História Ardente - Capítulo 16


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Emily Fields, Jason Dilaurentis
Tags Adaptação, Charles Dilaurentis, Emily G!p, Emison, Emison G!p, Temas Conturbados, Traições
Visualizações 80
Palavras 800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


^^

Capítulo 16 - Chainsaw


Fanfic / Fanfiction Ardente - Capítulo 16 - Chainsaw

Não desapareça. Quero ver você de novo…
As últimas palavras de Emmy, suspiradas ao pé do meu ouvido quando nos despedimos, atormentaram-me no voo de volta para Nova York.
Se me envolvesse com ela, eu me machucaria, porque teria esperanças. Eu queria mais. Mas que opção tinha? Precisava descobrir o que tinha acontecido antes e o que o continha agora. Sempre imaginara que a questão era me manter afastada — por quem eu era e de onde vinha —, e não o que ela era e queria no longo prazo.
Olhei de relance para Lei, sentada na minha frente no avião, enquanto abria sua bolsa de festa e retirava uma folha dobrada de papel. Ela a deslizou ao longo da mesa entre nós, e eu a abri. Li o primeiro parágrafo e baixei o olho para a assinatura no final, então ergui a cabeça.

- Você conseguiu fazer Chris assinar?
-  É um acordo provisório. Depende de conseguirmos trazer Ashley e Troian para a jogada, e de você coordenar o primeiro restaurante. Mas conseguimos o cara.
- uau.

Dobrei o documento com cuidado, assimilando o fato de que
acabara de receber uma responsabilidade tremenda.

- Não acredito que você trouxe isso na bolsa. Sabia que Chris estaria na festa?
- Conhecendo Ian, suspeitei.

Devolvi o contrato.

- Fields monopolizou você esta noite. Ian tentou jogar você no covil dos lobos, mas Emily a manteve por perto.

E me queria mais perto ainda.
Respondi dando de ombros, nem um pouco interessada em falar de algo tão pessoal.

- Aliás, Wayne Fields explicou a conexão. Ian apresentou Wayne à atual sra. Fields.
- Ah é? Então deve ser porque conhece Regina Fields intimamente.
- não brinca?
- Estou falando sério.
- então tá.

Ela recostou-se contra o assento da poltrona.

- Vamos aproveitar o fim de semana. Desligue o telefone, esqueça um pouco o trabalho. Recarregue as baterias. Vamos com tudo na segunda.
- Eu topo, mas vou deixar o telefone ligado caso você precise de mim.
- Prometo que não vou precisar de você. Tenho um encontro
esse fim de semana.
- O fim de semana inteiro?
- Preciso tirar o atraso.

Eu ri. Em um ano de trabalho com Lei, jamais soubera de um encontro. Ela merecia se divertir. E eu também.

- Vai com tudo!

Lei me lançou um olhar.

- A ideia é essa.







(...)






Já passava de duas da manhã quando entrei em casa, e estavam todos dormindo. Descalça, caminhei na ponta dos pés até meu quarto, ansiosa para tirar a roupa.
Ao abrir o zíper invisível na lateral do vestido, notei meu reflexo nas portas espelhadas do armário. Parei por um instante e me analisei profundamente.
Será que Emmy se sentira atraída pela refinada executiva em que eu havia me transformado de um jeito que não se sentira pela garota que eu era antes? E eu ligava para isso?

- Minha nossa!

Sentei na beira da cama, desejando que houvesse alguém acordado com quem conversar. Se Charles ainda morasse conosco, estaria de pé. Era um sujeito noturno.
Num impulso, peguei o telefone e liguei para ele. O telefone tocou três vezes antes de meu irmão atender.

- oi. Espero que seja importante.

Estremeci com seu tom irritado e ligeiramente ofegante. Devia estar com alguém em casa.

- Charles, oi. Desculpa. Ligo amanhã.
- Alison!

Ele exalou, e ouvi um farfalhar de lençóis.

- o que foi?
- Nada. Amanhã a gente conversa. Tchau.
- Não desliga na minha cara! Você queria falar comigo, estou aqui. Desembucha.

Desliguei, imaginando que ele queria voltar logo para o que estava fazendo.
Meio segundo depois, o telefone tocou. Atendi depressa, torcendo para não ter acordado o restante da casa.

- Charles, deixa pra lá. Não é nada demais. Desculpe incomodar a essa hora.
- Alison, se você não começar a falar, vou aí agora dar um jeito em você. Tem a ver com Emily?

Suspirei. Deveria ter imaginado que alguém ia contar para ele.

- Estou de folga esse fim de semana. Pensei em fazer uma visita. Só para encher você um pouco. Ou muito.
- agora?
- Não, amanhã.
- Ninguém liga às duas da manhã para dizer que quer fazer uma visita no dia seguinte.
- Você está ocupado.
- Na hora que você chegar, já não vou estar mais.

Sua voz se suavizou.

- Você tem como vir?
- Charles...
- Vou chamar um táxi.

Fechei os olhos, agradecida por meu irmão e mais segura do que nunca de que passar um tempo com ele ia me fazer um bem enorme. Fazia algumas semanas que não nos víamos. Tempo demais.

- Preciso tomar um banho e trocar de roupa.
- Trinta minutos. Vejo você daqui a pouco.

Ele desligou.
Desliguei o telefone e corri para me trocar.


Notas Finais


Vish...!


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