História As Cartas do Professor Davie - Uma Vida em Berlim - Capítulo 6


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Categorias David Bowie
Personagens David Bowie, Personagens Originais
Tags Berlim, David Bowie, David Jones, Drama, Drogas, Londres, Opressão, Violencia
Visualizações 33
Palavras 292
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Cap. 2


Fanfic / Fanfiction As Cartas do Professor Davie - Uma Vida em Berlim - Capítulo 6 - Cap. 2

2.

Eu me deitei em minha cama, olhando Davie deitado no chão, olhando para o teto:

 - tem certeza que não quer que eu durma no sofá? – ele me olhou, preocupado. – eu não quero te incomodar...

 - não, mas acho que não faz bem dormir no chão...

 - não ligue para isso, eu estou bem; - ele sorriu. – vai dormir agora?

 - acho que não, tenho tema da escola...

 - quer ajuda?

 - não, Davie... não quero abusar da sua boa-vontade.

 - eu posso ajudar, adoro estudar, essas coisas; - ele sorriu. – não sou professor à toa, Pietra. Quer ajuda?

 - bem... eu quero.

      Peguei meu caderno e meu estojo e me sentei na cama, abrindo espaço para que ele sentasse ao meu lado. Começamos a estudar, e logo kelly entrou no quarto, sem bater, como sempre:

 - phy, eu vou sair; - ela encarou-nos. – você fica bem?

 - claro, Ly; - eu sorri. – vai tranquila, e manda um abraço para o Yan...

 - tá. Se cuida, mana.

 - juízo, Ly.

      Ela fechou a porta e saiu. Davie sorriu, e logo voltou a se concentrar nas contas. Ele tinha uma facilidade incrível para resolver os problemas de matemática e as equações:

 - Davie, como faz contas tão rápido?

 - sei lá... eu só faço. Errei alguma?

 - não, todas certas... – bocejei. – ai, acho que tenho que dormir.

 - tá, amanhã a gente continua. – ele sorriu. – ah, e eu vou ter de ir para a escola, você vai?

 - vou... que horas você vai?

 - sete e meia; - ele se deitou no chão. – e você?

 - também...

 - vamos juntos?

 - tá... mas você não pode dirigir... vai comigo...

 - certo, eu vou com você... boa noite, Pietra.

 - boa noite, Davie.

 



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