História As 50 vezes que eu morri - Capítulo 2


Escrita por: e Bokun

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Categorias Histórias Originais
Tags 50 Vezes Que Eu Morri, Sou Um Monstro, Talvez Eu Retorne
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Palavras 671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, aqui é o Bokun, o coautor desta história, gostaria que se divertissem e tivessem uma boa leitura. Agradeço. :)

Capítulo 2 - O Juiz - Passado, morte, explicação


Fanfic / Fanfiction As 50 vezes que eu morri - Capítulo 2 - O Juiz - Passado, morte, explicação

Meu nome é Tomé, foi o nome que minha mãe me deu a uns dez segundos, ela parece ter um bom afeto por mim, meu pai é policial, estou contando isso pois já sei que vou esquecer disso daqui a algum tempo.

O tempo voa, não é mesmo? Meus amigos me chamam de Tom e estou no 5° ano, me chamam de inteligente, mas não faço nada além de algumas trapaças na escola, como colar nas provas da pessoa mais inteligente, seu nome? Helena, ela é linda e parece ser muito boa com tudo, se for comparado a mim, claro, que tenho experiência apenas em trapaças de nível básico... Meu sonho é me formar e construir uma família e conseguir fazer o máximo para ajudar pessoas. Tem um cara na minha sala mesmo, ele tem uma vida difícil e seus pais não tem muito dinheiro para dar uma "boa educação", somos bons amigos e compartilhamos tudo! Ele vivia dizendo: "nós seremos amigos para sempre!", não acredito nisso, teremos que mudar de escola logo, ele não sabe, mas no próximo ano terei que ir para outro colégio, não quero contar isso a ele, ele ficaria triste e faria de tudo para continuar comigo, já que sou o único que o apoio, admito, sentirei falar dele.

Já estou fazendo faculdade de direitos, possuo novos amigos nesse lugar, é bem divertido, embora sinta falta de alguém misterioso, não me recordo quem é, merda, minhas lembranças estão muito falhas...

- Senhor, tens uma visita. - Disse-me alguém que nunca vi...

- Sim, claro, pode trazê-lo, seja lá quem for.

Deve ser mais alguém pedindo "aulas" para conseguir passar na faculdade, já que sou o mais inteligente. Pensei.

- Desculpe lhe incomodar! Você é o mais inteligente que tem, eu gostaria de pedir aulas para conseguir passar! - Exclamou.

- Não, isso é tedioso, não sou seu professor, você possui vários livros, estude-os, faz mais sentido do que vir até mim. - Disse para ele furioso e cansado daquilo tudo.

- Desculpe, senhooor "perfeccionista-ultra-gênio", depois que precisar de ajuda, não me procure! - Exclamou furioso com minha má resposta.

- Como se eu fosse precisar algum dia, mas ok. Pode sair, você não perece esforços. - Dei-lhe outra má resposta.

O mesmo saiu furioso com o ocorrido, nunca mais o vi, será que desistiu? Muito provável.

Tempos depois me tornei advogado muito tempo depois. A vida andava feliz, consegui até mesmo me casar com a Helena. Era algo muito bom de se viver, poderia ficar assim para sempre, mas a morte veio, veio num dia feliz, minha filha iria nascer, mas vim a óbito em um acidente de carro, desgraçado aquele que fez isso comigo, passei bons tempos na eternidade, guiando pessoas como "juiz", decidindo se iriam sofrer ou não, quanto observavam os meus olhos, eu via tudo, todos os seus pecados, acertos da vida, atos de bondade, somava-os e observava se a pobre alma deveria ir sofrer ou iriam ter um bom destino a caminho.

Mais um dia de trabalho eterno neste lugar eterno. Não poderia vir alguém ruim.

Me deparo com meu amigo de infância, infância feliz que durou até o 5° ano.

O que ele fez? Hum, vou conversar com o Allan, vai ser fácil, ele era tão generoso na minha infância.

Ao ele me observar longos tempos como aqueles, senti uma grande vontade de chorar, cinquenta mortes, matou todo esse povo? Ele não poderia ter feito pior, eu posso levá-lo para um bom lugar? Não, ele vai ter de sofrer por tudo o que ele fez, a começar por seu primeiro assassinato.

- Allan, você vai sofrer e ver a vida de todas as pobres almas que retirou! A começar pela primeira... Sim, a primeira vida, a vida de seu melhor amigo, ali surgiu o seu desejo insaciável, não foi? Adeus, espero que tenha uma boa vida.


Após isso, não o vi, só sei que agora eu acabei de jogar meu velho eu em um sofrimento gigantesco por todas as vidas que ele tirou, será que eu sou o único que se lembra que eu era ele?


Notas Finais


Obrigado por terem lido! Espero que vocês tenham tido uma boa leitura! :)


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