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História Aroma de Ômega - Capítulo 20


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Notas do Autor


Oi anjos!
Sentiram minha falta na quinta? Perdão, passei o dia na fila do auxílio emergencial, estava exausta
mas aqui estou eu com um capítulo especial e um final polêmico??? será??? de novo???

Capítulo 20 - VINTE: Mesmo Que Sejam Ômegas


Aroma de Ômega

Cap. 20: Mesmo Que Sejam Ômegas

A M A R O

 

 

— Tivemos um problema.

Era madrugada quando Mingyu ouviu um barulho em sua janela, era seu irmão Jeonghan e não precisou dizer muito para que soubesse que se tratava de algo grave. Tudo ainda era breu, e se os olhos dos lobos não fossem bons, eles estariam como cegos no deserto.

Percebeu a gravidade ao se deparar com partes da muralha em pedaços, o rombo já era o suficiente para que dois homens passassem por vez sem nenhuma dificuldade, ficava em um local escondido, por trás de três cabanas abandonadas, onde raramente as pessoas iam e onde parecia ser um ponto cego dos guardas, pois certamente aquele buraco já estava sendo feito há muito tempo e ninguém o havia visto.

— Os homens do Leste? Temos muitos inimigos naquela direção. — o alfa loiro sugeriu.

Eles precisavam falar baixo, nenhum vento poderia levar aquela informação ao povo, do contrário, causaria histeria entre os mais simples.

Jongin, o primeiro líder da linhagem dos Kim, ainda tinha um bom faro no auge dos 99 anos, e se aproximando das pedras quebradas podia notar algo mais do que o cheiro de terra, além de que haviam fios de cabelos castanhos longos presos nas paredes quebradas.

— Não são homens do Leste. — ele disse — Sinta, Jaehyun.

O líder aproximou o nariz e rosnou logo em seguida, o cheiro único de pinheiros só advinha de uma alcateia em específico, a qual já estava lhe dando problemas demais.

— Filhos da puta. — o líder respirou buscando na mente o que deveria fazer, seu pai sempre lhe dissera para manter a calma e nunca tomar decisões usando seu emocional, ele precisava manter a paz, mesmo se tratando de uma dor de cabeça que retornava em todos os invernos — Um buraco desse tamanho feito num local como esse... Pai? — encarou o mais velho como quem perguntava o que deveria fazer.

— Você é o líder, Jaehyun.

Sob o comando dos Kim, a alcateia cresceu e se tornou mais forte, dominando todas as alcateias em redor, ganhando a posse de várias terras e enriquecendo pelos tributos pagos pelas alcateias dominadas, pelas mãos de Jongin muitas alianças foram feitas, e pelas mãos de Jaehyun elas se tornaram mais fortes. Mas essa fama e força também trouxe muitos inimigos, que movidos pela inveja e pelo ódio, atacaram a família Kim a fim de enfraquece-los.

Há três anos a alcateia dos Lau passou a atacar diretamente a alcateia dos Kim, enxergando seus parceiros como seus pontos fracos. Primeiro veio o atentado à vida de Taeyong, dentro de sua própria casa, para logo depois atear fogo nas lavouras, matando muitos inocentes queimados. Muitas pessoas já haviam perdido suas vidas na disputa entre aquelas duas alcateias, e Jaehyun precisava dar um fim nisso antes que se tornasse uma guerra.

— Se pretendem nos atacar deve haver um acampamento aqui perto, precisamos encontrar e descobrir quantos homens eles têm. — Jaehyun ditou aos dois filhos mais velhos — Evitaremos batalha em campo aberto, vamos resolver isso com o menor número de homens possível.

— Eu irei, meu pai. — Mingyu prontificou-se de imediato.

— Não. — o líder negou — Seu irmão irá, você ficará comigo, temos outras coisas a resolver. — o patriarca deu um passo para mais perto do muro e olhou através da enorme passagem, precisavam fechá-la o mais rápido que pudessem — Vamos, cada minuto que passamos parados é um minuto a mais para que eles se aproximem.

O líder deu as costas para seguir seu caminho, sendo seguido pelo Kim mais velho e também por seus filhos. Jeonghan impediu a passagem de Mingyu e olhou para trás para ter certeza do afastamento de seu pai e avô.

— Preciso de um favor. — o loiro disse ao irmão — Quando amanhecer mande algum garoto com um recado para Choi Seungcheol, diga a ele que não posso vê-lo hoje, que tive problemas, mas que não é nada que ele deva se preocupar, o verei em breve.

— Esse é o nome do ômega com quem anda trepando? — o mais velho riu de sua própria pergunta, mas parou diante da expressão séria do outro — Meu irmãozinho está apaixonado.

— Pode fazer isso? — perguntou impaciente, não gostava que as pessoas se intrometessem nos detalhes do que fazia, por mais que pretendesse anunciar noivado em breve, queria que toda a família soubesse de uma vez, e não apenas uns e outros.

— Claro. — Mingyu acenou com a cabeça e em seguida pôs uma das mãos sobre o ombro do irmão — Tenha cuidado.

— Eu terei.

 

 

 

[... Aroma de Ômega ...]

 

 

 

Quando Hansol saiu pela porta da frente, Seokmin lhe abriu um sorriso.

— Não ria de mim! — foi o que o beta disse diante da expressão do outro.

— Não estou rindo. — ele respondeu e deu dois passos em sua direção, o suficiente para estar bem perto e alcançar a coroa de flores em seu cabelo — Você fica bem assim, a delicadeza é algo que combina com você, não é todo mundo que tem esse dom. E o vestido caiu muito bem.

Donghyuck que havia o vestido naquele dia, havia lhe comprado um vestido especialmente para aquela ocasião, por mais que Hansol repetisse várias vezes que era totalmente desnecessário, pois já haviam se visto várias outras vezes. Fora perda de tempo reclamar, pois depois do vestido veio a coroa de flores, algo que o beta sempre detestou usar, mas que daquela vez não tinha escolha, seu omma estava muito determinado em deixá-lo mais bonito para o alfa.

Hansol não gostava daquilo, era como se seus pais estivessem desesperados para se livrar dele.

— Estou parecendo um ômega. — soltou.

— E qual o problema em parecer um ômega? — o lúpus o indagou — Está adorável, Hansol, eu gosto de vê-lo assim, mas se você não gosta, arranque isso da cabeça e vá vestir uma calça.

O beta balançou de um lado para o outro, queria entrar e vestir uma calça, mas a voz de seu omma lhe dizendo que deveria agradar Seokmin não saía de sua cabeça. Ele precisava mesmo daquele casamento? Hansol sabia muito bem o que o destino lhe reservaria caso não se casasse jovem, e no fim das contas, Seokmin parecia uma opção melhor diante da possibilidade de depender de seu irmão pelo resto de seus dias.

Ou algo ainda pior.

— Pra onde vamos? — perguntou após ter ficado pensando por muito tempo.

— Vamos passear um pouco pelas ruas, é um dia bonito para se esconder por aí. — o alfa lhe estendeu a mão, e parecendo meio contrariado o beta a segurou.

Pela manhã as ruas eram mais movimentadas, as pessoas estavam sempre indo de um lado para o outro, carroças seguiam com cães as acompanhando e ômegas mais velhos carregavam seus filhos agarrados ao peito ou nas barras de suas saias. Hansol se perguntava se essa seria sua vida um dia, o beta que sempre sonhou em ser forte e muito rico, que teria filhos com um belo ômega e que seria o chefe de sua família, agora se perguntava porque nada disso deu certo, porquê era tão desajeitado e inútil com trabalhos braçais.

— No que está pensando? — Seokmin o questionou ao vê-lo tão silencioso.

— Nada em especial.

O menor o olhou sem nenhuma expressão aparente, o Wu acariciou sua bochecha com o polegar. Seokmin de uma maneira estranha fazia as pessoas se sentirem especiais só por estarem perto dele, ele tinha algo que parecia não existir nos outros. Tão único que fazia as pessoas pararem para o olhar.

Caminharam pelas ruas onde o comércio se concentrava, eram as mais movimentadas, mal havia espaço para se mexer ali, mas era notável que as pessoas evitavam ao máximo esbarrarem no Wu, e sempre que isso acontecia elas paravam para se desculpar, algo que não acontecia comumente com outros. Hansol parou por um segundo para reparar nas coisas ao seu redor, no jeito que as pessoas o olhavam, em como Seokmin parecia um herói ao ver dos outros, e como isso parecia não afetá-lo.

Ele sorria gentil para todos.

— Por que as pessoas o tratam assim? — perguntou em algum momento.

— Assim, como?

— Não se faça de desentendido. — reclamou — Te olham como se tivesse salvado o mundo, você parece especial para todas elas, não finja que não, Seokmin, eu posso ver as pessoas as pessoas te olhando, jovens e velhos com os olhos cheios de admiração.

— Não sei do que está falando.

O beta ficou irritado, ele estava cheio de curiosidade, queria saber o que havia acontecido, mas pelo visto Seokmin não lhe diria nada. Fechou a cara por um bom tempo, se estavam em um compromisso, o alfa deveria lhe falar sobre sua vida, sanar suas curiosidades ao invés de ser indiferente às suas perguntas. De todas formas ele tentaria depois, talvez quando não estivessem com pessoas por perto ele respondesse.

Passaram por perto da banca de maçãs, algo que fez o Kim parar de imediato para namorá-las, porém sem dinheiro para que pudesse comprar alguma.

— Você quer?

— Não tenho dinheiro. — um bico surgira nos lábios do beta.

Deveria pedir para que Seokmin pagasse para ele?

— O companheiro do nobre Wu Seokmin não precisa pagar nada. — o senhor dono da barraca disse assim que o ouviu falar — Escolha a que você quiser.

— Sério?

Rapidamente Hansol escolheu a maior e mais vermelha. Agradeceu e logo em seguida se afastou da banca, e já estando longe o suficiente virou-se para o alfa:

— Vai continuar se fazendo de desentendido? — perguntou novamente — “Nobre Wu Seokmin”?

O alfa suspirou.

— As pessoas respeitavam o meu avô, respeitavam meu pai e agora respeitam a mim e os meus irmãos, é apenas isto, não há nenhum motivo em especial.

— A sagrada família Wu.

— A sagrada família Wu. — o alfa repetiu como se já tivesse ouvido aquilo diversas vezes — Meu pai nos ensinou que respeito gera respeito, se tratamos os outros como iguais, mesmo que eles pensem que somos superiores, eles verão que não há motivos para se sentirem inferiores a nós por sermos lúpus, então o respeito se tornará admiração.

— Vocês gostam de serem admirados?

— Você não entendeu nada do que eu falei?

O menor olhou para o lado decidido a fingir que o mais velho não lhe perguntara nada, ele não havia entendido direito, mas parando para pensar, haviam muitas coisas de Lucas em Seokmin, mesmo que não fosse próximo de Wu YukHei, as pessoas falavam dele por aí, principalmente nas ocasiões em que a força dos Wu salvou a alcateia de ser ferida por outros, eles diziam que os Kim eram a cabeça da alcateia, mas os Wu eram os braços.

— O seu pai... — o beta começou a falar em algum momento, parecia um tanto constrangido pelo que iria dizer — Seu pai beta, dizem que vocês são maiores que a geração anterior por causa dele, que quando alfas lúpus procriam com betas eles são maiores e mais fortes do que se procriassem com ômegas... se... se você tiver filhos comigo, eles serão mais fortes?

Quando olhou para Hansol, ele estava vermelho como um pimentão, meio encolhido como se tentasse se esconder de quem estava ao seu lado. O alfa sorriu de lado e soltou algo que se parecia com uma risada baixa, onde o ar saía sem som entre os dentes.

— Está ansioso para carregar meus filhos, beta?

Os olhos de Hansol se alargaram e ele nada respondeu.

— Vem comigo.

Fora difícil acompanhar as passadas rápidas do Wu, especialmente por suas pernas serem bem mais curtas, e ele não dizia para onde estavam indo por mais que perguntasse o tempo todo. Só pararam quando o corpo do Kim foi posto contra a parede.

Olhou assustado para o alfa, mas parou de pensar quando os lábios do Wu foram colados aos seus. E como poderia pensar quando o cheiro de Seokmin perto demais invadia suas narinas, quando a língua do mais alfa entrava em sua boca e o fazia sentir gostos que nunca havia sentido. Os beijos de Seokmin tinham gosto de vinho, o tempo todo, mesmo que nunca houvesse o visto bebendo.

— Afaste as pernas. — ele sussurrou.

— O que vai fazer? — perguntou estando em um visto de medo e curiosidade — Estamos num beco em plena luz do dia.

— Ninguém virá, confie em mim. — olhá-lo nos olhos era um jogo sujo, a língua ficava presa e não o mandava parar com aquilo — Agora afaste as pernas.

Mesmo em dúvida se deveria ou não, o Kim abriu as pernas. Ninguém usava peças intimas no verão, tudo era tão fácil, tornava as coisas mais simples de serem feitas. Acompanhou todos os movimentos do Wu, observou-o quando molhou os próprios dedos de saliva e desceu sua mão até coloca-la por baixo do vestido que Hansol vestia. O beta congelou quando o sentiu tocar suas nádegas.

— Seokmin. — o menor apertou seu braço.

O alfa beijou seus lábios e os pressionou enquanto deixava seus dedos entrarem no menor, que fechou os olhos com muita força, a sensação era de que estavam cortando sua pele. O Wu soltou sua boca e o beta soltou um gemido de dor entrecortado.

— Estou te machucando?

— Está doendo.

O alfa usou a outra mão para abrir suas nádegas e facilitar o movimento da outra mão.

— Relaxe, eu vou encontrar o ponto certo.

Hansol encostou sua cabeça no peito do Wu e fechou os olhos, o abraçou pela cintura segurando com força em sua camisa. O alfa umedeceu os dedos mais uma vez antes de introduzi-los novamente dentro do beta, não demorou muito para que o Kim soltasse um gemido baixo e arrastado, que havia saído sem que ele percebesse.

— Achei. — o mais velho lhe sussurrou parecendo satisfeito.

O beta era muito apertado, puro em todos os seus sentidos e colocar outro dedo era quase impossível, mas conseguiu introduzi-lo, algo que foi incômodo ao menor, porém se acostumou logo. Aos poucos deixava que gemidos baixos escapassem entre seus lábios, confessando que estava gostando do que sentia, mesmo envergonhado. Logo parou de pensar nas coisas ao redor, logo nem pensava em nada.

O Wu começou a empurrar seus dedos mais fundo e mais rápido, foi quando o beta mordeu seus lábios sem conseguir mais se conter, e por ser sua primeira vez sentindo aquelas sensações, não demorou para que atingisse seu ápice e seu gozo derramasse no chão.

— Por que fez isso? — o menor perguntou enquanto ainda tentava respirar.

— Você não gostou?

— Gostei. — respondeu, mesmo com muita vergonha — Mas... você só deu prazer a mim, por que? Pensei que fosse... você sabe.

— Como vou colocar meus filhos dentro de você se meu pau nem cabe na sua bunda?

O beta bateu em seu peito.

— Idiota.

 

 

 

[... Aroma de Ômega ...]

 

 

 

— E também precisa abrir uma janela bem ali, esse cômodo mal tem luz.

Jihoon estava com Soonyoung, mais especificamente em sua casa, o ômega fazia planos para quando se casassem, haviam coisas na cabana do Zhang que ele desejava mudar, algo que Soonyoung não via problemas, o Lee estava livre para mudar o que quisesse, o importante era que se sentisse em casa quando viesse morar ali. Eles também já haviam conversado sobre Wonwoo, e que um quarto seria construído justamente para ele, para que morasse com eles ali.

Talvez isso incomodava o alfa, mas ele não reclamava, seria cruel deixar o outro sozinho. E em partes ele acreditava que seria por um curto tempo, que Mingyu se arrependeria de sua decisão e que o procuraria em pouco tempo. Soonyoung era o único da família do Kim que sabia da morte do bebê, mas evitava esse assunto ao máximo, sabia o quanto o machucaria falar sobre o filho morto.

— Tudo o que você quiser, meu amor. — ele disse, logo beijou suavemente os lábios do loiro — Mas não prefere que eu compre uma casa maior? Sabe que não será problema para mim, além de que não demorará muito até nossos filhos chegarem, eu quero ter uma dúzia.

— Os alfas sempre querem ter uma dúzia. — o menor debochou — Não são vocês que vão carregar e colocar no mundo.

— Vou dar todo o meu amor e carinho.

O ômega baixou os olhos, pensou em algo, algo que o deixou triste e com um gosto amargo na boca. Soonyoung alisou seu rosto, ele já conhecia todas as suas expressões, catalogou todas elas em sua mente, aliás, todos os detalhes de Lee Jihoon estavam em sua mente agora, sentia como se ele não pudesse lhe esconder nada, nunca mais, e eles não precisavam de uma marca para compartilharem de seus sentimentos.

— E se eu tiver apenas filhos ômegas? — questionou, aquela pergunta parecia doer — Eles podem ser uma dúzia, mas se for uma dúzia de ômegas?

Soonyoung beijou seus lábios mais uma vez.

— Amarei todos eles com todo o meu coração. — o disse, estava com um sorriso no rosto — Serão os ômegas mais lindos que essa alcateia já viu, alfas e betas virão de joelhos para pedi-los em casamento, e eu vou dizer “você pode fazer meu filho feliz?”.

O loiro o abraçou com força e conteve a vontade que teve de chorar. Soonyoung era tão diferente de seu pai, tão diferente dos alfas que lhes fizeram mal a vida toda, conseguia acreditar que ele havia mudado, que estava longe do mesmo Soonyoung que conheceu quando criança. Estava certo que ele o amava.

— Tem alguém batendo na porta, verei quem é. — o loiro disse assim que ouviu o barulho das batidas.

Foi até a porta da frente, que estava com a parte de cima aberta, um garoto estava no batente, ele trazia um papel pequeno em suas mãos e lhe entregou, disse apenas que era um recado para Zhang Soonyoung e alguém que ele saberia assim que lesse.

Não queria ser intrometido, mas pensou em ler.

— O que diz aí? — o alfa surgiu na sala e perguntou, parecia fazer questão que o Lee soubesse seja lá o que fosse, não queria que ele achasse que estava escondendo alguma coisa.

E então ele leu, sua leitura não era a das melhores, mas conseguiu entender, alargando seus olhos logo em seguida. Olhou assustado para o Zhang e apertou com força o pequeno pedaço de papel em sua mão direita antes de perguntar:

— Você tem um filho?

 

 


Notas Finais


Seokmin dizendo que o pau dele não cabe no Hansol aaaaaaaa eu ri sozinha

e gente, como assim o Soonyoung tem um filho??? ele sabe que ele tem um filho ou é uma surpresa pra ele também???



ah e pra galera que curte Why R U, deem uma olhada nessa one maravilhosa: https://www.spiritfanfiction.com/historia/nerd-ou-stripper-19763944

beijocas e até quinta se for a vontade de Odin!


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