História Artória II - A Nação dos Exilados - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Seinen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


É...
Desculpa a demora pessoal.

Pra compensar, algo totalmente inesperado.

Capítulo 4 - A Ameaça Ao Império


O sol mal nasceu e Ripple já está de pé. Ele caminha pelos corredores com seu uniforme azul e branco, da guarda imperial. No peito esquerdo há uma medalha prateada embaixo de cinco estrelas douradas, revelando seu cargo de Comandante da Guarda Imperial. 

Seu figurino militar está completo com a katana embainhada e presa ao lado esquerdo de sua cintura. Ele possui em suas mãos uma bandeja de prata com alguns pães, manteiga, um bule de cerâmica com chá e duas xícaras.

Não demora muito até que ele chegasse à porta do quarto onde Kayra repousa. Os soldados da Guarda Imperial batem continência e põem-se em posição de sentido. Os uniformes são iguais aos de Ripple, mas só possuem duas estrelas, revelando sua posição na hierarquia da Guarda:

- Comandante, não se incomode, permita-nos entregar isso, senhor. - Disse o primeiro soldado.

- Não, obrigado. Eu cuidarei pessoalmente dela a partir deste momento, estão dispensados. - Respondeu ele, dando um passo em direção à porta.

- Mas, senhor... Ela ainda está dormindo... - Disse o segundo, com a mão direita na maçaneta da porta.

- Estão dispensados mesmo assim. Retirem-se. - Disse ele, fazendo um sinal com a cabeça.

- Sim, senhor. - Respondem eles em uníssono. O segundo soldado abre a porta e logo em seguida eles já estão em outra sala qualquer do palácio. 

Ripple entra no quarto, deposita a bandeja na pequena mesa ao lado da cama e senta na cadeira, virado para Freyna. A cama está a frente dele, com a cabeçeira a esquerda. Na direção oposta, há uma porta que conduz ao banheiro. Esse é um quarto de hóspedes padrão; nada luxuoso, apenas conveniente:

- Sempre preguiçosa... Levanta logo, Freyna! - Disse ele com um sorriso no rosto.

Ela vira para ele, com um olhar sonolento, está completamente coberta pelo lençol. Os cabelos desarrumados e as bochechas um pouco amassadas:

- Ah, Ripple... Sempre estraga-prazeres... Só porque eu estava tendo um sonho tão bom...

- Ah, é?! Sonhou com o quê? O filho da Vergan de novo? - Ele ri dela com gosto. 

- Primeiramente... Também. Segundo... Não é porque você é meu irmão que tem que lembrar disso sempre, tá certo?! - disse ela, séria, mas logo começa a rir também. - E você? Já arranjou alguém pra liberar essa sua... "Tensão"?

- Isso não te diz respeito, tá bom? Agora vamos logo!

Não demorou muito até que ela estivesse pronta e eles estivessem a caminho do Salão de Reunião do Conselho Imperial. Trata-se de uma sala ampla, com muitas janelas. Possui uma mesa grande e circular com uma Rosa dos Ventos talhada no centro. Tudo é ornamentado a ouro, até mesmo os pés da mesa e suas sete cadeiras.

Na cadeira entre o Norte e o Nordeste, senta-se Hiro. Kayra está entre o Norte e o Noroeste. Ripple fica na cadeira do Sudeste e Freyna fica no Sul. Os demais vão chegando um por vez. 

O primeiro é um homem Calvo, Alto, de barba rala e o olhos castanhos. Trajado com uma farda militar extremamente bem trabalhada. A semelhança com Kayra entrega o parentesco próximo:

- Trata-se de Alcar, ou melhor, General Alcar. - Anuncia Hiro. - Líder do Exército Artoriano, e também meu sogro. - Ele solta uma risadinha.

- Perdão, vossa Majestade. - Disse Freyna, levantando a mão direita. - Mas esse tipo de prática não seria prejudicial para a estabilidade do seu governo e a confiança dos cidadãos? 

Todos olham para Hiro, exceto Alcar, que fecha os olhos e sorri como se o que ela disse não fosse nada. Ele está sentado no Leste.  Hiro responde:

- Entendo seu ponto de vista, e de fato está correto. Porém, Alcar não se tornou General pelo parentesco comigo, mas sim por sua contribuição ao Império desde tempos antigos, quando eu sequer sabia lutar. Ele sempre foi um excelente combatente, e possui mais poder de combate do que qualquer um de nós. Além de ser responsável por descobrir os planos de Marco, servindo como agente infiltrado. Com uma capacidade  de decisão acima da média, ele foi capaz de o neutralizar antes que desse início ao plano e ainda sair sem ser descoberto. Além do fato de que não há outros que sejam qualificados. Só há um, que está sentado ao seu lado e recusou o Exército para se tornar meu protetor pessoal. Mais alguma pergunta?

- Não, senhor... - Respondeu ela, envergonhada.

Não muito depois, entra um senhor calmo, calvo e alto, usando um par de óculos redondos e uma roupa bem simples, parecida com o hábito de um monge escrivão:

- Professor Alfonse Van Marben, presidente da Academia Científica de Artória e responsável pelas inovações tecnológicas e avanços acadêmicos do Império. - Anuncia Hiro.

- Bom dia a todos. - ele os cumprimenta com um aceno, suas mãos estão ocupadas carregando alguns livros que ele põe sobre a mesa desajeitadamente, enquanto senta na cadeira do Oeste.

Por último, o mais novo dentre eles. Possui um cabelo ruivo e liso, cortado curto, sem barba. Tem olhos verdes e usa uma roupa de luxo. Exala um ar arrogante, porém entusiasmado: 

- Este é nosso Primeiro Ministro, Lorde Armand Der Leninster. - Anuncia Hiro. - Ele é responsável pelas finanças do Império e também pela área judicial.

- Bom dia, Vossa Majestade. Perdão pela demora. - Disse ele, sentando na cadeira do Sudoeste.

- Bom, que seja. Agora que estão todos presentes, conte-nos o motivo de sua vinda, Freyna. - Pede Hiro, e logo todos voltam seus olhares para ela.

- Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a hospitalidade e a disponibilidade para me ouvir. - Ela iniciou. Está em pé, para que todos ouçam, um arrepio percorrer sua espinha. - Vossa Majestade corre um grande perigo. Os povos do Leste se reconstruíram, e planejam com a ajuda de Armândia, mas agora planejam uma revolta contra o senhor, e pretendem criar um novo país com a ajuda dos Exilados de Artória. Eles têm o apoio de Armâdia e dos líderes ocidentais, que pretendem usar isso para se rebelarem também. 

- Tudo bem a revolta mas... Armândia não é uma lenda? E como você sabe de tudo isso? - Perguntou Armand. 



Notas Finais


Bom, por enquanto é isso. Vou tentar manter uma frequência de postagem melhor a partir de hoje.
Bjos e tchau.


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