História Argos-Interativa - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Prólogo


Os lindos campos de Argos , vastos em lindas paisagens e vilarejos, agora estavam substituídos por fogo e corpos em um combate incessante entre os herdeiros da luz, cidade vistas como grandes centros urbanos, viraram agora zonas de guerra , poucos lugares tem o raríssimo prazer de não ter sofrido danos dessa guerra secular, é um desses lugares é chamado de Nova Odessa, capital da fação dos pretorians , porém na mesma havia um clima de insegurança pois surgia cada vez mais boatos de um iminente ataque elderian , Artorias general do exército, estava em sua sala com seus conselheiros discutindo sobre como proteger a cidade sobre um suposto ataque 

Enquanto os seus seguidores discutiam e gritavam entre si, mostrando um claro desespero, o cavaleiro da luz estava olhando o mapa viajando em seus pensamentos, claramente refletindo uma tranquilidade e domínio sobre a situação, depois de segundos artorias bate na mesa com força em busca de atenção, algo que conseguiu com sucesso, pois agora todos em estavam o olhando como crianças olham para seu mestre

-Temos que manter a calma, disse artorias se espreguiçando enquanto levantava

-É apenas um blefe dos endorians esse suposto ataque, eles não têm forças nem suprimentos para atacar , eles perderam muitas tropas após a batalha de Alcatrar , complementava o general 

-Por isso mesmo é uma boa hora para contra-atacar, eles estão fracos!- interrompe um conselheiro de artorias 

-Isso não significa que podemos atacar eles também, afinal também perdemos muito na batalha de alcatrar, dãã- argumentava Artorias  mostrando um claro sarcasmo e desprezo pela falta de inteligência do seu seguidor 

-A rainha nos colocou como principal dever agora, à reposição de forças e encorajamento da população é  isso que vamos fazer! complementava o herói, que caminhava triunfante para fora da sala com diversos olhares de admiração sobre ele 

Alcatrar 

Alan caminhava sozinho pela densa floresta da cidade, em busca de sossego e descanso após a árdua batalha pela conquista da cidade, durante sua caminhada pela linda porém danificado floresta ele acabou  refletindo sobre os eventuais acontecimentos da guerra e como o estavam afligindo, ele sentou se em um árvore qualquer e começou a olhar o cenário caótico que tinha se tornado a cidade, em que tempos passados era um símbolo da prosperidade humana , em pouco tempo o mesmo caiu no sono,repentinamente o mesmo foi acordado por diversos gritos  

Assustado o mesmo rapidamente se levantou e disparou em direção à origem desses sons, enquanto corria, um turbilhão de coisas passavam em sua cabeça em uma falha tentativa de buscar um explicação para esse suposto ataque 

Alan encontra um soldado da sua fação dilacerado, onde sua perna acabou parando de algum jeito na sua boca, o homem solitário caminhava em uma pilha de corpos na mesma situação do soldado, todos violentamente mutilados e destroçados como se fossem meros brinquedos de pelúcia, até que o mesmo se toca e vai em desparada para seu quartel-general improvisado, quando o  mesmo chega nele, Alan encontra o mesmo cenário tudo destruído, ele calmamente entra a cabana e Vai diretamente para seus aposentos pessoais , pode acontecer qualquer coisa, mais isso não pode sumir, pensava Alan, quando ele ao chegar rapidamente viu seu quarto totalmente bagunçando como se alguém estava procurando algo, ele rapidamente vai para sua gaveta e abre 

-SEUS MALDITOS!Grittava Alan, em fúria sendo capaz de ouvir esse grito até nas periferias da arrasada cidade 



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