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História Arcanjo Renegado - KakaSaku - Capítulo 1


Escrita por: e lilith89


Notas do Autor


Olá pessoal...Primeira história que escrevo como amiga e parceira @lilith89 🥰❤️...
Espero que gostem e desejo uma boa leitura a todos...

Bjs 😘💋

Capítulo 1 - Marca do Passado...


Fanfic / Fanfiction Arcanjo Renegado - KakaSaku - Capítulo 1 - Marca do Passado...

Kakashi POV

Aqui estou mais uma vez sentado em cadeira olhando o do pôr do sol tomando Corona gelada, em propriedade que herdei do meu pai, “sinto tanta saudade daquele velho”. Refletido sobre as minhas decisões do passado fiz muita merda, a pior delas foi ter entrando para Forças Especiais.

REVIVENDO PASSADO

Entrei para Exército havia sido ótima ideia quando completei a idade mínima para me alistar nas Forças Armadas. Tiros, bombas, missões atrás missões, era tudo que desejava para suprir minha adrenalina e sede por aventura. Mesmo tendo pouca idade fui mandando para guerra no Afeganistão e Estados Unidos.

Mas as Forças Armadas é mundo de ilusão e logo realidade bate ,vi um a um dos meus amigos sendo abatido no campo de batalha e a vida se tornou um inferno na terra.

Aos meus vinte três anos passei a fazer parte das Forças Especiais, um Spiner. Tenente Haruno dá ordem ao pelotão, já estava na minha posição preparado para guerra, Yamato e Minato estavam na linha de frente,enquanto Gai, Obito e Asuma estavam no flanco direito. Já estávamos todos preparados quando Asuma cai sem vida no chão. Obito gritava e xingava começa atira contra soldados inimigos, lembro ter gritando o nome dele. Obito olhar em minha direção e sorrir, leva tiro na cabeça e seu corpo sem vida cai no chão. Tenente ordena para tropa recuar, não tivemos escolha.

Estou no canto afastado do alojamento com “Dog Tag” de Asuma e Obito nas mãos, perdi dois meus melhores amigos no mesmo dia, “juro que vou vingar os dois”, não percebo quando Tenente se aproxima toca meu ombro.

— Hatake! —olhei para trás Tenente Haruno. — Sei que não é nada fácil perder  companheiro em batalha. — Sentou do meu lado.

— Acabei de perder dois amigos. — aperto Dog Tag na mão. — Não pude fazer nada para ajuda-lo.

— Não se cobre tanto Hatake. Esse ódio que esta sentido não fara nada bem. — Tenente disse.

— Quero vingança. A única coisa que busco neste momento... VINGANÇA. — falo como ódio.

— Quero ser seu amigo, não só seu superior. Essa sede de vingança não te levara a lugar nenhum... Mas que pode acontecer é você perder a vida da mesma forma que seus amigos perderam. — ele se cala.

Ficamos um bom tempo sem trocar uma palavra, ficamos ali somente observando o céu estrelando e uma brisa leve soprava. Percebo que alguns soldados riam e conversam alto como se não tivesse perdido dois companheiros apoucas horas.

— Hatake! Você é casado? Ou te filhos? — voltei minha atenção para Tenente.

— Não! — disse seco. — E senhor Tenente? — pergunto.

—Sou viúvo... Mas tenho filha de onze anos. — tira da farda foto de garotinha de cabelos rosa e olhos verdes esmeraldas, sorridente fazendo posse para foto. — Essa é minha filha Sakura. Tudo que me restou depois que minha esposa faleceu. — pode ver triste seu olhar.

— Sinto muito Tenente. — falei  sincero.

— Sakura mora como os avós maternos, quanto eu estou neste inferno lutando para droga desse País. —  sorriu meio de lado. — Hatake me prometa uma coisa.

— O que seria Senhor? — pergunto.

— Se caso acontecer alguma coisa comigo. Promete que cuidara de minha Sakura! — fico surpreso. — Aqui dentro de todos a única pessoa que posso confiar minha filha é em você. Preciso saber se pode cumprir essa promessa? —ele pergunta.

— Eu prometo. — percebo que semblante serio mudou completamente. — Darei minha vida para protegê-la.

— Obrigado Hatake. — apertamos a mão em sinal de termos fechando promessa fizemos um ao outro.

Depois daquele dia Tenente Haruno e eu ficamos mais próximo, isso aos poucos foi despertando a inveja de alguns soldados. Nunca me importa como o julgamento dos outros. 

Lutei ao lado Tendente Haruno por três longos anos, mais já estava para surta depois de ver tanta barbaridade, vi coisa que meus olhos não acreditavam. Estava perto de fazer uma louca, pois não confiava em ninguém além da minha arma. A vida para soldado em campo de batalha é outra realidade, vir vários companheiros por não aguenta a pressão comente suicídio atirando na própria cabeça.

Antes que entre para estática resolvi pedir deserção da Força Armadas. Depois de servir a droga desse país por longo sete da minha vida, para piora muitos ainda me taxaram como renegado.

Depois de desertar exercito resolvi mora como meu pai pequena cidade Ligonier localizado estado norte-americano na Pensilvânia. Acha morando em fazenda minha vida voltaria ao normal, mas a vida de ex-combatentes nunca mais volta ser a mesma.

Adquiri estresse pós-traumático, quantas vezes acordo de madrugado suado após ter mais pesadelo dos combates que vive, paranoica esta sendo observando e isolei do mundo. Posso dizer melhores dias onde pouco de paz quando viver ao lado do meu pai por duas, onde acaba falecendo por complicações e teve parada cardíaca.

DIAS ATUAIS...

Pois dizer que minha única companhia durante esse anos foram animais da fazenda e do meu companheiro Dragon cachorro da raça American Bully como pelagem preta, sempre como minha arma no cós da calça, pois ao longo desses anos minha síndrome de pânico só piorou.

Resolvi entra em casa, pois estava armando maior temporal. Quando coloco os pés dentro de casa meu celular começa tocar, percebo que numero desconhecido. Sei que sempre me ligar de numero desconhecido.

— *Eagle eins! — (Águia um) falo em Alemão.

— *Hatake Adler zwei. Ich muss das Versprechen einhalten, das du vor ein paar Jahren gegeben hast... —(Hatake águia dois. Preciso que cumpra aquela prometa que fez alguns anos...) escuto atentamente o dizia Tenente Haruno.

— *Weiter! — (Prossiga!)

— *Danke... Ich muss schnell sein, aber ich brauche dich, um FLOR zu beschutzen, an einem sicheren Ort. Warten Sie drei Tage... Betreuung von Alphas. — (Obrigado...Preciso ser rápido, mas preciso que proteja FLOR leve lugar seguro. Espere por três dias... Cuidado com os Alfas)Tenente falar, logo escuto barulho de tiro e a ligação fica muda.

Depois daquela ligação Tenente deixa super preocupo, ainda mais depois das ultimas palavras “Cuidado com os Alfas”, isso deixo super intrigado, pois “Alfas” membros dos exércitos ou ex-combatentes. Preciso esta preparando se caso eles vieram até mim, pior ainda tenho essa garota para tomar conta.

Sakura POV

Posso dizer depois que meu pai volta da ultima guerra passei mora junto dele. Mas de tempo para cá seu comportamento mudou radicalmente, sempre desconfiando das pessoas e vive a espreita olhando pela janela movimento da rua. Sei isso são sintomas TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático), pois esse malatinge ex-combatentes de guerra.

Depois de mais um dia cansativo de trabalho chego em casa, meu pai esta parado na sala como uma arma .

— *Liebe macht ein Nickerchen wie ein Kleidungsstuck... — (Amor arruma cochila como algumas roupas...) meu pai falar Alemão, isso não e bom sinal.

— *Ja, papa... — (Sim papai) concordei.

Subo as escadas correndo em direção do meu quarto, pego mochila e coloco algumas roupas, itens de higiene pessoal e dinheiro. Reuno tudo volto para sala onde meu pai esperava no mesmo lugar.

— *Meine Liebe, das tut mir leid... Wisse, dass ich dich sehr liebe... — (Meu amor sinto muito por isso... Saiba que eu te amo muito...) não contive as lagrimas aquelas palavras era como despedida, como ser nunca fosse vê-lonovamente.

—* Ich liebe dich auch Papa auch. Vergiss niemals, dass ich dich immer lieben werde... — (Também te amo muito papai. Nunca esquece disso sempre vou te amar...) abracei meu pai tanta força queria sentir o seu perfume, guarda na minha memoria.

— *Tochter... Du musst zu dieser Adresse gehen, mein lieber Freund. Es wird dich vor allem beschutzen, keine Sorge, alles ist in Ordnung... Jetzt geh schnell! —( Filha... Precisa ir neste endereço grande amigo meu. Ele vai te protege de tudo, não se preocupe fica tudo bem... Agora vai logo!) meu pai beijo na testa.

Logo fiz o que tinha ordenando saio de casa em direção do meu carro, passo num posto de combustível e abasteço, pois seria uma viagem aproximadamente três horas de  Baltimore á Ligonier para endereço do amigo do meu pai. 

Durante todo o trajeto não deixei de pensar em tudo que meu pai ensinou durante esse tempo que passamos juntos. Nunca confiar em ninguém a não ser mim mesma, pois nunca se sabe quem pode ser seu inimigo poderá apunhala pela costas.

Depois de quase três horas chego pequena cidade Ligonier bem pacata. Parei em  venda para pode comprar algo para comer estou morrendo de fome. Logo pergunto comerciante onde fica esse endereço, super educado explica como chegar no tal endereço. Cerca de trinca quilometro de estrada de terra até chega a uma fazenda linda.

Quando estacionei meu carro, fiquei parada por alguns minutos contemplado a beleza daquele lugar incrível, resolvi ir em direção a porta da fazendo e toquei a campainha, logo alguém se aproxima e abri a porta, mas para minha surpresa sou recebida como arma apontada para minha cabeça, fiquei completamente sem a reação.

 

 


Notas Finais


Até próximo capítulo...

DogTag:
Uma chapa de identificação (por vezes designada dog tag, nome em inglês) é o nome informal para as plaquetas de identificação usadas por militares. Tais placas são usadas primariamente para a identificação de falecidos ou feridos e para serem providenciadas as informações médicas básicas para tratamento: numa chapa de identificação está contido o tipo sanguíneo.

❤️❤️❤️


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