História Arrependimento por acaso - Capítulo 78


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, K.A.R.D
Personagens BamBam, Jiwoo, Kai, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
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Palavras 5.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Mocchis!
Desculpem o atraso para postar o capítulo :')
Espero que gostem do capítulo e que perdoem mais uma vez a unnie :D :3
Boa leitura bebês panda <3

Capítulo 78 - Primeira surpresa


Dias depois...

Ana on

Hoje seria o grande e mais importante dia da minha vida... 

O julgamento começaria daqui à vinte minutos e eu estava mais que nervosa. Apenas pensava na possibilidade de tudo dar errado.

Mas... Se realmente der errado, pelo menos tenho um trabalho o qual amo e uma família a qual amo e sempre está por perto me apoiando.

Estava luntando, não pelo dinheiro de meus pais, mas sim, pela dignidade da minha família!

Estava tão tensa que até Jimin havia notado. Minha advogada me alertou que eu não poderia dar um passo em falso...

Jm- Hey... trouxe para você - estende um copo plástico com chá

- Me desculpe, mas não quero... - meu nervosismo estava tão avulso que eu desisti de me acalmar 

Jm- Acha que vai conseguir enfrentar esse julgamento nervosa desse jeito? Quer mesmo continuar isso assim? - pergunta apreensivo e me convencendo

- Tem razão - tomo o copo de sua mão e dou uma longa golada - Obrigada - sorrio para o mesmo

Jm- Não fique tão nervosa, isso pode te fazer mal até mesmo depois do julgamento - põe uma mecha de cabelo atrás da minha orelha - Por favor, não fique nervosa... - me abraça e deposita um selar em minha testa - Vai dar tudo certo, ok? - assinto levemente, me sentindo bem mais calma e o maior ri da minha cara com uma expressão fofa.

- Seu bobo... - sorrio mais abobada que o maior 

Português on

...- Srta.Kyung? - olho para trás rapidamente e avisto minha advogada Katy

- Sim? Já devo adentrar a sala? - a olho mis como um pedido de socorro

Kt- Claro que deve. O julgamento já está prestes a acontecer. Seus supostos tios já estão na bancada acompanhados pelo seu advogado de baixa categoria e sua testemunha. Por sinal, onde se encontra sr.Kyung?

- Meu pai precisou usar o banheiro, mas já, já ele estará aqui.

Kt- Certo. - vai se retirando, mas me lembro de uma pergunta importante

- Katy! Espera! - ela se vira rapidamente para mim

Kt- Sim

- Você sabe que meu appa sabe falar em portugês, mas o portugês dele é meio embolado... - me interrompe

Kt- A tradutora do juri está presente, a convoquei desde que chegamos ao Brasil. - sorri - Pode me agradecer com uma garrafa de tequila - dá de costas e gargalha - Rápido! Trinta segundos!

Português off

Jm- Entendi tudo o que falaram! Principalmente o lance da "tequila"! - ri mínimo

- Precisamos ir me pai a essa hora já deve estar na bancada e eu só enho... dez segundos! - puxo seu pulso e saio andando o mais rápido que consigo

Não demorei para encontrar a bancada, já que a porta era em frente ao corredor que estávamos conversando.

Entrei junto á Jimin, sem fazer barulho algum, me sentei ao lado de meu appa, e percebi a tranquilidade em seus olhos. 

Jimin depositou um selar em meus lábios e se retirou, já que o mesmo apenas podia ficar na arquibancada.

Olhei para o outro lado do enorme salão e avistei os dois patetas imbecis que arruinaram minha vida, acompanhados por sei lá quem 9supono que seja a fajuta testemunha) e pelo seu advogado barato.

Ver os dois alí me deu um enorme enjoo, senti nojo, repulsa, ódio! Senti que realmente guardava muito, MUITO rancor.

Um arrepio correu sobre meu corpo quando o Juiz se assentou em seu devido lugar. Senti minha espinha formigar, como se eu estivesse em um profundo transe. Ma logo me acalmei ao olhar para trás e ver, Taehyung, Youngjae, Jackson, Jungkook, Yugyeom, Hoseok, Jaebum, Namjoon, Jin, Jinyoung, Mark, Seulgi, Wendy, Noa, Yoongi, Kunpi e Jimin. Sorri ao vê-los. Hoseok sussurrou um "tudo irá ficar bem" e isso me acalmou mais ainda, senti a sinceridade em suas palavras, por isso seu apelido é Hope, ele é nossa esperança, sempre nos conforta. Jimin como é ciumento, não ficou por baixo, susurrando um "Eu confio em você, eu te amo", sorri abobada, mas fui obrigada pela Katy a virar para a frente, e foi o que eu fiz.

O juiz iniciou o julgamento contando a versão da história que foi passada à ele.

Foi a vez da irmã do meu pai se pronunciar.

Português on

TA- Bom meretícimo, meu irmão era um empresário de muito valor... dava seu suor pelo seu trabalho, tinha uma esposa linda, uma filha linda e família linda! Nunca quis mal a essa garota! Pelo contrário! Sempre quis o bem! Sempre a ajudei no que precisou, sempre me dispus a ouví-la! Quis cuidar dela nos primeiros meses, insisti em cuidar dela, mas sempre que tentava fazer algo, ela se apartava de mim! Chegou a me dizer que preferia morrer do que ficar comigo! Tentei por ela numa escola, e sabe o que ela fez?! Quase perdeu todo o sangue de seu corpo ao se cortar com uma lâmina! Me obriguei a entregá-la à um orfanato, pois ela não estava convivendo bem comigo. Nunca a abandonei! Sempre a visitava! Levava presentes e até mesmo dinheiro, coisa que não deveria fazer! Mas aos chegar um casal que se encantou com ela pela sua inteligência e sua graça, eles as levaram de mim! Tiraram ela de mim! E como ela me agradece? Me chamando de ladra! - Diz tudo com uma cara cínica e fajuta de choro e emoção - Me desculpe meretícimo, não vou deixar essa conversa ttomar um rumo emocional... - se recompõe - Ela foi adotada pelo Senhor e Senhora Kyung, ótimas e agradáveis pessoas. Mas assim que chegou na Coréia, já foi dar trabalho! Começou a se cortar, a dizer que me odiava! Fantasiava sua mente com inúmeras coisas! Para ela, todos a odiavam. Disse que eu a maltratei, que nunca dei uma vida boa, e que a larguei porque a odiava, mas isso tudo é uma grande mentira! Na verdade, a deixei aquele orfanato sozinha, para ajudá-la! É apenas isso que tenho a dizer. - limpa uma lágrima mentirosa

Kt- Protesto!

Jz- Protesto aceito

Kt- Senhora Anjos, em seu enredo, a senhora contou a todos nós que assim que o pai da minha cliente morreu, a senhora se dispôs a cuidar da mesma, certo?

TA- Certo

Kt- Todos nós sabemos, que assim que uma pessoa com grandes posses morre, automaticamente, tudo o que era seu, é passado para o seu herdeiro mais próximo, no caso, Ana. Tenho documentos indicando que a herança da minha cliente, foi liberada em seu nome e em sua conta, dois dias depois do reconhecimento do falecimento dos pais da mesma, e aqui também diz, que uma semana depois, foi sacado um valor de R$200.000.00. Também tenho documentos indicando que no mesmo dia do saque do dinheiro pertencido a minha cliente, sua conta bancária recebeu o mesmo valor. - Tia Anjos olhou para Katy confusa e com muito ódio

TA- Protesto!

Jz- Protesto negado! Prossiga senhorita Torres

Kt- Pois não, retomando. - pigarrea - A senhora nos contou também, que havia posto Ana em uma escola, e a mesma se recusou de uma forma bruta, mas nenhuma escola do estado conhece Ana Almada Anjos, nome dado pelos seus pais. Também disse que a visitava sempre no orfanato, mas no local, só há registradas duas visitas da senhora, uma a cada três meses. Disse também que levava dinheiro e presentes, mas os funcionários e a diretoria do orfanato, me apressou documentos, em que a pequena Ana, chegou e permaneceu no local apenas com um urso de pelúcia dado por seus pais e roupas compradas pelos tais. Ah! Tem mais uma coisa. A senhora no começo de tudo, disse que não a abandonou, com a seguinte frase "Nunca a abandonei, sempre a visitava", mas por último, fechou seu discurso com "Na verdade, a deixei naquele orfanato sozinha". Devo apontar o fato de que seus argumentos estão estranhos... é como se fosse algo forçado, sentimos e sabemos isso, mas... por favor senhorita, diga nada além da verdade... só queremos isso. - suspira e entrega os documentos citados ao juiz - Por enquanto é só, meretícimo.

Advg- Protesto!

Jz- Protesto aceito.

Advg- Senhora Torres, a senhora acabou de citar um ponto importante, em que a minha cliente cometeu uma falha em seu enredo. Mas... todos falhamos, certo? Devo apontar que a minha cliente nunca0 esteve em um julgamento, assim como a jovem Ana. Meretícimo, devo apontar também, o fato de que quando o herdeiro é jovem de mais, é preciso de uma pessoa para organizar suas finanças, e a minha cliente não fazia nada mais nada menos que sua obrigação. Tenho os documntos dos gastos dos R$200.000.00 aqui, e posso provar que foi a favor da garota. Os R$200.000.00 foram gastos numa reforma de um cômodo apropriado para crianças do sexo feminino. Tenho todas as notas das roupas, dos brinquedos e das outras compras feitas por senhora Anjos, que não quis nada mais, nada menos, que dar o melhor de si a sua sobrinha. Por enquanto, é só.

Jz- Srta.Kyung, pode apresentar sua versão 

Respiro fundo e começo

- Tudo começou antes dos meus pais morrerem. Em uma reunião uma semana antes de meus pais morrerem, eles conversaram sobre meu futuro, e me garantiram que todos os papéis estavam em meu nome, e que a partir de algumas semanas, eu já poderia movimentar o valor com o auxílio da minha governanta, não da senhora Anjos. A fatalidade aconteceu, e eu apenas soube um bom tempo depois. Eu me senti muito mau, ainda me sinto mau. Eram os meus pais. Fiquei muito triste com a fatalidade e muito emotiva também. Logo fiquei sabendo que moraria com a senhora Anjos, aceitei sem birra, afinal, gostava da mesma, porém eu estava triste, eu apenas queria um pequeno momento de compreensão, mas isso não foi acatado. Perdi as contas de quanto a senhora Anjos me culpou pela morte dos meus pais. Quando a senhora viu os gastos dos meus estudos, me tirou rapidamente da unidade de estudo em que eu estudava. Fiquei por alguns meses tentando compreender, mas ainda gostava muito da mesma. Não tiro a razão da mesma em relação a multilação, mas isso era um modo de chamar sua atenção, era um modo de mostrar a ela que eu estava viva e queria sua atenção, mesmo que fosse daquele jeito. Mas tudo mudo quando caminhões enormes, de lojas bem importantes para crianças e adolescentes. Achei que era para mim, iria até agradecê-la e me desculpar pelo trabalho dado, mas minha alegria foi-se embora quando descobri que tudo aquilo era para minha prima Carol, que chegaria da Inglaterra no fim de semana. Enquanto eu tinha uma vida murcha, ela depositava todo seu amor, dedicação e atenção a filha de seu marido. Nem cheguei a conhecê-la direito, já que na quinta da outra semana fui deixada no orfanato. Ainda me lembro das promessas da mesma, promessa de que não iria me deixar sozinha lá e que iria me visitar todos os fins de semana, e me trazer doces, brinquedos es roupas. Não queria ficar ali, mas em minha inocência, encontrei resquícios imaginários de sinceridade em suas palavras. Fiquei durante duas semanas esperando sua visita, e quando por fim recebi a mesma, não ganhei nada do prometido, apenas uma camisa, que nem coube em mim. Perdi minhas esperanças com sua segunda visita, na verdade não foi bem uma visita, já que a mesma fez de tudo para que eu não a visse. Para a infelicidade da senhora Anjos, eu a vi. Sua desculpa dessa vez, foi uma reunião na empresa em que meu pai antes comandava. Tive a certeza de que ela estava mentindo, pois vi a pequena Carol no banco traseiro de seu carro, cheia de coisas, me entristeci mais ainda. Eu era só uma criança e ela era a responsável por mim, ou era para ser. Alguns meses depois, eu me habituei com o sistema do orfanato. Todos me tratavam bem, e, por mais que o orfanato passasse por situações difíceis, nada me faltou. Depois de alguns meses, conheci o casal Kyung, que hoje são meus pais, infelizmente a minha omma veio a falecer a quase cinco anos atrás, mas mesmo assim, foi muito importante para mim. Como disse a senhora Anjos, não irei levar isso para o lado emocional, pois não vale a pena. Mas bem, minha vida na Coréia foi bem mais produtiva, terminei o ensino médio e fui fazer faculdade em Daegu, onde conheci o restante das pessoas que hoje fazzem parte da minha família. Me formei em Psicologia e toquei minha vida para a frente. Confesso que não estou aqui para conseguir dinheiro ou algo do tipo, pois isso, já consegui com o meu trabalho. Mas eu queria ao menos que a justiça fosse feita. Apenas isso. Não tenho nada mais a declarar por enquanto, meretícimo.

Jz- Bem, agora, devemos ouvir a testemunha da senhora Anjos

Tst- Reverência ao meretícimo... e-eu... me chamo... Carol - dá um riso sem graça, me fazendo ficar de boca aberta! Como ela estava aqui sem ao menos me conhecer? - Eu sou filha filha da senhora Anjos. - respira olhando para a "mãe" e para o seu pai - Desde que a srta.Ana chegou a nossa casa, mudamos nossos hábitos para agradá-la. Passei a dormir no menor quarto da casa para fazer a vontade da menor. Ana queria muito luxo! Minha mãe não poderia fornecer isso! Muito menos meu pai! Éramos uma família estável. Na verdade, minha mãe dava de tudo a ela. Tudo me faltava, menos a srta.Ana. Minha mãe chegou a conclusão de que deveria deixá-la num orfanato, quando ela disse que nossa presença a fazia mau. Minha mãe ainda insistiu, mas teve que ceder quando ela fez um showzinho com uma lâmina e seu pulso! Nos deixou preocupados, e culpou ainda a minha mãe! Esta mulher é louca desde criança! Disse que minha mãe não a dava atenção devida! Desculpe meretícimo, mas o que esta senhorita diz, não tem nexo. - encerra sua fala meio confusa

Kt- Protesto!

Jz- Protesto não aceito. Agora quero ouvir as testemunhas da srta.Kyung - "testemunhas''? Olhei para trás e avistei Jimin com o meu celular em sua mão e com um sorriso nos lábios, meu pai sorrindo feito um bobo e Kunpi com uma carinha fofa e um sorriso lindo. 

Os três cavalheirou caminharam até a bancada e se assentaram ao meu lado, agradeci a todos mentalmente por isso, e principalmente a Katy, que havia armado toda essa chuva de testemunhas.

Jz- Primeiro quero ouvir o senhor Kyung. Pesso que o mesmo, diga tudo no idioma inglês, nossa tradutora estará aqui para ajudá-lo.

Appa- O-obrigado - sorri e reverencia o juiz

Inglês on

Appa- Quando cheguei naquele orfanato, Ana estava mal vestida para a época e a moda do ano. Seus calçados estavam gastos, ela parecia uma criança muito triste. Nos contou tudo o que aconteceu, e disse que era mal querida por sua tia. Minha esposa se compadeceu da criança, que já estava a muitos meses sem estudar em uma escola frequente e que já não tinha esperanças de ter uma outra família. Adotamos a pequenina e não nos arrependemos por isso. Ana foi uma boa adolescente. Teve turbulências, já que ela sofreu com depressão. Não foi fácil essa fase dela, ela se multilava sim, se sentia muito triste pois sentia a falta de seus pais, e também, se sentia mau pela rejeição da tia. Não a abandonamos, começamos um tratamento com psicólogos, para ajudá-la, meses depois, seus remédios estavam em dia, e ela continuava sendo a mesma menininha linda e carinhosa que sempre foi, mesmo em seus problemas. Ela sempre foi uma garota dócil e calma, desde que chegou na família. Ana nunca foi uma má criança e tenho como provar isso com as próximas testemunhas. É apenas isso que tenho a dizer, meretícimo.

Português on

A tradutora traduz tudo em uma rapidez, da mesma forma que meu appa falou, até mesmo com os erros.

Jz- Diga que o próximo já pode depor - diz á tradutora e assim ela faz

E agora é a vez do Kunpi

Inglês on

Kp- O que tenho a dizer, é simples. Quando conheci a Ana, estudávamos na mesma sala. Ana era o tipo de aluna que os professores se orgulhavam. Nunca desrespeitou ninguém, nem mesmo os que a desrespeitava. Ana sofreu de mais na vida. Primeiro a morte dos pais, depois maus tratos, rejeição, a morte de sua omma e para completar ainda sofria preconceito por ser diferente. Minha irmã deveria ser mais respeitada. Isso é injusto! É injusto o que estão fazendo com a minha irmã! É só isso, afinal, devo me controlar.

O Juiz pediu a próxima testemunha, e lá veio o sr.Park

Jm- Bom, para finalizar os depoimentos, me chamo Park Jimin, e sou o namorado da srta.Kyung. Ana havia me falo sobre seus problemas, mas contar toda a história de sua vida novamente, não irá levar essa sessão a nada. Mas bem... assim que chegamos no Brasil, tiramos um tempo para aproveitar o País e infelizmente, fomos atrapalhados. Ana recebeu uma ligação vinda da srta.Anjos, e a ligação foi ameaçadora. Não entendo o idioma, mas consegui traduzir através de um aplicativo. Infelizmente, só a minha palavra não vale, mas tenho todo o áudio aqui gravado no dispositivo móvel da Kyung. O áudio é original, pesso que o meretícimo escute e tire suas próprias conclusões.

Sorri ao ver a postura do tal ali, consegui me acalmar vendo o meretícimo aceitar o áudio.

Português on

Jz- Ponham o áudio no auto-falante, quero escutá-lo

Advg-Protesto!

Jz- Protesto negado! Tragam  áudio

O assistente colocou o áudio em um dos auto-falantes e pôs no último volume.

Ligação on

- Alô?

- Oi... suponhamos que lembre-se de nós, querida sobrinha...

- O que querem? 

- Queríamos mesmo, fechar um acordo com você...

- Não quero fechar acordo nenhum com vocês! 

- Como pode ser tão burra e ingênua ao mesmo tempo? Tem noção do que está perdendo? Garota, você nem tem família de verdade! Sua família somos nós! Acha que o povo desse país te aceita? Acha que eles te amam?! Sua mãezinha adotiva já morreu (que Deus a tenha), e seu pai... já foi procurar outra vadia com quem transar! E você? Você está sozinha!  Com esse bando de jovens que só pensam em você como um pedaço de carne, usado para o orgasmo e acabou! Desista desse processo! Somos sua família de verdade! Aproveite que estamos dispostos a te aceitar! 

- Não! Vocês não são minha família,  não querem meu bem, não me amam e não tem noção de como eu sou ou como me Porto!  Vocês apenas se importam com o meu dinheiro! E não ousem a falar mal da minha família! Vocês não são nada para mim!

- De uma forma ou de outra,  ganharemos esse processo,  você não tem provas o suficiente para tirar essa fortuna de nós!

- Posso não ter provas e até mesmo perder o processo, mas se tem uma coisa que eu sei, é que um dia, tudo isso virá a tona, e eu não terei um pingo de piedade por vocês!

- Vejam só! Mal saiu da à fralda e já quer se por em um cargo de pessoa! Sua medíocre! Cresça! É tão infantil e ridícula quanto a sua mãe! Até parece que foi ontem, quando por fim aquele lindo navio afundou e levou meu pobre irmão com a vadia de sua esposa. Lamento, não pela morte deles, mas por você ter continuado viva! Nossa felicidade foi saber que você aos poucos estava se matando! Mas é tão imprestável, ao ponto de não conseguir acabar com a própria vida. GAROTA INÚTIL! 

- Eu não sou inútil! Lutei pela minha recuperação! Na verdade, os únicos inúteis aqui, são vocês! Que nunca conseguiram atrapalhar a minha vida. Depois disso tudo, continuo bem! E vocês? Eu lamento. Não tenho tempo para discutir sobre isso. Não tenho tempo para discutir com pessoas como vocês. Estou ocupada com a minha família, a minha família de verdade.

- E você tem? Achei que houvesse perdido!

- Tenho. Tenho o melhor namorado do mundo, o melhor irmão do mundo, o melhor pai do mundo, os melhores oppas do mundo e as melhores unnies do mundo. Tenho uma boa casa, um bom emprego, um bom companheiro, uma boa vida... eu vivi tão feliz longe de vocês... talvez nem imaginem minha felicidade!

- Posso até me sentir incomodada com  sua felicidade, mas sei que depois dessa nossa adorável conversa, você vai voltar a ser a mesma idiota birrenta, que só fazia sobrecarregar os outros com os seus problemas. Não duvido nada que o seu tão citado namorado já esteja farto de tanto se preocupar com seus problemas. Pobre Ana... você é uma desgraça total para todos.

 

Ligação off

Advg- Meretícimo! Isso é uma calúnia! Não vê que está mentindo?

Jz- Silêncio! Não dei a palavra ao senhor!

Advg- Me perdoe, mas é uma falta de respeito! Quem garante que são reais?!

Jz- SILÊNCIO!

Kt- Protesto!

Jz- Protesto aceito!

Kt- Meretícimo, queria lembrar alguns pontos do nosso julgamento. O depoimento da minha cliente, foi antes da filha da senhora Anjos, e mesmo assim, a mesma foi citada antes na história da minha cliente como a filha do marido da senhora Anjos, que era tratada como sua filha. Primeiro a senhora Anjos e seu advogado, disse que o dinheiro dado por herança a srta.Ana era bem gasto com a mesma. Mas logo em seguida, a jovem Carol, afirma que não davam uma boa via a Ana pois sua mãe não tinha condições de sustentar. Também devo deixar claro que a senhora Anjos, na época do acidente, estava em quinto lugar, como a mulher mais rica do estado, hoje está em terceiro lugar. Devo ressaltar também, ao advogado da senhora Anjos, que a mesma já esteve em um juri durante cinco vezes. Duas por dirigir embriagada, uma por estelionato, uma por falsidade ideológica e com essa é a quinta. Deseja ver os documentos?

Jz- Sim, traga-os aqui - Katy leva as folhas impressas e o meretícimo analisa

Kt- E... senhor meretícimo, podemos descobrir agora se o áudio é real ou não...

Jz- Qual a solução, srta.Torres?

Kt- O dispositivo móvel da senhora Anjos tem o histórico de ligações, seria últil vê-lo.

Advg- Protesto! Invasão de privacidade!

Jz- Protesto não aceito. Recolham o celular da senhora Anjos.

O Meirinho recolhe o celular e entrega á um assistente do tribunal. Automáticamente, o mesmo encontra uma ligação feita para o meu número

Jz- Já bastam de provas! Teremos uma pausa de 15 minutos, e logo voltarei com o resultado.

Se retira da sala nos deixando mais tensos ainda.

Sai da sala para respirar um pouco, sendo acompanhada por Jimin, Katy e Kunpi.

Kp- Como o meu amorzinho está? - me abraça e deixa um beijo na minha testa

- Nervosa, com medo, com muita dor de cabeça, tensa... - respndo e o mesmo massagea meus ombros

Kp- Não precisa ficar assim, princesa, não se irrite por eles - me acolhe num abraço e mesmo não vendo, sinto uma pontada de ciúmes vinda de Jimin - Fiquei tão preocupado com aquela testemunha fajuta deles... - sorri acariciando minhas bochechas me perco nos carinhos do meu irmão, mas logo ouço um pigarrear e separo o abraço.

- Oi Amor - caminho até o mesmo e o abraço numa intensidade forte

Jm- Achou que eu deixaria minha princesa sozinha? - acaricia meus cabelos me fazendo relaxar como um panda dengoso - Fica calma, por favor - beija o centro de minha cabeça

- Eu te amo - falo abafado por conta do meu rosto estar colado em seu peito

Kp- Vela! Tchau, casal - sorri e corre para dentro da sala

Jm- Eu também te amo - puxa meu rosto para o seu e inicia um beijo lento, sem pressa de acabar, suas mãos permaneceram em meu rosto, enquanto as minhas pousavam na sua cintura, apenas nosso lábios se acariciavam, mas nos sentimos obrigados a acabar com aquilo, já que estávamos em um local não muito apropriado.

- Acha que vou conseguir ao menos passar uma boa impressão? - pergunto apreensiva fitando seu rosto

Jm- Tenho total certeza. - Sorri para mim 

- Obrigada por depor, mas depois quero ter uma conversa séria com o senhor, de como tirou o meu celular de minhas mãos. - faço uma cara de brava e o memo insiste em achar fofo

Jm- O que vai fazer? Me maltratar com a boca? - pergunta safado

- Não! Com a mão mesmo!

Jm- Você sabe que eu amo quando usa sua mão, não é? - sorri malicioso

- Aish! Imbeci! - bato em seu ombro e o mesmo reclama da força

Jm- Pensei em irmos para a praia de novo, naquele dia os meninos infernizaram nossa vida. Nem me deixaram tranzar pela primeira vez na areia - o olho com nojo e o mesmo ri mais ainda

- Você é muito nojento! E chato também! Por que eu te amo?! - pergunto "brava"

Jm- Porque eu tenho o que você precisa - lha para o meio de suas calças

- Isso vai muito além de sexo... - reviro os olhos - sua qualidade não é só na cama, aprenda isso.

Jm- Claro! Sou maravilhoso! Perfeito! Sabe perfeição? Então... Park Jimin! - ri e eu o acompanho.

- Certo sr.Perfeição. Precisamos voltar para o juri, temos dez minutos para voltar a audiência. - dito a última frase apreensiva

Jm- Não vai comer ou beber nada? Sabe quanto mal isso pode te fazer, certo? - se chateia pela minha teimosia.

- Estou sem fome e sem sede. Não se preocupe comigo, neste momento, manter-me consciente é mais que o suficiente. - respirei fundo e o encarei 

Jm- Sabe que está não só fazendo mal a você, mas a mim também. Afinal, vou ficar me preocupando e me culpando por isso. - revira os olhos me dizendo tal frase

- Tudo bem! Eu me rendo! Você venceu Park Jimin! Eu vou comer algo - digo levantado as mãos em rendimento e o maior sorri

Jm- A lanchonete daqui tem uns bolinhos bem convidativos - diz com uma carinha convidativa

- Vem comigo? - digo alternative, esperando o mesmo se pronunciar

Jm- Sim, vamos logo. - puxa minha mão com certa força, me fazendo avançar com certa velocidade, acompanhando o maior.

- Calma!! Eu ando devagar! - disse enquanto corria até a lanchonete, e o maior... não me dava ouvidos

Chegamos na lanchonete e fizemos nosso pedido.

Comemos bem rápido, e subimos para o juri na mesma velocidade anterior

Chegamos no juri e nos sentamos para aguardar o juiz.

Todos já estavam em seus lugares esperando o juiz, até que o mesmo entra.

Português on

Jz- Bom, como prometido, já tenho a minha decisão. - respira fundo - Sra.Anjos, a senhora apresentou fatos importantes e que realmente estão ligadas ao caso, sua testemunha apresentou fatos interessantes, assim como seu advogado fez uma defesa contribuidora. - minha "tia" sorri, e não consigo segurar a lágrima teimosa de decepção. Mas sou surpreendida pela continuação do juiz - Mas, essa comtribuição foi para a srta.Kyung, que por direito tem o poder de todas as empresas Almada, e tem também, o controle da fortuna de R$987.816.343.92 deixada pelo casal Almada. Se o valor cobrado da fortuna e do rendimento das empresas não forem entregues certamente no prazo de 12 dias, sra.Anjos será detida, e se a quantia for menor que o exigido, o valor que estiver faltando será descontado na conta bancária da última citada. Caso encerrado! - sorri involutária e abracei Katy com uma grande felicidade

Português off

COMO ASSIM?! EU HAVIA ACABADO DE RECUPERAR A FORTUNA DOS MEUS PAIS!

Carmen Anjos saiu revoltada. Insistia em chamar seu advogado de incopetente. Nem mesmo sequer olhou em meu rosto

Jm- Ana? O que aconteceu?

- Ganhamos! Nós ganhamos! - digo quase me derramando em lágrimas

Jm- Aigoooo! Por que não disse antes? - sorri e sela meus lábios rápidamente, e os avança até meu ouvido - Em casa tenho uma surpresa - diz num sussurro, em seguida afasta seus lábios do meu ouvido e sorri fofo para mim

- Eu te amo - sorri mais contente, em meio a suspiros - Obrigada por depor! Obrigada por estar aqui! Obrigada por tudo - o abraço e ouço alguém pigarrear, súbto Kunpi

Kp- Eu também vim depor... - diz olhando para a frente, finjindo pensar alto.

- Vem cá! - abro os braços para o mesmo e o abraço - Obrigada, e eu também te amo - digo em meio ao abraço enquanto o mesmo sorria

Kp- Eu também te amo... - funga meus cabelos - E... parabéns, você fez um bom depoimento - afasta o abraço e beija minha bochecha - Estou orgulhoso, jagya - sorri mais uma vez

- Aigoooo! Eu amo tanto vocês dois! - puxo os dois e os abraço bem forte, deixando-os espremidos 

Jm- Calma! - diz com dificuldade

Kp- A...na... so-solta! - tenta sair dos meus braços, mas eu acabo me compadecendo e os soltando.

Jm- Isso foi uma... tentativa de homicídio? - pergunta respirando fundo no meio da frase

Kp- Se quizesse nos matar... que falasse antes! - massagea o pescoço

Ri do comentário de ambos e depositei um beijo em cada um.

Os outros meninos que estavam na arquibancada, nos cumprimentaram, e me parabenizaram. 

Me despedi de meu appa, pois ele estava voltando no mesmo dia para a Coréia. E por último, voltei para o hotel com os meninos, mas notei que Jimin não estava conosco, e aquilo de certa forma me deixou preocupada. Perguntei a todos que estavam no carro, onde se encontrava o maior, mas eles apenas diziam que ele tinha ido resolver uns problemas. Mas... quais problemas? E por que aqui no Brasil?

Chegamos no hotel, e Tae me guiou até meu quarto, e se despediu de mim com um beijinho na testa e um sorriso largo.

Abri a porta do quarto, e me deparei com um presente em cima da cama com um bilhete

Fechei a porta, e corri ao encontro da enorme caixa preta e branca, bem convidativa

Tirei o laço azul que a fechava, e tirei a tampa da caixa, dando de cara com roupas de praia.

Um biquíni azul clarinho, um vestido branco soltinho com pérolas e conchinhas nas pontas e uma sandália de couro artesanal lindíssima.

Olhei para a cama e vi o bilhete, corri para lê-lo

Bilhete on

Jagi, hoje foi um dia especial para nós. Hoje pude sentir meu coração se contrair 100% a você. Saiba que eu te amo, e que estou te esperando no primeiro ponto deserto da praia que fica em frente ao hotel. Te espero lá. 

Obs: Use essas roupas seja apenas você

Bilhete off

Sorri ao ler o bilhete e corri para o banheiro tomar um banho.

Assim que saí, vesti as roupas exigidas, calcei a sandália e passei um batonzinho vermelho claro e deixei os cabelos soltos

Saí apressada do hotel e peguei o primeiro táxi que apareceu.

Saí do mesmo, e caminhei até o primeiro ponto deserto, mas não vi ninguém.

Saí tateando com o olhar, todo aquele ponto da praia, mas não o econtrei. 

Decidi voltar para casa, afinal, não havia um rastro sequer de Jimin.

Assim que dei o primeiro passo, disposta a sair daquel local, ouço a voz anjelical de Jimin ecoar.

Jm- Estou aqui...

Me viro rapidamente e me deparo com a sena mais linda da minha vida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Continua...


Notas Finais


Oooooolá!
Mocchis, espero que gostem :)
Desculpa qualquer erro, fiz na correria (._. )
Até o próximo! <3


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