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História As asas de um anjo - Capítulo 4


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Notas do Autor


Eae pessoinhas que leram isso, depois de muito tempo voltei (づ ̄ ³ ̄)づ
Acho que melhorei um pouco na escrita, mas nada que me impeça de errar...
Espero que gostem. ( ˘ ³˘)♥

Capítulo 4 - Daniel, o protegido


Fanfic / Fanfiction As asas de um anjo - Capítulo 4 - Daniel, o protegido

Lucas não sabia o que fazer, acabara de descobrir que, além de ajudar Helena a se controlar psicologicamente, teria que ser ajudado por ela para que de algum modo, se tornasse uma "pessoa melhor". Não entendia o que significava, ele não era um bom anjo ou havia se tornado algo ruim? Encerrou seus pensamentos quando Helena lhe fez uma pergunta:

— O que ele quis dizer com “consequência nada plena, suas vidas, condena”? 

— Quis dizer que se falharmos em nossas missões, pagaremos o preço com nossas vidas. – disse triste.

— Como assim com nossas vidas! Isso não faz o total sentido! – exclamava incrédula.

— Ele está chateado, por conta disso foi bem breve nos detalhes, não deixando claro que morreremos se falharmos! Você será esfaqueada novamente no peito e eu levarei um tiro na cabeça! – disse de forma estranha e estrondosa, já que não sabia o motivo de estar dizendo isso a ela.

Ela apenas pensava, não dizia nada, mas, fazia uma cara que parecia que seu cérebro poderia pegar fogo a qualquer minuto quando finalmente respirou e disse:

— Chateado? – parecia perceber que algo estava errado.

— Não chateado, mas...estranho, sabe? – não sabia exatamente como se sentia.

— Não você idiota, – riu – o tal do Daniel. Por que ele estaria chateado?

Lucas não sabia onde enfiar a cara, havia ficado vermelho, pois sentia suas bochechas queimarem. Não costumava falar com os outros nem sobre sua relação com Daniel, nem o porquê do mesmo ser seu protegido, por conta disso, não sabia como agir ou como responder à pergunta.

Estava pensando em diversas coisas para dizer quando escutou Helena gargalhando, percebeu então que ela já não tinha mais aquela expressão de preocupada e achava então que ela iria ignorar a pergunta quando, entre risos ela disse:

— Não sabia que anjos também se relacionavam entre si, chega ser engraçado pensar em você e naquele moreninho se agarrando – gargalhava tanto que era possível ver lágrima em seus olhos.

— ELE NÃO É NADA MEU! NÃO DESSA MANEIRA! – estava tão vermelho que não gritava de raiva e sim de pura vergonha.

— Calma não precisa se estressar – se acalmava das gargalhadas escandalosas que soltava – O que ele é seu então? Amigo? Primo? Irmão?

— Amigo, mas... eu o protejo muito dos outros lá em cima, já que tiram sarro dele por conta de seus "gostos peculiares" – disse ainda vermelho pela vergonha que aquela conversa lhe causava.

— Gostos estranhos? Isso é normal, cada um gosta de uma coisa tipo: eu posso gostar de hambúrguer e você cachorro quente, mas isso é normal não a nada de ...

— Ele é homossexual! Zoam por ele ser homossexual! – disse interrompendo-a e tirando-a de sua linha de raciocínio.

— Tá, e o que isso tem a ver? Ele ser gay não afeta em nada, mesmo que ele...– fez uma pausa, parecia entender o motivo dele ser o protegido de Lucas ou o porquê de ele estar chateado - Ele está com ciúmes da gente? – parecia incrédula.

— Eu diria que sim. Ele tem medo de que eu me apaixone e acabe machucado novamente.

— Acabar se machucando de novo? Depois me explica isso direto, mas, se vocês não têm nada, por que o ciúmes?

Iria responder se ela não houvesse gritado:

— VOCÊS TÊM ALGUMA COISA SIM! PODE ME CONTAR AGORA!!! – gritava empolgada.

— A GENTE NÃO TEM NADA! SÓ FICAMOS UMA VEZ PORQUE EU ESTAVA TRISTE E EMBRIAGADO! SÓ ISSO! – gritou aquilo sentindo um aperto sem sentido em seu coração, lembrando-se de que tinha um e estava "vivo", não que antes ele não estivesse, mas que agora tinha órgãos funcionando dentro de si, já antes, aquilo era somente um receptáculo.

Helena ria da expressão nervosa do garoto em sua frente. Era como se para ele fosse algo sobrenatural assumir que já teve um caso com um homem, mas no fim, era algo normal e, para quebrar o clima nervoso, lhe jogou uma almofada, acertando precisamente seu rosto fazendo-o gritar:

— Aaai!! Por que fez isso? – e jogou a almofada de volta nela, que conseguiu desviar e gritando, respondeu:

— GUERRA DE TRAVESSEIROS!! – E se jogou em cima de Lucas, que agora ria alegremente, fazendo alguém lá nos céus, que observava tudo, sorrir também.


Notas Finais


Comentem e me dêem dicas sobre o que melhorar (◠‿◕)
Irei adorar ler!✨💖
Kissus!


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