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História Arte da máfia - Capítulo 8


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Notas do Autor


Boa leitura.
Cap bônus do diaa

Capítulo 8 - Novo destino(parte 1)


Fanfic / Fanfiction Arte da máfia - Capítulo 8 - Novo destino(parte 1)

[lado yuki]

-Vocês podem me dizer o que tá acontecendo?!—Gritou Yuma.-Eu não quero perder meu marido!

Olhei para Yuma e Igor também.

-A máfia do guarda chuva amarelo é a maior máfia do mundo...—Suspirei.-Eles começaram a matar as pessoas em 1947, usavam suas peles para as capas dos guardas chuvas, canibalismo e massacres...huh.—Balancei a cabeça.

-Credo... Que horror.—Disse Yuma espantada.

-Vai ficar tudo bem Srta. Kim!—Disse Igor.-Somos a segunda maior máfia do mundo e se conseguirmos derrotar eles seremos os primeiro.

Yuma sorriu um pouco com os lábios, mas ela parecia ainda assustada.

[1978|Lado Yuki]

Eu estava agonizando no chão, chorando e cheia de tiros nos braços. Eu não pude impedir que matassem minha família, eu soluçava no meio da fumaça da explosão que fizeram na minha casa... Não só foi minha casa, foram todas as casas do meu bairro. Eu vi eles devorando os órgãos dos meus pais, nessa hora eu apenas queria morrer.

Escutei uns passos vindo até mim, fechei os olhos bem apertado rezando baixinho.

-Ei garota.—Era a voz de um homem.-Onde está seus pais?—O homem se agachou na minha frente.

Eu olhei tremendo pra ele e gospindo sangue, era um homem de cabelo preto, branco e de olhos roxos.

-Eu não quer te machucar ok?—Ele disse.-Qual seu nome?

-Yuki...—Falei baixo.

-Kanashi, eu encontrei uma viva!—O homem gritou.

Uma mulher de cabelo muito curto igual de homem e usando terno veio correndo até nós. Ela me olhou, olhei para ela também. Ela me pegou nos braços.

-Vem, a gente vai cuidar de você.—Disse a mulher que saiu andando comigo nos braços e com o homem.

E depois desse dia, eu conheci melhor o Thales e a Kanashi. Foram meus amigos de verdade, eles me deram comida e abrigo... Eu fiquei traumatizada por um tempo por causa da máfia do guarda chuva amarelo. Eu jurei que me vingaria e que eu arriscaria minha vida para que o Thales não morresse, é o que todos devem fazer por ele.

[Atualmente|Lado Kanashi]

Estava de braços cruzados encarando a Creamy e a Letícia que estavam sentadas e só a Letícia amarrada. 

-Então casal, querem algo para comer? Parece que estou proíbida de continuar te torturada Letícia.—Revirei os olhos.

-Eu iria pegar bolo de chocolate para a Letícia.—Disse Creamy.-Mas você estragou tudo.

-Poxa vida, que legal hein.—Me levantei.-Vo lá pegar o tal do bolo então.

Sai do vagão e fui para a cozinha do trem.

-Me desculpa por tudo isso...—Disse Creamy abaixando a cabeça.

-Tudo bem, Creamy... Eu só quero que nós duas saíamos vivas dessa, ok?—Letícia olhou para Creamy e sorriu com o canto da boca.

Creamy olhou para ela também, seus rostos estavam próximos e foram se aproximando mais, quase seus lábios juntando.

-Voltei!—Gritei entrando no vagão com dois pratos de bolo de chocolate.

As duas se assustaram e olharam para mim.

-Hmmm... Estava atrapalhando algo?—Sorri largo.

-Não-o...—Disse Letícia caguejando e um pouco rosada.

-Ok então.—Dei os pratos de bolo para a Creamy, me sentei de volta no meu banco.

16:00

[Lado Homura]

Eu estava ainda no vagão do Thales pensando, eu não sabia se ele me daria tempo para pensar, eu não acabar com a vida de nenhuma das duas... Estava apertando minhas mãos uma nas outras e muito nervosa. Thales estava bebendo vinho com as pernas cruzadas e sua gata brincando no chão, eu olhava fixamente para o chão.

-Dificil né?—Disse Thales lambendo os beisos depois de beber o último gole do vinho.

Afirmei várias vezes com a cabeça.

-Quer um tempo para pensar?—Ele perguntou colocando a taça em uma mesinha que ficava de baixo da janela.

-Antes de eu responder isso... Até hoje eu não sei o nome da nossa máfia senhor.—Olhei para ele.

-Somos A mafia Coppione dicattos!—Ele disse com grandíssimo orgulho nos olhos.

-Qual séria a nossa função hein?—Cruzei os braços.

-Hm... Você está perguntando demais para mim Kuriyama.—Ele me encarou.

Dei uma risada sem graça.

-Que isso senhor... Você acha máfia tão incrível assim?

-Mas é claro! Máfia é arte, máfia é vida.—Ele apagou o charuto no cinzeiro.

-Mesmo sendo perigosa?—Perguntei.

-A vida também é perigosa.—Disse ele.

Fiquei sem reação, que homem mais decidido do que fala e faz. Depois de uma longa conversa, ele finalmente concordou em me dar um tempo para pensar, sai do vagão dele e fui para o vagão da Yuki. Entrei e os três estavam rindo, parece que Yuma finalmente está nos conhecendo melhor.

-Oh, bem vinda de volta Sra. Kuriyama!—Disss Igor olhando para mim.

-Ah, obrigada.—Sorri com o canto da boca.

-Como foi a conversa com o chefe?—Perguntou ele.

-Complicada...—Me sentei do lado dele.

17:00

Parece que vai demorar uns dois dias para chegarmos na França. E assim foi... Uma longa viagem chata.

20:00

Sai do vagão com o estômago roncando, fui até a cozinha pegar algo para comer. Sai da cozinha comendo um sanduíche, acabo me esbarrando em uma mulher da mesma altura que eu.

-Au!! Olha pra onde imbecil!—Gritou a mulher.

-Me desculpe!—Olhei para ela.

Ela usava terno, rabo de cavalo, olhos castanhos e cabelo da mesma cor também. Ela passou as mãos na roupa e saiu andando apressada dali, parece que ela tinha uma coisa vermelha no braço mas eu não consegui examinar direito... Dei de ombros e voltei para o vagão da Yuki voltando a comer meu almoço.

Yuma estava tirando um cochilo com a cabeça encostada na janela, Yuki lendo uma revista e Igor limpando sua arma. Me sentei de novo no banco.

-Gente, eu esbarrei em uma mulher estranha.—Disse.

-Ué, mas todos daqui são desconhecidos, é claro que você acharia qualquer um estranho.—Disse Igor.

-Não... Você não entendeu, ela se vestia bem igual a gente.

Igor e Yuki voltaram sua atenção do que estavam fazendo sobre mim.

-Nos explique melhor isso.—Disse Yuki.

-Bom... Ela usava terno como eu e parece que tinha um símbolo vermelho ou sei lá no braço.—Disse terminando de comer meu sanduíche.

-Ah meu Deus, não pode ser quem estou pensando.—Disse Igor.

-Quem nós estamos pensando Igor!—Gritou Yuki.

-Quem?!—Ja estava ficando assustada.

Yuki chegou mais perto de mim e foi no meu ouvido.

-A chefe do guarda chuva amarelo.—Susurrou ela no meu ouvido.

Gelei na hora.

-Não pode ser! Como ela saberia que estamos nesse trem?!

-Olha Kuriyama... Ela quem está pensando em matar o presidente, é óbvio que ela estaria aqui.—Disse Igor se levantando.

-MAS QUE MERDA.—Disse Yuki se levantando também furiosa.-Precisamos dar um jeito de parar ela aqui mesmo!

-Sem avisar o chefe tá doida?!—Gritou Igor também.

-Ela não pode pisar no território da França tá ouvindo Igor?—Yuki encarou ele.

-Certo senhorita...—Disse Igor.

-Vamos bolar um plano aqui, só nós três.

22:00

Bati na porta de um vagão usando uniforme de uma funcionária do trem, eu era nova na máfia então ninguém iria me reconhecer. A mulher supostamente chefe da máfia rival abriu a porta e me olhou.

-É você aquela mulher que eu esbarrei mais cedo?...nem percebi que você trabalhava aqui.—Disse a mulher me olhando dos pés até a cabeça.

-Eu estava em horário de almoço naquela hora.—Engoli seco.

Nessas horas o Igor e a Yuki estavam escondendo o corpo da pessoa que desmaiamos para pegar o uniforme de tamanho para mim, e a Yuma ficou com a Kanashi e as outras. 

-Eu vim checar sua passagem e perguntar se precisa de algo.—Deitei um pouco a cabeça para o lado para ver o tal símbolo do braço dela que era no esquerdo.

Ela virou para o lado na hora deixando de eu conseguir ver o símbolo, a mesma estava me encarando.

-Aqui está minha passagem...—Disse ela colocando a mão no bolso e tirando a sua passagem, a mesma me estendeu e eu peguei.

Fingi estar olhando direito a passagem, passei o grampeador fazendo uns dois buraquinhos na passagem. Devolvi a passagem.

-Qual seu nome? Assim, nada pessoal haha!

-Hm... É Laura, já que você quer o que eu quero poderia me trazer um suco de maçã e um hambúrguer?—Perguntou ela.

Foi tão fácil assim ela entregar o nome? Mas espera... E se for falso?

-Ah, claro! É pra já senhora!—Sai andando apressada dali.

Parei na porta do vagão da Yuki e a mesma me olhou.

-Ela disse o que?—Perguntou Yuki.

-Só o nome... Ela disse que é Laura.—Disse.

-Parece verídico, mas temos um problema agora...—Disse ela.

-Qual?—Perguntei.

-O Igor desapareceu, eu não encontrei ele nenhum lugar do trem, menos no vagão da tal Laura já que você iria lá.—Disse ela.

-Ah meu deus...—Coloquei as mãos nas bochechas.—Não me diga que

- Provavelmente.—Disse Yuki me cortando.—Você precisa voltar lá!

-Eu tô indo é agora!

Sai do vagão da Yuki, fui correndo para a cozinha pegar o que a Laura pediu. Assim que peguei, fui correndo para o vagão da Laura. Abri a porta num chute nem parando para bater antes, por favor Igor não esqueça aqui. Olhei lá dentro, eu vi a cena mais horrível da minha vida, vi dois homens devorando os braços do Igor muito brutalmente. Eu derrubei o suco junto do hambúrguer, escutei um barulho de gatilho do lado do meu ouvido.

-Nem ouse se mexer...—Era a Laura apontando uma arma na minha cabeça, ela fechou a porta.—Pode ir tirando a roupa, você vai ser meu alimento dessa noite.

Eu comecei a tremer. Os homens me olharam, e sorriram os dentes e bocas sujos de sangue. Eu comecei a lacrimejar, Laura apertava o cano da arma contra minha cabeça.

-Anda logo porra!—Ela gritou.

[Continua]



















Notas Finais


=)


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