História Are You Peter Parker? - Capítulo 3


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Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker (Homem-Aranha), Wade Willson (Deadpool)
Tags Amizade, Amor, Mary Parker, Peter Parker, Respeito, Richard Parker, Sacrifício, Shield, Spideypool, Vida, Wade Wilson
Visualizações 98
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus amores, tudo bem? Sei que já se passou muito tempo, mas finalmente trouxe o terceiro capítulo para vocês! Nem sei se alguém ainda acompanha a história, mas saibam que darei o meu melhor para continuá-la o mais breve possível. Estou sem tempo por causa do trabalho e se Deus quiser irei começar a faculdade, então vai ser um desafio estar sempre aqui postando capítulos fresquinhos, mas vou fazer de tudo para a minha criatividade e o pouco tempo serem favoráveis <3
Amo muito vocês e agradeço por tudo... Espero que o capítulo não tenha ficado estranho ou ruim, e que vocês tenham uma ótima leitura. Me desculpem desde já por algum erro, principalmente de formatação.

Beijocas!

- Saori

Capítulo 3 - Deadpool's Face


O dia mal raiou e Wade se pôs de pé em um salto, o corpo levemente dolorido denunciando a sua falta de cuidado em ter dormido próximo ao notebook. Resmungando, foi até o banheiro se espreguiçando e ainda coçando os olhos, tomando um banho digno de Oscar, a água fria relaxando o seu corpo outrora tão tenso. Enquanto se ensaboava, seu cérebro dava sinais de relembrá-lo do que deveria fazer, o pondo em estado de alerta sem que pudesse se controlar.

Após o banho, caminhou até o quarto completamente nu e pegou a toalha de onde a havia jogado, começando a se secar, logo vestindo-se com o seu uniforme habitual e indo escovar os dentes, indo até a cozinha e preparando um pouco de café e panquecas. Fez de tudo para não se sujar e quando estava tudo pronto, colocou em um prato e desligou o fogo, indo sentar-se com uma mão ocupada com a xícara habitual e a outra com o prato e o garfo.

Enquanto bebericava alguns singelos goles de café, a mente de Wade organizava-se melhor, filtrando as suas prioridades. O que era mais importante, procurar o garoto ou Ajax? Uma das duas devia ser importante o suficiente para que ele se dedicasse o dia todo, não poderia perder tempo. Sem falar que ao lembrar do rosto juvenil do Homem-Aranha, seu coração bateu acelerado e seu estômago deu pequenas voltas. Não teve dúvidas: o caminho até o Homem-Aranha, ou melhor Peter Parker, se mostrou o mais atraente até aquele momento.

Bebeu o café e comeu as panquecas com certa pressa, logo cobrindo o rosto com a máscara e se equipando com as katanas e as pistolas em seus devidos lugares. Não se deu ao trabalho de verificar como deixou o apartamento, tampouco mais alguma informação em seu notebook, apenas saiu pela porta rumo ao seu destino. Claro que havia cogitado a possibilidade de sair pela varanda, mas não havia onde se segurar.

Assim que chegou lá embaixo, foi até a sua moto ganha em uma aposta e se acomodou na mesma, logo enfiando a chave para liga-la, saindo a todo vapor em busca de Peter. Enquanto se espremia entre os carros e alguns becos por onde passou, Wade pensava no quanto seria mais fácil ir até a escola do garoto, mas os funcionários não o informariam de onde Peter morava ou qualquer outra coisa sobre ele e o mercenário ficaria meio estressado. Percebeu que seria mais fácil procura-lo pelos céus ou então, em alguma cena de crime, logo avistada mais ao longe.

Uma densa e escura fumaça foi percebida pelos olhos de gavião de Wade, que tratou de acelerar a moto e não pensar em mais nada. Um certo sentimento havia o invadido de tal forma que ele não podia sequer esperar mais. Sentiu medo de perder o garoto, pois mesmo sabendo da força que o Homem-Aranha possuía, ele não deixava de ser apenas um menino e não queria de forma alguma o ver machucado.

Os pneus quase flutuavam na pista dada a velocidade em que Wade conduzia a moto, seu coração batia tão acelerado que ameaçava deixa-lo sem ar, os olhos atentos desejando avistar mais de perto o local onde a fumaça estava encobrindo. Assim que chegou lá, pulou da moto rapidamente e bem há tempo de ver o Homem-Aranha sendo jogado com toda a força no solo destruído, o vilão usando o par de asas em suas costas para tomar impulso e consequentemente pular em cima do garoto, mas isso nunca chegou a acontecer.

O Homem-Aranha tentou se proteger com os braços em seu rosto, mas não precisava realmente, pois Wade interceptou o vilão jogando uma das katanas em um dos motores que havia sobre as asas dele, causando um curto circuito que o fez cair com força no chão.

— Quem ousa me atrapalhar? — indagou o homem levantando-se e dirigindo seu olhar para Wade imediatamente, um sorriso cínico adornando seus lábios. — Ora, ora, quem apareceu.

— Você não tem vergonha de estar usando a sua força contra um garoto? — disse Wade sério e frio, se aproximando de forma ofensiva. — Pegue alguém do seu tamanho.

— Esse alguém seria você? — debochou. — Está muito abaixo do meu nível.

— Na verdade... Eu estou muito acima. — riu Wade e então, chutou a perna do homem e o segurou pela garganta com a maior facilidade possível, deixando o Homem-Aranha estático com a destreza que fazia aquilo.

 — Mesmo que me mate, Ajax vai encontrar o garoto. — riu debochado. — Ele não tem a menor chance contra o chefe, você pode apostar.

— Não tenha tanta certeza disso.

— Eu falo sério. Ou você acha que ele vai deixar a morte do Abutre ser em vão?

— Seu nome é Abutre? É o nome mais imbecil que eu já ouvi. — debochou Wade, não dando espaço para que ele falasse mais nada.

Sacou a katana que havia em suas costas e a enfiou com tudo na garganta do homem, o sangue todo espirrando em cima do Homem-Aranha, enquanto o vilão se engasgava com o mesmo, alguns barulhos estranhos dando ainda mais realismo e pavor a cena. Wade não demorou a largar o corpo ensanguentado de forma desleixada, deixando-o ir ao chão, enquanto o jovem Homem-Aranha se levantava aparentemente chocado.

— P-Por que você fez isso?

— Por quê? Salvei a sua vida, garoto. — disse Wade já retirando as katanas de onde estavam e as depositando em suas costas novamente.

— Mas precisava fazer tudo isso?

— Desculpe a minha rudeza, mas não costumo ter pena de desgraçados como esse. — suspirou profundamente. — Eu estava te procurando. Podemos conversar?

— O que você quer conversar comigo? — o jovem foi rápido, tinha um certo receio de ficar muito tempo próximo daquele homem, pois em poucos momentos provou a ele o quanto era insano.

— Vamos lá, sem medo. — Wade disse um pouco impaciente. — Eu te pago um churro ou qualquer outra coisa que queira comer, que tal?

O Homem-Aranha suspirou profundamente e assentiu, logo se afastando com Wade em seu encalço, fazendo caretas por baixo da máscara, pois o cheiro do sangue invadiu suas narinas de tal forma que ele se sentia um pouco enjoado.

— Podemos procurar um banheiro? Não estou aguentando esse cheiro de sangue.

— O que você quiser. — sorriu Wade por baixo da máscara, aproximando-se do beiral do prédio junto com o garoto, arriscando olhar para baixo e notando a altura em que se encontravam.

Dando um longo suspiro, o Homem-Aranha virou-se para o mais velho.

— Pelo jeito você não voa, não é? Vou precisar te levar.

Wade riu baixinho, mas dentro de seu peito o coração batia acelerado de um jeito que ele julgou nunca ser possível. Estava velho demais para se deixar arrebatar por sentimentos pertencentes a jovens, mas não podia controlar suas emoções.

Viu com precisão o Homem-Aranha lançar sua teia em um dos prédios defronte a eles, tentando entender o que ele iria fazer.

— Se segura em mim, vou tentar nos tirar daqui. — disse ele tentando controlar alguns acessos de tosse, a fumaça permanecia firme e forte, sem pretensão alguma de se dissipar sem um pouco de ajuda.

Sem pestanejar, Wade se aproximou e envolveu a cintura do garoto com os braços, visto que no pescoço seria uma péssima ideia, poderia machucá-lo por conta do seu peso. O garoto sentiu-se corar com aquela proximidade, mas Wade sem dúvida se sentia nas nuvens. Ainda não entendia ao certo o que sentia por aquele menino, mas gostaria de uma oportunidade de descobrir.

O jovem ao se sentir seguro, jogou-se do prédio levando Wade consigo, precisando se ajustar ao peso dele, logo lançando teia com o outro braço, intercalando-os, logo chegando em solo firme, soltando-se das teias e sentindo o mais velho desgrudar-se de seu corpo, um leve arrepio percorrendo a sua espinha. Já era o segundo encontro com aquele homem e o Homem-Aranha não podia negar o quanto se sentia estranho quando ele estava por perto.

Wade observou melhor a fachada do local e notou que nunca havia passado por ali.

— Hm, que lugar é esse?

— Aqui é a loja do Sr. Dalmar, o melhor sanduíche do bairro. — disse o garoto e pelo tom de sua fala, parecia estar sorrindo por baixo da máscara.

O mais velho suspirou forte e então assentiu com a cabeça, entrando no estabelecimento atrás do garoto. Ao notar o dono da lanchonete, o Homem-Aranha se sentiu um pouco nervoso e pigarreou, engrossando a voz:

— Bom dia. Queremos dois sanduíches bem achatados, por favor.

A expressão do Sr. Dalmar era a mais confusa possível e sugeria que ele não sabia se corria ou se ligava logo para a polícia. Não por conta do cabeça de teia em si, mas pelo Deadpool e seu par de katanas ameaçadoras.

— Algum problema, meu chapa? — o mercenário indagou somente para fazê-lo se mexer, o que logo surtiu efeito.

— Não, está... E-Está tudo bem. — respondeu com os olhos muito arregalados, lentamente mirando o menor. — Vai ser para viagem?

— Sim, por favor. — o Homem-Aranha assentiu, fazendo então com que Sr. Dalmar pedisse para prepararem dois sanduíches no capricho e para a viagem, enquanto recebia dez dólares das mãos despreocupadas de Wade, as suas próprias pegando o dinheiro com certo temor.

Assim que os sanduíches ficaram prontos, o dono do estabelecimento os colocou dentro de uma sacola plástica e observou ainda espantado o menor agradecendo, sua voz não soando muito estranha, logo distanciando-se com o mais velho. Wade não indagou nada, apenas seguiu o mais jovem até um prédio, subindo as escadas rapidamente, logo chegando ao topo, de onde podia-se ver metade da cidade.

— Aqui é muito bonito. — disse Wade, admirando a vista tão bela, sentando-se calmamente no beiral com o cabeça de teia.

— Sim, é o meu lugar favorito do mundo. — respondeu sorrindo por baixo da máscara, tratando de se livrar dela, respirando profundamente. — Ah, agora sim. Eu  não estava mais aguentando esse cheiro de sangue.

— Foi mal, tudo aconteceu tão rápido que nem fomos ao banheiro. — desculpou-se Wade, ligeiramente envergonhado, o que era raro. O Homem-Aranha o entregou o sanduíche e começou a comer calmamente. — Desculpa mesmo. — disse perdido entre as desculpas que pedia e o quão bonito era aquele jovem.  

— Está tudo bem, a gente ainda não se conhece direito. — a sua boca estava um pouco cheia, mas o garoto não se importou, Wade tampouco. — Podemos começar nos apresentando?

Um pouco a contragosto, Wade aceitou. Sempre esteve no controle de tudo e sentir que não lhe pertencia mais o domínio da situação, lhe deixou desconfortável. Mas por aquele menino abriria uma exceção.

— Tudo bem, é justo. ­— deu o braço a torcer, levantando um pouco a máscara e começando a comer, falando de boca cheia e arrancando um riso do mais novo. — Nas ruas sou conhecido como Deadpool, mas meu nome de verdade é Wade. Patético, eu sei, eu também não gosto muito.

— Wade? Eu gostei, é um nome muito bonito! — disse o garoto, arrancando um rubor violento das bochechas do mais velho, que mordeu mais um pedaço de sanduíche para tentar disfarçar. — O meu é... Bem...

— Peter Parker?

— Bem, sim... — o garoto engoliu em seco. — Eu me chamo Peter Parker, desculpa não ter dito a verdade.

— Está tudo bem, Peter, se não me disse é porque teve algum motivo. — Wade suspirou, tentando controlar as batidas do seu coração, que aumentavam a cada segundo. — Se sente melhor agora?

— Para falar a verdade sim, eu não gosto de mentiras. — disse sincero, fascinando o mais velho e nem se dando conta disso.

— Eu até que gosto delas... Um pouquinho. — riu, fazendo com que Peter risse com ele, ambos continuando a comer até que os sanduíches acabaram.

— Já que estamos sendo sinceros... Aquilo que você me disse era verdade então? Sobre terem pago você para me matar... — a voz de Peter era temerosa e de certa forma monótona; não podia negar que estava com medo, seria impossível uma vez que qualquer um perceberia.

— Infelizmente sim. — Wade confirmou enquanto limpava os cantos da boca. — Um infeliz que odeia super-heróis me pagou para te matar, mas desisti quando te vi, quando percebi quem era.

— E quem eu sou? — Peter ainda não tinha entendido qual era o papel dele nisso tudo, pois Wade parecia nutrir um certo interesse nele e estava ficando ainda mais curioso sobre aquilo.

— Eu estava com medo de te encontrar durante todo esse tempo, Peter... Se você soubesse o quão fodido da cabeça eu estava... Aliás, eu ainda estou...

Peter franziu a testa, não estava entendendo aonde ele queria chegar. Sobre o que ele estava falando, afinal? Por que não era claro?

— Wade, do que você está falando?

— Não importa, eu só quero proteger você do Ajax.

— Quem é Ajax? O cara que te pagou para me matar? — os lábios do jovem tremeram, era demasiado novo para pensar em morrer, ainda mais por encomenda.

— Ele mesmo. Eu quero fatiá-lo como um presunto, e para isso preciso encontra-lo rapidamente. — suspirou. — Agradeceria se você tomasse cuidado, Peter, não é sempre que vou poder te vigiar.

— Me vigiar? Mas você mal me conhece, nem sabe quem eu sou direito. — Peter estava mais confuso ainda, queria respostas, ansiava por elas.

— Eu te conheço mais do que pensa. — suspirou profundamente, pondo-se de pé. — Acho que preciso ir agora, já está ficando um pouco tarde.

— Espera. — Peter pediu, já se levantando também. ­— Não foi só para isso que veio, não é? Me dizer seu nome e confirmar que eu sou eu... O que mais está escondendo de mim, Wade?

— Não é uma boa hora, Petey. — falou sem querer realmente ser carinhoso, mas a palavra não passou despercebida.

“Petey”?

— Isso, Petey. Combina até mais com você, te deixa mais fofo. — sorriu tocando o nariz do menino e dando-lhe às costas, o deixando com mil e uma perguntas sem respostas.

— Espera! — chamou alto, fazendo com que Wade estagnasse no lugar. — Eu nunca vou conhecer o seu rosto?

Levou alguns segundos para que Wade processasse aquela pergunta, até que desistiu de se esconder. Se era para Peter conhece-lo, que fosse de uma vez, mesmo o menino já o conhecendo e não se lembrando, pois ele realmente jamais se lembraria. Tirou a máscara com certa brusquidão, mas não muita, virando-se calmamente para ele, vendo o seu olhar surpreso e aliviado ao mesmo tempo o atingir.

— E então, satisfeito? — indagou amargurado. — Sei que sou horrível e queria te poupar desse sofrimento, mas você quem quis e...

— Shh. — sorriu Peter, os olhos levemente brilhantes de lágrimas. — Você é lindo, Wade. Muito mesmo. As cicatrizes em sua pele jamais serão uma limitação para o ser humano maravilhoso que você é, eu tenho certeza disso.

Wade sentiu o seu coração disparar junto com seus olhos banhados de lágrimas. Aquilo foi o mais perto de um elogio sincero que já recebeu na vida, o mais perto que chegou de se sentir suficiente para si e para o mundo, para tudo. Sentiu-se emocionado, mas não queria fraquejar. Por um momento, sentiu-se agradecido por ter passado por tudo de pior, pois finalmente havia chegado a Peter.

Sentiu-se aliviado e feliz, pela primeira vez em tantos anos.

— Obrigado, garoto, obrigado... Eu nem sei o que dizer...

— Não precisa dizer nada... — sorriu Peter, com a boca e os olhos, contagiando Wade e o seu frágil coração. Era incrível como um garoto tão jovem o havia feito desenterrar seus sentimentos outrora escondidos. — Eu só... Não sei, parece que eu já te vi alguma vez... Só não me lembro onde...

E então, Wade precisou se conter, ou contaria ao jovem tudo o que estava entalado dentro dele. Peter não parecia estar pronto para saber de toda a verdade que com certeza ninguém havia contado a ele, sobre os pais, sobre ele próprio, sobre ele Wade. Ele deveria esperar antes de soltar a língua, não queria o garoto confuso e sentindo-se mal sobre a morte dos pais.

— Eu acho que já nos vimos sim, mas podemos nos ver outra vez...

— Podemos?

— Sim. Estou te devendo um churro.

Peter sorriu, percebendo que aquela era uma desculpa para Wade ir vê-lo.

— Beleza, então! — falou excitado. — Acho melhor eu ir, eu... Eu tenho um trabalho da faculdade para fazer... — Peter achou-se um tremendo idiota por falar aquilo, mas ele realmente precisava fazer a tarefa.

— Sem problemas, Petey! — sorriu Wade, já vestindo a máscara de novo. — Eu tenho um peixe enorme para caçar. Se precisar, me liga! — disse entregando para o garoto um cartão da Hello Kitty que continha a sua alcunha e o seu número.

— Tudo bem e obrigado pelo sanduíche! — riu o menor, vendo o mais velho sair correndo até as escadas, com certeza descendo-as com pressa.

Finalmente havia descoberto o nome dele, além de suas ocupações, mas algo ainda o incomodava: o que aquele homem realmente representava para si? Ele parecia ter muito a ver com o passado de Peter e ele estava louco para saber de toda a história.


Notas Finais


E então, o que acharam? Me contem tudo!

- Saori


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