provavelmente o seu colega de trabalho é iniciante e não soube como reagir. Patético! Agachei e lhe dei uma rasteira, suas costas se chocaram com o chão gélido. Pude ouvir estalos.  Ele tentou me derrubar com os pés, porém não conseguiu pois pulei. 

Ele ficou de pé e então fez uma pose de luta, ri passando a língua nos lábios, estralei os meus dedos e o pescoço. Em uma tentativa falha de me socar no rosto, acabou deslocando o seu braço, revirei os olhos escutando o seu gemido de dor. Agarrei o braço que ele tinha deslocado dando uma joelhada no seu cotovelo, vi um volume e ficou nítido que tinha quebrado. Segurei seus cabelos da nuca e taquei sua cabeça em uma das prateleiras, ele desmaiou e seu corpo deslizou no chão. 

Encarei o seu amigo, ele aparentava estar com medo, olhava o seu amigo desacordado com os olhos quase saltando pra fora. Até sua mão tremia.

Ele apontou a arma pra mim e em um movimento rápido, desviei da bala e chutei sua mão, seu revólver foi parar nos ares, aproveitei aquela oportunidade para desferir um soco no seu maxilar e outro na sua barriga. 

Avistei LE lá fora, ela conversava eufórica com alguns policiais, enquanto apontava para cá. Eles pareceram entender e então vieram correndo.

Meu corpo foi empurrado com agressividade, minha cabeça bateu com tudo no chão, abri meus olhos recuperando os sentidos. O homem vinha em minha direção, quando ele chegou mais perto, fiz uma ponte e botei toda a minha força nos meus pés, levantando e dando uma cotovelada no seu pescoço, e em seguida um chute giratório no seu rosto. 

Soltei um suspiro de alívio depois de ver os dois apagados no chão, me sentei  e abaixei a cabeça. Escutei os passos dos policiais, eles ficaram estáticos ali, analisando o lugar pasmos. LE se abaixou e me Abraçou de lado, respirei fundo deitando minha cabeça no seu ombro. 

— Você está bem? — Indagou preocupada. Senhora Megan apareceu e botou a mão na cabeça desacreditada com o que via.

— Acho que estou...





Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro. E ah, se você gostou e está ansiosa/o para o próximo capítulo, não se preocupe. Tem dias específicos para essa Fanfic, os capítulo dela, e será nas Terças e Quintas, okay?

Beijos, amo vocês e perdoa qualquer erro da Tia aqui ❤️😰


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