História Armas do Destino - Capítulo 21


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Alcoolismo, Assassinatos, Bts, Drogas, Hentai, J-hope, Jin, Rap Monster
Visualizações 40
Palavras 2.847
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Estou ficando louco


Fanfic / Fanfiction Armas do Destino - Capítulo 21 - Estou ficando louco

Jin ON

 

    Essa noite eu não consegui pregar os olhos. Fiquei pensando na S/n a noite toda. Minha garotinha. Ver ela daquele jeito naquela cama de hospital me machucou muito. Eu e ela somos próximos, desde da época da escola.

    Fiquei deitado na cama, encarando o teto, só pensando se a S/n sairia dessa ou não. Não quero que nada de mal aconteça com ela. Quero que ela sai logo daquele hospital e volte comigo para casa. Quero que ela more aqui, comigo, ao meu lado.

    Levanto da cama e vou em direção ao banheiro. Vou tomar banho para poder descer para tomar café.

 

   ---Dez minutos depois---

 

    Estou tomando um bom café com deliciosas panquecas enquanto assisto ao jornal. Quando estavam falando sobre acontecimentos de ontem a noite, falaram sobre o acidente da S/n. na reportagem, falaram que ela estava alcoolizada. Que mentira. Nada disso. Só mentiram para a notícia fazer sucesso, ser falada pelo povo.

    Termino de tomar meu café e vou escovar meus dentes e pegar a chave do carro. Depois de fazer essas coisas, vou em direção a garagem e pego minha Ferrari vermelha. Sai de casa e fui em direção a empresa. Quero resolver rapidamente minhas coisas lá para poder ir ao hospital, ver a S/n.

 

   ---10:30; Hospital---

 

    Chego ao hospital e vou diretamente na recepção. Avidei que iria ao encontro da S/n. depois da recepcionista ter confirmado tudo, fui em direção ao elevador. Depois que cheguei no andar em que S/n estava, andei rapidamente em direção ao seu quarto.

    Cheguei lá e vi minha amiga, deitada naquela maca, respirando com a ajuda de aparelhos... Claro que eu não gostei de ver aquilo.

  - Acorde logo, S/n... – Digo e me sento em uma poltrona que tem ao lado da cama. – Ah, minha pequena. – Seguro delicadamente na sua pequena mão. – Melhore logo, fofa. Estou com saudade de escutar sua risada. Ver seu sorriso logo que acordo... Sinto saudade de te abraçar logo depois de fazermos amor. – Segurei as lágrimas. – Volte logo, minha pequena. – Beijei sua mão, e chorei.

 

Jin OFF

 

   Namjoon ON

 

    Cheguei no hospital e perguntei se o horário de visita ainda estava aberto. A recepcionista disse que sim. Eu logo fui ao quarto da S/n. Eu comprei umas flores para ela.

    Quando cheguei no andar que S/n estava. Eu respirei fundo e coloquei minha mão na maçaneta. Quando eu ia girar ela, escutei a voz de Jin hyung vinda de dentro do quarto.

  - “Melhore logo, fofa. Estou com saudade de escutar sua risada. Ver seu sorriso logo que acordo... Sinto saudade de te abraçar logo depois de fazermos amor... Volte logo, minha pequena.” – A voz dele parecia de choro.

  ‘O que?! Jin hyung já teve relações sexuais com a S/n?! Não! Isso não pode ser verdade... Ou é verdade?” – Pensei parado na entrada. – ‘Se for verdade, eu não tenho nada haver com isso... Mas mesmo assim, isso me deixa com raiva. Com ciúmes.’ – Respiro fundo e tento afastar aqueles pensamentos da minha cabeça.

    Eu entrei rapidamente no quarto, assustando Jin.

  - Namjoon? – Ele disse me olhando confuso.

  - Jin? O que faz aqui? – Pergunto fechando a porta atrás de mim.

  - Eu vim ver a S/n. Eu quero passar um tempo com ela.

    Jin olhou para S/n e deu um triste sorriso. Ele se aproximou do rosto dela e deu um beijo na testa dela. Eu me segurei pra não falar nada. Consegui ficar na minha.

  - Onde vai colocar essas flores? – Jin perguntou olhando para minha mão.

  - Eu vou coloca-las em um vos que eu deixei no carro. – Coloquei as flores em um pequeno criado-mudo que tem ao lado da cama da S/n. – Já vou lá pegar.

    Sai rapidamente do quarto e desci rapidamente as escadas. Fui em direção ao estacionamento e caminhei lentamente em direção ao meu carro. Fiquei pensando no que ouvi antes de entrar no quarto.

  - Será mesmo que o Jin e a Sn já foram pra cama juntos? Se foram, não é da minha conta... Mas a S/n disse que é amiga do Jin a muito tempo, e que eles não tem nada além de amizade... Será que eles fazem isso quando estão bêbados? Ou fazem completamente sóbrios? – Falava num sussurro enquanto caminhava em direção ao meu carro. Logo chego no meu veículo, destravo e pego o que preciso nele. – Bom, se eles transam ou não, isso não é da minha conta... – Suspiro. – Mas mesmo assim, isso me deixa com raiva. Sem falar desse ciúmes que estou sentindo. E a curiosidade também. – Balanço a cabeça em forma negativa. – Não. Eu não vou fuçar na vida de ninguém... Não vou...

    Voltei pro hospital e fui novamente para o quarto onde S/n esta. Quando chego lá, não encontro mais Jin. Ele deve ter ido na lanchonete, ou foi pra casa.

    Fui ao banheiro e coloquei água no vaso. Voltei para o quarto e coloquei as flores dentro do vaso.

 

  - Elas são bonitas.

  - Sim. São mesmo muito bonitas. – Digo sem olhar para onde vinha a voz.

  - Comprou para mim?

  - Sim. Eu sei que você ama flores, S/n. – Sorri.

  - Sim. Eu amo mesmo flores.

    Quando percebi que falava com a S/n, olhei rapidamente para ela. Mas ela ainda estava deitada, de olhos fechados e respirando com a ajuda de aparelhos.

  - Estou ficando louco. – Digo balançando a cabeça em forma negativa.

  - As pessoas loucas são as melhores pessoas do mundo todo. – Escuto de novo a voz da S/n.

    Olhei em direção a poltrona ao lado da cama da S/n e vi ela lá, sentada, olhando para mim.

  - Oi, Joonie. – Ela disse sorrindo fofa.

    Eu não disse nada. Me segurei para não gritar. Eu me aproximei de um sofá que tem perto da porta e me sentei lá. Eu fechei os olhos e respirei fundo.

  - Eu estou tão preocupado com a S/n que ate estou vendo ela. – Digo e coloco minhas mãos sobre no meu rosto, cobrindo meus olhos. – A S/n não esta sentada na poltrona.

  - E claro que não estou na poltrona. Eu estou do seu lado. – Escuto a voz da S/n do meu lado esquerdo.

    Eu tirei minha mão do meu rosto e abri meus olhos. Viro lentamente meu rosto pro lado esquerdo e vejo S/n ali, com um enorme sorriso no rosto. Eu me levanto rapidamente e me afasto do sofá.

  - O que você tem, Joonie? – Ela disse parecendo preocupada, logo dando a volta na maca e ficando na minha frente.

  - Você não é real... Você não é real... Você não é real... – Fiquei repetindo isso por um tempo, de olhos fechados. Quando eu abri meus olhos, não vi S/n na minha frente. – Ufa... Só imaginei ela mesmo. – Suspiro e sorri.

  - Qual é, Namjoon. Você esta me magoando falando isso. – S/n disse aparecendo do nada na poltrona.

    Dou um leve grito e me afasto de onde S/n estava.

  - Por que esta agindo assim comigo, Joonie? – Ela se levantou da poltrona. – Esta me magoando.

  - Quem é você e o quer comigo? – Pergunto me afastando ate sentir a parede nas minhas costas.

  - Joonie, sou eu, S/n. A sua amiga e parceira para beber e se divertir. – S/n disse parando na minha frente.

  - Como você pode estar aqui, se esta ali? – Aponto para a cama e ela olhou, vendo seu corpo ali.

  - O que?! – Ela disse sem acredita no que via. -  Como isso é possível?

  - Esta surpresa em se ver?

  - Claro que estou... Como isso aconteceu?

  - Você sofreu um acidente de carro e entrou em coma. – Digo me aproximando dela, que estava mais próxima da cama do que de mim.

  - Quando isso aconteceu? – Ela perguntou em um sussurro.

  - Ontem a noite.

    Ela não falou nada. Estava surpresa vendo aquilo.

  - Será que se eu entrar no meu corpo, eu posso acordar? – Ela perguntou me olhando.

  - Você quer fazer que nem no filme ´´E se fosse verdade´´?

  - Quem sabe isso de certo comigo. – Ela sorri fraco.

  - Tenta ai então.

    Nada aconteceu, como no filme. Ela se levantou e foi se sentar no sofá. Ela começou a chorar.

  - O que vai acontecer agora? Eu vou morrer? – Ela disse em meio aos soluços do choro.

  - Não! Isso nunca vai acontecer. – Me sento do lado dela. – Você só vai morrer de velhice. Não vai morrer nessa cama de hospital.

  - Como você pode provar isso, Namjoon? – Ela me olhou e vi seu rosto molhado com as lágrimas.

  - Eu sinto isso. – Segurei na mão dela e a beijei. – Vai ficar tudo bem, não precisa se preocupar. Você vai acordar desse coma logo.

    Ela sorriu fraco para mim e limpou suas lágrimas.

  - Você é mesmo um bom amigo, Joonie. – Ela me abraçou e deu um beijo na minha bochecha.

    Quando ela separou o abraço, eu segurei se rosto delicadamente. Ela tem mesmo um belo sorriso. Um sorriso que combina perfeitamente com seus lindos olhos. Eu comecei a acariciar sua bochecha direita com o dedo polegar. Ela fechou os olhos e deu um leve sorriso.

  “Eu não aguento mais” – Me aproximo do seu rosto e toco meus lábios nos dela.

    Eu estava de olhos fechados, então não vi como foi a reação dela, mas eu aposto que foi boa, pois em poucos segundo ela colocou seus braços ao redor do meu pescoço. Eu a puxei pro meu colo.

    Quando fiz isso, aprofundamos o beijo, deixando ele selvagem. Nossas línguas pareciam travar uma batalha. Estava tão gostoso. Ela começou a rebolar no meu colo, friccionando nossas intimidades. Eu dei um baixo gemido em meio ao beijo. Ela sorriu no meio do beijo e separou dando uma leve mordida no meu lábio inferior e o puxando.

  - Joonie, posso dizer uma coisa? – Ela perguntou.

  - Claro que pode, S/ap.

  - Eu tenho vontade de fazer sexo com você desde o momento que eu te conheci. – Ela sussurrou no meu ouvido e mordeu meu lóbulo. – É meu desejo... Você pode realizar esse desejo?

    Eu sorri malicioso e desci minhas mãos, que ate então estavam na sua cintura, e deixei elas nas suas coxas, onde apertei forte, fazendo ela gemer baixinho.

  - Claro que posso. – Beijei sua bochecha e dei um selinho nela. – Realizo esse seu desejo agora mesmo. – Voltei a beija-la.

    Enquanto eu a beijava, ela desabotoava os botões da camisa que eu usava. Quando todos estavam abertos, ela arranhou meu abdômen. Eu soltei um baixo gemido com isso. Eu logo comecei a descer os beijos. No seu pescoço, eu dei alguns chupões (que deixariam marca) e leves mordidas.

  - Namjoon... – Ela disse em meio aos gemidos. – Cuidado com as marcas que vai deixar no meu corpo...

  - Por quê? – Pergunto.

  - O Jin oppa pode ver e perguntar quem deixou isso em mim... – Ela disse baixo, pois eu continuava a dar chupões no seu pescoço.

  Eu parei rapidamente com o que fazia e olhei confuso para ela.

  - Por que o Jin olharia para essas marcas no seu corpo?

  - Porque eu e ele somos amigos muito íntimos. As vezes eu me troco na frente dele. As vezes ele se troca na minha frente. E muitas vezes tomamos banho juntos. – Ela disse sorrindo, como se isso fosse algo normal.

  - O que?! – Pergunto surpreso com o que acabo de ouvir.

  - Jin e eu somos amigos a muitos anos. Eu levo de boa termos essa intimidade. – Ela fala calma.

    Eu tirei ela do meu colo e levantei rapidamente do sofá.

  - Você já viu o Jin nu? – Ela balança a cabeça afirmando. – E ela já te viu nua?

  - Já. Várias vezes.

  - Não da pra acreditar. – Digo antes de me sentar na maca. – Por que isso?

  - Porque eu sou muito amiga do Jin. Tipo, se eu tivesse com você, uma amizade que eu tenho com o Jin. Eu acho que me trocaria na sua frente de boa. Mas como eu só te conheço a... parece que... dois meses, não sei se isso é justo com o Jin oppa.

  - Acho que broxei com o que acabei de ouvir. – Sussurrei. – Eu acho que vou indo embora. – Me levanto mas ela se levanta rapidamente e fica na minha frente.

  - Por que já vai, Joonie?

  - O primeiro e único motivo pra eu ir embora, é porque a garota com quem eu ia transar, já ficou nua na frente do meu irmão. E talvez ate já tenha transado com meu irmão.

  - Não. Isso nunca aconteceu... – Ela ficou bem perto de mim e colocou seus braços em volta do meu pescoço. - Se for pra transar com um Kim. – Ela aproximou seu rosto do meu, tendo que ficar na ponta do pé, isso é óbvio. - Que esse Kim seja você. – Ela sussurrou de forma sexy no meu ouvido, logo mordeu o meu lóbulo.

    Isso foi o suficiente para eu a puxar para um beijo. O beijo desde o começo era selvagem e excitante. Muito excitante. Eu a puxei para cima e ela entrelaçou minha cintura com suas pernas. Deixei minhas mãos nas suas coxas e apertava as vezes. Eu fui andando com ela no coo ate sentarmos no sofá.

    Separamos o beijo pela falta de ar. Ela se levantou do meu colo e ficou de pé na minha frente. De um jeito lento e sexy, ela tirou seu vestido, ficando somente com uma lingerie rosa rendada na minha frente.

  - Já que você já tirou sua roupa... O que acha de tirar a roupa do seu oppa? – Pergunto me encostando no sofá.

  - Tiro com todo o prazer... Daddy... – Ela disse de forma sexy, logo ficando de joelhos na minha frente.

    Ela desafivelou meu cinto e abriu o botão e o zíper da minha calça. Ela tirou minha calça junto com minha box. Meu membro saltou pra fora. Isso foi um enorme alivio para mim. Já estava doendo de tão apertado que aquilo estava.

    S/n segurou meu pênis pela base e começou uma lenta masturbação. Eu segurei meu gemido mordendo o lábio inferior. Ela logo fez aquele oral. O oral mais maravilhoso que eu  já recebi em toda minha vida.

    Mordia meu lábio para conter os altos gemidos. Sentia gosto de sangue no meu paladar. Mas era melhor sentir gosto de sangue do que ser expulso do hospital por fazer sexo em um dos quartos.

  - Joonie, é tão gostoso te ver segurando os gemidos. – S/n disse, fazendo com que eu saísse dos meus pensamentos.

  - E é tão gostoso sentir você me chupando. – Digo sem olhar para ela, pois estou com os olhos fechados e com a cabeça deitada no encosto do sofá, só aproveitando o prazer que ela esta me dando.

    Estava tudo tão perfeito. Perfeito ate de mais. Mas como dizem: tudo que é bom dura pouco. Meu celular tocou e tudo que eu estava sentindo parou de vez.

 

  - Que droga! – Pego meu celular e atendo.

Ligação ON:

Nm: Alô?

???: Olá, Sr.Namjoon. – Disse uma estranha voz do outro lado da linha.

Nm: Quem fala?

???: Uma pessoa que pode lhe ajudar muito em achar quem matou sua esposa e sua filha.

Nm: O que disse?

???: Eu sei quem matou sua esposa e sua filha. E, se você me ajudar com algumas coisas, eu posso falar quem fez essa coisa horrível com as mulheres que você ama.

Nm: Isso é um trote?

???: Por que acha que eu faria um trote falando algo tão serio?

Nm: As pessoas de hoje em dia fazem coisas assim.

???: Fique tranquilo. Isso não é um trote. Estou falando a verdade. Mas para eu falar quem fez essa barbaridade com as mulheres da sua vida, você terá que cumprir umas atividades para mim.

Nm: Que atividades?

???: Vamos nos encontrar na praia em uma hora. Ate lá.  – A pessoa desligou a ligação.

Ligação OFF.

    Será que é verdade o que essa pessoa falou? Essa pessoa pode mesmo me ajudar a achar a pessoa que cometeu essa atrocidade com minha Sook? Só tem um jeito de saber. E esse jeito é ir atrás dessa pessoa.

    Bom... Daqui do hospital para a praia é quase trinta minutos. Se for pra ir atrás do assassino da Sook, tenho que fazer as coisas que essa pessoa quer. Peguei as chaves do meu carro.

  - S/n, vou ter que... – Olhei por todo o quarto, mas só vi a S/n na cama. – Estou mesmo ficando louco.

    Olho pra minha roupa e percebo que esta tudo completamente normal. Minha blusa e minha calça estão fechadas. Não estou suado nem sujo de gozo.

  - Que droga! – Resmungo e passo a mão no rosto. – Outro sonho... Parecia tão real... Aarh... Estou ficando louco.

    Vou em direção a cama da S/n e dou um beijo na sua testa.

  - Volto umas duas ou três horas, fofa. – Sorri e sai correndo do quarto.

    Andei em direção ao elevador e apertei o botão do estacionamento. O elevador começou a descer. Quando estava no terceiro andar, ele parou do nada. As luzes do elevador se apagaram. Droga! Faltou energia.


Notas Finais


Quem será essa pessoa? Será alguém que conhece a S/n? Será verdade que essa pessoa sabe que foi a S/n que matou a Sook? Tudo isso e muito mais no próximo capítulo de Armas do Destino...

Oq acharam do capítulo?


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