História Ardente desejo - Capítulo 18


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kagome, Kagura, Kanna, Kouga, Miroku, Sango, Sara Asano, Sesshoumaru
Tags Amor, Inuyasha, Kagome, Miroku, Rin, Romance, Sango, Sesshoumaru, Sesshyrin, Sexo
Visualizações 144
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um! beijos meus amadinhos!

Capítulo 18 - Rancor


 

Quinta feira

Sesshoumaru havia saído cedo como de costume. Rin se levantou se sentindo tonta. Correu rapidamente para o banheiro não contendo em segurar o vomito que veio em seguida.

—Nossa acho que comia algo que fez mal.—Disse para si mesma.

 

Tomou um banho rápido, pois acordara tarde novamente e  já passava das nove da manhã e ela tinha planos para aquele dia. Desceu as escadas da mansão encontrando Jaken na soleira.

—Bom dia senhorita Rin.—Disse o pequeno homem de forma simpática.—Gostaria de algo em especial?

Rin sorriu. Jaken vinha tratando ela de forma bem bajuladora.

—Obrigada Jaken, eu estou bem.—Disse se dirigindo a cozinha onde se encontrava Kaede.

—Não devia se misturar com a criadagem senhorita. —Disse Jaken sério.

Rin continuou a andar despreocupada ate a cozinha.

—Obrigada senhor Jaken, mas sou eu quem decido com quem eu devo ou não me misturar. Obrigada.—Disse séria seguindo seu caminho.

Ao chegar na cozinha, como sempre Kaede se encarregava de preparar o almoço.

—Kaede, vou almoçar fora hoje.—Disse Rin dando um beijo no rosto de Kaede.

—Ah querida, eu tinha a intenção de preparar um prato especial para você!

—Obrigada Kaede, mas pretendo fazer uma surpresa para Sesshoumaru na empresa. Obrigada—Disse Rin de forma amável.

—Que bom querida! Sim faça isso, tenho certeza que ele vai adorar!—Kaede afagou os ombros de Rin.—Mizuki me contou que ele a pediu em casamento!

Mizuki linguaruda! Pensou Rin sorrindo

—Sim, é verdade! Eu estou tão feliz Kaede!

—Sim querida, seja feliz!

Rin colocou a mão na testa se apoiando na mesa.

—O que foi querida?—Perguntou Kaede amável.—Sente-se.—Disse sentando Rin na cadeira.

—Ai, eu já estou bem, acho que estou mal disposta essa manhã, tive um indigestão e agora essa tontura. Acho que comi algo que fez mal.

Kaede franziu a sobrancelha desacreditada mais deu de ombros.

—Vou fazer um chá que vai ajudar se sentir melhor. —Disse a senhora preferindo nada dizer.

Rin ficou tranquila, pois sabia que Sesshoumaru so sairia as doze horas para o almoço. Ainda tinha tempo.

 

Em um lugar próximo uma pessoa escondida escutava a conversa de Rin e Kaede.

—Preciso informa-la. —Disse a pessoa saindo do cômodo.

Uma criada se aproximou de Jaken.

—Diga Kubo.—Falou Jaken impaciente enquanto separava os vinhos por data de fabricação. Ele fazia questão de cuidar das bebidas pessoalmente pois eram as favoritas de Sesshoumaru.

—Preciso sair no horário de almoço. Prometo não demorar, tenho que ir ver minha mãe que não está muito bem.—Disse a criada de cabeça baixa.

Jaken suspirou.

—Não quero saber dos seus problemas pessoais insolente! Vá e volte assim que seu horário terminar! —Disse voltando a arrumar os vinhos.

—Com licença.—Disse a criada se retirando e soltando o avental de sua cintura e colocando na bolsa enquanto saia na rua e pegava um taxi.

—Velho desgraçado. Assim que eu receber um bom dinheiro daquela milionária eu vou meter o pé nesse emprego mas antes vou cuspir na cara desse verme! —Disse irritada.

 

Kagura encontrava se em seu apartamento enquanto observava pela enésima vez  uma revista da semana passada onde tinha uma foto de Sesshoumaru e Rin na coluna social. Era do aniversário de Inuyasha.

“Solteiro mais cobiçado assume relacionamento com jovem estrangeira”.

—Nojentos!—Disse  rasgando a página onde estava a fotografia , amassando e jogando na parede irritada.—Seu desgraçado, nunca me beijou em público, nunca quis dormir comigo!—Disse exaltada enquanto pegava um vaso qualquer e jogava no chão.

O interfone tocou e kagura atendeu sem aguardar a empregada que estava limpando a sujeira do vaso que ela quebrou.

—O que foi!?—Disse irritada. —O porteiro respondeu do outro lado da linha—Mande subir—Disse desligando o interfone e indo ao bar servir de um whisky puro.

A campainha tocou e a empregada abriu. Uma jovem de cabelos escuros e trajes simplórios entrou. Kagura nem se deu ao trabalho de fitar a garota.

—Espero que seja importante, odeio receber gentalha na minha casa! —Disse enquanto bebia um gole da bebida que desceu ardendo pela garganta da morena tirando uma careta da mesma.

—Tenho certeza que vai apreciar a informação. Ou não... —Disse a visitante. —Então quer saber?—Disse a mulher fitando a morena a sua frente.

—Quanto você quer sua pobretona !?—Perguntou Kagura entendendo a deixa. Abriu a carteira tirando de la algumas notas de cem.—Pobres são pessoas sujas e imundas, oh raça maldita! Toma aqui sua idiota—Entregou o dinheiro a mulher. — Vai, fala de uma vez!

Kubo a fitou irritada.

—Acho bom me tratar melhor, pois poderei te ajudar .—Disse colocando o dinheiro na bolsa.—O Senhor Sesshoumaru pediu a prostituta em casamento.—Disse de uma vez.

Kagura se virou fitando a mulher surpresa.

—O que!? —Gritou exaltada.—Desgraçada !maldita prostitutal!O que ela fez com ele para ele estar caído assim por ela!?Eu não vou permitir isso!—Tem certeza disso!?—Perguntou fitando Kubo

—Sim! Ouvi ela contando a velha Kaede. Aquela velha a trata como uma filha!—Disse com aparente nojo.

Kagura estava com sangue nos olhos. Jogou mais algumas notas em Kubo que pegou rapidamente colocando na bolsa.

— Agora saia da minha casa sua imunda! —Disse Kagura tacando um enfeite que estava sobre a mesa na direção de Kubo a mandando a ir embora.

Kubo se dirigiu a porta e antes de sair colocou um papel sobre a mesinha de telefone.

—Esse é meu telefone, me ligue caso precise dos meus serviços. Posso ser muito útil caso me pague bem—Disse deixando a casa de kagura que ficou para trás quebrando tudo que achava pela frente.

Kagura estava exaltada e chorando, pegou o telefone e discou um número conhecido por ela.

Depois de três chamadas alguém atendeu.

—Preciso falar com você.—Disse exaltada.

—O que você tem? Não me diga que está chorando? —Respondeu do outro lado da linha

—Vai se foder! Apenas me encontre no apartamento no centro. Aquele de sempre.—Disse impaciente

—Ok, estarei la em vinte minutos.—Disse o outro soltando uma gargalhada da impaciência da mulher.

Desligou o telefone batendo com força o aparelho.

—Inferno! Maldição! Eu não vou permitir que sejam felizes. Sesshoumaru você não vai se casar com essa Imunda!

 

Kagura dirigiu rapidamente quase sofrendo um acidente parou na garagem do prédio combinado, notou que o carro do seu convidado já estava no estacionamento. Subiu os andares impaciente. Girou a chave cópia e entrou no apartamento encontrando um moreno olhando pela janela da sacada. Ele usava um terno escuro sem gravata e a camisa estava aberta os primeiros botões  mostrando o peitoral. Ele virou se para a morena com os olhos castanhos avermelhados cintilando.

—Espero que seja importante. Eu tenho mais o que fazer Kagura.—Disse com um sorriso de canto.

Kagura jogou a bolsa que carregava no sofá e pegou uma bebida no bar.

—Você não vê revistas!?—Disse a morena impaciente. —Sesshoumaru assumiu o relacionamento com uma qualquer! —Disse exaltada.

—E o que eu tenho a ver com isso!?—Perguntou sério.— Não tenho nada a ver com seu amor reprimido e não correspondido Kagura.

—E sabe o que mais?—Disse Kagura ignorando o que o moreno disse—Eles vão se casar!

Naraku fechou o semblante. Rin ia se casar com Sesshoumaru Taishou?

—De onde tirou isso! Sesshoumaru  jamais se casaria com Rin!—Disse visivelmente alterado.

Kagura cerrou os olhos.

—Você a conhece? —Perguntou séria.

Naraku colocou a mão nos bolsos da calça.

—Sim. Ela era uma das garotas da minha boate. Eu mesmo a vendi no leilão—Disse sério.

Kagura agora estava possessa.

—Ah, então você tem algo a ver com o meu nome envolvido naquela notícia! Usou meu nome! Seu filho da puta! Sesshoumaru sente ainda mais nojo de mim por sua culpa, usou meu nome para publicar aquela notícia!

—Ah para! Você bem que gostou de ver o Sesshoumaru sendo ridicularizado! —Disse Naraku debochado. —Além do mais a única culpada de Sesshoumaru sentir nojo de você foi você mesma que dormiu comigo porque quis!

Kagura estava irritada.

—Você sabe muito bem que você me usou seu bastardo! Aproveitou que eu estava carente , que Sesshoumaru não me tratava como uma mulher! Para ele eu era apenas uma barganha, nunca me tocou, nunca me beijou como uma mulher! Eu era e sou apaixonada por ele e você sabia e me usou para se vingar dos Taishou!

Naraku gargalhou e se aproximou da morena.

—Bem que você gostou! Gostou tanto que repetiu varias vezes, e ainda repete.—Disse dando um beijo na boca da morena que se afastou.

—Agora não é hora para isso!—Disse Kagura irritada.—Quero que me ajude a acabar com essa palhaçada! Quero reconquistar meu homem e aquela praga está no meu caminho!

Naraku sorriu satisfeito.

—Lembre-se de me agradecer Kagura—Disse sério.—Temos um interesse em comum. Me ajude a pegar a garota e você poderá fazer o que quiser com o seu corno!—Disse Naraku com um sorriso sarcástico.

—Fala de uma vez o que eu tenho que fazer porra!—Disse Kagura virando o copo de bebida de uma vez.—Acho bem difícil ele aceitar algo de mim depois de tudo.

—Só tem um jeito de você conseguir a atenção dele.—Disse Naraku com um sorriso diabólico.—Kagura ouviu atenta o que ele tinha a dizer.



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