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História Arkios High - A Lua de Sangue (Imagine Bang Chan) - Capítulo 8


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Notas do Autor


Trazendo mais um capítulo aí pra vcs mon amores ☯‿☯✿ pq hoje eu tô daquele jeito kkkk então...

Boa Leitura♥️

Capítulo 8 - Em "casa"


Fanfic / Fanfiction Arkios High - A Lua de Sangue (Imagine Bang Chan) - Capítulo 8 - Em "casa"

Bang Chan


21 de Março de 2018 

Floresta Goobum, 06h02min


Acordo e a primeira coisa que eu vejo é o sol nascendo entre as árvores altas. 

Sentia uma dor muito aguda no meu abdômen, a bala de prata ainda estava alojada dentro de mim. 

Com cuidado tiro ela de dentro de mim, no instante a dor aumenta muito, me fazendo deixar escapar algumas lágrimas. Pego a poção de cura que a Minkyung tinha me dado e coloco sobre a ferida, que se fecha em alguns segundos deixando uma cicatriz. 

Logo as minhas últimas lembranças voltam, Minkyung ferida e seu pai a levando e eu não pude fazer nada. A onde de tristeza me invade novamente, eu não podia deixar aquilo assim, eu preciso ir pra Arkios, eu preciso salvar ela...


Kim Minkyung 


Daennium, Arkios

12h33min


Já fazia dois dias que estava presa em Arkios, mesmo nunca vindo pra cá sabia que estava em Daennium, terra dos demônios, até que serviu de alguma coisa estudar os mapas de um lar em que nunca morei, eu saberia como fugir dali e pelo menos chegar em Winchest. 

Meu pai havia me acorrentado no porão de um chalé, próximo a base de uma cordilheira. 

Eu tentava o máximo usar os meus poderes, mas não adiantava de muita coisa, naquelas correntes havia algum tipo de encantamento que fazia com que eu não conseguisse usar a minha magia, mas não custava nada tentar. 

MK: HOC FERRUM FRANGE! – Eu grito usando todas as minhas forças, mas mesmo assim não adianta, sabia que meus olhos estavam totalmente negros, isso era sinal de que eu estava ficando cada vez mais fraca, e que logo estaria totalmente esgotada.

Pai: Não adianta querer querer as correntes Minkyung, este lugar bloqueia a magia de sobrenaturais, seus poderes aqui são totalmente inúteis. – ele se aproxima de mim. 

MK: Não importa! Eu vou fazer de tudo para fugir de você! 

Pai: Você não mudou nada mesmo, ainda é tão teimosa, não me surpreende que é filha de sua mãe. 

MK: NÃO OUSE FALAR DA MINHA MÃE! 

Pai: Ela resistiu bastante antes de morrer... tentou proteger você e suas irmãs até o último momento. – ele fica por um minuto em silêncio. – Mas isso não adiantou de muita coisa. 

Eu não respondo, somente o encaro, por incrível que pareça seu olhar era triste. *Não acredito que esse desgraçado tem a cara de pau de ficar triste por algo que ele mesmo fez*. 

Pai: É melhor você comer – ele põe um prato de comida do meu lado – não quero matá-la, pelo menos, não agora. – ele vai embora. 

Eu encaro o prato de mingau por alguns segundos, *ele deve ter colocado alguma coisa nisso* mesmo estando com fome deixo o prato de lado, e me sento abaixo de uma pequena janelinha, e fico encarando o céu cinza.

MK: Por favor Chan, me ache logo... – eu falo pra mim mesma, segurando as lágrimas. 


Bang Chan

Opher, Arkios

13h09min

Depois de algumas horas finalmente chego em Opher e vou direto falar com Yeji, se tem alguém que sabe onde Minkyung deve estar, é ela. 

Yeji é minha prima, filha caçula do rei, a segunda da linha de sucessão do trono. 

Vou até o castelo, onde sou recebido por sua dama de companhia, Dahyun, que me leva até a biblioteca. 

DH: Espere aqui por um instante Vossa Alteza, que irei chamar a Princesa Yeji. 

BC: Por favor, informe a ela que é urgente. 

DH: Sim senhor. – ela sai e em alguns minutos trás Yeji junto com ela. – Se precisarem de mim estarei nos aposentos de Vossa Magestade. 

YJ: Não se preocupe Dahyun pode ir. – ela se curva antes de ir embora nos deixando a sós. – Pelo jeito aconteceu algo se muito grave, você nunca vem aqui. 

BC: Yeji, você ainda tem o mapeamento dos caçadores de Arkios? 

YJ: Claro que tenho. Mas... pra que você vai usar? – ela me olha preocupada. 

BC: Um deles sequestrou... a Minkyung... Ele falou de uma tal de profecia, e que ela vale muito dinheiro, eu não entendi exatamente o que ele quiz dizer com isso, mas só sei que ela está em perigo.

YJ: Ele devia estar falando da profecia da Lua de Sangue. 

BC: Então tem gente que realmente acredita nisso? 

YJ: Tem... – ela dá uma pausa na fala. – nos últimos anos muitos sobrenaturais foram sacrificados por causa disso, a profecia se tornou a última esperança para muitos. 

BC: O povo de Arkios deve estar mesmo desesperado...

YJ: Opher está se reerguendo aos poucos depois de ter declarado a retirada das tropas há 2 anos atrás. Mas ainda enfrentamos muitas dificuldades. – ela para de falar por um instante enquanto encarava o chão com o olhar triste. – Bom, eu vou procurar o que você precisa. 

Ela vai até uma mesa no meio da biblioteca e eu a sigo. Yeji vasculha uma pilha de papéis e logo tira um grande mapa, que ocupava quase toda a extensão da mesa.

YJ: Então qual é o nome desse caçador? 

BC: Kim Seongjun. 

YJ: Mas ele... – sua expressão se torna pálida. 

BC: O que foi Yeji? Aconteceu alguma coisa? 

YJ: Bang Chan, ele é o caçador mais poderoso de Arkios, ele é o braço direito do líder dos ceifadores. Enfrentar ele é pedir pra morrer, nenhum sobrenatural sobreviveu a ele. A única chance dela estar viva é se tiver tanto poder quanto ele, e isso só seria possível se eles fossem da mesma família. 

BC: Aí que está Yeji... Ela é a filha dele. – Ela fica ainda mais espantada. 

YJ: Como assim ela é filha dele!? Como ele tem coragem de sacrificar ela!? 

BC: Eu não sei... Mas tenho que achar ela o mais rápido possível. 

YJ: Me desculpa Chan... Mas eu não tenho a localização dele. Ele é o único caçador que eu não tenho nesse mapa. 

De repente eu escuto uma forte batida vinda do teto, que em poucos segundos desaba sobre nós. 

Instintivamente eu puxo Yeji pra debaixo da mesa para nos protegermos. 

Entre os escombros eu observo a sombra de uma pessoa se levantando. 

TY: Eu sabia que você estaria aqui. 





CONTINUA...








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