História As aventuras de uma ruiva - 2 temporada - Capítulo 63


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Categorias Harry Potter, The Originals
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Argo Filch, Arthur Weasley, Bellatrix Lestrange, Carlinhos Weasley, Cassandra Trelawney, Cedrico Diggory, Cornélio Fudge, Dênis Creevey, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Duda Dursley, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Euphemia Potter, Fenrir Greyback, Fílio Flitwick, Finn Mikaelson, Fleur Delacour, Fred Weasley, Freya Mikaelson, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hayley Marshall, Hermione Granger, Hope Mikaelson, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lílian Evans, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Mikael Mikaelson, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Neville Longbottom, Personagens Originais, Petunia Dursley, Rebekah Mikaelson, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Tiago Potter, Valter Dursley, Viktor Krum
Tags 1978, Dracomalfoy, Dursley, Gêmeosweasley, Harrypotter, Helenagranger, Hogwarts, Marotos, Viagemnotempo
Visualizações 38
Palavras 2.815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Luta, Magia, Mistério, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 63 - Under the Ground


Hermione surgiu na sala dos Black. Ela estava silenciosa, embora Sirius estivesse sentado no sofá com o rosto coberto pelas mãos. Hermione lutou para não focar seus olhos nas manchas de sangue no sofá branco, mas infelizmente não conseguiu e só conseguiu pensar na irmã tocando nos corpos de seus pais ainda quentes.

Ela estava parada de olhos arregalados quando Sirius levantou a cabeça e a viu. 

Hermione não sabia como que os pais morreram, e agora com o sangue, só de pensar que eles sofreram, que Helena viu todo o ato, seu estômago se revirou e Sirius não conseguiu colocar algo a sua frente antes do vômito  atingir o chão. Sua garganta ardeu e o líquido voltou mais uma vez e ele atingiu o fundo do balde em um barulho nojento.

Hermione vomitou mais três vezes enquanto chorava - por uma quinta vez nesse dia - e só se acalmou depois de Sirius a sentar e a fazer engolir uma poção de enjoo. 

Ela não falou, não esperneou, não chorou. Sirius não a tocou, tinha medo que reagisse mal já que eles não eram tão próximos assim.

- Sirius.- ela chamou com a voz rouca, levantando a cabeça e a virando para o auror. Ele a olhou, os olhos um tanto vermelhos.- Como eles morreram?- ela perguntou e ele negou.

- Não vou te contar nada.- ele falou sério e Hermione soltou o balde e ele caiu com um estrondo no chão.

- Como. Eles. Morreram?- perguntou irritada.

- Hermione, por favor.- ele implorou.

- SAI DE PERTO DE MIM!- eles ouviram Helena gritar no andar de cima e Hermione se levantou, correndo para ir achar a irmã. Tinham uma multidão na frente do quarto de Orion e Hermione passou por eles para chegar até a entrada da porta. Helena estava na cama, sua mão estava ensanguentada e suas pernas a mesma coisa. Tinha um olhar perdido no rosto e as lágrimas desciam sem controle.

- Lena.- Hermione chamou, engolindo em seco ao se aproximar. Parou da frente da ruiva e se agachou. Os olhos de ambas se encontraram e a dor que sentiam foi compartilhada.- O que aconteceu?- perguntou com a voz embreagada. Helena negou, deixando as lágrimas caírem nas mãos de Hermione que estavam apoiadas em seus joelhos vermelhos.

- E-eu dor-dormi na aula do-do-do...-ela soluçou e limpou o nariz com a roupa branca do colégio.- Snape e-e vi os Comensais da Morte e a Char-Charlotte. Ela mandou e-eles machucarem a mamãe e o papai!- Helena soluçou enquanto chorava ruidosamente e dolorosamente.- E-eu fui até a sala do Dumbledore e usei a lareira. A casa estava destruída, Mione.- a ruiva tampou o rosto e Hermione esperou enquanto os adultos lá fora choravam. - Eles estavam no meu quarto. Bellatriz e Rebastan Lestrange. Eles usaram uma faca. O pesco...- O choro inundou o quarto e as duas irmãs se abraçaram.

Lilian deixou a porta do quarto com soluços contidos. Todos se afastaram para dar espaço as meninas e Remus foi ligar para os tios das mesmas. Elas teriam que ir embora para a casa de um deles, foi ordem da polícia que as mesmas retornassem para Londres hoje mesmo.

Hermione e Helena ficaram assim por um tempo longo, mas Hermione teve que soltar a irmã.

- Você precisa trocar de roupas, Lena.- murmurou a morena enquanto limpava o nariz.- Precisamos ir para a casa de um dos nossos tios.- ela arrumou o cabelo de Helena atrás de suas orelhas. A ruiva negou com a cabeça enquanto voltava a chorar e se escondia atrás do rosto.

- Eu quero a mamãe e o papai!- ela exclamou e Hermione chorou de novo.

- Por favor, Lena.- pediu Hermione tentando não chorar mais. Já estava sendo uma merda tudo isso. Queria que Helena colaborasse.

- Ela estava grávida, Mione.- Soluçou Helena e Hermione se lembrou do irmão ou irmã que parou de crescer na barriga da mãe. Apertou as mãos no colchão e respirou fundo. Seus olhos lacrimejaram, mas ela os limpou rapidamente.

- Vem comigo.- ela tomou a mão de Helena e a puxou para o banheiro com calma. A ruiva não ligou, estava mais ocupada chorando e se lamentando e perceber que estava sendo despida não a faria parar de chorar. Não agora e talvez nem mais tarde.

Hermione observou o sangue se misturar com a água e foi forte pela irmã, que soluçava. As imagens rondavam e rondavam. Ela não seria capaz de as esquecer tão cedo.

Hermione a colocou roupas confortáveis, como moletom e ajudou Helena a descer. A mesma tinha um olhar perdido no rosto e não parecia enxergar um palmo a sua frente.

- Cory chegou.- murmurou Remus para Hermione assim que atingiram o térreo. Eles foram para a sala. Cory estava de pé ao lado de Aline e torcia os dedos incomodado. Encarou as sobrinhas e engoliu em seco.

- Hermione, Lena.- ele murmurou indo até elas. A ruiva começou a chorar quase que imediatamente e Hermione abraçou o tio antes de voltar a pegar a mão de Helena. Helena foi embora sem se despedir, sem falar para ser sincera. Hermione foi breve e explicou que ela estava em choque mas não disse o verdadeiro motivo. Como que iria contar que a irmã viu os pais serem mortos? É, sem chance nenhuma.

Helena chorou de novo no caminho da casa dos avós e Hermione considerou a dar uma poção do sono. Ela estava muito agitada para quem tinha os sentimentos ampliados.

Chegaram em pouco tempo e a casa estava lotada mesmo sendo quase onze da noite. Tinha uma viatura na frente da casa e Hermione suspirou aliviada ao ver que secou os cabelos de Helena. Era suposto que viessem direto do aeroporto.

Hermione desceu do carro e não conseguiu tirar Helena. Olhou para Cory supletiva e ele suspirou enquanto entrava no carro e a pegava no colo. Ela não fez objeção e Aline fechou a porta do carro com uma clara expressão de desgosto no rosto. Eles entraram em silêncio. Hermione observou rosto por rosto de seus parentes. Eles tinham chorado ou ainda choravam. Hermione realmente não quis saber. Estava preocupada com Helena e seu silêncio mortal á quase duas horas, sem contar os soluços e as lamúrias indecifráveis.

- Querida.- tia Elisangela se adiantou até Hermione e a abraçou enquanto Cory subia as escadas. Colocaria Helena no quarto. O policial de pé na sala os observou. A castanha não chorou.

- Srta Granger, me desculpe por tira-la da escola a essa hora.- a menina negou com a cabeça e apertou a mão que o oficial a lhe estendia.

- Tudo bem.- murmurou acanhada.

- Sente-se, por favor.- ele apontou para o sofá e olhou negativamente para todos os parentes. Seu olhar se estreitou ao ver a avó da menina a olhar com hostilidade. Hermione se acomodou no sofá branco e não pode deixar de notar que esse não tinha manchas de sangue. Apertou as mãos uma nas outras.- Creio que você e sua irmã já saibam o que aconteceu.- ele afirmou. Hermione assentiu e limpou os olhos que ficaram molhados.- Ela está bem?- perguntou o oficial com calma. Hermione negou.

- Nossa mãe estava grávida. Helena estava ansiosa para ter um irmão.- ela olhou rapidamente para os parentes. Eles sabiam, mas não conseguiram ficar menos chocados ao lembrarem.

- Não sabiam disso?- ele perguntou sério.

- Sabíamos, mas nós só demos conta agora.- disse Shawn enquanto apertava os ombros da esposa com carinho. Ele assentiu.

- Sabe por que está aqui?- o oficial perguntou para a bruxa. Ela negou, sem saber o que responder.- Geralmente não é comum falarmos com menores, mas precisamos discutir umas coisas.- Hermione assentiu.- Você tem ideia de quem poderia ter feito isso?- Hermione queria dizer que sabia quem tinha sido, mas como explicar que ela era uma bruxa e sua irmã era a inimiga número um de um bruxo das trevas mais perigoso dos últimos anos e que sua vó biológica mandou matar seus pais porque ela odeia sua irmã? É, sem chance.

- Não.- ela respondeu depois de pensar um pouco.

- O caso foi pessoal. Eles não tinham nenhum inimigo?- Hermione quis rir. Ela tinha um inimigo e seus pais pagaram por isso. A culpa era dela, não deles.

- Eu não sei. Eles eram dentistas, pelo amor de Deus. Você acha que os mataram porque eles tiraram a cárie de modo errado?- ela foi debochada e fria, como Helena teria sido. Isso a quase fez chorar.

- Tudo bem, eu sei que é dificil.- Hermione negou com a cabeça, mas nada disse. Difícil é saber quem é o assasino de seus pais e não poder ir atrás para se vingar. Ele a observou minuciosamente.- Está com raiva porque?- ela o olhou.

- Está de brincadeira, certo?- ela perguntou se levantando. Era sua hora de surtar.- Meus pais foram assassinados, minha mãe ia ter um filho em 7 meses, minha irmã está em choque até agora, minha professora me contou sobre a morte deles no almoço, meu tio teve um ataque cardíaco e você pergunta porque eu estou com raiva? Está escrito "otária" em minha testa?- Ela se soltou do aperto que Chandra deu em seu braço.- E você não toque em mim. Acha mesmo que eu não sei que disse para minha mãe abortar por estar velha?- todos ofegaram e a senhora se levantou.

- Baixe esse tom, você está em minha casa.

- Tia Elisangela, podemos passar a noite em sua casa?- pediu a castanha se virando para a tia. Ela assentiu, olhando de Chandra para Hermione.- E Helena sempre dizia sobre como você era má com ela. Achávamos que era implicância dela. Mas é engraçado como nunca aceitou Helena, mas aceitava as palhaçadas que Aline fazia com a família inteira.

- Helena fazia de propósito, Aline tinha uma doença.

- Helena queria atenção! Ela tinha 6 anos e só queria que você a aceitasse como neta!- disse Amanda se colocando na frente da sobrinha.

- Saia da minha casa, agora.- mandou a senhora violentamente. Cory desceu novamente com Helena e Shawn veio atrás. Hermione pegou a varinha de sua bota.

Obliviate.- murmurou para o policial. Não queria que ele se lembrasse desse momento ou acusariam a família.- A sorte é que você tem vários netos e netas.- disse ela e se virou para o oficial.- Me desculpe, mas eu não posso continuar com essa conversa agora. Minha irmã precisa de cuidados.- o oficial se levantou e apertou sua mão.

- Não se preocupe. Se cuide, querida. E cuide de sua irmã também.- ele pediu com cuidado. Hermione assentiu e ela e Elisangela deixaram o local com Cory e Helena.

- Se quiser podemos ir para a casa do padrinho da Helena.- disse a castanha engolindo o choro.

- Não, vamos para minha casa.- disse a mulher determinada. Hermione assentiu e elas entraram no carro.

=/=

No dia seguinte, Helena não se levantou para fazer nada. Não abriu a boca, não comeu, não usou o banheiro. Só se levantou na hora que Hermione chegou e pediu que ela colocasse o vestido preto para poderem enterrar os pais e voltar para Hogwarts como o combinado.

Se trocou quieta e quando desceu, fitou o irmão e os amigos. Estavam na sala, todos de preto.

- Acho que já podemos ir.- disse Elisângela ao lado de Sirius e Mark, seu marido.

- Eu levo eles. Vão levar Hermione e Helena?- ele perguntou baixinho a Mark. Ele assentiu enquanto ninava um dos gêmeos recém-nascidos.

Todos se realocaram nos carros. Helena e Hermione foram com os primos e os tios. Ficaram o tempo inteiro em silêncio e Hermione se chocou ao ver o tanto de gente no enterro. Tinha atores e atrizes lá.

- Seus pais eram famosos?- perguntou Rony confuso. A menina negou com a cabeça.

- Eram dentistas de famosos.- murmurou e ele assentiu, envolvendo a mão da amiga. Ela corou mas gostou do apoio que ele a dava.

Helena não notou ninguém ao seu redor, nem olhava direito por onde andava, mas tomou um susto quando trombou com sua avó Chandra.

- O que você fez?- perguntou a mulher baixinho, soltando um sorriso para uma das mulheres que a olhavam mais a frente, na roda envolta dos caixões. Apertou o ombro de Helena com força.- O que você fez a minha filha, sua desgraçada?- perguntou a mulher violentamente.

- Me largue, vovó.- mandou a garota trincando os dentes, puxando a voz do fundo de sua alma.

- Não me chame de vó. Você não é minha neta. É uma desgraça de aberração que entrou na vida da minha filha e a matou. Agora, o que você fez com a minha filha, sua orfã estranha e assassina?- O rosto de Helena ficou vermelho e ela empurrou a vó com um grito e ela caiu no chão.

- ME DEIXE EM PAZ!- berrou saindo correndo para as árvores. Os vampiros presentes foram atrás. 

- O que disse a ela?- perguntou Sarah com irritação, vendo Ian ajudar a senhora de idade a se levantar da grama enquanto todos a olhavam com choque.

- Eu não disse nada!- disse a mulher em choque, limpando a roupa.

- Eu escutei você sua bruxa.- disse Amanda friamente.- Helena não tem culpa de nada disso, sua louca!- as pessoas a olharem negativamente e seus familiares se afastaram, a deixando sozinha e observando Helena se embrenhar na pequena floresta do cemitério.

A dor era horrível. Helena não conseguia parar de soluçar. Seu peito não parava de se contrair e a machucar cada vez mais. Eles estavam mortos e a culpa era dela. E ela sabia que era dela.

Klaus tocou seu ombro com calma. Ele não era o único Mikaelson no enterro. Vieram todos, junto com Damon, Bonnie e Davina.

- Eu preciso que pare!- ela implorou se apoiando na árvore e soluçando.- Preciso que pare de doer!- ela gritou enquanto as lágrimas desciam pelo seu rosto rapidamente.

- Helena, você precisa respirar. Você não po...- Elijah foi interrompido.

- NÃO POSSO O QUE?- ela berrou soluçando e se virando para os vampiros.- EU MATEI ELES!- Ela sabia que era verdade. Se Charlotte não conseguisse invadir sua mente como fez na mansão dos Potter aquele dia, eles estariam vivos. - AQUELA DESGRAÇADA MALDITA OS MATOU PARA ME ATINGIR E EU...- Helena caiu de joelhos lentamente, segurando o peito enquanto ofegava. Imediatamente, Klaus se abaixou junto com ela e a tomou nos braços.

- Eu sei que é difícil Helena, mas você precisa superar isso. É tudo que ela e Voldemort querem.- ele sussurrou a apertando e Helena negou, soluçando forte.

- Não vai pa-passar, Klaus. Ta do-do-doendo na alma. Aqui dentro. Eu quero que pare de doer. Eu não quero sentir isso.- ela implorou sem filtro nenhum. Ele olhou para os outros vampiros. Damon, com o rosto sério e aflito, andou até os dois e se agachou em frente a Helena.

- Preste atenção, garota.- ele disse sério, a pegando pelos ombros.- Preciso que faça uma coisa para mim.- ela o olhou atentamente, as lágrimas descendo pelo rosto, o catarro atingindo o queixo.- Desliga.- ele disse simplesmente.

- O que?- berraram os outros, mas ele já tinha plantado a semente da discordia. Klaus não o impediu. Ele estaria aqui para controlar Helena e ele mesmo achava que isso seria bom. Helena era como uma filha e vê-la sofrer assim estava o matando e ele sabia que ela não merecia isso. Nem mesmo ouvir o que aquela louca disse a ela há minutos atrás.

- Desliga, Helena. E tudo isso vai sumir. Toda a dor.- disse Klaus com calma e ela o olhou.

- Me compila.- ela mandou séria, se virando para Klaus. Ele assentiu e a encarou no olho. Eles se dilataram.

- Helena, quero que você desligue. Quero que você deixe toda essa dor para trás. Quero que esqueça que existe felicidade, dor, raiva, empatia e qualquer oitro sentimente que tenha dentro de você. Afunde tudo no seu peito e guarde tudo a sete chaves. - ele disse tudo numa voz calma. O rosto de Helena se tornou sério e ela suspirou e logo sorriu.

- Hm, uau.- disse limpando o rosto.

- Como se sente?- Klaus perguntou preocupado.

- Ótima.- ela murmurou e se levantou para arrumar a roupa. A bateu com tranquilidade e limpou o rosto novamente. Estava se sentindo muito bem. Helena 2.0 estava pronta para causar. 



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