História Arrependimento por acaso - Capítulo 81


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, K.A.R.D
Personagens BamBam, Jiwoo, Kai, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
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Palavras 1.614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláááááááááááááá!
Mocchi's, me desculpem por não postar o capítulo antese pelo mesmo ser curto,
mas é que houveram uma complicações aqui nada legais, mas hoje, voltei.
Bom... já vou avisando que o capítulo é meio confuso, mas no
próximo, irei esclarecer tudo (ou melhor, a Ana).
Enfim...
Boa leitura!

Capítulo 81 - Indefeso e magoado


Jimin on

Depois do que aconteceu, não tive mais vontade de fazer nada... só tomei um banho demorado me vesti num short preto e uma regata azul e fui para a sala, mas parece que hoje, o satanás tirou o dia para me acompanhar.

Sj- Boa tarde, senhor Jimin - sorri se espreguiçando no sofá.

- Boa tarde - passo direto para a cozinha, onde encontro Ana fazendo algumas anotações. - O que é isso? - pergunto me referindo à sua escrita

Ana- Novos pacientes. Woo Ji-ho, 26 anos, bulimia nervosa. Koo Jun-hoe, 21 anos, anorexia nervosa. Oh Se-hun, 24 anos, bruxismo do sono. Peniel Shin, 25 anos, disfunção erétil. - lê tudo para que eu ouça e eu não me contenho com o último paciente

- Deve ser difícil para esses caras... - começo a rir 

Ana- Não há graça nisso. - faz uma cara séria - Todos esses problemas são seríssimos! É desumano da sua parte rir deles!

- Nossa! Desculpa! Só queria descontrair...

Ana- Não descontraia com coisas sérias - respira fundo

- Você parece estressada... - a abraço mas ela se esquiva(?)

Ana- Sim... - olha para um ponto fixo - O caso deles é sério de mais...! Principalmente o motivo - parecia pensativa

- Quer jantar fora comigo? Podemos passar a noite fora se quiser.

Ana- Quero sim, mas temos que voltar antes das 20:30, pois a Jae vai para casa as 21:00 - pelo menos uma notícia boa...

- Vamos nos arrumar, então - puxo seu braço e a mesma me segue até o quarto.

...

Nosso jantar foi ótimo, pude aproveitar o máximo de tudo.

Estávamos voltando para casa, já se passavam das oito e as ruas nãos estavam tão movimentadas.

- Por que decidiu contratar uma empregada? Sempre nos viramos bem nos serviços... - pergunto aflito 

Ana- Sim, sempre nos damos de bem nos serviços caseiros. Mas... ultimamente, tenho precisado de ajuda feminina... - diz enquanto futuca o celular

- Como assim?

Ana- Eu tenho precisado de uma ajuda feminina, só isso! - diz simplista, enquanto desliza o polegar pela tela de seu aparelho

- Mas não podia ser aquelas tias bem velhas, de cabelo branco, que chamam os mais novos de filho ou filha e que já sobreviveram a segunda guerra mundial? - vejo a mesma tirar a atenção de seu aparelho e rir

Ana- Você sabe muito bem que hoje em dia, é difícil encontrar senhorinhas dessa idade trabalhando assim... - estapeia meu ombro

- Então, me vestia de mulher, poderia muito bem me chamar de Jimana - desvio o olhar rapidamente para ela e rio

Ana- Seu bobo - ri e volta a prestar a atenção no celular, só que com uma cara tristonha

- Chegamos! - exclamo e ela abre a porta do carro, entrando primeiro na casa

Fechei a porta do lado de Ana, e fui até a garagem estacionar o carro. Terminei de estacionar o carro e subi para o andar de cima (vulgo minha casa).

Cheguei na sala, e não havia ninguém, fui para o quarto e ouvi barulhos estranhos vindos do banheiro. Corri para o mesmo para ver o que se passava, e lá vi a sena que não via a anos. Ela estava vomitando tudo o que comeu durante o dia. Corri para ajudá-la, prendendo seu cabelo em minhas mãos num rabo de cavalo.

Assim que ela terminou, a ajudei a se levantar, lavar o rosto e a escovar os dentes.

Depois de tomarmos um banho, resolvemos descansar, afinal, amanhã eu iria obrigá-la a ir a um hospital.

- Sente isso a muito tempo?

Ana- Não, começou pela manhã

- Se sente melhor? - nega com a cabeça - Vem, vamos a um hospital agora - me levanto tirando a camisa do pijama

Ana- Não, mas eu não quero ir a hospital nenhum - se embrulha no lençol firmemente 

- Saiba que eu posso muito bem te levar no meio dessas cobertas. Você vai por bem, ou por mal? - pergunto pondo minha camisa

Ana- Nem um, nem outro. Já falei que não vou, e tenho absoluta certeza, que não tenho um noivo surdo - diz numa calma

- Vejo que é por mal - a carrego com coberta e tudo, enquanto a mesma se debate em meus braços .

Desço até a garagem e a ponho dentro do carro, em seguida adentro no mesmo, abrindo a porta da garagem pelo controle e acelerando o carro.

Ana- Isso não tem graça! - grita furiosa

- O que não tem graça, é você querer passar a noite inteira se sentindo mal em casa! - digo no mesmo tom de voz

Ana- VOCÊ ME TIROU DE CASA DE PIJAMA!

- MAS FOI PARA O SEU PRÓPRIO BEM! PARA DE ACHAR QUE AS COISAS QUE VOCÊ NÃO GOSTA SÃO PARA O SEU MAL! ISSO É EXTREMAMENTE IRRITANTE! ODEIO TER QUE GRITAR COM VOCÊ, ANA! NUNCA PASSAMOS POR ISSO! - soco o volante com força - Só... deixa de ser teimosa... não quero o seu mal. - desvio meus olhos da estrada e a encaro. Ela estava com a mesma cara brava de antes, só que essa cara de brava, não tinha mais o mesmo ar fofo de sempre. Era como se algo estivesse indo embora. - Chegamos no hospital

Ana- Você já viu minhas roupas? - pergunta fria, sem olhar para mim, reparo em suas roupas, e ela estava com o mesmo short de moletom, com a mesma camisa

- Não tem nada de errado, você continua linda - digo em meio tom, mas sua expressão não muda. - Ana, tenta me entender... eu estou preocupado. Hoje pela manhã você cuspiu sangue sem nem ter encostado nas gengivas! Tenho medo! Ainda não consegui superar aquele dia em que descobri que estava com hemorragia interna. Imagina se eu não lhe levasse a um hospital! Eu estaria sem a pessoa que amo até hoje! Ficaria sem você para sempre! Desculpa! Gritei com você! Levei você de casa a força! Mas... eu só tenho medo!

Ana- Quero voltar para casa. - permanece sem expressão e sem me encarar

- Tá... tudo bem. Mas amanhã, vou te trazer aqui sem falta alguma. - ponho minhas mãos no volante e acelero, retornando para casa

...

Já havíamos chegado, Ana não trocava uma palavra comigo e eu já estava me incomodando com essa situação.

Estávamos deitados na cama, ela nem sequer me abraçou para dormir. Podia não ter uma boa visão noturna, mas sabia muito bem que ela estava acordada.

Não entedia o por que dela estar tão brava. O que fiz foi para o bem dela! Aquilo estava me deixando louco!

- Ana? - não obtive resposta - Aish... sei que está acordada - me levanto e acendo a luz, quando olho para o seu lado da cama, vejo a mesma fitando o teto num ar sério.

Voltei para a cama e me sentei do mesmo lado em que durmo, fitando o rosto de Ana.

- O que aconteceu com você? Por que está desse jeito? Nunca te vi assim... - era a mesma coisa que estar falando sozinho - Ana, eu preciso de respostas, não quero deixar esse clima chato entre nós. Logo agora que estamos bem... - suspiro e me calo por alguns segundos tentando obter resposta, mas não as recebo. - Você quer mesmo dormir nesse clima? - mais uma vez sem resposta. Como não queria dormir naquele clima, tomei uma decisão, tenho certeza que ela precisa de um tempo sozinha. - Não vou conseguir dormir aqui desse jeito. Boa noite, Amor. - por mais que as palavras engasgassem, eu precisava me redimir, fui contra a vontade dela sabendo disso.

Peguei uma coberta que eu antes usava e o meu travesseiro. Desci as escadas e fui para a sala. Me ajeitei bem no sofá e fiquei pensando.

Por que Ana está assim? Tudo bem... eu a focei a fazer algo que não queria, mas isso começou desde que chegamos em casa. Na verdade, desde o fim da ligação. Será que ela tinha algo para me dizer? O jeito que ela me pediu para voltar para casa, foi bem preciso e eu percebi no mesmo instante, mas como sou imbecil, relutei.

Me senti irritado com tudo aquilo. Ana não me dizia nada e ainda me tratava mal! Tudo bem, sou homem, aguento a maioria do trampo, mas isso é injusto! Também tenho sentimentos! Dói muito ser maltratado pela pessoa que mais amo! Nessa situação, me sinto como uma criança indefesa e magoada! 

Agora, posso me sentir decepcionado por sentir lágrimas banharem meu rosto. Não era para ser assim, era para estarmos bem!

Que droga! Meu coração dói tanto, que não consigo distinguir como o dia será amanhã.

Tento regular minha respiração até garrar no sono, e com muito sucesso, acabo caindo no sono.

...

Acordei com uma voz irritante no pé do meu ouvido... Seongjae

Me levantei rápido, vendo a garota a minha frente.

Sj- Bom dia, oppa... dormiu aí? - não interessa

- Bom dia Seongjae - me levanto e me retiro, indo em direção ao meu quarto.

Assim que cheguei no lugar, dei de cara com Ana de frente ao guarda-roupas, com uma cara triste e aparência fraca.

Aish! Ela está sofrendo tanto! Mas com o que?!

- B-bom dia... - digo sem ânimo

Ana- Jimin... - corre para meus braços se derramando em lágrimas, me abraçando forte e sendo retribuída - Desculpe... - funga afundando seu rosto na cavidade do meu pescoço

- Amor... por que está assim... - permito lágrimas escorrerem pelos meus olhos - Me desculpe por te forçar...

Ana- Precisamos conversar... não quero que seja infeliz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Continua...


Notas Finais


Oi de novo :')
Bom Mocchi's, não sei se dá para continuar amanhã, pois
quero postar um capítulo maior que esse (espero que
vejam meus esforços).
Espero que tenham gostado desse capítulo confuso
Até o próximo
Bye bye!


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