História Arcane Circle - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Personagens Originais
Tags Fanfic Interativa, Interativa
Visualizações 55
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, amigos!!
Sabem, depois de muito tempo sem escrever fanfics eu resolvi voltar, haha. Eu não sei quantas pessoas ainda se interessam por Fairy Tail, pois eu mesma dropei lá pelos GMG (depois eu li tudin, fiquem tranquilos)... Enfim, a verdade é que eu sempre quis fazer uma fanfic interativa, então cá estamos nós. (:
O objetivo desse prólogo é explicar um pouco como funciona a Arcane Circle e apresentar o seu "mestre". Sua leitura é importante, ok?
Okokkk, tenham uma boa leitura e nos vemos nas fichinhas lá em baixo!~

Obs.: A capa da fanfic não representa nenhuma personagem em específico e a arte é de MadeleineInk, deviantArt. A capa do capítulo, por outro lado, representa o mestre Itália e a arte é de Grafik, também deviantArt.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Arcane Circle - Capítulo 1 - Prólogo

As cédulas de Jewel corriam mecanicamente pelas mãos experientes do velho Itália. Separava por vezes uma nota ou duas num modesto monte à sua direita e atachava o restante aos papéis de missões já completadas pelos seus pupilos. Essa não era normalmente a forma como guildas tradicionais funcionavam, porém, soava-lhe justo reservar uma pequeníssima parcela para a manutenção da sede da Arcane Circle.

O local, que por sinal nunca esteve em boas condições desde que fora inaugurado, encontrava-se na fronteira da cidade de Onibus com Magnólia. Questionável de fato, uma portinhola de madeira em meio a um beco sem saída dava entrada para o porão matriz do grupo que então ganhava notoriedade nas conversas das ruas de Fiore.

Itália sabia o quanto era difícil para o cidadão comum entender uma guilda não oficial. Era custoso admitir, mas, embora ninguém os chamasse de guilda das trevas, a verdade era que eles não eram tão nobres quando uma Crime Sorcière. Seu objetivo inicial era ser apenas um lar provisório para magos solo, uma vez que poderia vir a ser complicado e exaustivo para eles conseguir trabalhos sem estarem associados a nada. Aquilo que parecia uma ideia genial à primeira vista, entretanto, obviamente atrairia também pessoas mal-intencionadas. E como era impossível controlar todas as missões escolhidas pelos seus membros, muitas tarefas maldosas foram realizadas sob o nome da Arcane Circle.

Sua sorte era que, com uma maioria de magos temporária, pouquíssimos eram aqueles reconhecidos pela população em geral. Esses, normalmente, apenas tinham problemas judiciais que os impediam de ingressar em guildas legais. “Os mais fiéis integrantes”, o velhinho pensava enquanto as marcas de idade em seu rosto se tornavam mais proeminentes junto ao seu sorriso gentil.

O conselho mágico nunca pareceu se importar muito com a sua existência. Porém, um fenômeno estranho vinha ocorrendo nos últimos tempos; fenômeno esse que podia ser observado pela mesma modesta pilha de dinheiro à sua direita... que já não era mais tão modesta assim. A fama que o grupo que havia montado estava ganhando acabou chamando tanta atenção de empregadores que guildas oficiais em si passaram a ter escassez de missões. Eles recebiam quase todas.

Itália, então, suspirou por dois motivos. Primeiramente porque sabia que os ganhos seriam mais que o suficiente para reformar aquele lugar — pintar as paredes descascadas, melhorar a iluminação fraca, comprar móveis além das mesinhas e cadeiras de madeira que eram praticamente os únicos objetos que se via no cômodo, quem sabe até montar um barzinho nos fundos! —, mas ele também tinha consciência de que era preocupante que as coisas continuassem de tal forma. Se o conselho passasse a persegui-los, esse poderia vir a ser o fim de seu tão árduo projeto.

Depois, suspirou também pois sabia que não estava sozinho.

— Não é de seu feitio ficar nas sombras, minha filha — disse com sua voz calma e envelhecida. A figura feminina terminou de descer as escadas de pedra em formato de leque e se fez visível. Ela sorria, mas seu sorriso não parecia tão bondoso quanto o do senhor de idade à sua frente.

— Isso é uma verdade. E é por isso que eu odeio esse lugar — ela respondeu prontamente, enrolando uma pequena mecha de seus cabelos cor de púrpura com o dedo indicador. — Mas infelizmente eu não posso ficar de olho em você e mostrar as caras ao mesmo tempo, seria estúpido — admitiu.

— Você me deixa deprimido quando fala assim — a face de Itália, então, contorceu-se em tristeza. Apesar de ser uma entre seus membros mais antigos, Yoga nunca havia deixado de ser desconfiada. — Bem, deixe-me lhe mostrar uma coisa em que venho trabalhando.

O senhor colocou as mãos por dentro do bolso de seu casaco marrom e retirou um papel um tanto amassado e dobrado várias vezes. Estendeu o objeto para a maga que lentamente se aproximou e o pegou. “Talvez”, ele pensava, “talvez se ela vir o que está ali...”.

Porém, não houve reação. Analítica, a moça fitava o papel desdobrado com uma seriedade incomum. Estava tão anormalmente quieta e pensativa que ele decidiu intervir.

— É a futura marca da guilda — ele disse e, de fato, era o que parecia. Um desenho de uma circunferência incompleta formando um labirinto em direção ao centro figurava na superfície da folha. — Digo, é ao menos um esboço. Eu sei que não sou o melhor desenhista do mundo — explicou entre risadinhas roucas. — Você sabe bem que o meu sonho era que vocês fossem... mais próximos.

Ainda séria, sua pupila devolveu o papel e o encarou nos olhos com uma de suas sobrancelhas arqueadas.

— Nós não precisamos disso — respondeu, finalmente, de maneira seca. — E considerando a enorme divergência de índole entre aqueles que usam esse bracelete, — sua mão delicada repousou na pulseira dourada, que até então era a marca registrada dos membros do círculo, fixada em seu antebraço direito — eu me pergunto: seria o seu sonho nos transformar em uma guilda das trevas?

Não! — o velho respondeu rispidamente para então o silêncio tomar conta do porão por alguns segundos. Fazer isso era a última coisa que queria! — É claro que não — completou com um tom de voz bem mais baixo.

— Então não perca seu tempo e rasgue isso — ela concluiu, virando-se e voltando para as escadas. — Você mais do que ninguém deveria saber que a Arcane Circle não é nem nunca será uma família.

Sozinho mais uma vez, Itália sabia, no fundo, ao menos dessa vez, que Yoga estava certa. Guardou o seu desenho no mesmo bolso de onde havia tirado e, aparentemente cabisbaixo, voltou a organizar as recompensas pelas missões de seus membros.


Notas Finais


Acho que faz mais de um ano que eu não escrevo nada? Hahah, eu espero sinceramente que eu não esteja tão enferrujada assim. x)
Bem, eu adicionei minha personagem Yoga apenas para dar mais dinâmica ao capítulo, pois fiquei com medo de ficar muito chato pra vocês. Ela é meio mandona, mas fiquem tranquilos que ninguém obedece ela de cabeça baixa não.

Enfimmm, o importante! O formulário para envio de fichas está nesse site: http://arcanecircle.zohosites.com
Caso vocês não queiram enviar a ficha por lá, eu resolvi aceitar por aqui, MP, Google Docs ou qualquer coisa. Só participem. ^^'
A ficha está nos comentários.

Caso tenham qualquer dúvida ou dicas pra me dar, podem falar nos comentários ou por MP. Conversem comigo! ;)


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