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História Aroma - Capítulo 12


Escrita por: e BlueSnow08


Notas do Autor


Oieee
Im aqui!
Boa leitura

Capítulo 12 - Problemas


Fanfic / Fanfiction Aroma - Capítulo 12 - Problemas

Hakyeon despertou dolorido, xingando baixo ao lenvantar e sentir uma onda forte de dor em seu quadril. Procurou Taekwoon pelo quarto e so agora se dando conta que haviam ido para la, mas em nenhum canto de sua mente soube explicar como diabos chegou ali. Mexeu nos cabelos, rindo do que fizeram, até ficarem exausto. E, por Deus, como foi bom.

Escutou a porta do banheiro abrir e pousou seu olhar sobre o corpo de Taekwoon, que esfregava a toalha no cabelo, totalmente, extremamente sexy. Levantou e limitou a passar pelo mais alto e entrar no banheiro, nao sem antes receber um tapa na sua bunda e ouvir um riso de deboche.

Apesar de tudo estavam bem, por assim dizer, chegou a pensar que seria complicado, mas ficou mais fácil depois do que Hyuk fez. Meio que permitiu a eles tentarem, um por culpa o outro por exaustão emocional.

Quando terminou seu banho, encontrou Taekwoon ao telefone com a expressão preocupada, segurando o telefone forte nas mãos.

- Aconteceu algo? - perguntou pegando suas peças de roupas - Você parece ter escutado algo ruim.

- Sabe, a "sentença" do Hyuk saiu e eu não consigo imaginar o que é a arena da sua família.

- Ah, então ele vai pra la? Que estranho, normalmente mandariam para o sarcedote - por algum motivo desconhecido, Hakyeon pareceu decepcionado - Bom, a nao ser que seja o meu pai que va fazer os desafios.

- Você passou de primeira, Hakyeon, como isso é possível? Eu já ouvi diversas vezes que são quase impossíveis e perigosos, chegando a levar a loucura ou morte.

- Esta preocupado pelo Hyuk?

- É claro, porra! É MEU FILHO!

- ERA MEU FILHO TAMBÉM E EU O PERDI, QUE INFERNO!

Os nervos estavam exaltados, embora Taekwoon soubesse que estava errado, mas nao deixava de se preocupar.

- Hakyeon, me perdoe....

- Relaxa, somos mais habilidade do que  força, ele so vai ser levado ao limite em certos pontos, acho eu, ja que nao posso controlar minha família.

- Você pode, pode controlar quem quiser.. - falou entre dentes, respirando fundo, sem conseguir imaginar o que aconteceria.

- Mas não quero, nem vou, ja fiz uso dos meus poderes uma vez e veja como estamos? - apontou para ambos - Se eu fizer isso com meus pais, você nao vai querer saber o que vai acontecer.

- Ah eu quero sim.

- Deixe de idiotice Taekwoon, ate parece que nao conhece minha família.

De fato conhecia e, mesmo que fossem  bastante calmos e buscassem por justiça,  sabia o que seu filho havia feito e com certeza seria pago na mesma moeda e/ou ate pior. Também tinha consciência das palavras de Hakyeon sobre o uso de seus poderes de controle e que receberia uma reprovação enorme da família Cha, que eram os unicos que sabiam como drenar e apagar a consciência do ômega, o deixando apenas como uma máquina de fazer filhotes puros e de dar prazer ao seu alfa, totalmente submisso sem consciência própria. Mas seu amigo era diferente, nao queria um ômega sensível, gostava do Hakyeon empoderado e cheio de si que tinha ao seu lado, confiava cegamente nele, e nao precisava se preocupar tanto.

- So me diga se ele volta vivo, ou na beira da morte - precisava confiar de novo.

- Vivo, Taekwoon, quem gosta de torturar e humilhar é  a sua família - sorriu, ambos mais calmos.

Sabia que era verdade, mas estava aliviado, embora a bili deixasse um gosto horrível na sua boca ao tomar consciência das palavras de Hakyeon. Queria poder mudar a imagem que fazia todos desprezarem sua família, contudo em seu íntimo sabia que também era assim, embora lutasse contra, ja estava infectado, e seu filho também. Eram violentos e egoístas.

- Por favor... - olhou para o moreno, respirando fundo - Me perdoe por nao ter educado meu filho, talvez eu tenha falhado como pai por achar que seria incapaz, ja que o meu só sabia dar ordens e exigir melhorias.

- Nao o culpo, SangHyuk tem pensamentos próprios, precisa saber o que passa na cabeça conturbada dele - acariciou as mãos do alfa, passando confiança - Eu ja fui amigo daquele menino Taekwoon, ele me confidenciou muitas coisas e nenhuma delas era que o pai dele era ruim, muito pelo contrário - permitiu que a marca dominasse temporariamente o alfa, o desligando do mundo, com os olhos totalmente brancos - Somos frutos de pessoas ricas e poderosas, nosso lar nunca foi amoroso - trouxe o alfa de volta a realidade - Confia em mim?

- Cegamente, por que? - confuso, sem lembrar muito bem do que conversavam, o alfa se pôs de pé e cambaleou até se apoiar na escrivaninha - Você...? - pôs a mão na boca se dando conta do que havia acontecido.

- Eu vou trazer seu Sanghyuk de volta pra casa.

Engoliu em seco, ouvindo aquela voz novamente e um grande lobo negro de olhos vermelhos como sangue tomar a imagem de Hakyeon. Só o havia visto duas vezes e em nenhuma foi por coisa boa.

XxxxxxxxxX

O clima estava frio e o ômega estava irritado. Havia saído de casa as pressas, chorando se negando a voltar e escutar novamente desculpas vazias de alguém que nao queria nem tentar, nem se abrir.

Andou tanto que se perdeu, estava num bairro que nao conhecia, chorando sem parar, soluçando alto cada  vez que tentava parar, sendo observado por pessoas estranhas, ouvindo comentários sobre si. Sentia a humilhação de ter aceitado aquele casamento idiota, nunca alcançaria o lugar do ômega que seu marido amou. Nao sabia ainda quem era Jaehwan ou por que ele era tão fechado para si. Era um casamento de aparências por acaso? Se ele queria um casamento assim por que se mostra carionhoso e compreensivo em varias situações?

- Olha, é difícil, eu nao sei por que esta chorando, mas vem comigo.

Nem olhou para o rosto, so pegou a mão do desconhecido e o seguiu, tinha um aroma doce, então era ômega, nao parecia hostil nem lhe levava para um lugar sujo ou perto de outros alfas, então estava tudo bem.

Pararam em frente a uma casa mediana, com pequenas flores e uma piscina, sem carros estacionados, nao pareciam estar em casa, mas o garoto que o segurava a mão até alguns segundos atrás parecia ter a chave da casa, mas uma incerteza grande no olhar sobre entrar ou não.

Então se sentaram frente a casa mesmo, recostados no muro, olhando o campo em frente. Nao falaram até Hongbin parar de chorar e se sentir confortável para dar o primeiro passo.

Sorriu em silêncio por achar aquela cena similar à de quando tinha 5 anos e um moleque vinha sempre correndo sorrindo de uma grande mansão, mas um dia ele chorava e sentou do seu lado sem falar nada, mesmo sem se conhecer, segurou sua mão e ao se acalmar, sorriu, disse seu nome e voltou a correr. Depois disso, se tornou frequente as suas fugas e claro, viraram amigos.

- Obrigado - olhou o ômega mais novo e se curvou - Meu nome é Lee Hongbin e eu estou odiando minha vida atual, estou farto e por isso estava chorando, obrigado por me ajudar e ser pasciente, mesmo tão jovem, respeitou meu silêncio - se levantou e se corvou mais uma vez - Muito obrigado.

E foi embora, mesmo que nao soubesse onde estava. Apenas ligaria pra Jaehwan o busca-lo olhando para sua localização no GPS. Não deixava de estar irritado, mas ao ver um adolescente agir tão maduramente diante dessa situação, ja que havia observado o desconforto dele ao ver sua própria casa, precisava resolver seu casamento e deixar de infantilidade.

Deu uma última olhada para trás e o viu entrar, parecia suspirar e segurar o choro. Sorriu dolorido.

- Todos temos problemas, Hongbin.

Dentro da casa vazia, Wonsik se jogava no chão da sala se perguntando se veria de novo aquele ômega peculiar.

- Espero que ele fique bem - se encolheu de maneira fetal, segurando o choro - Omma... - fechou os olhos o sentindo frio de sua existência - Cadê você SangHyuk, nao foi você que prometeu que ficaria do meu lado, e que nunca me deixaria sozinho nessa casa de novo - olhou para debaixo do sofá vendo varias teias de aranhas acumuladas - Idiota, imbecil, filho da PUTA! - gritou sentindo seu peito se partir ao lembrar das belas palavras de amor que ele recitou ao falar de Hakyeon.

E só por alguns segundos quis ser aquele ômega e ser amado por tantas pessoas ao mesmo tempo, mas se levantou abruptamente, lembrando da tristeza que ele transmitia no olhar e que amor de alfa nenhum cobriria seu vazio.

- Todos temos problemas, Wonsik.


Notas Finais


E entao??
O que acharam??
Comentem!!!


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