História .artPOP - Capítulo 1


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Categorias F(x)
Personagens Krystal Jung
Tags Angst, Krystal!centric
Visualizações 4
Palavras 237
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic)
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


bem, eu fiz o que mais gosto no mundo
absorver os sentimentos de um cantor/grupo e interpretá-los numa história original
link do hino nas notas finais
boa leitura!!

Capítulo 1 - .capítulo único


 

 

 

Você se questionava sobre a minha arte.

Aquilo era tudo o que havia de mim, como se escrevesse novamente parte dos bons anos mundanos guardados em minha memória.

(insira uma ironia)

Nunca ouviu de alguém que não se pode julgar uma obra sem entender de seu contexto?

Mergulhe em meu passado, busque a essência com o próprio esforço.

Aprecie todos esses momentos de sua viagem, numa sequência de murais cheios de verdadeiras feridas.

(não era você quem acreditava no milagre do altar?)

Os cortes representados nas linhas trilhadas no comando das pequenas gotas de borgonha; seu caminho por toda a tela - anteriormente em branco.

Sangue em violeta, tão escuro quanto a noite que guardava esses segredos para si.

Lágrimas em azul celeste, te levando a um novo patamar de pensamento.

Consegue ver melhor a minha dor?

Essa história vem sendo escrita a muito tempo.

Nos pincéis quebrados, cavaletes pisoteados, aquarelas diluídas em gasolina enquanto sua paleta era arremessada pela pequena janela de vista ao muro de tijolos escondidos na umidade dos musgos vindos do chão.

Estava saturado.

O mundo já sequer tinha um contraste.

Eram todos como sombras.

Uma obra renascentista, antropocêntrica na visão de seu artista.

O meu ofício pode significar qualquer uma das infinitas definições de sua mente vaga.

Tome como razão as verdades do que lhe digo, a verdade será sempre o que quiser ouvir.

Uma versão mais apropriada aos seus sensíveis ouvidos.

 

 

 


Notas Finais




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