História Aroma de Café - Capítulo 10


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Mina Ashido, Ochako Uraraka (Uravity)
Tags Mina Ashido, Ochamina, Uraraka Ochako, Yuri
Visualizações 3
Palavras 696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Yuri (Lésbica)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - 10- Festa.


Fanfic / Fanfiction Aroma de Café - Capítulo 10 - 10- Festa.

    Mina acabara de tocar a campainha de Ochako quando escutou uma voz um tanto familiar.
      - Cabelo de algodão-doce, o que 'cê ta fazendo aqui?
      - Katsuki? Você conhece a Uraraka?
      - É claro que eu conheço, a gente estuda na mesma faculdade. E você, o que... Ah! Então é você que 'tá dando uns pegas na cara de bolacha?
      Katsuki olhava Mina com um sorriso brincalhão, ele adorava fazer as pessoas ficarem envergonhadas.
      A rosada levou um tempo até entender quem era a vítima do apelido de Bakugo. Mas logo ficou corada com a imagem de Uraraka vindo em sua mente.
      - E-eu... É hm... hahaha.
      Ashido estava envergonhada e sem respostas, sua única reação foi uma risada nervosa, estava tentando esconder sua timidez.
      Salva pelo gongo, o alvo do assunto finalmente apareceu para atender os convidados.
      - Ashido, que bom te ver! Hm, oi Katsuki.
      - Eae bolachuda.
      Ochako havia salvado a pele de Mina aparecendo para abrir o portão, Bakugo com certeza iria fazer mais piadinhas sem graça, ela estaria ferrada se alguem não aparecesse.
      - Ura! Eu ja estava com saudades.
      As duas se abraçaram amorosamente.
      - Credo, quanta melação.- O explosivo dizia, logo entrando.- Onde estão as bebidas? Eu vim aqui só por elas.
      - Desculpe por isso Ashido, Bakugo não é muito educado.
      - Fica tranquila Ura, ele é noivo do meu melhor amigo. Ja 'tô acostumada com ele. Não é Biribinha?!
      Katsuki apenas rosnou enquanto se deitava em uma poltrona com uma garrafa de Vodka na mão.
      - Então, seja bem vinda docinho.
      Uraraka sorria meigamente enquanto guiava Ashido até a ilha da cozinha.
       - O resto dos convidados ainda não chegaram, então fique à vontade.
       Analisando melhor a casa, Mina reparou que Uraraka tinha um ótimo gosto para mobília. A casa era moderna, mas não de um jeito exagerado. A cozinha era aberta, o que dava uma ampla visão até a sala, onde Katsuki podia ser visto assistindo televisão.
       - Esperimenta.
       Ashido saltou levemente com a aproximação repentina de Uraraka, ela oferecia uma pequena quantidade de alguma bebida desconhecida pela rosada.
       Bebeu um pouco receosa com o sabor.
       - Nossa, que delicia- Dizia bebendo um pouco mais.- O que é?
       - É só uma batidinhaa de vinho que minha mãe costumava fazer, gostou mesmo? Não estava lembrando direito como fazia, faz muito tempo desde a última vez que nos falamos.
       - Tá' bom mesmo.
       - Oh isso é ótimo.
       - Desculpa se eu parecer um pouco invasiva, mas por que não fala mais com sua mãe?
       Ochako parou, pensou e decidiu contar.
       - Meu relacionamento com minha família quase em geral não é muito bom... Na verdade nem sempre foi assim, a gente era uma família feliz, meu pai, minha mãe, minha irmã e eu, vivíamos rindo e sempre juntos. Só que a coisa toda mudou depois que minha mãe descobriu sobre minha sexualidade, ela ficou mais fria e minha irmã foi na onda dela, meus tios, tias, avós e o resto acabaram descobrindo por ela e tudo desabou. Fui totalmente rejeitada e dita como "possuída" por minha mãe ser bem religiosa...
       Parou um pouco, respirou fundo engolindo as lágrimas.
       - Ela quis me por em um convento e me levar para ser exorcizada, eu fiquei por muito tempo achando ser uma aberração. Fiz catequese, fui diversas vezes benzida por padres. Até minha maioridade, quando arrumei um emprego mixuruca como garçonete e fugi de casa. Minha mãe continua atrás de mim, nunca parou de me amar, mas também nunca me aceitou. Ela ainda diz que a gente pode tirar todo esse "pecado" de dentro de mim juntas, e que eu posso voltar a hora que eu quiser. Mas sinceramente, não quero nunca mais olhar para ela. Meu pai me apoiava, mas nunca interferiu na ações da minha mãe. Única pessoa que não odeio totalmente naquela família é ele, porém ainda tô' chateada por ele nunca ter feito nada.
       - Ura, me desculpa, eu não sabia. Se eu soubesse nunca teria tocado nesse assunto.
       - Ah não se preocupe, quem decidiu contar sobre fui eu. Além do mais, isso são águas passadas, não me afeta tanto. 



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