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História Aranha vermelha - Capítulo 5


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Notas do Autor


Eu tive que editar umas coisa no capítulo anterior pra poder encaixar melhor com esse então eu recomendo a quem já está acompanhado a dar uma olhada lá se possível.
Como está descrito na classificação esse história é +18 e essa capítulo tem umas coisas pesadas e claramente erradas, então quem tiver gatilhos já está avisado.

Capítulo 5 - Pequeno


Fanfic / Fanfiction Aranha vermelha - Capítulo 5 - Pequeno

~Flashback~

Eu estava num quarto muito luxuoso e grande, totalmente nua, havia um homem alto na cama, ele me convidava a vir. Eu era bem pequena, estava muito chorosa, ele disse pra mim falar a boca ou me matava. Parei de chorar na hora. Eu sabia que o algo terrível ia acontecer naquele instante mas não estava preparada, na verdade eu nunca estive preparada sequer pra ser levada até aquele inferno.

- Você é tão bonita dihehehe. Disse ele de uma forma maliciosa e nojenta. Tudo nele era nojento e me dava vontade de vomitar. Mas eu sabia que não podia, caso contrário eu levaria um castigo ou até morreria. Aquele sofrimento era muito pior que qualquer humilhação que eu já tinha passado. Naquela tarde eu perdi todo o resquício de inocência infantil que tinha sendo uma garota de 10 anos, naquele dia eu aprendi que eu não valia nada perante eles. Eu perdi meus sonhos, minhas perspectivas, minha liberdade de ser eu e por fim minha vontade de viver.

~ Fim do Flashback~

Senti que estava quase pra chorar enquanto andava.

- Rose, você está bem? Era Robin, olhando pra mim.

- Você começou a usar frio e lacrimejar de repente. Disse Usop.

- Tudo bem sim, é que eu só me lembrei de umas coisas... Vamos logo. Respondi ajeitando a saia e subindo a ponte. Talvez fosse a presença da CP-0 que tenha me trazido essa lembrança tão amarga. Sai dos meus pensamentos com o som dos ataques dos peixes lutadores e a discussão do Usop, César e Law sobre aquelas criaturas atacando a ponte. Devido às circunstâncias tiramos as algemas do cientista que logo começou a reclamar.

- E pensar que uma mente prodigiosa e científica como a minha iria fazer um trabalho de peão. GASTILLE!! 

- Nossa ele é forte! Só podia ser alguém com a recompensa de 300 milhões.

- vamos! Disse Law correndo.

- Dá pra explicar por quê você não está lutando? 

- Usar meus poderes acaba com minha energia. Eles vão ser melhor usados quando estivermos voltando. Entendeu? 

Ao ouvir aquelas palavras dele eu senti certo medo dentro de mim. Senti medo pelo que pudesse vir a acontecer ao Law. Eu sei que ele é forte, mas eu tenho um mal pressentimento sobre isso. Achava mesmo que o plano consistia em deixar que Kaido matasse a Joker. Porém suas atitudes me fazem acreditar que ele vai enfrenta-lo pessoalmente. 

A Ponte havia desabado e ainda havia mais peixes lutadores atacando até que um deles parecia ter parado. 

- Pegamos um grande! Hoje temos um dia bom.

- Que vozes são essas?

- Moradores da ilha ?

- Você não disse que não era habitada...

- Estranho... Não havia conseguido outra palavra para descrever aquela situação. 

Depois de um tempo parados ali, fizemos César nos transportar como um balão. De encontro com a praia havia uma floresta linda com plantas grandes e flores estranhas. O rastro do peixe acabava ali. Mas não era a única coisa ali naquele lugar. Ussop avistou um navio de guerra da marinha. 

- É só uma questão de tempo até que a marinha também venha.

César começou a fazer um escândalo horrível ao mesmo tempo em que Law ficava mais sério que o normal.

- Preciso de suas habilidades de atirador e de reconhecimento...

Dito isso eu, Robin e Ussop começamos a andar pelo local em busca de evidências de uma possível emboscada. Não demorou nada pra que nos desse achasse um grupo de marinheiros. Eles pareciam nos procurar e encontraram com um tal de Léo, que eu não via em lugar algum. Não sei como mas em questão de segundos eles perderam não do suas armas como também suas roupas. Robin criou um campo de mãos e tentou capturar um. 

-Robin o que é? 

- Conseguiu ?

- Parece que são ... anões!!

- É o que?  Senti um cheiro que estranho no lugar. Uma cortina de fumaça apareceu. Logo os dois adormeceram e eu senti algo me puxar. Quando olhei pra baixo eram realmente anões. Já fazia um longo tempo desde que não via um. O que eu conheci era meio idiota e era feito de besta facilmente. Mas esses parecem serem mais espertos. Eu até estava um pouco sonolenta.

- Pra onde estão nos levando? 

- Ela ainda está acordada, vamos dê mais flor anestésica.

- Vocês já perceberam que isso não funcionou? Disse debochada

- Sabe eu sou um diabo que não dorme. Quando falei isso alguns ficaram assustados e por uma reação eles acabaram jogando mais daquele gás na minha cara. 

- Nossa até que vocês são persistentes. Né digam vices trabalham pro Do.... dessa vez eu senti meus olhos pesados e a minha voz cansada. Acho que agora está fazendo efeito.



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