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História Ardente - (TaeKook) - Capítulo 4


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Notas do Autor


músicas que combinem com os capítulos são mais fáceis de serem achadas do que eu imaginava :))

e gente, se vocês estão curtindo ou não sei, desgostando da história, por favor me dêem um sinal ;-; com um favorito apenas, já ajuda!

eu odeio ficar pedindo por isso, mas é o que dá engajamento e vontade para nós escritores continuarmos a escrever. então, por favor, tentem reconsiderar isto :/

se quiserem comentar tbm, eu sou super receptiva e aceito qualquer crítica construtiva tbm <33

mas enfim, bora pro capítulo!

Capítulo 4 - Quimera


Fanfic / Fanfiction Ardente - (TaeKook) - Capítulo 4 - Quimera

                                      Parte 4 — Quimera

Tudo isso não é uma coincidência

Apenas, apenas eu pude sentir isso

O mundo inteiro está diferente do que era ontem

Apenas, apenas com sua alegria

(...)

— Taehyung! – gritou, parecendo desesperado e aliviado ao mesmo tempo.

Jungkook estava um tanto confuso diante aquela situação. O Kim tremeu de nervoso, já que vinha mentindo para ele sobre a sua identidade, e agora Jimin estragaria tudo.

— Menino, o que foi que eu te avisei sobre não se afastar da vila? Eu quase morri de preocupação, a sua sorte é que o senhor Kim está muito ocupado hoje, e por isso não pôde ir te visitar agora, se não nós dois estaríamos enrascados.

— Pensei que o senhor Kim não se importasse com os eunucos do príncipe, — Jeongguk pronunciou, confuso com que o outro rapaz tinha dito antes.

O eunuco que agora considerava o seu salvador, parecia nervoso e ainda por algum motivo que ele não conseguia de fato entender. Por que um Rei tão ocupado e mesquinho iria se importar com um empregado dentre inúmeros outros que trabalham consigo no castelo?

Não faz sentido.

— Claro que ele não tá nem aí para a gente, mas como esse mocinho aqui é seu filho e o único herdeiro do reino, ele tem que se importar com ele – riu, parecendo caçoar da tal autoridade.

Mas aí…

Espera um minuto.

Príncipe?

— Você é o herdeiro do reino? – Jungkook exclamou, surpreso. Não acreditava naquilo, estava vendo uma das pessoas mais poderosas do país bem ali na sua frente.

 E esta mesma ainda queria o ajudar...

Ele se sentia zonzo, medianamente alucinado. Como se estivesse preso a um sonho e que nunca mais fosse acordar.

— Sim, ele é – o eunuco baixinho e um pouco intrometido em sua opinião, falou – Aliás, quem é você? O que está fazendo ao lado dele?

Ameaçou, o que fez Jungkook recuar. Taehyung logo se pôs de frente a situação, com medo de seu novo companheiro ser mal interpretado.

— Ele vai ser um de seus novos auxiliares. Mas sou eu quem irei treinar o garoto, não se preocupe.

O eunuco parecia impaciente de novo, como se estivesse lidando com uma criança. A cena conseguiria ser até engraçada, se o próprio moreno de fios curtos, não estivesse se sentindo tão assustado.

— Taehyung, eu disse para você sair um pouquinho daquele sufoco, não para arrumar mais problemas! — O tom fora baixo, mas a sua voz se manteve desesperada.

Eles estavam a ponto de se envolverem em uma discussão. 

— Jungkook não é só mais um problema e sabes disso! – gritou o regente, em um tom irritado.

Um silêncio desconfortável tomou conta do canteiro de flores vermelhas.

E Jeongguk, o assunto da vez, arrepiou-se ao ouvir aquelas palavras, se sentindo estranhamente tocado ao perceber que o príncipe realmente se importava com ele, o que para si era muito estranho e maravilhoso ao mesmo tempo. Ainda não estava acostumado mas era como se tivesse renascido naquele exato segundo.

Como se somente a partir dali, pudesse se dar o prazer de sentir esperança. De querer viver novamente.

— Ele é como você, Jimin, e eu nunca que vou deixar de ajudá-lo — argumentou, voltando a soar gentil e franco ao mesmo tempo.

O que fez o tal Jimin suspirar, parecendo estar derrotado. Enfim, dando uma revirada de olhos, já com as próprias mãos  pequenas e rechonchudas apoiadas na cintura, ele concordou em levar Jungkook consigo para o palácio também. 

O garoto ainda estava meio perdido diante aquela conversa sobre si que não o incluía diretamente, mas ainda se sentia muito realizado em poder ter contato com outras pessoas que não o desprezavam por ser quem era. Se ao menos tivesse conhecido ele antes...

Sua adolescência talvez não teria sido uma completa perda de tempo.

— Por onde você passeou, Taehyung? – os outros dois agora conversavam sobre a suposta saída ilegal do príncipe, enquanto ele os seguia calado mas curiosamente atento a conversa.

O Kim mais novo havia passado por praticamente todas as rotas de fuga do moreno. A viela dos Park, a dinastia mais rica da cidade fora a real, que coordenava maior parte das tendas alimentícias da cidade e os seus lucros. Jeongguk odiava aquela parte da vila, sempre a evitava.

Mas, felizmente na visão do enlameado, Taehyung também comentou com Jimin que havia gostado mais da área mais afastada do circuito. Onde moravam as famílias menos abastecidas, e por mais estranho que pareça, as mais alegres e festivas também.

Na opinião do órfão, os melhores restaurantes se encontram no pé do túmulo de sua mãe, mas como ele nunca havia experimentado nada da parte mais alta de Sokcho, ele é um pouco suspeito para opiniões a respeito.

A questão é que Jeongguk, se viu pela primeira vez a anos, incluso numa conversação de fato longa e interessante. Sem ameaças de morte ou puro desprezo.

Sim, tudo parecia um sonho. Não podia ser real. A sua mente ainda não havia processado isto...

Bem, distraído nos próprios pensamentos, mal reparou que os três já tinham ultrapassado as últimas vilelas da cidade, praticamente vazia neste horário. Apenas alguns botecos, assim como boticários e cabarés se encontravam abertos. Poucas pessoas estavam circulando pelas as ruas empoeiradas naquele momento.

Jungkook voltou a prestar atenção na conversa, quando uma questão de Taehyung lhe chamou atenção. Ele olhava para as poucas luzes penduradas em algumas residências já bem fechadas naquela região, mas ainda ouvia cada detalhe da conversa deles.

O príncipe tinha perguntado ao — como era o nome dele mesmo? — o eunuco verdadeiro tinha o encontrado ali no paraíso vermelho, nome dado por ele, o regente. Jeongguk achou um pouco exagerado mas ficou quieto durante a fala dele, não queria o insultar de forma alguma até porque Taehyung estava o ajudando.

 Seria uma falta de respeito. 

Mas enfim, o baixinho respondeu que tinha saído perguntando a vila inteira se tinham visto o 'garoto insolente' por aí.

Pelo que Jungkook pôde entender das frases ditas de forma bagunçada e apressadas do eunuco, o príncipe não podia deixar o castelo sozinho de jeito nenhum, mas aparentemente ele queria um tempo para respirar longe daquela pressão toda, e por isso tinha deixado o lugar sem a permissão de seus pais e arriscado sua vida durante o processo.

Que engraçado, pensou o fora da lei.

Enquanto ele queria pertencer a algum lugar, o outro só queria escapar de onde pertencia. Algo muito incômodo o dizia que ambos tinham encontrado o que procuravam, só não sabia dizer o quê e o por quê de ter sentido isso exatamente.

Fora tão incomum, que resolveu deixar de lado. Estava começando realmente a se divertir com o caminhar daquela conversa.

— Passei em todos os cabarés possíveis e nenhum desses me disse que tinham visto um eunuco visitar seus estabelecimentos – Jimin riu, se divertindo com a situação, enquanto Taehyung parecia querer se afundar de tanta vergonha.

Ele provavelmente havia tocado no assunto, pois ali naquela mesma esquina, haviam avistado um homem bêbado ser guiado por uma gueixa japonesa incrivelmente maquiada e malmente vestida. O assunto teve que vir a tona, mas somente por pura provocação.

— Por que um eunuco iria a um cabaré, Jimin? Além de que você sabe que eu não sou desse jeito… – olhou de relance para Jungkook, acanhado.

Mas o garoto não entendia o porque da vergonha, era algo totalmente normal, fazer sexo — mesmo que Jungkook nunca tivesse o feito realmente, pela falta de tempo e claro, por culpa de seu histórico ladrão — além de que ele nem conseguia ver o seu rosto para o outro estar tentando evitar olhá-lo. Que adorável.

— Eu vou a vários cabarés, Taehyung. Por causa de você, pude manter meu dom intacto e colocá-lo para trabalhar – sorriu parecendo orgulhoso, Jungkook também riu das palavras do outro, desacreditado de sua ousadia, enquanto Taehyung negava o comportamento dele, incrédulo.

— E por que você acharia que eu iria a um? Estou muito ofendido, não me compare a alguém sujo como você.

O menor deu de ombros, nada ofendido com as palavras curtas e indignadas dele. 

— Pensei que quisesse experimentar coisas novas antes que tivesse que casar com uma desconhecida e perder essa possibilidade. Casamento arranjado é coisa extremamente séria. Não tem mais voltas.

Taehyung abaixou a cabeça, não querendo se lembrar daquilo. Se achava muito novo para formar uma família, ou para  simplesmente conhecer alguém com quem teria que passar o resto da sua vida ao lado, por cinco minutos antes do devido casório. Jeongguk compadeceu sua linha de raciocínio, e só agora ele tinha entendido o motivo dele desgostar tanto de ficar no castelo, o local mais luxuoso do país. 

Devia ser horrível ter que fazer só o que os outros lhe pediam o dia inteiro. Ele mesmo não aguentaria, estava acostumado a se sentir livre.

E aquilo sempre fora um defeito seu. Jeongguk não queria saber ouvir os outros. Já havia passado por maus bocados o suficiente ao ter tentado por anos e anos ganhar a confiança de terceiros. 

— Não sou infame como você, essas coisas não são para mim – mudou de assunto, o que deixou Jeongguk ainda mais intrigado a respeito. Ele agora desejava saber da versão completa dessa história. – O que Jungkook irá pensar sobre mim agora?

— Não costumo julgar as pessoas pelo que elas gostam de fazer no seu tempo livre, alteza – Taehyung revirou os olhos, e Jimin riu alto, todo debochado.

Jungkook estava surpreso sobre esta liberdade de Jimin a respeito do regente também. Parecia uma relação mais amistosa do que respeitosa. E ele gostava disso.

— Ele vai te expulsar se o chamar assim de novo. Kim Taehyung odeia formalidades.

Jungkook encarou o príncipe, surpreso. Era realmente diferente de qualquer outra pessoa rica com quem já tinha esbarrado, nunca imaginou que alguém pudesse ser tão diferente e gentil. Sorriu para ele, totalmente agradecido, e não sabia dizer se o garoto tinha retribuído o sorriso, devido aos panos sob o rosto, mas mesmo assim não importava. Agora Jungkook sentia que havia ainda mais uma razão para continuar vivendo. E talvez, quem sabe até um amigo.

— Desculpe, Taehyung — o moreno usou, acanhado.

— Não tem problema – o regente pareceu tímido mais uma vez ao ter o encarado. Jimin olhou para ele também confuso, e estava a ponto de o perguntar alguma coisa, mas ele não teve uma boa chance para isso.

Eles já tinham chegado na parte externa do palácio. 

E Jeongguk estava completamente embasbacado.

Nunca havia se aproximado tanto daquela estrutura rústica e exagerada. Ele tinha medo dos guardas o prenderem por conta de suas aventuras nada justas por Sokcho, mas agora que estava acompanhado do futuro dono de Joseong, ele não sentia mais nenhum pingo de medo.

Na verdade, o garoto aproveitava a vista, gostando também de reparar na diferença absurda entre o seu corpo e o tamanho das muralhas que protegiam toda a área do palácio.

O portão da frente — ainda fechado — decorado por uma cor escura amarronazada, cheia de enfeites metálicos e enegrecidos, se manteve altamente protegido por vários guardas enquanto Taehyung e Jimin ultrapassavam o seu caminho, indo exigir suas passagens.

Eles usavam roupas mais largas e pesadas, na concepção do moreno. Os tecidos se misturavam entre um azul forte e outro mais claro. Os guardas mantinham presos a cabeça, um longo chapéu preto também, assim como uma expressão franzina e naturalmente mal humorada no rosto.

Já estava escurecendo quando tinham chegado no local. Mas aparentemente, o problema naquele momento, seria serem pegos.

Pois até onde Jungkook sabia, os pais de Taehyung não sabiam que ele havia saído para passear.

— Hoseok, obrigado por ter nos dado  uma vantagem hoje. Não sabe o quanto estamos agradecidos — Jimin exclamou, falando baixinho na direção de um dos guardas, enquanto Taehyung apenas acenava com a cabeça.

— Tá liberado Jimin, mas esta é a última vez que permito as suas saídas abruptas durante esta semana — reclamou, o que fez o eunuco baixinho pôr uma careta enorme no rosto.

Jeongguk deu risada. Aquele servo de Taehyung era realmente diferente e aparentemente divertido. Não é a toa que o regente cresceu sendo uma pessoa tão simples e respeitosa, ainda que tivesse literalmente qualquer coisa que quisesse ao seu alcance.

Sentia-se aliviado.

— Permito a entrada de vocês dois, pois saíram mais cedo, mas quem é o lamacento aí atrás? — Jungkook repentinamente curvou os ombros, mais uma vez intimidado, até que Taehyung mais uma vez se pôs na frente dele.

— Ele irá entrar conosco, Jung. Permita a nossa entrada sem mais interrogamentos, por favor — exigiu, ainda que gentilmente.

Taehyung havia usado o seu tom mais forte, para que Hoseok enfim entendesse às suas demandas. O que, para alívio dos três foragidos naquele momento, felizmente deu certo.

— R-Regente? — ele sussurrou, enquanto abria lentamente o portão, começando a chamar a atenção dos outros guardas espalhados de frente a escadaria que dava acesso ao portão gigante.

Kim Taehyung o olhou enviesado, pedindo por silêncio sem o uso de suas palavras e o tal Hoseok, após engolir em seco, continuou quieto e sem pronunciar um único pio a mais.

— Depois eu lhe explico tudo, prometo. Mas faça o favor de ficar quieto a respeito do que viu aqui hoje ou se não, terá problemas com o príncipe — Jimin avisou, após terem finalmente ultrapassado o portão.

O guarda fez que sim, lentamente, e retirando a expressão surpresa e exagerada do rosto, relaxou as próprias feições afim de retornar ao próprio trabalho.

— Ah, você me deve uma, senhor — o baixinho suspirou, aparentando estar extremamente esgotado.

Jungkook não deixou de reparar no uso de palavras que ele estava usando agora. Talvez só pudesse tratar Taehyung mais informalmente, fora dos portões do palácio. 

Então, ele também se perguntou se agora, não podia mais o chamar pelo o nome também. Quem sabe?

— Eu sei, mas lembre que a ideia de me fazer sair do palácio fora totalmente sua, Jimin-sshi — avistou os olhos dele piscarem, provavelmente escondendo um sorriso por debaixo dos panos que ainda escondiam o seu rosto.

— É, a partir de hoje não abro mais a minha boca... — pôs novamente as mãos na cintura, suspirando alto mais uma vez.

— Vocês terão que dar a volta por trás das dispensas, pois se não, correm o risco de serem barrados pelos os guardas nas entradas principais — o eunuco avisou, apontando sutilmente com a cabeça para a primeira residência á mostra do palácio, qual estava acima de vários degraus e talvez ainda mais protegida que o portão principal.

— É a área onde meu pai descansa. O recinto principal... — Taehyung explicou ao perceber o olhar curioso do novato, parecendo desgostoso.

Enquanto o moreno, que apenas acenou em resposta, ainda observava tudo meio boquiaberto, mesmo que não conseguisse enxergar quase nada devido a escuridão.

Se só aquele espaço na entrada, já parecia ser maior que o resto de Sokcho inteira, então imagine o resto? Logo, estava ansioso para desvendar inteiramente o palácio, assim como havia feito com o resto da vila.

— Infelizmente, não tens tempo para conhecer o resto do castelo hoje, criança. Terá que dormir no quarto do Taehyung. Nenhum outro eunuco lhe conhece, e não queremos mais uma confusão para hoje, não é mesmo? 

Ele perguntou diretamente ao príncipe.

— Sim, não me importo com isso. Ele pode dormir comigo hoje, amanhã o alojaremos melhor entre os outros — Taehyung informou. Jimin pareceu satisfeito, enquanto Jeongguk continuou calado.

O moreno esperou eles se moverem para que pudesse o seguir. E para o alívio da sua aflição, eles logo passaram a caminhar estreitamente pelo os becos do castelo, evitando o máximo que podiam, esbarrarem perto às grandes estruturas que eram protegidas pelos os fardados de azul.

Infelizmente para Jeongguk, ele não pôde observar nada de muito interessante durante o caminho. Pois, para um palácio tão imenso e extravagante, a sua imensidão se encontrava coberta por um breu irritante e nada comovente a um curioso como ele.

Tudo que conseguiu identificar de diferente naquele espaço, de fato, fora os cheiros diversos que preenchiam cada metro que percorria junto ao regente e seu servo. 

Era de plantas, comidas, flores, ervas... Uma mistura gostosa e nada costumeira na vida um tanto suja que ele levava.

Uma mistura muito da agradável. Mas para o desagrado dele, novamente, o cheiro gostoso se tornou mínimo ao eles terem finalmente parado de caminhar.

O moreno só havia percebido naquele instante, que todos haviam permanecido em silêncio por um longo tempo.

Até que Jimin mais uma vez, decidiu o quebrar. Jeongguk reparou que ele era definitivamente o mais falante dentre os três.

— Está bem tarde, e agora é o horário de você tomar banho e fazer as suas lições de casa. As de ontem – falou para o príncipe, como se ele fosse um bebê.

— Você teve muita sorte de ter requisitado o afastamento dos seus servidores há alguns dias, senhor — comentou, o que os fizeram perceber a ausência de guardas naquele espaço do castelo.

residência no alto das escadas, era a única que não estava protegida no momento. Ah, então este é o quarto de Kim Taehyung? 

Jeongguk nem sabia o porquê de estar tão surpreso no momento. É óbvio que o quarto do príncipe iria ser maior que uma residência comum dos Park.

— Os outros eunucos não estarão lá nesse horário, então vocês vão conseguir passar por ali sozinhos de forma bem tranquila. Sem mais questionamentos. Taehyung, coloque minhas roupas no balde de tecidos sujos, e deixe o garoto tomar um banho no seu quarto, nestante passo aí para o entregar o nosso uniforme.

O regente concordou enquanto puxava o garoto pelas mãos e o levava até o seu quarto ao Jimin ter se afastado deles dois a passos ligeiros. 

Ele havia deixado ambos subindo as escadas na ponta dos pés, sem a menor precisão.

Afinal, estavam sozinhos ali, mas ainda assim, não queriam arriscar serem pegos por ninguém. Taehyung para evitar mais confusões com o seu pai e Jeongguk, para evitar confusões para Taehyung.

 Mas então ao enfim chegarem no "quarto" e fecharem a porta de madeira, o regente soltou os braços do outro e suspirou aliviado.

Felizmente ninguém havia ficado sabendo de sua saída ou da nova pessoa em sua residência. Jimin havia mesmo sido extremamente cuidadoso a respeito de todos os detalhes, o que felizmente, o removeu um peso enorme das costas.

Mas ainda assim precisaria lidar com Hoseok e o seu silêncio. Agora, ele além do eunuco e Jeongguk, era o único que sabia de sua saída repentina

Ou pelo menos, era o que ele achava.

Que ninguém mais o tinha flagrado ali, retornando de sua rápida fuga.

E para piorar, acompanhado. 


Notas Finais


(eu ainda não corrigi o capítulo, mals aí)

cada capítulo será intercalado entre um dos meninos. o primeiro fora focado no Tae e o segundo, no JK e seguirá esta mesma demanda

às vezes, vou misturar um pouco, mas sempre terá os predominantes

mas e aí, estão gostando da história até agora? me deixem saber, por favoooor


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