História "Are you calling me a sinner?" (JIKOOK) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, ITZY, Mamamoo, Red Velvet
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Jeon Jungkook (Jungkook), Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Moonbyul, Park Chan-yeol (Chanyeol), Park Jimin (Jimin), Ryujin, Solar, Yeri
Tags Jikook, Kaisoo, Mençãoachanbaek, Moonsun, Namjin, Realife, Sope, Taeyoonseok, Vhope
Visualizações 10
Palavras 2.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, tudo bem? Eu tô ótima, mas tô um pouco nervosa por começar uma fic assim do nada, tá de madrugada e eu pensei em tudo e procurei desenvolver os personagens rapidamente pra poder começar logo, eu espero que todas as minhas ideias sejam bem colocadas em ação e espero muito que vocês leiam e gostem.

Bom, nesta história vai ter bastante violência, uso abusivo de drogas e muitas outras coisas para maiores de 18...(se é que me entendem -.-), então eu peço encarecidamente que vossas senhorias não 'chiem' por isso porque estou avisando de antemão e espero que entendam que esta estória é uma simples fantasia, quero que se divirtam e arranquem alguns cabelos com ela.

Por fim, se quiserem ver os personagens, como eles estarão nesse começo de história é só irem até o wattpad dar uma olhada.

ps: esse capítulo é apenas um prologue, é como um bônus e eu adorei escrever e escreverei mais sobre a infância do Jeon, é isso.

Boa leitura!! <33

Capítulo 1 - 00. parents


 

 

-- Senhor Jeon, eu posso explicar… - a senhora falava desesperada com as lágrimas lavando seu rosto e o medo de perder o único sustento de sua família gritando alto. -- Por favor, senhor, por fa…

-- Cala a boca! - o homem de seus 53 anos disse firme e no mesmo momento a empregada se forçou a engolir o choro e seus soluços, ela sentia a cabeça começar a doer fortemente e seus olhos ficarem inchados aos poucos. -- Eu disse que não poderia trazer ninguém até aqui, disse que não queria nenhum suburbano aqui, já não basta todos que trabalham aqui, ainda querem deixar esses gangsters entrarem na minha casa.

-- Senhor Jeon, meu filho não é nenhum bandido, eu jamais o deixaria vir até aqui se fosse! Minha família é correta e trabalhadora, o Senhor está me ofendendo falando desta forma. - a mulher disse  sentindo o coração apertado.

-- Não me interessa nada disso, eu só quero que saia da minha casa e só volte para pegar suas contas, vá! - Jungsoo mandou e saiu da sala deixando apenas os empregados e a esposa ali com a mulher que voltou a chorar compulsivamente.

Min Sunwoo não sabia que Yoongi iria até seu trabalho, mas o garoto necessitava falar pra senhora que finalmente tinha conseguido um trabalho e poderia ajudar nas contas da casa, a mulher ficou tão feliz com a notícia que mal se lembrou que o dono da casa estava e que ao contrário da esposa, Jungsoo era estúpido e nojento, marginaliza qualquer um que não more em uma mansão e que não use ternos caros para trabalhar.

A família Jeon era tão temida quanto odiada e não era para menos, todas as gerações continuavam tendo as mesmas relações e os mesmo modo de operar no mercado ao qual eram consagrados, Jungsoo era considerado impiedoso e eles não eram simples empresários, eram pessoas temidas até pelo pior bandido e os inimigos iam desde o político mais poderoso ao suburbano mais sujo. Aquela família levava sangue, ódio e vidas por onde passavam. Eram conhecidos por tirar moradias e pontos de vendas das pessoas com menos condições, mesmo que não quisessem todos eram obrigados a ceder às vontades dos Jeon, a construtora não se limitava a nada, eles construíam onde quisessem e pagavam preços absurdamente baixos, eram podres.

-- Sunwoo…? - Jeon Hyujin chamou ficando de frente a mulher que ainda chorava. -- Sinto muito querida, mas eu disse que não devia trazê-lo aqui, foi má sorte o garoto aparecer enquanto Jungsoo está em casa...Ele quase nunca está… - Senhora Jeon falou um pouco mais baixo. 

-- Senhora, talvez se c-conversar com ele… - Sunwoo dizia entre soluços. 

-- Sinto muito, Sun! - a mulher falou um tanto cabisbaixa. -- Acho melhor ir, eu ligo amanhã para que venha buscar seu dinheiro. Você fará falta. - foi a última coisa que Hyujin disse e então se retirou, fazendo o mesmo caminho que o marido e o único caminho de Sunwoo foi até a área de empregados, para pegar seus pertences e trocar de roupas deixando o uniforme, então logo saiu daquela casa.

Hyujin caminhou até o escritório do marido, onde viu o homem de cabelos negros falar no telefone com seu tom comumente usado com todos, era no mínimo sério e no máximo estúpido. A Jeon ao contrário do marido tinha 43 anos de idade e sua expressão se adaptava de acordo com sua companhia ou seu momento, seu marido tinha a cara sempre fechada.

-- Mande o Jungkook resolver, eu não sou mais o presidente, não é minha obrigação responde-lo e mande ele ter um pouco mais de respeito, porque se ele mandou um moleque que só pela voz eu consigo saber que um viadinho pra falar comigo, é porque não precisa tanto assim da ajuda da empresa. - disse grosso e bateu o telefone no gancho. 

A Senhora Jeon apenas o olhava enquanto se aproximava do marido com delicadeza, sabia como Jeon Jungsoo podia ser mal educado e grosseiro. Ela chegou perto do mesmo e infiltrou os dedos entre os cabelos bem arrumados, fazendo um carinho ali e logo foi recompensada sendo puxada delicadamente para o colo do homem que ainda tinha no rosto uma expressão desgostosa.

-- Você nunca vai mudar? - Hyujin perguntou abraçando o pescoço do maior. 

-- Esse sou eu, você sempre soube! - falou ainda com o tom rude e a mulher sorriu para ele.

-- É...

 

��

 

Qualquer um que conhecesse um pouco de Jeon Jungsoo jamais pensaria que ele tivesse aqueles momentos com a esposa, ele sempre era delicado e reverente a Senhora, mas seu tom e sua expressão não expressava tanto carinho quanto suas atitudes.

Quando Hyujin tinha 16 anos seu pai e mãe apresentaram-na aos Jeon que mal esperaram para juntar as famílias poderosas, tendo como objetivo o património que Hyujin herdaria por ser a única filha dos Lee. No início ela se rebelou e disse várias vezes que jamais se casaria pelo interesse de suas famílias e ela achava um absurdo que os pais quisessem casá-la com um homem de 26 anos.

Ela era uma criança!; Segundo as próprias palavras dela, mas Jungsoo já era um homem de negócios e já tinha passado do tempo de se casar, quando seus pais lhe contaram sobre os Lee, ele adorou a ideia, então logo foi feito um jantar para que eles se conhecessem. Mas toda a certeza de que aquela era uma boa ideia foi embora quando ele soube que a moça só tinha 16 anos, a briga dele com o pai foi grande e bem no meio da pequena reunião de famílias .

Jungsoo estava certo de que diria para a garota que não se casaria com ela. Porém, mais uma vez sua ideia foi mudada, assim que viu a garota pensou que poderia esperar Hyujin terminar o Colégio e então se casariam.

Os pais de Hyujin simplesmente disseram que se ela não se casasse seria mandada a um internato ou um convento e então ela não tinha mais alternativas, ela só sonhava que Jungsoo não a tratasse como o pai tratava a mãe dele, ela sabia que era quase impossível que isso acontecesse e sabia que assim que se casasse teria que transar com o Jeon porque ela não teria mais vontade própria assim como sua mãe e a Senhora Jeon, ficou com medo.

Quando viu Jungsoo pessoalmente, já sabia que o rapaz era divino, mas ele tinha uma expressão péssima e o jeito que falava era sempre bruto, nem mesmo quando a conheceu ele tentou mudar a expressão assustadora.

Depois de pouco mais de 3 meses lá estava ela, casada, indo para sua lua de mel apavorada. A primeira vez que Jungsoo demonstrou afeto para com ela foi exatamente naquela noite. Quando Hyujin saiu do banheiro do quarto vestida com uma lingerie caríssima e o corpo tremendo, Jungsoo a observou atentamente e logo depois pegou uma camiseta passando pelos braços e pescoço da menina que ficou sem entender. Mas tudo que o rapaz de 26 anos disse foi um "Boa noite!" e mais nada antes de desligar seu abajur e deitar-se para dormir, deixando Hyujin aliviada e ao mesmo tempo chocada.

Ao fim do mês de lua de mel, ela já se sentia à vontade para conversar com o Jeon, mesmo que ele não fosse nem um pouco empolgado como ela, ele algumas poucas vezes sorria ladino para ela e deixava pequenas carícias e beijos na menor que ficava encantada com o fato de Jungsoo todas as noites simplesmente dizer aquele boa noite e ir dormir. No último dia ele fez a mesma coisa, mas antes que apagasse a luz e se virasse na cama a mais nova Jeon, o segurou pelo pulso devagar e pediu para que ele a mostrasse as coisas, queria saber tudo que como esposa dele devia fazer para satisfazê-lo, pela primeira vez viu Jungsoo com a boca entreaberta pelo espanto, ela tinha certeza que fora a primeira a conseguir deixá-lo daquela forma. Primeiro ele negou, disse que eles teriam tempo para isso e que ela não precisava fazer aquilo.

Hyujin encheu o peito e então disse para o homem que queria aquilo por ela, que confiava nele e que as ações dele nas últimas semanas a fizeram ver que ela tinha sorte por ser com ele. Também deixou claro que queria satisfazê-lo, então não queria que ele procurasse outras mulheres como seus pais faziam -tanto o dele, quanto o dela- porque ela nunca aceitaria aquilo. Jungsoo deixou mais uma vez um sorriso ladino escapar, deixando sua expressão mais leve, foi paciente e amoroso com Hyujin que nunca se arrependeu de ter se entregado para Jungsoo. 

Um pouco mais de um mês depois Hyujin estava grávida, ela e Jungsoo estavam chocados e mal acreditavam que aquilo estava acontecendo tão rápido, a felicidade das famílias era nítida, eles teriam um futuro herdeiro muito mais rápido do que imaginaram.

A gravidez de risco de Hyujin foi dolorosa, o fato de ser jovem e magrinha demais foram cruciais para que ela tivesse o bebê antes do esperado, Jungsoo jurava nunca ter ficado tão desesperado em toda a sua vida, nunca pensou que realmente amaria Hyujin, mas lá estava ele com a mesma expressão de sempre segurando Jeon Jungkook nos braços enquanto Hyujin estava completamente desacordada a horas e mais horas.

Ele amava aquele bebê, mas podia jurar que não o amava como amava Jeon Hyujin, por algum tempo até se sentindo estranho por ter aqueles pensamentos, pois sabia que nunca sentirá nada comparado ao que sentia pela garota, mas achou que um filho seria mais importante. Mas Jungkook não era naquele momento e nunca foi.

Depois que Jungkook nasceu Hyujin passou a amar Jungsoo ainda mais, ela não via muito o marido pois tinha que cuidar do bebê e além disso o homem chegava em casa muito tarde, quando Jungkook já estava dormindo e ela também.

Eles passaram pela crise dos 5 anos de casamento e por um instante Hyujin realmente pensou em viver apenas de aparências com Jungsoo, o relacionamento estava insustentável, o Jeon mais velho chegava em casa e tudo que fazia era gritar com o filho, algumas vezes até batia em Jungkook porque o garotinho era delicado demais -de acordo com ele- e aquilo o irritava profundamente, ele teria um filho como ele, nem que tivesse que acabar com Jungkook.

A gota d'água foi quando Jungsoo bateu em Jungkook e Hyujin não estava em casa para proteger seu bebê, mas chegou bem a tempo de ouvir o marido gritando coisas horríveis para o filho e o batendo sem nenhuma dó, Hyu nem pensou antes de fazer, apenas correu e se colocou na frente do filho. 

Tudo de ruim que podia acontecer na cabeça de Jungsoo aconteceu, ele nunca encostaria em um fio de cabelo de Hyujin se ela não disesse, mas no momento em que ele viu a mulher se colocar na frente do filho, ele não pensou nem por um instante em bater nela, mas com uma força incalculada Jungsoo jogou Hyujin em direção a parede e acidentalmente quebrou um vaso que estava sobre a mesinha ao lado da onde a moça bateu e então se despedaçou e cortou-a em diversos lugares foi aí que ele parou brutalmente tudo o que estava fazendo. Vendo o sangue da esposa molhar o chão -mesmo que fosse pouco- e Jungkook gritar tentando correr até a mãe que gritou para que o filho ficasse longe dos cacos. Assim que voltou ao seu entendimento Jungsoo mal se importou por cortar as mãos quando empurrou todos os cacos de vidro que podia para longe de Hyujin que apenas gritou para que ele saísse de perto dela e do filho. 

Jungsoo e Hyujin já tinham brigado, muitas vezes nos 5 anos que passaram juntos, mas Jungsoo jamais viu aquela expressão ou ouviu aquele tom de voz em Hyujin, ela estava com ódio e machucada em um nível muito superior ao fisicamente.

Jungsoo apenas chamou os empregados da casa, para ajudar a mulher e então saiu, ouvindo o choro de Jungkook ao longe e o de Hyujin perto da escada, ele estava quebrado.

Hyujin não dormia mais com ele e nem mesmo olhava para o marido, era como se ele não existisse. Já Jungkook tinha no rosto uma expressão que Hyujin nunca virá, ele a olhava exatamente como Jungsoo olhava para todos e aquilo apenas fazia com que a raiva que ela sentia se agravasse.

Pouco mais de dois meses depois da briga Hyujin descobriu estar grávida, ao contrário do que foi quando engravidou do primeiro filho, ela não teve quase nenhum sintoma, apenas descobriu porque estava mais ansiosa do que normalmente e alguns cheiros a estavam enjoando. Ela já estava no terceiro mês e foi a primeira vez que falou com Jungsoo depois de tudo, foi algumas simples frases.

"Estou grávida!", "Estou no terceiro mês" e "Vou ao médico amanhã". Foi tudo o que Hyujin disse e então voltou ao seu silêncio. 

Jungkook estava animado com a ideia de ter um irmão ou irmã, mas a mãe conseguia ver a diferença no comportamento do filho depois de todos os acontecimentos. 

Nos meses de gravidez Hyujin conversou pouco com o marido, ao contrário do que fez com relação ao nome de Jungkook, ela não deixou Jungsoo escolher, mas acabou escolhendo com pensamento no mais velho. Ela queria poder apenas odiar Jungsoo, mas não conseguia, então chorou todas as madrugadas nos últimos 2 meses de gestação e tudo pela saudade que sentia de dormir ao lado de Jungsoo, dos toques, do cheiro.

Quando Kyungsoo nasceu tudo ficou radiante para ela e para Jungkook, o bebê era lindo. Ao contrário de Jungkook, Kyung parecia com Hyujin, já que Jungkook era uma cópia fiel de Jungsoo. 

Demorou mais algum tempo até que Hyujin perdoasse o marido, mas Jungsoo fez por onde, ele ainda era duro com Jungkook, mas não batia mais e se esforçava para chegar em casa um pouco mais cedo e ver os filhos e a esposa.

Mas ele sempre teve teve certeza, que amava muito mais Hyujin do que qualquer pessoa no mundo inteiro.

 

��

 

--Eu te amo demais e esse é o único motivo de eu estar aqui agora, sabe disso não sabe? - Hyujin perguntou sem esboçar qualquer sorriso e o homem assentiu segurando a cintura da mulher firmemente. -- O Jungkook é tudo que você ensinou a ele… - disse pensativa. -- Ele fez muitas coisas que eu nunca concordei, mas nunca me meti. - neste momento o maior sentiu a mão delicada da esposa segurar seu rosto deixando os olhares conectados. -- Mas eu juro por tudo Jeon Jungsoo, que se meu filho se machucar, eu jamais perdoarei você, jamais! 

 


Notas Finais


Até a próxima, bye!


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