História As 10 Missões Antes Do Meu Suicídio - Capítulo 32


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Missões, Romance, Suícidio
Visualizações 121
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi rsrsrs
Demorei dnv hehe
Primeiramente: desculpa.
Segundamente:desculpa dnv.
Música do capítulo:https://youtu.be/4cTvDOk-_Is

Capítulo 32 - Explosão.


Fanfic / Fanfiction As 10 Missões Antes Do Meu Suicídio - Capítulo 32 - Explosão.

Volto para casa andando, numa madrugada fria e de certa forma tão dolorosa.

Entro em casa, me jogo no sofá e lágrimas começam a escorrer dos meus olhos.

- Isso tá tão errado! -Eu berro com a cabeça entre as almofadas.- Tá tudo tão quebrado e eu não sinto nem meu ar! 

Dizer tudo aquilo em voz alta para mim mesma foi mais difícil do que pareceu, eu tinha o costume de conversar sozinha, mas a partir daquele momento reparei que eu era uma desconhecida para mim...

Naquela noite dormir no sofá mesmo, acordei meio dia com o celular vibrando loucamente.

"Amy (32 ligações perdidas)"

Decido retornar às ligações.

O celular toca e Amy atende.

(Ligação ON)

- Eu posso saber onde a senhorita foi ontem a noite? Eu fiquei procurando você por toda aquela merda de boate! -Ela berra a ponto de eu ter que afastar o celular do rosto.

-Bom dia pra você também Amy, eu tive que ir embora, aconteceram algumas coisas...

-Bom, pelo visto você não vai vir trabalhar. Fica bem, eu precisava só saber se você tava viva ou não. Beijinho. -Ela desliga o telefone antes mesmo de eu poder me despedir.

(Ligação OFF)

Eu pensei mais do que achei que podia, em simplesmente arrumar as malas e fugir de novo, mas não, essa não sou eu, essa não é a Alice que eu tentei remontar quando vim para cá.

Levanto, tomo um banho, e logo em seguida tomo café. Me deito novamente no sofá e logo a televisão.

Eu estava tão cansada psicólogicamente, que acabava ficando cansada fisicamente.

Estava quase dormindo, quando alguém bateu na porta.

- Jesse?! - Digo boquiaberta.- Já mandei você parar de me perseguir!

-E eu já disse que eu vou continuar. -Ele diz com um sorriso sarcástico estampado em seu rosto.

-Por favor, vai embora, não to afim de discutir hoje.

-Não! -Ele diz entrando na minha casa.- Tenho um plano, você vai me ouvir querendo ou não.

-Fala logo.

-Se arruma, a gente sair. 

-Vamos para onde? - Pergunto.

Vamos jantar. Pelo menos não vai ser uma boate! - Ele sorri e eu contenho uma pequena risada.- Vai logo se arrumar, coloca algo sexy.

Vou para o quarto, visto um vestido longo e vermelho, e um scarpin preto. Me maqueio e por um segundo repenso se deveria mesmo ir.

-Vamos. - Digo voltando para sala, Jesse fica alguns segundos parado me observando.

-Você está simplesmente linda. -Ele diz boquiaberto.

-Agradeço, agora vamos. 

[...]

Chegamos, tinha uma mesa reservada para nós e uma bela garrafa de champanhe esperando pela gente.

Jesse puxa a cadeira para eu me sentar. 

-Eu ainda tenho mãos, sabia?! - Eu digo me sentando.

-Tenha educação também, e aceite o meu cavalheirismo. - Ele diz próximo ao meu ouvindo.

Sua voz me deu calafrios, admito.

- Qual o motivo de ter me trazido aqui? - Pergunto enquanto ele me entrega uma taça com champanhe.

-Por que Las Vegas? -Ele pergunta ignorando totalmente a minha pergunta.

-Eu não sei, sempre gostei de Vegas.

-Entendo, é um lugar realmente incrível, não tão incrível como a nossa casa, mas ainda assim, dá pro gasto. 

-Dá pro gasto?! - Eu rio sarcasticamente. - É um lugar muito incrível.

-Sempre gostei disso em você, você não é uma pessoa de metades, você ama por completo, você admira por completo, você prenche por completo...

-Eu não sei se devo agradecer, mas obrigada. - Desisto de conter qualquer riso que o Jesse tenha puxado de mim.

-Ele está bem? 

-Sim, um pouco abatido por você ter fugido, tirando isso.

-Ele sabe que você e eu vinhemos jantar? -Pergunto.

-Não. -Ele sorri.

-Eu comecei a trabalhar numa lanchonete, é um lugar bem divertido, mas o mais divertido é ter meu próprio dinheiro.

-Não se arrepende? - Ele pergunta me olhando profundamente nos olhos.

-Não muito, tenho que admitir que vocês me sufocavam as vezes. -Digo de forma fria.

-Você não sente nenhum pouco de saudade da minha companhia? - Ele pergunta me olhando fixamente nos olhos.

-Para de fazer isso! - Eu berro. - Para de tentar controlar minha mente!

-Se sente controlada por mim Alice? - Ele ri.- Desculpa.

-Eu só quero que você saiba que nada nem ninguém vai me fazer mudar de ideia, essa é a Alice agora. - Eu digo. - E Eu preciso que vocês entendam.

-Eu entendo, mas saiba que vou ficar aonde você estiver. 

- Agradeço, mas não preciso. - Ele me olha com um olhar de decepção.

-Bom, - Ele volta a sorrir. - Oque acha de mais champanhe? - Ele enche a minha taça.

[...]

Depois de muito champanhe, estávamos quase bêbados, bom, eu já estava. Contamos sobre histórias antigas, rimos e trocamos olhares.

- Lembra daquela vez que eu trolei a Ana? - Pergunto rindo. - Aquele foi um dos melhores dias da minha vida. 

-Você foi muito malvadinha. -Ele diz enquanto entramos no elevador.

- Lembra de quando tomei todos aqueles remédios? Aquele também foi um dos melhores dias da minha vida.

-Se lembra de quando fazíamos isso?! - Ele diz e me beija.

-Você não devia fazer isso. - Eu o afasto e a porta do elevador abre.

Vou até a minha porta e antes que eu possa terminar de virar a chave ele me beija novamente.

Entramos, mas dessa vez decido não relutar, deixo apenas as coisas acontecerem.

Ele desce até o meu pescoço, de um segundo para o outro já estamos no quarto.

Nossas roupas ficam espalhadas por cada canto da casa.

-Jess... -Minha voz falha. -Isso é errado.

-E quem decide o que é certo? -Ele me joga na cama.

Ele beija minha boca e vai caminhando pelo meu corpo até chegar na minha buceta, ele me chupa de uma maneira que me faz puxar os lençóis para conter os gritos e gemidos.

"Prepare-se agora

Deveria saber, quando você pegou seu telefone

Desce nessa cidade 

Você não precisa ficar nessa cidade 

Eu posso te foder bem

Eu posso fazer você gritar e gemer

Eu vou fazer isso direito

Eu vou te levar a essa zona"- SoMo- Mirror.

Ele segura minhas mãos acima da minha cabeça e me penetra com força, me fazendo gritar. Minha cara não mentia, eu apenas queria mais e mais. Ele começa a ir mais rápido enquanto me beija.

- Jesse... m-mais fundo, por favor. - Eu gemia.

Ele acelera sem dó nem piedade, gozamos juntos, sinto sua porra quente dentro de mim.




















Notas Finais


^u^ hehehe
Espero que tenham gostado.
Desculpa se o hot tiver ficado uma bosta.


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