História Are We One? - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Palavras 1.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


annyeonghaseyo~
que comece a contagem regressiva para as tretas o/ (não que nesse cap não tenha uma tretinha em si, hehe)

antes de qualquer coisa, eu acho bom deixar avisado...
1 - esse capítulo se passa alguns dias depois do "Sorte", mas isso vai estar descrito na narração, de qualquer forma
2 - a Mama aparece nesse capítulo, rs
eu sei que boa parte de vcs não gosta muito dela (cries) mas ela é necessária e eu não poderia simplesmente deixar ela de fora só porque os garotos escaparam do laboratório, até porque como vcs sabem ela não foi derrotada, então ela tem que aparecer KKKKK but, sem preocupações, nas próximas atts o foco vai voltar pros Guardiões. a Mama aparece esporadicamente msm, okay? não me odeiem <3

vou dedicar esse cap pra minha bichinha Taozi, pq ela é a maior Mama stan que eu conheço pokasdpok
boa leitura~

Capítulo 32 - Especial IV - A paciência é uma virtude (tiros)


Fazia bastante tempo desde a última vez que colocara os pés naquele lugar. Estava um caos, de uma forma semelhante àquela que se lembrava bem de ter presenciado, ainda que não tivesse de fato participado do movimento. Vontade existia, realmente, no entanto o motivo para a posição que tomou era muito mais forte que seu desejo de revolta – e, mais mais uma vez, essa mesma razão escapava-lhe do alcance quando fechou a porta às suas costas, deixando-a a sós com a figura para quem fez uma reverência.

No fundo, ela não queria fazer. Não queria estar lá, não queria ter que falar coisa alguma. Mas devia, ou seria irremediavelmente pior; sabia disso.

- Senhora. Já faz muito tempo. – Cumprimentou cordial, os olhos em momento algum desprendendo-se do chão sempre impecavelmente limpo, independente se o restante do lugar estivesse desmoronando ou não. Aquele espaço era quase sagrado; imaculado. Ao menos no plano físico, onde seus dedos alcançavam. Os ares contavam outras histórias.

- Sua visão de “muito” é diferente da minha. – Rebateu a mulher que continuava atrás de sua mesa, o olhar afiado cravado na figura da moça que concordou respeitosamente e endireitou a postura para encará-la – mesmo que visivelmente hesitante – em todo o desgosto que transbordava de si. Ela não era a pessoa que realmente desejava ver e parecia saber disso. Infelizmente, para conseguir aquilo que se quer, às vezes é necessário passar por momentos desagradáveis. Malditos humanos que estavam com a razão quando inventaram tal baboseira que foi transmitida pro gerações. – E então? – Pressionou, querendo saber de uma vez por todas o que tanto a outra enrolava para dizer enquanto perdia tempo com cumprimentos vazios.

A humana reprimiu um suspiro e guardou dentro de si pela milésima vez o desejo gritante de dar meia volta e sair dali. Era mais prudente focar em sua resposta.

- Consideravelmente mais soltos, se comparado com o momento em que colocaram os pés lá. Mas ainda relutam bastante; a Senhora tem garotos difíceis. – Explicou, arriscando repuxar o canto dos lábios numa sugestão rasa de sorriso. Já fazia alguns bons dias que estava observando o comportamento dos ditos sobreviventes, que ainda pouco pareciam engolir sua presença e o seu espaço. Uns mais que outros, mas aos poucos pareciam ceder.

Jihyun esboçou um meio sorriso diante das palavras da moça na sua frente. Atrevidas, realmente; ela ousava mesmo criar um julgamento e expô-lo sobre algo que já tinha conhecimento. Deve ser coisa do sangue.

- Eu tenho aliados melhores. – Afirmou, convicta, estreitando os olhos de modo a se tornarem duas fendas ao escutar o que veio em seguida. “Se a Senhora está dizendo...” O que aquele mero inseto estava tentando supor? Que estava enganada?! – Por algum acaso está me contrariando?

- N-não, Senhora. De forma alguma. – Negou, com esforço não recuando ao momento em que Ela ergueu-se da cadeira, ameaçando avançar um passo em sua direção.

 

Tanto tempo... E ainda causava o mesmo temor.

 

- Eu só quis dizer... Já que a Senhora realmente tem certeza, eu não suspeitarei tanto e farei a minha parte.

- Você não faz mais do que a sua obrigação em me obedecer e fazer a sua parte. Isso se você e a sua irmã não desejam voltar ao que eram antes. Sabe... Yerin vem se mostrando bastante incompetente.

- Senhora, por favor! – Tentou, mas o passo que deu acabou igualmente recuando no momento em que Ela ergueu sua mão, interrompendo-a. – Eu vou fazer certo.

- Seria uma pena estragar dois rostinhos tão bonitos e lhe dar uma razão real para usar essa máscara. – Apontou com o indicador para o acessório que ela tinha nas mãos. – Mas não se apresse pelo pânico e force as coisas. Tudo deve acontecer no tempo em que deve acontecer.

- Desde que não leve mais cinco anos... – Deixou o pensamento escapar em forma de sussurro, arrependendo-se no instante seguinte.

Mama levantou uma das sobrancelhas, desapoiando-se da lateral da mesa onde esteve até então e aproximou-se a passos lentos da mandante de uma das subdivisões da sua prisão; perigosa como uma cobra prestes a atacar. Ergueu a mão, satisfazendo-se com o medo que transpirava dos poros da garota em quem, no entanto, não fez absolutamente nada ruim. Não havia muita graça em fazer qualquer coisa diretamente à ela, por mais que fosse divertido vê-la temer pelo pior.

- Levará o tempo que tiver que levar. E você, Seojin, será paciente e deixará que tudo aconteça. A menos que, com o tempo, queira que sua irmã se torne, definitivamente, apenas uma lembrança para você. E eu farei questão de garantir pessoalmente que o seu tempo passe bem devagar... Para que você acompanhe tudo. – Afagou-lhe os cabelos, sorrindo ao passar uma mecha castanha para trás da orelha da humana. Seu sorriso, porém, morreu quando afastou o toque. – Agora retire-se. Yerin a conduzirá até a saída, aproveite para passar alguns minutos com ela. Não se repetirá tão cedo.

Assentindo, derrotada e sem qualquer escolha, Seojin curvou-se mais uma vez em obediência para a superior que continuou a pesar o olhar sobre si até que parasse na porta e virasse para trás uma última vez, chamando-a com uma certa relutância.

- A Senhora confia mesmo nisso?

Jihyun sorriu mais uma vez, e aquele sorriso carregava o pior tipo de maldade que podia existir naquele mundo ou em outros. Forte o bastante para fazer subir um forte arrepio pela espinha daquela que ainda aguardava pela resposta – arrependida por ter perguntado, entretanto. A resposta também não foi o suficiente para realmente tranquilizá-la quanto aquilo, mas também não contestou mais a convicção Dela. Limitou-se a concordar e deixar a sala, encostando-a depois de regressar ao corredor e encontrar mais uma vez a irmã com quem não conversou, tal como também não o fizeram na ida até a sala.

 

“Um sábio uma vez me disse: se tudo correr como o planejado, ninguém saberá de onde veio o tiro. E até agora tudo está correndo exatamente como o planejado.”

 

Durante o caminho, apenas repassou as últimas palavras ouvidas, chegando à conclusão de que não deveria se meter naquilo mais. O seu dever era o seu dever, ela não deveria se intrometer em um jogo de traidores onde não se podia ter mesmo certeza de quem estava falando a verdade. De deslealdade, bastara aquela consigo mesma para tentar, ainda que falhando miseravelmente nisso, garantir o bem estar de quem sequer parecia reconhecê-la mais e ferindo-a a cada olhar vazio que lhe transmitia. Seojin nunca havia feito o tipo submissa, e sua rebeldia lhe custou deveras no passado – e um dos pagamentos, é claro, não poderia ser diferente de estar ali da forma como estava; o que não era realmente uma recompensa ao final de tudo, como poderia parecer num primeiro momento. Quisera antes fosse, ou que ao menos aquilo tivesse atingido unicamente ela e não a pessoa com quem dividia o ar do corredor e o barulho dos passos. Arrependia-se amargamente, porém sabia que era tarde para viver de lamentos quando nada mais poderia ser feito.

O seu tiro, pelo menos, sabia de onde tinha vindo. Da própria arma que disparou apontada para o próprio pé.


Notas Finais


joguei na rodinha e saí correndo~
agora vcs podem decidir se ainda detestam a Seojin ou não KKKKKK eu não queria que ela e a Yerin fossem personagens tão vazias, então decidi adicionar um backgroundzinho pra elas. no caso da Jihyun eu ainda vejo se bolo uma historinha, por mais óbvio que seja o fato de que ela surtou quando percebeu que o poder do EXO ja não tava mais concentrado nas mãos dela e ela é obcecada por poder (e meio que pelo Baek -q ou então ela teria tacado o fodac pra todos os 12 msm e a treta seria diferente) então deu no que deu. hm, quem sabe um dia saia algo mais bonitinho de se ser postado? xD aí eu faço em oneshot e coloco o link pra quem quiser ler, assim como a minha bb Roleplay <3 (aliás, obrigadinha pra quem dedicou seu tempo a passar por lá <3 não foram tantas pessoas assim, mas não tem problema ^^ eu fiquei feliz da mesma forma)

pra minha (in)felicidade, amanhã as minhas aulas voltam, então... sla, me desejem sorte (?) boa sorte tbm pra quem vai começar essa semana e pra quem voltou nas semanas anteriores <3 fighting e bom estudo <3

bom, por hoje é isso. semana que vem eu volto com o segundo especial que, eu preciso dizer, to bem ansiosa pra postar. maaas eu não vou dizer porque xD
como sempre, comentários são bem vindos caso queiram. um beijo e um cheiro pra vcs e até a próxima~
AH E OBRIGADA PELOS 126 FAVORITOS <3 a tia ama vcs <3


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