História Arrependimento por acaso - Capítulo 78


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, K.A.R.D
Personagens BamBam, Jimin, Jiwoo, Kai, Personagens Originais, Rosé
Visualizações 16
Palavras 4.203
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá estrelinhas lindas do meu coração ☆
O espaço diz "olá" ●
Espero que gostem do capítulo :'3
Desculpa o atraso :')
Boa leitura🐼

Capítulo 78 - Enquanto o brigadeiro esfria...


Jimin on

Fiquei esperando Ana sair do banho com muita ansiedade. 

Aqueles doces pareciam realmente bons e saborosos, além de alguns ter um aroma maravilhoso.

Minha barriga já estava roncando, queria tanto comer tudo que tinha ali, que estava pensando em desistir de esperar Ana.

~Se bem que essa hipótese não seria ruim...

Pego um pacote rosa, e fico pensando por alguns segundos se vou abrir ou não, imagino a reação de Ana também, se me ver comendo escondido, até que chego em uma conclusão, vou abrir essa porra.

Ana- Peguei você! - não tem mais nada na minha bunda, porque meu cu já tá na mão 

- PUTA QUE PARIU! CARALHO! QUER ME MATAR?! - grito de olhos fechados com uma mão no peito, ouvindo Ana gargalhar

Ana- Levou um susto? - fala tentando recompor sua respiração falha pela gargalhada que acabara de dar

- Nunca mais faça isso, entendeu, Ana Kyung?! - berro abrindo os olhos lentamente, tirando a mão do peito e vendo-a se contorcer de rir.

Ana- Seu ladrãozinho - toma o pacote da minha mão  e me abraça pela cintura.

- Não! Sai daqui! Não vem me iludir com essa fofura! Se acha que vou ceder à essa fofura, está muito enganada! - a empurro rápido de perto de mim

Ana- Oppa - me olha com um biquinho fofo nos lábios 

- Aaaah você me chamou de oppa!!! - puxo seu rosto, apertando suas bochechas e enchendo seu rosto de beijinhos, ora ou outra dando mínimos selares em seus lábios 

Ana- Amor... - não deixo ela terminar e continuo beijando seus lábios e rosto com selares pequenos sendo correspondidos por ela - Che-chega... - continuo e ela continua correspondendo - Ji...min!! - beijo novamente - Para! - se debate em meus braços e eu separo meu rosto do seu (ainda segurando seu rosto com minha mão) e a encaro.

- Não! - volto a beijar seu rosto inteiro

Ana- A..mor! Toma um banho! - fala entre meus beijos - Não quer comer os doces?

- Sim, quero comer os doces. Mas além dos doces, quero comer outra coisa - a olho com um riso de canto e ela dá uma gargalhada deliciosa.

Ana- Vai logo tomar banho! - põe as mãos em meus ombros e me dá um selinho. - Enchi a banheira para você, vai logo 

- Tá, se for assim, eu vou - dou outro selinho em seus lábios, fui para minha mala, tirando de lá uma calça para usar depois e fui direto para o banheiro enquanto Ana ia para perto de sua mala.

Entrei no banheiro, e a banheira estava realmente cheia!

O nível da água estava bem apropriado. Dentro da mesma tinha sages de banho, que deixava a água com algumas espumas.

Tirei minha camisa, depois a calça e por último tirei minha cueca.

Entrei na banheira sentindo a água tocar levemente meu corpo, me trazendo uma nostalgia muito boa.

...

Terminei meu banho, vesti a minha calça de moleton preta que ia até as canelas que tinha escolhido antes e saí do banheiro

Mas assim que cheguei no quarto, vi Ana de costas com um short de moleton cinza e uma regata branca (sempre usa essa combinação de cores e roupas) sentada na cama, mexendo em algo.

Logo veio a idéia brilhante de revidar o susto que ela tinha me dado minutos atrás.

Então, com a minha bela inteligência, fui caminhando em passos lentos, e avistei o que ela estava mexendo!

Ela estava comendo o docinho do pacote rosa, o que eu tanto queria.

Mas isso não iria ficar assim!

Apressei mais meus passos, (mantendo-os silenciosos) até chegar bem perto dela.

- Parabéns Srta.Kwon!! - vejo ela me olhar com uma cara assustada, seus lábios e bochechas estavam completamente sujos

Ana- Ai! - fala de boca cheia pondo a mão no peito e engolindo o que restava do doce em sua boca

- Me esperou tomar banho para atacar os doces, sim? - olho incrédulo para Ana, quando vejo ela assentir - ainda diz que "sim", na cara dura?!  - ela novamente assente - Aaaaa garota... não sei mais o que faço com você! - digo encucado com sua audácia.

Ana- Vem comer junto comigo - dá um sorriso fofo, onde as sujeiras do doce que se encontrava em sua bochecha e em seus lábios,  a deixava mais fofa ainda, como uma criança travessa.

- Você comeu o meu favorito! - digo apontando para o pacote

Ana- Senta aqui! - dá algumas batidas no lugar a sua frente, e logo me sento no local - Abre a boca - pede segurando o que sobrava do doce 

- Vai ficar me tapando?  - cruzo os braços 

Ana- Abre a porra dessa boca! - fala em tom mais alto, me obrigando a abrir a boca, e logo ela põe o doce em minha boca - gostou?

- É horrível! - quase cuspo tudo, o gosto do doce era realmente ruim - o que é isso?

Ana- Não é tão ruim! É pipoca doce! Não é literalmente um doce, mas é tipo um lanchinho - fala fofa

- Que lanche horrível - dou uma gargalhada, enquanto Ana me encara séria

Ana- Já que é tão ruim, deixa de comer! - abre um pacote amarelo e incolor - esse aqui se chama paçoca - dessa vez entrega um mini pacotinho amarelo em minhas mãos - abre, esse é ótimo, é feito de amendoim 

Ainda com um pouco de receio, abro o pacotinho e tiro a tal "paçoca" de dentro. Metade espatifou-se e a outra metade pus toda na boca.

O gosto era muito bom! Era meio seco e "engasgado" mas era muito bom!

- É o melhor de todos!

Ana- Só provou um até agora! Dois com esse - fala em tom debochado

- O que vamos provar? - falo sem dar a mínima para o seu comentário anterior

Ana- Agora Maria Mole! - tira de dentro de um saco incolor uma coisa parecida com um... 

- Não vou comer isso! 

Ana- Por que?! Nem sabe como é o gosto! - me olha confusa 

- Minha masculinidade está em jogo! Não me obrigue a comer isso

Ana- Oppa... só um... - me olha com uma face pidona, me deixando todo derretido.

- Tá - abro a boca e ela põe o doce, que era um ouço borrachudo, mas tinha um gosto divino.

...

Nossa noite foi assim, provando e reprovando doces brasileiros.

Achei que tinha acabado, mas Ana veio em minha direção com duas latas em mãos, um pote e um copo com algo branco dentro.

- O que é isso?

Ana- Vem me ajudar a fazer brigadeiro!

- Não sei fazer - faço beicinho e ela ri

Ana- Te ensino e você me ajuda enquanto te ensino, certo? - eu assinto e a acompanho até a cozinha.

Chegamos na cozinha e vejo uma panela em cima do fogão e deduzo que precisaremos dela.

- O que vamos fazer agora?

Ana- Tá vendo isso? - mostra uma lata de embalagem branca, bem lacrada - Vamos por primeiro... - a interrompo

- Antes de tudo... - faço Ana prestar a atenção em mim - o que são esses ingredientes? Eles existem lá na Coréia? - pergunto curioso

Ana- Sim, existem. Esses ingredientes não é nada mais nada menos do que achocolatado em pó, leite condensado, creme de leite e manteiga - mostra os engredientes, me deixando surpreso

- Isso não é muita lactose não? 

Ana- Só cala a boca e me ajuda 

Não hesitei em me calar.

Ana pôs primeiro o leite condensado e o creme de leite, minando os dois fora do fogão.

Depois que o creme virou um só, despejou o achocolatado e ligou o fogo, pondo a panela em cima do fogão aceso 

Ela começou a mexer aquilo e quando tinha bolhões por causa da fervura, ela pôs a manteiga.

Continuou mexendo até aquilo sair do fundo da panela junto com a colher.

Ana- Está vendo? É muito fácil - diz olhando para a panela e balançando a colher de pau.

- Seu doce favorito?

Ana- Sim

- Sinto que já comemos isso antes...

Ana- Sim, comemos - olha para mim e sorri.

- E agora tem que esfriar no congelador, certo?

Ana- Nossa! Sabe mais que eu! - olha surpresa para mim e dá uma gargalhada gostosa de se ouvir

- Sou mestre em culinária brasileira. - me gabo pondo a mão no peito

Ana- Sim... claro - diz irônica - Mas agora, "Mestre", você tem que me ajudar a despejar isso em algum pote, pois está quente - enfatiza o "mestre"

- Certo. - dou um beijinho em suas bochechas e dou um sorriso amarelo para ela

Em seguida vou em direção ao pequeno armário onde se encontrava alguns potes de vidro, madeira e porcelana. Pego um belo pote de porcelana na cor preta, com alguns desenhos de caveiras brancas ao redor e com alguns lacinhos azul escuro e ciano.

Entreguei o pote para Ana, enquanto ela procurava algum pano para segurar a panela, que estava quente.

Achei desnecessário pegar um pano para segurar uma simples panela com alças de metal. 

Pus o pote em cima da pia (que era colada com o fogão) e levei minhas mãos até a alça da panela, peguei com firmeza as alças, mas logo as solto, sentindo uma ardência em meus dedos. 

Me seguro para não gritar pela dor, mas foi em vão,  pois no momento em que eu me contorcia e me agitava pela dor, acabei batendo o meu braço na borda da panela, o que fez a minha dor aumentar milhões de vezes à mais. Não aguentei e soltei um grunhido alto de dor, chamando a atenção de Ana, que veio correndo em minha direção.

Ana- Meu Amor! O que houve?! - grita preocupada pondo a mão em meu rosto - Jimin...! O que aconteceu? 

Não, sério, sério mesmo

Eu estava feito um bebê chorão! Parecia uma mulherzinha!

Nada saía da minha boca, minha cabeça estava erguida fitando o teto e eu mordia o lábio inferior grunhido de dor.

Ana- A-Amor... estou preocupada... Me fala o que houve - diz com uma voz manhosa,  mas eu não conseguia falar nada, então mostrei minhas mãos à ela, e eu percebi que a mesma fez uma cara confusa - Como fez isso, Jimin? - pergunta com um tom de voz calmo.

Respirei fundo...

Agora vai...

- Tá doendo!! - solto um berro - Eu queria te ajudar - diminuo o tom de voz.

Ana- Minha Vida... você não pode achar que consegue fazer tudo! Você me ajudou e muito! Tornou meu dia especial e aventureiro, conseguiu aliviar a minha tensão e fez com que eu me sentisse a melhor pessoa do mundo só em alguns segundos. Deixa de ser bobo... - me abraça, em seguida sela nossos lábios num beijo doce e carinhoso. -  Vamos cuidar disso.

Ana me puxa com ela, me levando até a poltrona que havia no quarto, me pondo sentado e indo ao banheiro.

Em seguida, Ana volta com um kit de primeiros socorros e se senta à minha frente no chão.

Ana- Me dá sua mão - estende suas mãos para segurar a minha mão 

- São só queimaduras de segundo grau, precisa de pouca coisa, não se preocupe, posso fazer isso. - digo tentando impedir sua ação, mas isso não parece convencê-la.

Ana- Ambas das mãos sofreram queimaduras. Deixa eu cuidar de você - fala manhosa com uma carinha fofa estendendo a mão e eu acabo cedendo.

Como não seria bom limpar o local com álcool, ela usou um algodão umidecido com água gelada, começando a passar por um pedaço bem pequeno da minha mão e o meu dedão  (súbito lugares afetados). Depois de adormecer aqueles locais, Ana veio com dois tipos de pomadas, uma para aliviar bastante a dor do local e outra para desinchar de secar a bolha.

Ela aplicou as duas pomadas sobre os locais afetados, e pois um curativo.

Em seguida Ana levantou e se sentou no meu colo para poder cuidar do meu braço. 

~Será que é pecado se excitar com essa situação?

Ana fez o mesmo procedimento em meu braço e fechou o kit de primeiros socorros, pondo-o no chão e voltando a se sentar no meu colo, só que com a cabeça sobre meu ombro 

Ana- Está melhor? - leva sua mão até a minha nuca, acariciando meus fios de cabelo do local.

- Nem sinto mais a dor... - dou um riso sem ânimo 

Depois que tudo acabou, vi que os ferimentos eram mínimos e quase inotaves

~Fresco

Isso foi um verdadeiro desafio à minha masculinidade. Nem dor mais sentia.

Ana- Você parece um bebê! - ergue seu rosto segura minhas bochechas e as aperta

- Eu? (risos)

Ana- Sim, um bebê chorão - gargalha alto 

- Doeu, sabia? - seguro sua cintura apertando-a vendo Ana soltar um riso irônico 

Ana- Mas para fazer outras coisas, suas mãos estão ótima, não? - me olha alternativa

- Claro que sim! Nem parecem estar queimadas! - digo "animado" com um riso amarelo nos lábios.

Ana- Vou por o brigadeiro no frigobar - me dá um selinho e se levanta, indo para a cozinha, colocando o brigadeiro dentro do recipiente, pondo o recipiente dentro do frigobar e voltando a se sentar no meu colo.

Ana on

Passei um tempo conversando e trocando carícias com Jimin. Eu ainda estava sentada em seu colo e estávamos mechendo em nossos celulares.

Jm- Bem que poderíamos fazer umas coisinhas enquanto o brigadeiro esfria... - diz com uma cara safada e convidativa

- E que tipo de coisas são essas? - pergunto num ar inocente.

Jm- Coisas que eu quero fazer com você faz tempo... - me olha sacana

- E o que quer fazer comigo à muito tempo, oppa? - pergunto meio inocente e provocativa e Jimin não me responde absolutamente nada, apenas sela meus lábios com um beijo intenso e afoito, onde nossos lábios exploravam e acariciavam um ao outro. Jimin não demoreu muito para pedir passagem com a língua,  e eu não hesitei em ceder.

Enquanto nossas línguas lutavam por espaço e exploravam cada canto de nossa boca, Jimin leva suas mãos até minha cintura, me ajeitando em seu colo me deixando de frente para ele, enquanto minhas mãos iam de encontro à sua nuca, puxando os pequenos fios que haviam ali, para descontar o que eu estava sentindo.

Jimin faz pressão em minha cintura, fazendo com que eu arfasse entre o beijo e puxasse violentamente os fios de sua nuca.

Levo minhas mãos para seu peitoral, arranhando todo o seu peitoral e abdômen, ouvindo seu ar sôfrego sair pela sua boca.

As mãos de Jimin foram certeiras em minhas nádegas, depositando um espalmar de mãos na mesma, me fazendo separar o beijo e encará-lo 

- Então para isso suas mãos não doem? - pergunto "brava", pois o tapa depositado segundo antes, tinha sido um dos mais fortes que recebi em toda minha vida 

Jm- É melhor usar as minhas mãos para fazer isso - Repete o ato e em seguida da um apertão em meu bumbum - do que me aliviar sozinho - solta um riso de canto e vem em direção aos meus lábios.

Quando ia depositar um beijo afoito em seus lábios, Jimin mordia meu lábio inferior, me deixando com mais vontade ainda de beijá-lo.

Suas torturas foram começando quando senti seus lábios irem de encontr ao meu pescoço necessitado e recém marcado.

A boca de Jimin fazia um colar de selares em meu pescoço, acompanhados por mordidas e umas sucções fracas (que não deixariam marcas).

Relaxei mais meu corpo sentindo seu membro endurecido roçar contra a minha intimidade coberta e pulsante. 

Jimin voltou com suas mãos à minhas nádegas,  só que dando apertões bem doloridos, enquanto sua boca agora descia até o decote da minha blusinha.

No lugar do decote Jimin não poupou suas sucções fortes. Eu poderia reclamar, mas a sensação de estar fazendo aquilo era tão boa, que me fazia esquecer de tudo, até da dor dos apertões.

Rebolei em seu colo, sentindo sua ereção roçar mais ainda em minha intimidade e vendo Jimin soltar um ar sôfrego.

Com isso meus pontos de excitação estavam gritando por atenção, eu estava completamente molhada.

Levei as mãos  de Jimin,  até o cós da minha blusa, num pedido  mudo para que ele a tirasse. Então senti as grandes mãos de Jimin apalparem o cós da minha camisa e puxá-la para cima, tirando-a por completo, deixando meus seios inchados e necessitados à mostra.

Suas mãos começam a apalpar a extensão da minha barriga, enquanto sua boca iniciava um ósculo com os nossos lábios. 

Suas mãos foram sutilmente subindo me causando arrepios, até chegar nos meus seios e apertar a pontinha de ambos.

Jimin começou a massagear meus seios com seu polegar, enquanto eu gemia sentindo seu toque bruto e prazeroso.

Jimin tira suas mãos de meus seios, e volta a apertar minha bunda. Ele desce novamente seus beijos até meus seios, beijando meus dois biquinhos parando no meu seio esquerdo, onde Jimin dá uma lambida forte e logo o abocanha. A língua de Jimin começa a circular e lamber a minha auréola e dar mordiscadas dolorosas e prazerosas, enquanto meus grunhidos baixinhos ecoavam pelo quarto. Jimin começa suas sucções torturantes, como um bebê faminto.

O mais engraçado de tudo, é que ele não havia dado atenção ao meu seio direito com suas mãos. Tive que usar as minhas mãos para poder  o desejo de ser tocada naquele local.

Jimin logo afastou sua boca do meu seio esquerdo e foi direto para o meu biquinho direito necessitado.

Uma mordiscada foi desferida em meu biquinho direito, me arrancando um gemido arrastado e um ar sôfrego. Sua língua entrou em contato com o meu seio, fazendo com que meu corpo sentisse choques de excitação. Seus toques, seu jeito, sua boca, seus movimentos... TUDO estava perfeito naquele momento. A boca de Jimin trabalhava perfeitamente bem, suas sugadas me deixavam tão excitada, sentia que fosse delirar naquele momento.

Depois que meu seio ficou tão marcado quanto o outro, Jimin tirou sua boca quente dos meus seios e voltou para o meu pescoço, passando a língua pela extensão e dando alguns beijos demorados e torturantes com a bela presença de sua língua. Automaticamente comecei a rebolar em seu membro enrigecido em busca de mais contato, seus lábios se separaram do meus pescoço deixando um gemidinho rouco sair de sua boca, fazendo com que eu sentisse as consequências como uma cachoeira em minha calcinha.

Jm- V-vai ficar f-fazendo isso mesmo? - fala rente ao meu ouvido enquanto eu sinto nossos corpos darem arrepios 

- O-o-oppa... 

Não espera eu terminar de falar e toma meus lábios da melhor e mais gostosa o possível, sua língua explora cada canto de minha boca com volúpia, enquanto eu delirava.

Mesmo que o nosso ósculo bucal esteja gostoso e excitante não poderia deixar que meu corpo ficasse todo marcado menos o dele.

Separei nossas bocas e fui em direção à seu pescoço dando beijos com a presença da minha língua, acompanhados por minhas mordidas e algumas sucções bem fortes que automaticamente deixavam marcas. Mas antes que eu continuasse, Jimin me puxa para encará-lo 

Jm- Hey! (risos) Vai me deixar todo marcado! - ri mínimo com o ar descompensado 

- Mas eu estou muito mais marcada que você! - digo tocando em meus seios e os mostrando à Jimin 

Jm- Você me leva à loucura, garota - aperta minha bunda com suas duas mãos 

Dou um riso sapeca e volto ao meu trabalho, ficando com a cabeça afundada em seu pescoco.

Eu estava em seu colo com uma perna apoiada em cada lado de seu corpo e assentada sobre minhas pernas com o bumbum empinado.

Senti as mãos de Jimin escorregarem de meu bumbum até minha intimidade coberta e molhada, fazendo com que eu empinasse minha bunda mais ainda.

Abracei seu pescoço sentindo Jimin adentrar seus dois dedos em minha calcinha, acariciando minha intimidade bem de leve. Automaticamente parei o que estava fazendo com que minhas mãos fossem parar em seus ombros e que eu ficasse praticamente de quatro em seu colo.

Ouvi um riso sapeca sair de sua boca. Ele volta a acariciar minha intimidade, e sem querer deixo um gemido manhoso sair da minha boca. 

Os dedos do maior passeavam na maior calmaria por minha intimidade, que já estava pingando de excitação, não conseguia me conter e acabava rebolando em seus dedos.

Novamente Jimin acaricia minha intimidade por cima, e para em meu botãozinho, arqueio as costas sentindo seus dedos friccionarem meu botãozinho, fazendo movimentos circulares e tortuosos, me levando a loucura, eu rebolava mais em busca de mais contato, até que ele para os movimentos e eu solto um gemido de reprovação.

Jm- Não vamos transar em uma poltrona - me fala ofegante com os olhos fechados, e só aí que eu percebi que sua outra mão estava em seu membro meio descoberto numa masturbação lenta 

- Amor... vamos rápido com isso... enquanto o brigadeiro esfria... - ele abre os olhos e lança um riso safado

Jimin me carrega no colo e me põe na cama, na maior rapidez o possível. Seu membro já se encontrava petrificado e minha intimidade praticamente alagada.

Aos poucos vejo Jimin abaixando sua calça, deixando a mesma escorrer por suas pernas, dando visão de sua box azul.

Suas mãos calmas, vagarosas e torturantes, passaram dos meus seios até o cós do meu short, puxando o canto do pano para o lado e soltando bem forte, fazendo com que o elástico do short batesse com certa força em minha carne desnuda. Um grunhido de dor se fez presente vindo da minha parte, enquanto um sorrisinho sapeca brotava nos lábios do meu parceiro.

Jm- Tão bonitinha - passa o polegar por meus lábios e me rouba um beijo rápido 

- Apenas vá rápido - digo apressada, sentindo minha respiração acelerar.

Jm- Não se preocupe quanto à rapidez - me olha safado e arranca meu short do meu corpo, junto com a minha calcinha  - Hoje, você será apenas minha, não se preocupe comigo - dá um beijo na ponta de meu nariz

~Como esse filho da puta consegue ser tão fofo em um momento como esses?

Ele termina de tirar minhas últimas peças,  me deixando nua em sua frente

Aos poucos foi se aproximando da minha intimidade fazendo com que eu conseguisse sentir seu hálito contra a minha intimidade quente.

Jimin dá uma lambida forte e demorada no local, me fazendo contorcer por completo. Em seguida leva sua língua por toda a minha intimidade, levei minhas mãos até seus fios, intensificando seu contato com minha intimidade. Logo sinto seis dentes apertarem meu clitóris, em seguida sua língua começa a trabalhar no meu clitóris em movimentos circulares. Sinto meus gemidos se intensificarem quando sinto a língua de Jimin me penetrar trabalhando muito bem com seus movimentos.

Senti meu ápice quase ser alcançado, mas Jimin para com seus movimentos

- V-vai... f-ficar parando? - pergunto sôfrega 

Jm- Não quero que goze mais de uma vez... não hoje - me olha safado

Ele se aproxima do meu rosto e me rouba um beijo, enquanto sinto seu membro roçar em minha intimidade.

Jimin se levanta da cama em tira da gaveta ao lado uma camisinha, a abrindo e vestindo em seu membro.

Jimin se põe no meio das minhas pernas e começa a pincelar ou esfrehar nossas intimidades.

- Jiminnie... - gemo manhoso

Não esperando eu me recuperar de suas provocações, Jimin me penetra sem aviso, arrancando gemidos de ambos 

Jimin arquea suas costas para trás,  jogando semana cabeça junto e encostando seu quadril mais ao meu.

Logo começam suas estocadas lentas, mas bem fundas e que iam certeiro em meu ponto "g". Levanto mais meu quadril, pedindo por mais contato e Jimin começa com suas estocadas fundas e fortes.

Nossos gemido ecoavam pelo quarto e o mesmo já estava com cheiro se sexo. A cama rangia e batia contra a parede, enquanto nossos gemidos a acompanhavam.

Depois de mais inúmeras estocadas, cheguei ao meu ápice junto à Jimin, e o maior se joga ao meu lado na cama.

Jm- Pre... precisamos de... um banho - tenta regular sua respiração.

- Ma-mas vo-você pegou pesado de mais! - digo percebendo que minhas pernas  e quadril doíam e vejo ele sorrir alegre (?)

Jm- Eu te levo - toma impulso e se senta na cama me encarando - Vamos? 

- Vamos - digo sem ânimo estendendo meus braços para Jimin

O maior me toma em seus braços e me leva até o banheiro, ligando o chuveiro no frio e me pondo de baixo do mesmo, apoiada em sua coxa.

...

Terminamos nosso banho, Jimin escolhei uma roupa confortável para mim, um vestido branco bem soltinho.

Me deitei na cama com Jimin ao meu lado e só ali me lembrei do brigadeiro.

- Amor... - digo em tom de cozinha mínimo. 

Jm- O que foi? - me olha atencioso

- O brigadeiro... pega, vai - peço fofa e o maior cede minha vontade, indo buscar  o doce.

 

 

 

 

 

 

 

 


Continua...


Notas Finais


Mochis!!!
Espero que gostem!!
Desculpa qualquer erro :')
Até o próximo capítulo


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