História Aqui não, Jungkook! - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Jeonjikookmin, Jikookandchill, Jimin!bottom, Jungkook!top
Visualizações 553
Palavras 2.420
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiieee, Voltei com uma onesinha cheirosa e pequena...

Minha criatividade estava no limite, gente, mas espero que gostem.

Beijinhos ❤️❤️❤️❤️

Boa leitura ❤️

Capítulo 1 - Mas não tem ninguém, hyung!


Fanfic / Fanfiction Aqui não, Jungkook! - Capítulo 1 - Mas não tem ninguém, hyung!


— Kookie, aqui não! — Jimin disse manhoso  com os beijos molhados e apertões em sua cintura.


— Por que não, hyung? Você não quer? — Jungkook disse rouco no ouvido do garoto pressionando seu membro semi ereto nas nádegas fartas do Park.


— Q-quero, mas a gente não está num lugar tão favorável assim para i-sso.. — Jimin disse de olhos fechados e suspirando.


E realmente o Park falava a verdade, já que um hospício abandonado e desativado não era a melhor opção para se ter uma transa no meio da noite.


— E daí? Não tem ninguém aqui mesmo. A gente podia aproveitar… — Jungkook disse sujestivo.


— Não! Vamos terminar isso aqui e aí a gente vai para casa e faz o que você quiser. — Jimin disse se soltando dos braços do mais novo e voltando a escrever nos muros coisas como críticas à sociedade ou apenas letras mesmo.


— Aah, hyung! Qual é? Eu não quero ir para casa, eu quero fazer aqui. Pensa, esse lugar é perfeito para entrar na nossa listinha de “Lugares estranhos que já transamos”. — Disse Jungkook massageando seu pênis por cima da calça. — Esse hospício pode se classificar direto em segundo lugar.


Jimin ao ouvir aquilo, se virou e o encarou incrédulo.


— E qual seria o primeiro lugar? Por que se esse não for…


— Oras! O primeiro com certeza é a casa da sua avó! — Jungkook disse óbvio.


— Jungkook! Por que? O que tem de errado em transar na casa da minha avó? — Jimin disse rindo um pouco, mas ainda continuava incrédulo.


— Jimin, pensa, nós transamos na casa da sua avó! Dois velhinhos na área sentandos enquanto sentiam o vento bater no rosto, enquanto nós estávamos no andar de cima fodendo loucamente, e depois que a gente desceu e fomos comer alguma coisa, sua avó ainda perguntou: “ Querido, o que vocês estavam fazendo lá em cima, eu ouvi uns barulhos. “ Ela ao menos sabia que a gente namorava, e você respondeu que nós estávamos jogando video game no celular… Foi ou não foi o lugar mais bizarro? — Jungkook disse vendo o namorado revirar os olhos e voltar sua atenção à parede -agora- totalmente cheia de rabiscos e escritas sem sentido em algumas partes.


Os garotos Park e Jeon, respectivamente de 20 e 18 anos namoravam há alguns meses. O primeiro cursava faculdade de letras, e o segundo estava terminando seu ensino médio, e sua faculdade dos sonhos era Artes ou Fotografia.  Gostavam de passar o tempo juntos, se amando, tirando fotos, brincando e sendo eles mesmos.


Mas… de onde surgiu essa ideia de sair por aí pixando os muros de lugares abandonados de Seul?


Bom, isso começou apenas com pequenos desenhos, rabiscos e letras desenhadas nas paredes do quarto do mais novo, e algumas frases escritas pelo quarto do maior eram tão boas que Jimin disse que precisavam fazer isso: mostrar ao governo do país sua insatisfação com algumas coisas, como a parte da homofobia no lugar ser extremamente presente. E Apesar de as famílias não se importarem com isso de quem eles namorariam, ainda sim sentiam o preconceito nas ruas da cidade por exemplo, e isso afetava-os.  


Entãor, iam por aí no meio da noite, à procura de muros e paredes em branco para que pudessem estravazar seus sentimentos, isso era mais que essencial para eles.


— Jungkook, e você está duro assim por quê? Eu nem ao menos provoquei você. — Jimin disse rindo internamente. Sinceramente, aquela "criança" só o metia em maus bocados, mas isso era bom, aquela adrenalina que sentiam juntos... Ah! Era muito bom!


— Park, Park, Park… você não vê? — Jungkook perguntou novamente como se fosse óbvio.


— Vê o que? — O mais velho perguntou sem olhar para o mais alto.


— Que você é a personificação da provação e tentação juntos? Só basta você estalar os dedos que eu estou aos seus pés!


Jimin ouvindo aquilo sorriu. Mesmo que ele soubesse que o Jeon fosse um baita de um tarado e louco, ainda assim, se sentia feliz em saber que ele ficava aos seus pés com um simples gesto.


— Vamos "brincar"? Só um pouquinho? Eu prometo que vai ser rápido. — Pediu o mais alto fazendo bico. Jimin ao virar e ver a cena não aguentou, mordeu o biquinho do garoto e depois beijou sua bochecha.


— Se você me ajudar a achar outra parede e começar a pintar também eu brinco. Mas só se você me ajudar, não é pra achar a parede e ficar me olhando enquanto eu pinto. — Disse o Park tentando soar ameaçador.


— Você fica lindo assim todo bravinho. — Mais um revirar de olhos da parte do mais velho que saiu puxando o namorado para outro lugar. — Vem logo, e pegue aqueles sprays por favor.


Decidiram ir para um canto menos iluminado ainda dentro do local. Já tinham pulado o muro mesmo então iriam aproveitar. Jungkook pegou a lanterna e a mochila com as tintas e sprays, e seguiu Jimin.


O lugar estava totalmente abandonado, e pelo visto não eram só os garotos que andaram vandalizando por ali, outros já haviam deixado suas marcas no hospício. Quando julgaram um lugar apropriado, se alojaram ali e ficaram.


— Kookie, o que eu escrevo aqui? — Jimin perguntou pensativo olhando fixamente para a parede. Jungkook por sua vez não o respondeu, pois estava ocupado de mais escrevendo algo no muro. — Kookie, você está me ouvindo? — Perguntou o menor voltando sua atenção para o namorado.


— O que acha? — Questionou o Jeon esperançoso. Jimin pegou a lanterna e iluminou melhor a parte onde Jungkook escrevia, vendo uma certa declaração de amor. O mais novo havia escrito “pjm jjk” e em volta disso desenhada um coração. — Gostou? — o mais alto perguntou sorrindo olhando para o namorado, vendo-o sorrir também e o abraçar.


— Que fofo, amor! Eu adorei! — Se beijaram e quando o ar faltou, deram um beijinho de esquimó. — Sua ereção já abaixou? — Perguntou Jimin rindo do namorado que suspirou e disse


— Bem que eu queria que já estivesse abaixado, mas você não deixa.


— Mas eu estou fazendo nada! — Jimin disse se separando do mais alto e voltando à parede.


— Mas você não precisa fazer, é que minha mente é muito fértil, e essa sua calça não está favorecendo a minha situação em nada. — Jungkook disse chegando mais perto do namorado o abraçando por trás, apertando a cintura do loirinho novamente.


— Jeonggukie… não faz isso. Você sabe que eu não resisto. — Jimin gemeu, sentindo os beijos molhados em seu pescoço mais uma vez na noite, e o aperto em suas curvas.


— Mas eu não quero que você resista, bebê. Estamos sozinhos, hum. Se entregue para mim. — O mais alto provocava Jimin vendo sua pele arrepiar.


—M-mas, amor… e-esse lugar não é tão apropriado assim… é meio broxante. — O menor relutava para não fazerem aquilo alí, mas as provocações do outro estavam o deixando louco.


— Mas é menos do que a casa da sua avó. — Disse o mais alto. — Só um pouquinho, Jiminnie. Eu prometo que vai ser gostoso e rápido, você não precisa nem se desconcentrar do que você está fazendo. Pode ser? — Sugeriu o mais alto.


— O-okay. — Jimin concordou.


— Ótimo, então pode voltar ao que fazia, meu amor, eu não vou te atrapalhar.


Jimin queria ter resistido, ter dito a Jungkook que não iriam transar alí, pois não o tinha ajudado a pintar as paredes, mas as provocações foram tão boas, o modo como ele pressionava o membro ereto em suas nádegas enquanto sussurrava aquelas palavras de uma maneira rouca em seu ouvido, e aquelas mãos grandes lhe apertando. Ah! Não deu! Aquilo era melhor do que resistir.


Jungkook se pôs de joelhos e ficou cara a cara com as nádegas fartas dentro da calça preta colada de Jimin. Não se aguentou e as apertou, ouvindo o arfar de Jimin.


— Se concentre na parede, Chim.


E Jimin fez, ou melhor, tentou. Começou a desenhar qualquer coisa, e escrever várias outras.


Jungkook sorriu com aquilo e voltou a apertar as nádegas por cima da calça. Mas, ainda não estava bom. Desabotoou a peça e a abaixou um pouco, aliviando um levemente o aperto em seu membro, e fez o mesmo com a calça do namorado, porém, dessa vez, levando a cueca junto, revelando a pele branquinha e arrepiada do mais velho.


Jungkook desceu a peça de roupa até os pés do garoto, e passou suas mãos por toda a extensão das pernas e bunda do mesmo.


— Você é tão lindo, amor. Tão gostoso! E tão meu. — Jungkook disse fazendo sua respiração bater na pele do outro e abrindo as nádegas, dando uma ampla visão da entradinha rosada e apertada do mesmo. Jungkook pôs a língua para fora lambendo o local, vendo Jimin se contorcer e gemer o nome do namorado bem alto.


— Ooh, Ggukie!


Aquilo foi como um gatilho puxado para que Jungkook continuasse com a carícia. Lambeu com mais afinco e chupou o cuzinho do Park, vendo-o gemer cada vez mais. O Jeon dava lambidinhas rápidas e precisas, fazendo o menor ir à loucura. Por isso, o maior passou a penetrá-lo com o músculo molhado e quente, sentindo as paredes internas do loirinho o apertar e o mesmo rebolar em sua boca, procurando por mais.


Nessa hora, o spray já não estava mais nas mãos do Park, pois agora o que ele segurava eram os fios negros do Jeon. Jimin forçava Jungkook a ir mais fundo e rápido rebolando na língua alheia e empurrando sua cabeça ainda mais para frente, para que seu músculo entrasse mais e melhor em si.


— M-mais, Junggukie! Mais! — Assim gemia Jimin, e Jungkook por sua vez obedeceu ao namorado, colocando dois de seus dedos longos no interior do menino, vendo-o suspirar e apertar suas unhas na palma de suas mãos, largando o cabelo alheio. Jeon continuou com as estocadas, ouvindo o barulho característico ser ecoado no recinto.


— Ah! V-vai logo, K-kookie! Me t-tome! — não bastou mais palavras e Jungkook tirou os dedos de dentro do outro os chupando e abaixando sua calça junto com sua cueca e masturbando lentamente seu pênis.


— O que você quer, Jiminnie? — Jungkook perguntou provocando o mais baixo.


— Eu quero você, Kookie. Me fode.


E não bastou mais palavras. O Jeon já estava penetrando o menino vagarosamente, somente para o ter ainda mais manhoso em seus braços.


— Oh! Como você é apertadinho, meu amor. — O mais alto gemeu bem perto da orelha do mais velho, vendo-o se contorcer e rebolar pedindo por mais; e o Jeon obedeceu. Estocou mais forte e fundo, ouvindo o barulho característico das peles se chocando, e os gemidos hora finos hora grossos e roucos de Jimin e Jungkook saírem pelos lábios bonitos.


Jungkook metia forte, mesmo estando em uma posição desfavorável, ainda assim penetrava com força, segurando na cintura do Park e a empurrando para trás, enquanto investia para frente com o quadril, e via Jimin delirar.


— E-está gost-toso, Hyung? — Perguntou o mais novo de um jeito safado enquanto ia rápido.


— S-sim! Ooh, J-Jeon! Você é t-tão bom!! Aah! — Assim Jimin gemia descontroladamente. Realmente, o mais baixo não sabia gemer de forma baixa, e nem tinha como quando seu namorado Jeon super gostoso Jungkook estava fazendo um trabalho tão bom e tão gostoso em si, arregaçando seu cuzinho e gemendo rouco em seu ouvido.


— M-maiiis! Ohh, Gguk! Mais forte! — E o mais novo fez. Meteu com mais força ainda no interior quente e molhado do namorado, se apoiando na parede e estocando sem dó alguma.


— Gostoso! — E um tapa foi dado na nádega direita do Park, e esse gemeu e rebolou à procura de mais. — Quer apanhar mais, neném? — Urgh! Jungkook era mesmo um provocador.


— V-vai se f-foder, Jungkook! — E o citado riu, mordendo o pescoço do amante e indo ainda mais fundo, porém devagar.


— Ooh! Ohh! Kookieeee! Aí! Acerta aí de novo! Humm! — Jimin gemeu ainda mais alto quando o de cabelos pretos acertou sua próstata de uma forma tão gostosa e precisa. E Jungkook fez, saiu lento e entrou forte e fundo, tendo o pontinho do garoto pressionando seu pau.


— C-caralho, hyung! — o Jeon disse isso e ergueu uma das pernas do mais velho, tendo este com a cabeça virada do lado direito apoiada na parede branca e - que agora continha rabiscos e escritas - espalmando suas mãozinhas na bunda malhada do mais alto, ficando ainda mais empinado para o maior, apertou ali e penetrou um dedo dentro do interior do outro. — Aah! Você não presta! — Jungkook sorriu e meteu novamente rápido e forte. A única luz que iluminava o local era a lanterna que havia pouca bateria, e aquilo só deixava tudo mais gostoso e errado.


— Quanto mais fundo eu for, mais seus dedinhos entram em mim, hyung! Oh! Você é uma perdição. — Jungkook comentou dando mais tapas na bunda grande e gostosa do loirinho.


— F-fica quietinho, Kookie. Eu é quem fala aqui!


Ah, para aqueles dois não havia limites, e muito menos cara de pau, já que Jimin enquanto tinha uma mão dentro do mais novo, com a outra se masturbava rápido, sentindo seu orgasmo próximo.


— E-eeu estou v-vindo, Ggukie! Aah! —  Jungkook não tinha estruturas para aqueles gemidos tão altos e manhosos. Não viu mais nada em sua frente e apenas despejou toda sua força nas estocadas. É, provavelmente Jimin não andaria no dia seguinte.


— Então vem, amor. Goza para mim, hum.


E não foi preciso pedir duas vezes. Jimin veio em um grito alto chamando pelo namorado, enquanto rebolava no pau alheio e sentia os espasmos percorrerem seu corpo. Sentiu seu prazer escorrer por seus dedos e perna, indo direto ao chão.


Sua entradinha contraiu involuntariamente com o orgasmo, e seu dedo se contorceu igualmente ao seu corpo, fazendo Jungkook gozar e derramar seu prazer dentro do mais baixo num gemido alto, rouco e excitante.


Ainda dentro de Jimin, Jungkook sorriu e beijou sua bochecha, logo após dando início a um ósculo cheio de sentimentos e emoções. Porém foram cortados por uma luz mais forte do que a lanterna deles batendo em seus rostos, e a silhueta de uma pessoa baixinha e gordinha que usava uma farda se fazerem presente no local além do garotos.


— Ei! O que fazem aqui?




É… parece que não tinha ninguém mesmo.



Notas Finais


Foi isso pessoal, espero que tenham gostado ❤️❤️

Para quem não entendeu a frase grifada, é o seguinte: não e ninguém se anulam, dando sentido positivo à frase, ou seja, tinha sim alguém no local. Deu para entender? Se sim, que bom, se não, deixem nos comentários.

Deem uma olhadinha nas minhas outras histórias também. ❤️

Betagem: ParEunSoo
Design: Lewyo

💟💟💟 Obg por lerem!


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