História Arlequina! - Capítulo 27


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Categorias Gotham
Personagens Alfred Pennyworth, Bruce Wayne (Batman), Butch Gilzean, Comissário James "Jim" Gordon, Edward Nashton/Nygma (O Charada), Edward Nygma, Harvey Bullock, Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher Gato)
Tags Arlequina, Batman, Gotham, Jerome Valeska, Joker
Visualizações 73
Palavras 2.920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - O novo caminho é um velho amigo.


Fanfic / Fanfiction Arlequina! - Capítulo 27 - O novo caminho é um velho amigo.

Narração Normal.

Edward se olhou no espelho e ajustou a boina em sua cabeça:

-Agora sim, perfeito. – De repente, fez uma cara de pensativo.- Hum, mas ainda acho que estou esquecendo alguma coisa...OH!- A realização bateu.- Claro, como posso ser tão burro?- Ele caminhou até sua cama, havia uma figura adormecida sobre o coxão.- Hora de acordar dorminhoca. -Cantarolou ao puxar os cobertores.

-Argh!-Josette estava ali. – Ed!- Ela parecia uma bagunça de manhã.

-Qual o problema? Combinamos que íamos sair cedo.

-Sim...-A outra gemeu enquanto se arrumava. -... mas não esperava que fosse antes do Sol nascer.

-Tudo bem, a gente combina o horário da próxima vez, agora se apresse.- Ele saiu pela porta completamente radiante.

Arlequina piscou:

-Próxima vez? -E gemeu.

Pouco depois ela estava no banco do passageiro enquanto Ed dirigia tranquilamente rumo a floresta.

-Acho que eu devia ter mudado de roupa? Edward iniciou uma conversa.

A garota o olhou de cima a baixo:

-Nah, não, acho que essa está bem, pode ser até beneficiadora.

-Serio?

-Sim, só tenho pena dos velhinhos que vão ser caçados pelos tiras, mas ai, não é problema nosso.

-Espera, velhinhos? -Nygma parou o carro e olhou para ela.- Está me chamando de velho?

-Bom...-A outra cutucou a boina.- ... me sinto como se estivesse indo jogar xadrez em um domingo de mãe com meu falecido tio-avô, Gomez, se eu tivesse um tio-avô.

Edward revirou os olhos:

-Tenho certeza que ele não esconderia um corpo em uma mala e enterraria na floresta.

 -Hipoteticamente ele seria da minha família,então,é...talvez.

O outro fez careta e saiu do carro.

-Ganhei essa. - Arlequina sorriu fazendo o mesmo.

A menina juntou-se a ele no porta-malas onde residia uma enorme mala escura, Edward suspirou e tirou a mesma, estava bem pesada:

-Não se preocupe com o café...-O rapaz começou. - ...nós vamos fazer um piquenique agradável na floresta.

-Antes ou depois de enterrar o corpo?

-Hum,eu pensei em durante.

-Tá.-Ela deu de ombros e pegou a pá fechando o porta-malas.

A dupla começou a caminhar rumo a mata.

-Desculpa senhorita Kringle.-Ed começou quando a rodinha da mala deu uma leve travada em um galho.

Com isso, Josette concluiu que ela era a pessoa mais insanamente sã que conhecia.

-Alguma preferência para o local da cova?- A mesma perguntou.

- Bom...-Edward começou se pondo a pensar.- Precisa ser um local melodramático para que seja memorável.

Arlequina o olhou descrente:

- Vamos enterrar um corpo de uma pessoa que você matou, quer mais memória que isso?

Nygma fez bico:

-Tem razão, é redundante. - De repente, seu rosto se iluminou. - Ah, ali. -Apontou para onde havia uma arvore bem grande. - Podemos cavar perto daquela arvore.

 Pouco depois, o cenário havia sido montado, Arlequina estava sentada em cima de uma toalha verde xadrez, com um copo de vinho na mão e um sanduiche na outra:

- Já disse que adoro sua culinária?

-É apenas um simples sanduiches. - Nygma sorriu para ela e pegou sua taça, dirigindo-se ao buraco onde a mala estava, não era uma cova muito funda, mas era apenas uma mala com pedaços humanos. - Temo que seja o melhor enterro que a circunstância permite...-O rapaz começou erguendo a taça.-... mas poderíamos ter uma última refeição juntos.

-Ei.- Josie reclamou.

Ed a ignorou e tirou sua boina em sinal de respeito:

- Eu era um homem quebrado, senhorita Kringle. Duas metades em guerra. Mas graças a você...eu estou inteiro. Jamais te esquecerei. Te levo a noite e te pego de dia. Não sofre comigo, mas sim por minha falta. Quem sou eu?

Antes que pudesse dizer a resposta, um homem apareceu assustando-os:

-É algum tipo de charada? - Ele era gordo, com uma barba grande branca e suas roupas , adicionadas com a espingarda, comprovam que é algum tipo de caçador.

-Não devia aparecer assim de fininho, não é educado.- Ed reclamou.

-Geralmente não te pessoas aqui.- O desconhecido comenta.

-O senhor gostaria de um sanduiche?- Ed abandonou sua taça ao lado de Queen e piscou para ela.

-O que?- O caçador piscou confuso e olhou para a cova aberta.- Mas o que diabos tem aqui dentro?!- E ele é atingido na nuca caindo inconsciente na mesma.

- Ah, ótimo. -Edward baixou a pá quebrada. - Agora vamos ter que improvisar. -Olhou para homem.- Não sai daí.-E sinalizou para Arlequina.

Revirando os olhos, a menina largou o sanduiche e o seguiu.

♦♠ ♥ ♣

Arlequina

Confesso, só agora, fazendo o trajeto de volta, que percebi o quão longe nós fomos, ainda não sei como Nygma consegue memorizar o caminho.

-Quem diria...-Comecei uma conversa.-... três mortes, o número está subindo senhor Nygma.

-Impressionante, não é?- Ele parecia orgulhoso.

- Não em tudo, afinal, lembre-se que você não tem que matar todos.

-Mas é mais fácil.

-Ed, estou falando sério, não queremos que você seja pego,

-Relaxa,eu vou ficar bem...oh, olha, chegamos.-Ed apontou.

-É, mas ainda vou te ensinar uns truques.

-Faça isso, não a nada melhor do que aprender com profissionais, inclusive, você poderia começar ...-Ele fez uma pausa rápida.-... jatando comigo hoje?

Pisquei:

-Está me chamando para sair?

-Talvez.- Ed sorriu de lado.- Você aceita?

-Talvez mais tarde, Sr. Nygma. – Dei uma piscadela. - Por hora, vamos acabar logo com isso, essa floresta está cheia de mosquitos.- Reclamei ao acertar o pequeno sugador de sangue.

♦♠ ♥ ♣

Narração Normal.

 

Após pegar a mala de ferramentas no carro, a dupla retornou a cena do crime.

-Bom...-Edward começou ao se agachar ao lado do corpo e abrir sua pequena maleta.- ... se não posso aumentar o buraco...-Pegou uma mini serra.-... eu diminuo você. -Olhou para a vítima com um sorriso.

Arlequina riu um pouco e voltou a cesta de piquenique, só para ter uma desagradável surpresa:

-Ed...-Ela chamou a tenção do outro para os pratos vazios e algumas manchas de sangue-... parece que mais alguém aprecia sua culinária.

Edward suspirou ao se aproximar dos objetos:

-Quem comeu meu sanduiche?- Olhou em volta e viu uma pequena trilha de manchas vermelhas.

-Ladrão descuidado.- Josie zombou.

-Para uma floresta erma, tem muita gente circulando por aqui. – Olhou para o caçador. -Parece que vai ter uma multidão ai dentro.

Queen suspirou, definitivamente, Nygma estava perdendo um pouco o controle:

-De novo, você não pode matar todos.

-Quem quer nos roubou, é uma testemunha.

A outra revirou os olhos:

-Então deixa comigo. -E foi na frente.

-Bem...-O rapaz ajustou os óculos, pegou a lanterna e sua serra. – Vamos lá.- Olhou para o corpo uma ultima vez.- Eu já volto.

Porem, os minutos se transformaram em horas e logo a dupla se encontrava caminhando sob a luz da lua.

- É melhor isso valer a pena.- Arlequina resmungou.

-Eu acho que estamos no caminho certo. – Edward falou.

- Disse isso há horas atrás, será que é pedir muito explodir algumas cabeças?

-Vamos ver ...- Nygma parou, poucos metros à frente deles havia um trailer com as luzes ligadas.

Eles se olharam e seguiram adiante com passos silenciosos, bom, Queen era a mais quieta dos dois, porém, foi Nygma que decidiu se arriscar aproximando-se da porta, e quando estava quase encostando a orelha na mesma, ela se abre de supetão acertando-o. Edward foi ao chão e seus óculos voaram.

Arlequina puxou sua pistola, pronta para atirar, mas hesitou ao reconhecer a figura cambaleante que saiu de trailer.

Enquanto isso, Ed vasculhava o chão atrás de seus óculos, uma vez que os encontrou, sua visão voltou em alta definição:

-Meu Deus! Senhor Pinguim?

-Me ajude. -Oswald caiu de joelhos, ele estava muito machucado, havia sangue em sua roupa.- Por favor!

-Ozzy!- Josie correu para ele antes que o homem desmaiasse.- Oh meu santo pudim! Edward! - Ela olhou para o outro, que parecia ainda em choque. – Pare de olhar com essa cara de bocó e ajude aqui!

Ed piscou e acenou com a cabeça de forma rápida e desajeitada, sua confiança havia sumido e ele se sentia como o velho Ed, embora, ainda não se importava em matar um ou dois.

De repente temos um close na face de Oswald, ele está desacordado, na cama de Nygma. A nova dupla dinâmica cuidou dele, Ed lhe arranjou roupas limpas e Josie cuidou dos ferimentos, agora, só restava esperar que ele acordasse.

-Será que ele vai demorar para acordar?-A menina permanecia sentada ao lado do Pinguim.

-Já perguntou isso, duas vezes.-Edward parecia entretido com seu microscópio.

-Não posso fazer nada, sou impaciente.- A outra zombou.

O rapaz suspirou e pegou sua carteira:

-Então, por que não vai ao mercado?

-Ao mercado?

-Preciso de leite. – Nygma admitiu. - E sair vai te fazer bem, então...-Sinalizou para a porta com a nota de vinte.

Revirando os olhos, Arlequina cedeu:

-Que seja.

Mas ela tinha de confessar, comprar leite não era bem o que tinha em mente, de qualquer forma, o dia estava nascendo, era uma bela visão, a coisa mais pacifica que iria encontrar hoje.

Sorte que Gotham ainda tem mercados que ficam abertos vinte e quatro horas.

-Cinco dólares por uma garrafa de leite. – Queen fez uma careta.- Está ficando mais caro.

-É, esse mercado é um assalto. - Selina apareceu no fundo do corredor com um sorriso.

-Oh, falando em assalto...-A outra riu.

-O que? Também preciso tomar café da manhã. -Selina olhou em volta e viu o responsável pelo mercado olhando para elas com uma sobrancelha arqueada.- Mas fica difícil quando tem gente te encarando com olhos de águia.

-Oh...-Arlequina olhou em volta e sorriu para ela.-...então vamos dar um motivo para eles olharem.

-O que quer di...- Selina calou-se ao receber um soco no rosto, ela limpou o sangue que escorreu do canto da boca e olhou com raiva para Queen. – O que diabos?!

-Vamos dançar gatinha?-Arlequina piscou enquanto se posicionava.

-Oh! -Selina sacou o plano.- Sorte que estou com os sapatos certos.

As duas iniciaram um briga e o dono do mercado decidiu intervir, pobre infeliz, ele foi atingido por um armário com muitas prateleiras.

-Vamos nessa.- Arlequina pegou uma cesta e colocou duas garrafas de leite, alguns pacotes de biscoitos e uma caixinha de suco de laranja.

A dupla fugiu pelos fundos do estabelecimento.

-Eu senti falta disso.- A maluquinha riu.

Selina sorriu e pegou sua parte do serviço:

-E eu...-Ergueu o leite e dois pacotes de biscoitos.-...disso. Tinha que bater tão forte?

-Como você espera que acreditem que era uma briga séria?

-Não podíamos só bater no sujeito?

-Que graça teria?

Gata revirou os olhos:

- Tudo bem, eu vou indo nessa, vê se não some, podemos fazer mais disso.

Elas trocaram um cumprimento e saíram em direções opostas.

Enquanto isso, com Galavan preso, Bruce decidiu que precisaria encontrar a resposta sobre o assino de seus pais com outra pessoa...

-Fique feliz por querer me ver.-Silver começou, ela estava na sala da mansão, sentada de frente ao seu anfitrião. – Quando ligou...Não acredita no que dizem sobre meu tio, acredita?

-Não.- O outro garantiu.- Claro que não. Silver, te chamei aqui porque preciso da sua ajuda.

-Qualquer coisa.

-Antes de ser preso, seu tio me fez uma oferta. E eu quero que...-Ele foi interrompido pela súbita entrada de Alfred.

-Muito bem patrão Bruce, de pé, senão terei de cortar os ancinhos do funileiro. E está um ótimo dia para...-Calou-se ao ver a loira. – Oh, olá senhorita St. Cloud , não esperava vê-la por aqui.

-Olá Alfred.-Silver devolveu com certo tom de desgosto, embora apenas Alfred tenha notado.

-Deve ser seu carro que está estacionado na entrada, devido aos eventos recentes, sugiro que entre nele e vá. Imediatamente.

Bruce se levantou:

-Eu a convidei, quero que ela fique.

- E eu estou mandando ela ir.

-Esta é minha casa, eu dou as ordens.

-Ah, é mesmo?

-Tudo bem.-Silver se levantou antes que as coisas piorassem. – Eu não quero causar problemas.

-Garota esperta.-O mordomo comenta.- Vamos logo.

Silver abraçou Bruce em despedida, mas não saiu até escorregar uma chave para a mão do menino:

-Estou no hotel Kane.-E se retirou.

O jovem Wayne ficou à frente de seu mordomo:

-Não tem o direito de fazer isso.

-Eu tenho todo o direito. O que pensava quando a convidou para cá? Espere, você achou que ela ia te contar alguma coisa?

-Se Galavan tem realmente o nome do homem que matou meus pais, vale a pena.

-Bom, meu palpite é que não havia nada naquele envelope, era apenas um truque para você entregar a empresa.

-Galavan é esperto. Ele não faria uma oferta dessas sem cumprir sua parte do acordo. Ele tem o nome.

-E acha que aquela víbora vai te dizer alguma coisa?

-Somos amigos.

-Não são, não. Tirar informação de uma garota dessas requer um nível de persuasão que o senhor ainda não possui. É perigoso demais.

-Vale a pena o risco.

-Não, você não a verá de novo, nem ela nem persuadidos ao Galavan.

- Não pode tomar essa decisão por mim.

-E mais alguém tem? Me forçou a ser o seu mentor, então farei o meu papel.

De volta à casa de Nygma, Oswald começou a acordar com o barulho de passos fortes, Cobblepot se sentou assim que viu Edward ao lado da cama segurando uma bandeja e com um copo de agua.

- Você...-O Pinguim começou.- ...me drogou.

-Foi para o seu próprio bem, senhor Pinguim, tem ferimentos muito sérios.

-Eu conheço você.- Oswald comenta com uma realização.

-Ed. Nygma. Nos encontramos uma vez na delegacia.

-Mas você não é policial.

-Não,não , não.- O castanho riu.- Não, eu sou legista...Acredita em destino?

-Onde estão minhas roupas?

-Joguei fora. Fediam.- Ed concluiu mas, assim que viu Cobblepot tentando se levantar, tratou de colocar a bandeja no armário ao lado. -Não, não, o senhor não pode ir.

-Encoste em mim novamente e eu prometo...-Foi interrompido pela voz autoritária de Nygma.

-O senhor é um homem procurado! Pode tentar correr, mas em suas condições, só vai conseguir três quarteirões. Temo que esteja preso aqui até se recuperar.- Com isso, Oswald o empurrou para longe e Edwards voltou a insistir no copo com água.- Agora beba. -Ele recebeu um olhar desconfiado. – É só agua. Desidratação é comum depois de muito tempo fora.

E assim, Oswald empurrou a bandeja também:

-O que você quer de mim?

-Lembra que mencionei destino? Recentemente, eu passei por um tipo de...hum... mudança.- A face de Cobblepot era impagável, ele estava começando a achar que seria melhor ter morrido naquela floresta.-  Que tipo de mudança, quer saber?

-Er, eu não perguntei.

-Comecei a matar pessoas. - Nygma desabafou e, poucos segundos depois, estava rindo.- Ual, como é bom dizer isso em voz alta.

-Quantas pessoas?

-Três, no total.

-Hum.- Oswald zombou, era um bebê.

- Duas delas eu nem me importava, mas uma dela foi minha namorada, senhorita Kringle. Ela foi o amor da minha vida.

-Se pretende me matar, pode andar logo? Nesse ponto, seria um alivio.

-Oh,que isso, não, não, não. -Ed sentou-se na cama, de frente para o outro. – Não tenho nenhuma má intenção contra o senhor.

-E quais são suas intenções?

- Preciso de conselhos, esses assassinatos ... me mudaram. - Sorri de forma doce.  – E como uma borboleta, eu acabei percebendo que não posso mais ser uma lagarta. E o senhor é um dos maiores assassinos da cidade, eu o trouxe aqui, em parte, porque pensei que poderia me guiar neste novo caminho.

Pinguim riu:

-Escute, amigo...-Foi interrompido.

-Ed.

-Tanto faz.- O outro se levantou com uma cara de desgosto e foi mancando até uma janela. - Meu império está em ruinas. Sou um homem procurado, sem amigos. E minha mãe, a única pessoa que jurei proteger...está morta pelas minhas fraquezas. Acredite quando digo que este caminho não traz nada além de dor e destruição. Então...-Virou para Edward. - ... procurado, ou não, eu me retiro. – Deu três passos e foi ao chão, inconsciente.

Edward suspirou:

-Ah meu Deus!

De repente, a porta principal se abriu e Arlequina entrou com a cesta do mercado, e várias outras sacolas:

-Desculpe o atraso, tive de ir às compras...-Ela viu o corpo de Oswald no chão. -... perdi alguma coisa?

-Estou te esperando a hora e o que é tudo isso? - Nygma piscou, visivelmente surpreso com a quantidade de coisas que ela havia trago.

-Uma garota precisa se distrair de vez em quando, e o que é aquilo? - Apontou para o corpo no chão. -Por que ele está aí?

-Acho que ele ainda está sob efeitos das drogas para dor, elas causam sonolência.

-E como ele parou tão longe da cama? - Josie colocou suas coisas em cima da mesa.

-Estávamos conversando, ele se virou dizendo que ia embora e aí...-gesticulou para o chão.

-U-a-u.

-Me ajuda a levantar ele?

Suspirando, a outra cedeu e logo Cobblepot estava de volta a cama macia.

-Por curiosidade...- Josette começou.- ... conversaram sobre o que?

-Em resumo, pedi a ele que me guiasse por este novo caminho.

-Oh, jura?- Arlequina cruzou os braços. – E ele aceitou ser seu mentor?

-Na verdade não, mas acho que sei como fazê-lo mudar de ideia. -O rapaz pegou seu casaco. - Se importaria de vigia-lo?  Eu não vou demorar.

-Bom, na verdade...-Ela calou-se ao ver a porta principal sendo fechada mais uma vez. -...que maravilha. - Bufou. Quando ela achava que não podia piorar, Oswald começou a falar em seu sono, mais como cantarolar uma música de ninar. -Ótimo. - Queen puxou uma cadeira e sentou-se, tirando a nota de vinte do bolso , ela sorriu.- Ao menos economizei.

♦♠ ♥ ♣


Notas Finais


Obrigado pela paciência pessoal, estou no ultimo semestre de faculdade e está difícil arranjar tempo para escrever com trabalhos e as provas chegando.


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